Tenente-coronel Zucco, deputado estadual do RS - Democracia acima de tudo

“Quem quer cumprir a lei, lê o texto. Quem quer descumprir, interpreta a lei”.

A frase é o Brasil de hoje onde a democracia representativa é subjugada por decisões esdrúxulas de vários tribunais que atropelam o Executivo e o Legislativo. Lembre-se que esta democracia foi concebida para que o povo, pelo voto e eleições, escolha seus representantes.

A cada quatro anos o eleitor faz suas escolhas. Apesar deste preceito consagrado pela Constituição, várias decisões legítimas são torpedeadas por acórdãos que afrontam o estado democrático de direito, tentando reduzir a importância do Legislativo.

A soberania popular está sendo transferida para atores do Judiciário. Instalou-se a “juristocracia”, processo à margem do verdadeiro controle democrático onde tribunais superiores adotam decisões que causam instabilidade pela subversão do regime democrático.

Prova disso é o recente episódio onde um ministro do STF que sentindo-se ofendido determinou a prisão de um deputado federal. Ignorou o devido processo legal, atropelou o amplo direito à defesa. O magistrado acusou, julgou e prolatou a sentença, um gesto de soberba, estranho à democracia.

Empresários, parlamentares e cidadãos são alvos frequentes de denúncias cujas manchetes posteriormente se mostram injustas gerando  com danos irreversíveis à imagem dos “acusados”. Pouco se lê, porém, sobre as despesas esdrúxulas do STF e seu séquito de servidores.

 O Presidente Bolsonaro é alvo de decisões impertinentes do Supremo. Simples decisões administrativas ocupam a mais alta corte do país como se não houvesse decisões mais importantes esperando há décadas. A judicialização da política transformou juízes em celebridades que todos os dias expõem opiniões sobre temas que julgarão ali adiante.

Poucos têm coragem de criticar os magistrados que ignoram a autonomia e harmonia entre os poderes. Nem os óbitos pela Covid-19 sensibilizam Suas Excelências para que trabalhem em uníssono com o Executivo e Legislativo.

A democracia representativa está em vigor no Brasil. O voto é a  vontade do cidadão. Agentes públicos sem legitimidade popular deveriam trabalhar com discrição, celeridade e eficiência ao invés de buscar as luzes da ribalta.

Ciro Gomes perde ação movida contra dois jornalistas da Veja. Ele terá que pagar aos advogados.

 O ex-ministro e candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) sofreu derrota na Justiça em processo por danos morais contra a revista Veja e os jornalistas Nonato Viegas e Hugo Marques. Ele terá que pagar R$ 13.100 aos advogados dos jornalistas.


O processo foi movido em razão da reportagem intitulada “O esquema cearense”. O texto, publicado no período das eleições de 2018, dizia que a Procuradoria da República apurava a existência de um esquema de extorsão contra empresários do Estado e afirmava que um ex-tesoureiro do Pros, Niomar Calazans, implicava Ciro.


Na reportagem, Niomar dizia que o esquema era utilizado para financiar campanhas eleitorais e que Ciro e seu irmão Cid Gomes haviam comprado por R$ 2 milhões o controle do partido no Ceará durante as eleições de 2014.


O ex-ministro disse à Justiça que as acusações eram “levianas, ofensivas e inverídicas” e que a revista, sem dispor de provas, jamais deveria ter publicado o texto.


Ciro também disse que a reportagem foi publicada no mesmo dia em que teve início o horário eleitoral na televisão e na rádio, e que o objetivo seria o de ferir a sua candidatura.


Para ele, os jornalistas teriam extrapolado a liberdade de imprensa para “atacar, ofender e manchar, de forma falaciosa e irresponsável”, a sua reputação, vinculando-o “de forma inverídica” aos escândalos da Lava Jato. Ciro queria R$ 100 mil de indenização.


O juiz Rogério de Camargo Arruda, da Justiça de São Paulo, disse em sua sentença que a publicação não extrapolou o direito de informar, que são fatos de interesse público. O magistrado considerou que a reportagem foi baseada não apenas em entrevistas, mas em delações premiadas homologadas na Lava Jato.


Ciro tentou recorrer da decisão do Tribunal, mas não obteve sucesso. Não cabe mais recurso contra a decisão. O ex-ministro foi condenado a pagar os chamados honorários de sucumbência dos advogados dos jornalistas.

Artigo, Alexandre Garcia - Liberdade e Passividade

O mês de abril entrou com um alerta de perigo para a democracia brasileira. Seis presidenciáveis assinaram um manifesto, que saiu nos jornais de 1º de abril. Mandetta, Ciro, Doria, Leite, Amoedo e Huck. Não constam as assinaturas de Lula, Moro e Bolsonaro. O manifesto afirma que "a democracia brasileira é ameaçada", uma constatação óbvia, embora tardia: há meses que estão presos, por crime de opinião, um jornalista e um deputado federal - no que o Brasil se assemelha à Venezuela. A ameaça se torna mais consistente com o silêncio da mídia a respeito do jornalista e com a anuência do próprio Legislativo a que pertence o deputado.


O manifesto adverte sobre "submissão arbitrária do indivíduo ao estado, respeito aos direitos individuais, excesso, abuso, intimidação”. Mas, ironicamente, os dois governadores que o subscrevem, baixaram medidas que atingem direitos fundamentais estabelecidos no artigo 5º, cláusula pétrea da Constituição, como liberdade de locomoção, de trabalho, de reunião, de culto. A prisão do deputado infringiu a inviolabilidade do mandato prevista no art. 53 da Constituição e o asilo inviolável da casa, também do art. 5º. A censura e prisão do jornalista, feriu a liberdade de expressão, da mesma cláusula pétrea, e as liberdades de expressão e informação, garantidas pelo art. 220.


Quando liberdades garantidas pela Constituição são feridas, a democracia é atingida. O manifesto constata o truísmo de que “não há liberdade sem justiça”. Aí vem a lembrança de que se anularam condenações por corrupção, resultado de julgamentos em três instâncias da Justiça. E ainda houve um julgamento do juiz que presidiu na primeira instância os processos anulados - de suspeição, com base em provas obtidas por meios ilícitos - o que é inadmissível, como está no pétreo art. 5º.


O manifesto registra que democracia é direito ao voto. Por três vezes os legisladores criaram um comprovante que garantisse o voto digitado na urna eletrônica - por três vezes as leis foram derrubadas pela Justiça - projetos de Roberto Requião (MDB), Flávio Dino (PC do B) e Brizola Neto (PDT) e Bolsonaro (PP). O PSDB, após derrota de Aécio, constatou que a urna eletrônica não comporta auditagem. A Insegurança no direito do voto também é perigo para a democracia. Como o manifesto não “dá o nome aos bois”, nem registra os atos que motivaram o alerta, alinhei alguns indícios mais evidentes, que estão na nossa cara. Porque passividade e liberdade rimam, mas não se misturam.


Vírus chinês mata o desembargador gaúcho Luís Augusto Coelho Braga

Morreu de vírus chinês o desembargador gaúcho Luís Augusto Coelho Braga, 66 anos.

Ele foi juiz de Gravataí, Jaguari, Cachoeirinha e Porto Alegre. Em 2000 foi para o THJRS.

O desemgargador era natural de Passo Fundo.

Artigo, Stephen Kanitz - O Grande Erro da Ditadura Militar

 Uma semana depois de assumirem o governo, os militares patrocinaram uma emenda constitucional número 9, que se tornaria o maior erro deles.


Promoveram a emenda constitucional número 9 de 22 Julho de 1964, e logo aprovada 81 dias depois, que passou a obrigar todo jornalista, escritor e professor deste país a pagar imposto de renda, algo que nenhum destes faziam desde 1934.


Este é um dos segredos mais bem guardado pelos nossos professores de história, a ponto de nem os novos militares, jornalistas, professores de história e escritores de hoje sabem o que ocorreu de fato.


Os militares terminaram com o Artigo 113 n 36 da Constituição de 1934 e o mesmo artigo 203 da constituição de 1946.


“Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista ou professor.”  


Por 30 anos foi uma farra, algumas faculdades vendiam diplomas de jornalista “até arcebispo era jornalista.” 5


Só que com esta medida os militares de 1964 antagonizaram, em menos de dois meses de poder, toda a elite intelectual deste país.


Antagonizaram aqueles que até hoje fazem o coração e as mentes das novas gerações.


Estes, obviamente, se revoltaram imediatamente, afinal “A maior parte da grande imprensa participou do movimento que derrubou o Presidente João Goulart e foi, sem dúvida, um dos vetores de divulgação do fantasma do comunismo”, vide João Amado – Historiador.


“Grande parte dos jornalistas que tiveram suas crônicas coletadas para este livro, Alceu de Amoroso Lima, Antônio Callado, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony, Edmundo Moniz, Newton Rodrigues, Otto Lara Resende, Otto Maria Carpeaux, entre outros, foram aqueles que logo se arrependeram do apoio dado ao golpe.”


“Jornalistas que apoiaram o golpe de 64, antes dele fazer aniversário, já eram adversários do regime que ajudaram a instalar”, continua Alzira Alves.


“Ao perseguir figuras que nada tinham de comunistas ou subversivas, eram apenas liberais e até apoiaram o golpe, a ditadura, por assim dizer, perdia a razão.”


De fato, comunistas são contra uma sociedade de classes, privilégios classistas, e renda mal distribuída para algumas classes.


Quem se considera superior, a ponto de não pagar imposto de renda, não é socialista muito menos comunista.


Mas notem que Amado, professor de História, considera ter que pagar imposto de renda uma “perseguição” classista.


Antonio Calado, professor, escritor e professor escreveria:


“O Golpe foi certo, mas seus desdobramentos errados”. Calado se tornou um de seus grandes opositores, um ano depois.


Se os militares fossem de fato de direita, como jornalistas, professores de história e escritores não pararam de divulgar, eles provavelmente teriam incluído nesta lista classista.


Razões e apoio para isto não faltavam nos primeiros dias do “Golpe”.


“Golpe” de mau gosto, de fato.


Os militares traíram justamente quem os haviam inicialmente apoiado.


E não há ninguém mais odiado neste país que um traidor.


Jornalistas também não pagavam imposto predial1, imposto de transmissão1, imposto complementar2, isenção em viagens de navio, transporte gratuito ou com desconto nas estradas de ferro da União, 50% de desconto no valor das passagens aéreas e nas casas de diversões. 3,4


Devido a estas isenções na compra de casa própria, a maioria dos jornalistas tinha pesadas dívidas, e a queda de 15% nos seus salários causou sérios problemas financeiros e familiares.


Some-se a inflação galopante que se seguiu, o baixo crescimento do PIB, e levaria uns 10 a 15 anos para jornalistas, escritores e professores recuperarem o padrão de vida que tinham antes do duro “golpe” financeiro que os militares causaram.


Não é de se espantar que passado 50 anos os militares continuam sendo perseguidos por comissões da verdade, reportagens, e tudo o mais, apesar dos militares hoje serem outros.


Foi uma desfeita e tanto. Colocaram estas classes a nu.


Nenhum jornalista, professor ou escritor, nem mesmo os de esquerda escreveram um artigo sequer contra este privilégio que desfrutavam que durou quase 30 anos.


Enquanto IPI e ICMS pagos pelas empresas servem para financiar infraestrutura, estradas, portos, etc, é justamente o imposto de renda que usamos para reduzir a pobreza, cuidar dos inválidos, pagar o Bolsa Família.


Dispensar jornalistas cegos, professores paraplégicos, escritores com deficiências mentais de pagar imposto de renda seria mais do que justificável, afinal são estes que merecem ajuda para poderem competir com jornalistas, professores e escritores de posse de tudo que é necessário para serem autossuficientes do estado.


Mas é justamente o imposto de renda que nossos intelectuais brilhantemente conseguiram burlar, e por sinal reclamam até hoje.


Em 2013, a Revista Exame da Editora Abril, comenta esta isenção da seguinte forma.


A isenção (infelizmente) foi revogada em 1964, por meio da Emenda Constitucional nº 9 de 22 de julho de 1964.


Alberto Dines, do Observatório de Imprensa, em 2012 comenta:


“Getúlio, muito inteligentemente, atuou para melhorar o padrão social do jornalista. A legislação do Getúlio deu grandes vantagens.”


Em discurso no dia do Professor na Associação do Ensino Superior, conclama:


“Os professores mais antigos devem sentir saudades dos tempos em que os professores eram realmente respeitados e valorizados, como acontecia, por exemplo, durante a vigência da Constituição Federal de 1946 artigo 203.“


Por que então os militares foram tão burros, segundo Alberto Dines, de se indispor justamente com a imprensa?


De serem acusados de desrespeitar e não valorizar os professores deste país?


Por que foram fazer esta medida logo no início, quando ainda estavam com outros problemas para resolver, e não cinco anos depois?


Duas possibilidades.


Uma é que este privilégio classista estava na garganta de todo militar, advogado, médico, enfermeira, bombeiro, policial, pela sua hipocrisia e pelo seu abuso onde até arcebispo estava sendo beneficiado.


A segunda hipótese, é que Castelo Branco de fato pretendia ficar 18 meses, somente até o fim de mandato de João Goulart.


Tanto é que manteve o Congresso, mudou algumas leis como esta, e aboliu 13 partidos, achando que o problema do Brasil era a profusão de partidos, e que a solução seria forçar a ter dois, como na maioria dos países do mundo.


Prever o passado é um exercício fútil, mas se os militares tivessem sido mais maquiavélicos, não teríamos a reação contrária que surgiria anos depois, quando o imposto de renda de fato começou a ser cobrado.


Os poucos jornalistas de direita da época, ficaram mudos e inertes. Os jornalistas de esquerda tinham razão, e puderam exercer o seu papel de oposição e influenciar toda uma nova geração de jornalistas.


E foi esta súbita mudança de tom dos jornalistas, professores de Sociologia, História, Política e Ciências Sociais, que assustou a ala mais radical do Exército a não devolver o poder como Castelo pretendia e ficar 21 anos.


Me lembro de que na época de se propor uma nova constituinte ou não, para derrubar a Constituição de 1967 votada na época dos militares, vários professores de Ciência Política sugeriram que deveríamos é reinstituir a de 1946.


Na época eu não sabia deste artigo 203.


Quero deixar bem claro que não conheço nenhum militar, jamais fui procurado na vida por um militar para discutir assuntos de administração, professor que era.


Tudo aqui é fruto de pesquisa na Internet, que quatro anos atrás havia uma única referência, muito pouco para ser prova histórica. Hoje já temos umas 34 referências, é só pesquisar o trecho da Constituição suprimido.


Para os militares se redimirem e reerguerem a imagem do Exército e das Forças Armadas, seu orçamento e capacidade de combater o narcotráfico internacional e outros problemas, acho que deveriam ser também tão cínicos quanto e assim proporem a volta do artigo 203.


E desta vez, para garantir que ela nunca mais seja revogada, incluir a classe de militares, já que ética no Brasil não vale para nada.


art 203. “Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista, professor, militar, médico, enfermeira e policial.”  


Algo para os jovens militares, jornalistas, médicos, enfermeiras pensarem.


1 Art 27 – Durante o prazo de quinze anos, a contar da instalação da Assembleia Constituinte, o imóvel adquirido, para sua residência, por jornalista que outro não possua, será isento do imposto de transmissão e, enquanto servir ao fim previsto neste artigo, do respectivo imposto predial.


2. LEI Nº 986, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1949.


3. Jânio de Freitas  “Até a década de 60, os jornalistas gozaram do privilégio, por exemplo, de não pagar Imposto de Renda e de só pagar 50% das passagens aéreas. Uma das consequências, para citar uma de tantas, era o grotesco princípio de gratidão que proibia publicar-se o nome da companhia de avião acidentado.”


4. Alberto Dines “O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro era uma agência de viagens. Era uma corrupção tremenda.”


5. O Luto dos Jornalistas Em Santa Catarina, antes da regulamentação, todo mundo era “jornalista”. Queriam os privilégios da isenção do Imposto de Renda e desconto de 50% nas passagens aéreas. Até o arcebispo tinha carteira de jornalista.

Retrenção

 isto oficialmente, usando argumentação que não tem base legal e nem comprovação científica. Cabe aos governos estaduais distribuir. É o que faz o governo do RS. E é ele quem diz claramente que é preciso reter. Leia a seguir o texto integral da última instrução estadual.

Os números e o gráfico ao lado são do governo gaúcho, mas não registram a última remessa recebida.
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O governo Eduardo Leite está retendo de modo abusivo e indevido, o total de 1,3 milhão de doses de vacinas contra o vírus chinês.  Um número chama a atenção: o Rio Grande do Sul recebeu 2,7 milhões de doses e apenas cerca de 1,3 milhão de doses foram aplicadas até agora. Ou seja: 1,3 milhão de doses, ou 50% não foram usadas.

Se o governo distribuísse tudo que recebeu, Porto Alegre, a Capital que mais vacina, por exemplo, já poderia ter vacinado 34.4% e não os 17,2% que vacinou até agora.

A Resolução assinada pela secretária da Saúde, Arita Bergmann, viola a instrução federal. CLIQUE AQUI para examinar a ordem do governo Eduardo Leite, retendo vacinas sem obedecer a instrução federal e usando critérios próprios inaceitáveis, porque o governo não explica por que razão faz a retenção.

O editor está de posse da Resolução 060/21, do dia 1o de abril, portanto assinada há 5 dias, que viola a instrução federal para que todas as vacinas enviadas por Bolsonaro, estocadas ou não, devem ser usadas imediatamente e com isto ampliar o universo de vacinados. CLIQUE AQUI para examinar a notícia sobre a instrução federal.

TV de João Doria confirma que pagou R$ 8 milhões para transmitir Manhattan Connection, mas nega ter comprado apoio do blog O Antagonista

Em nota, a TV Cultura confirmou que pagou R$ 8 milhões para a empresa Blend, que produz o programa Manhattan Connection, do qual faz parte o jornalista Diogo Mainardi, que também é um dos donos do blog O Antagonista, duro opositor do governo Bolsonaro e intransigente defensor recente do governador João Doria.

A TV Cultura é de Doria e passou a transmitir o programa.

O Antagonista e o próprio Diogo disseram que não se venderam para Doria e que não é por isto que deixaram de apoiar o governo Bolsonaro, passando a atacá-lo para valer.

CLIQUE AQUI para ler a nota da TV do governador João Doria, saudada com entusiasmo pelo O Antagonista.