Pedro Hellal

 "Leia-se: o sistema de distanciamento controlado e o monitoramento de bandeirinhas foram desvendados e demonstrados como verdadeiros embustes que são"

Eis a declaração de Pedro Hallal, ex-reitor da Universidade de Pelotas (UFPel), publicada hoje, dia 25-06-2021, no site da Zero Hora, ao se referir ao Sistema de Distanciamento Controlado, adotado pelos atuais Governador e Vice-Governador do Estado do RS. Diga-se de passem, sistema que era monitorado por bandeirinhas coloridas psicodélicas e mudava, a cada dia, as cores do Estado:

- "Foi politizado e degringolou."

Neste link a declaração👇:

https://gauchazh.clicrbs.com.br/.../foi-politizado-e...

Não, senhor Pedro Hellal!

Ledo engano!

Nem de longe ele foi politizado, senhor

Na verdade, eles foram é DETALHADAMENTE DESVENDADOS e DESMASCARADOS.

Aliás, para que conste, sem falsa modéstia, EU OS DESVENDEI e tive O PRAZER, após 16 (dezesseis) madrugadas, de DEMONSTRAR DETALHADAMENTE que se tratam de VERDADEIROS EMBUSTES, incluídos dentro de 103 (CENTO E TRÊS) Decretos Estaduais estapafúrdios, inconstitucionais e ilegais, firmados pelo Governador e pelo seu imediato Vice-Governador, os quais implicam na transferência de responsabilidades para Municípios, servidores municipais, empresários, empreendedores, comerciantes e cidadãos de bem enfrentarem e combaterem a pandemia do COVID-19, sob pena de se não o fizerem e descumprirem tais Decretos, serem presos em flagrante, bem como responsabilizados na área administrativa, cível e penal.

Aliás, após aproximadamente 1 (um) mês do trabalho de análise que fiz, eis que os próprios Governador e Vice-Governador firmaram, como não podia deixar de ser, outro Decreto, instituindo OUTRO EMBUSTE, agora chamado de sistema 3A's, o qual o Conselho Estadual de Saúde do Estado do RS, em ofício, afirmou que referido Sistema é ILEGAL, INEFICAZ e TEMERÁRIO!👇

https://www.correiodopovo.com.br/.../ces-diz-que-3-as-%C3...

Nada é tão trêfego em deturpar a verdade dos fatos tendo-se o desPeiTo de afirmar que o famigerado Sistema foi politizado, quando na verdade, o que se fez foi demonstrar os embustes de forma clara, didática e solar.

Aliás, nada é tão hiPócriTa do que recomendar a todos ficar em Casa (#FiqueEmCasa) e usar máscaras, como se apenas isso fosse a panaceia para todos os males de uma pandemia como o COVID-19 e, no entanto, ser flagrado em restaurantes sentado à mesa, na fila do caixa e jogando beach tênis, pasmem, SEM FAZER O USO DA MÁSCARA e, obviamente, SEM FICAR EM CASA, demonstrando que na PráTica, aquilo que se recomenda, não é o que se PraTica.

Compartilho com todos o trabalho de 476 (quatrocentas e setenta e seis) páginas, no qual demonstro os verdadeiros EMBUSTES do referido Sistema de Distanciamento Controlado e suas lúdicas bandeirinhas psicodélicas, incluídos com os 103 (CENTO E TRÊS) Decretos Estaduais estapafúrdios, inconstitucionais e ilegais👇:

http://chng.it/fQ4pKDjR

Também compartilho o trabalho de 486 (quatrocentas e oitenta e seis) páginas, no qual requeri ao Ministério Público do Estado do RS, a análise e apuração de eventual prática de improbidade administrativa, abuso de poder e abuso de autoridade do Governador e do Vice-Governador do Estado👇:

https://drive.google.com/.../1Tw4XEguixTO5vCRhydc.../view...

Índice de Confiança da Construção Civil volta a melhorar

 O Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 5,2 pontos em junho, para 92,4 pontos. É o segundo aumento consecutivo do indicador, e o mais elevado desde julho de 2020. O cálculo é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

“Com a maior alta mensal desde julho do ano passado, o Indicador de Confiança da Construção recuperou o nível do início do ano”, disse Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção do FGV Ibre.

De acordo com a pesquisadora, o valor das matérias primas continua subindo, mas “prevaleceu a percepção de que a alta dos preços não está afetando a demanda, que voltou a crescer”. A questão para ela é se o mercado suportará o repasse do custo.

O ICST em junho refletiu a melhora das expectativas e da percepção dos empresários. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) subiu 4,0 pontos, para 89,5 pontos (o melhor patamar desde fevereiro). O resultado do ISA-CST foi influenciado principalmente pela melhora do indicador de situação atual dos negócios, que registrou 92,6 (acréscimo de 6,2 pontos). O Índice de Expectativas (IE-CST) sofreu alta de 6,4 pontos, indo para 95,4 pontos (maior nível desde dezembro de 2020). Por sua vez, IE-CST foi impulsionado pelo indicador de demanda prevista (aumento de 8,2 pontos) e o de tendência dos negócios ganhou 4,3 pontos (ficando em 94,8 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) da Construção se elevou 3 pontos percentuais, para 77,4%. A maior contribuição veio do NUCI de Mão de Obra, que avançou 3,2 pontos, para 78,9%. Já o NUCI de Máquinas e Equipamentos cresceu 0,8 ponto para 70,3%.

A startup gaúcha Aegro - Software de Gestão Rural‎ recebeu um aporte financeiro de R$ 12 milhões.

 A startup gaúcha Aegro - Software de Gestão Rural‎ recebeu um aporte financeiro de R$ 12 milhões. O valor conta com a participação de ABSeed e SP Ventures. Entraram ainda na rodada a SLC Ventures, braço de corporate venture da SLC Agrícola, a ADM Venture Capital, do grupo Rendimento, o family office de Luis Felipe Carchedi e o publicitário Nizan Guanaes.

 

“Essa foi uma rodada muito importante, não só pelo volume de capital, mas pelos novos sócios que vão agregar em segmentos relevantes. Dividimos em três aspectos, o agrícola, porque não podemos perder nossas raízes; crédito, pois queremos investir em capital para o produtor rural; e branding para mudar nosso posicionamento. Assim, teremos soluções mais integradas dentro do sistema de gestão do produtor rural como um todo”, comenta o diretor executivo da Aegro, Pedro Dusso.

 

Fundada em 2014, em Porto Alegre, por Dusso, Paulo Vitor Silvestrin, Thomas da Silva Rodrigues e Francisco Gerdau de Borja, a Aegro desenvolveu um software de gestão para fazendas no modelo de software as a service (Saas) e funciona como uma planilha de Excel para funções do campo, realizando toda a gestão operacional do plantio e da colheita.

 

“Pensamos em uma plataforma que ajudasse o produtor rural a ter mais dados de toda a lavoura. Hoje, nossos clientes estão economizando tempo no planejamento das suas safras, registrando com precisão as atividades da lavoura, armazenando com segurança seu histórico de produção e acessando de qualquer lugar todas suas informações”, comenta o diretor executivo da Aegro, Pedro Dusso.

 

Atualmente, a Aegro conta com mais de 4,5 mil propriedades cadastradas. Isso significa que mais de 2,5 milhões de hectares já estão sendo gerenciados de forma eficiente, moderna, integrada e sem burocracia. Agora, com o aporte, a Aegro vai dar um novo salto e pretende entrar na área financeira, criando um braço de fintech. Além disso, a empresa quer aumentar a sua base de clientes, que, por sua vez, vai alimentar a área financeira com mais dados. A meta é, até 2023, atender com o sistema online aproximadamente 8 milhões de hectares – a assinatura mensal da plataforma é baseada no tamanho da fazenda e não no número de usuários ou de transações.

 

Lado a lado com o empreendedor

O sucesso é por conta do trabalho, mas este caminho começou quando a empresa participou da segunda turma do StartupRS, em 2015. Além de ter passado pelo programa realizado pelo Sebrae RS que tem o foco em soluções e aprendizados para prosperar, a startup ainda foi incubada no Centro de Empreendimentos em Informática da UFRGS (CEI) e na Wow Aceleradora, ambos parceiros do StartupRS. “Porto Alegre tem um dos ecossistemas que mais dispõe de instituições e ferramentas de apoio às startups e empresas de base tecnológica no Brasil. A startup é um exemplo de empreendedores que aproveitaram o que um ecossistema de inovação tem a oferecer durante a sua jornada”, destaca o analista de articulação de projetos do Sebrae RS, João Pinheiro Neto.


Nota da Faculdade de Ci~encias da Saúde do Moinhos de Vento, Porto Alegre

A Faculdade de Ciências da Saúde do Hospital Moinhos de Vento registrou aumento de 120% na procura pelo curso de graduação em Enfermagem com a pandemia da COVID-19. No primeiro semestre de 2021, o número de matrículas foi 130% maior do que no segundo semestre do ano passado. 

Segundo a gerente de Educação do Hospital Moinhos de Vento e diretora da Faculdade de Ciências da Saúde, Susane Garrido, as equipes da área da saúde se destacaram como protagonistas do enfrentamento à doença. Ela acrescenta que a situação não prejudicou a formação desses profissionais. 

“Conseguimos manter o padrão do Ministério da Educação, adaptando às exigências de saúde necessárias pela ocasião atípica. Quando as aulas presenciais foram suspensas, garantimos as atividades em plataformas online, para atendimentos síncrono e assíncrono. Depois, com a retomada das aulas práticas presenciais, reforçamos a segurança com acompanhamento da equipe de controle de infecção do hospital. Mantivemos serviços essenciais como biblioteca, atendimento de NAPP, além de lives para mantermos a conexão e o acolhimento dos alunos com a instituição. Então, eles seguiram aprendendo, pesquisando e praticando”, pontua Susane.

Para a Superintendente Assistencial e de Educação do Hospital, Vania Röhsig, o aumento da procura também se deu porque o mercado acompanhou as adaptações para que o aluno seguisse sendo formado com base em pesquisa. “A pandemia evidenciou faces da área da saúde que antes eram desconhecidas por grande parte da população. Com uma doença nova, ficou claro que esses profissionais precisam estar em constante aprendizado. Na Faculdade Moinhos, prezamos por uma formação que visa a prática baseada em evidências científicas, sem abrir mão do cuidado humanizado e integral ao paciente”, explica Vania. 

 

Vestibular de Inverno

As inscrições para o vestibular e os processos seletivos para ingresso no segundo semestre já estão abertos. Os interessados devem acessar o site http://faculdademoinhos.com.br. Também estão disponíveis vagas na pós-graduação e bolsas de iniciação científica. Um dos diferenciais destacados é o processo de aprendizagem na prática, além de mentorias com experientes professores da área médica.

 

Certificação Internacional

A Faculdade de Ciências da Saúde pertence à mesma mantenedora do segundo melhor hospital do Brasil, sexto da América Latina e um dos únicos dois brasileiros entre os cem melhores do Mundo. Os acadêmicos podem usufruir já no início da sua formação da expertise e da excelência do Hospital Moinhos de Vento. A instituição é a única afiliada à Johns Hopkins Medicine International. Também é certificada pela Joint Commission International (JCI).



 



Entrevista com Nilo Quaresma Neto, diretor da EPCOR - Energia solar pode trazer economia de 95%

Acompanhando o ritmo de desenvolvimento econômico do país, a demanda por energia cresce. Ocorre que as fontes renováveis vêm se destacando nesse cenário e estão crescendo em larga escala. Atualmente, é comum encontrarmos residências, condomínios, empresas, indústrias e fazendas implementando algum sistema de energia renovável, muitas vezes gerando a sua própria eletricidade para o autoconsumo. 

A falta de investimentos em energias renováveis nos governos de Lula e Dilma deixou o país refém dos recursos hídricos que estão escassos e o acionamento das usinas termoelétricas nos últimos anos fez com que as tarifas de energia tivessem uma grande alta. Sobre o assunto leia a seguir a entrevista com o diretor da EPCOR Energia Solar, Nilo Quaresma Neto:

A quanto tempo está no mercado de energia renovável a EPCOR e onde atua?

- A Epcor atua no segmento de energia já faz 26 anos, desde 1995. Iniciamos com projetos de parque eólicos que hoje já estão em operação e a partir de 2012 começamos a atuar na área de energia solar fotovoltaica, quando fundamos a EPCOR Solar. Somos uma empresa pioneiro no Rio Grande do Sul no setor de energia eólica e solar. 

Qualquer pessoa ou empresa pode optar por ter energia solar na sua casa ou empresa?

- Sim, a energia solar através da geração distribuída pode ser utilizada por qualquer segmento que queira reduzir em até 95% sua tarifa de energia: residencial, comercial, industrial e rural. Mas não necessariamente tem que ser geração solar, também temos o recurso da energia eólica para instalar em pequenas propriedades ou estabelecimentos. Mesmo com sombreamento em telhados, caixas de água, chaminés, temos sistemas de alta tecnologia que nos dão alternativas para com soluções para não comprometer o sistema de energia solar. 

O que é necessário para geração de serviço energia eólica ?

- Nós estamos falando de geração distribuída, é tanto para energia solar como para eólica de médio ou pequeno porte. Se o local tem uma necessidade com potencial eólico pode ser utilizado um mini gerador onde já temos instalados em residências e Uruguaiana e no litoral, regiões com alto potencial eólico. O cliente pode ficar atrelada a concessionaria de energia, com valor x ligado a concessionaria mas com utilização de nossos serviços o nosso cliente, dependendo do consumo pode ter uma economia superior a 95%. Para não ter que ficar atrelado a uma concessionaria existe a opção de off grid, que é a utilização de baterias que darão suporte e mais autonomia para geração de energia sem quedas de força, pois utilizam como suporte as placas solares.   

Pode nos dar um panorama de como a energia solar tem evoluído no Brasil?

- O setor de energia solar cresceu muito nos últimos anos com geração de empregos e renda mesmo com a pandemia. Hoje nós trabalhamos com módulos de 535 watts (a quatro anos atrás eram instalados módulos de até 260 watts). Tivemos grande crescimento tecnológico no setor e muitas empresas principalmente na área rural estão aderindo a essa geração de energia limpa. A matriz elétrica brasileira é composta 60% por usinas hidrelétricas, energia eólica tem 10% e a energia solar está com 1,8%, o número é pequeno mas a tenência é crescer muito nos próximos anos. Para se ter uma ideia na geração distribuída, o Rio Grande do Sul (12,4%) é o terceiro estado com mais instalações solar fotovoltaica, só perdemos para São Paulo (12,6%) e Minas Gerais (18%). A distribuição de energia por setor está distribuída atualmente concentrada 40% da potência instalada no residencial, 36% no comercial, setores atualmente muito atingidos pela alta das tarifas de energia. Já o setor rural representa 8%. 

Saiba mais sobre a EPCOR Energia no site http://epcor.com.br/site/

Ata do Copom

 Os economistas do Bradesco dizem, hoje, que a ata do Copom reforçou a intenção de fazer o ajuste da política monetária, voltando ao nível neutro. O documento apontou uma visão de recuperação robusta da atividade econômica global em um ambiente de estímulos fiscais e monetários, mas as incertezas elevadas e a presença de riscos inflacionários levantam desafios aos países emergentes. Em relação ao cenário doméstico, a ata reconhece as surpresas positivas recentes da atividade, mesmo diante da segunda onda da pandemia, ressaltando que os riscos para a recuperação econômica reduziram-se significativamente. Além disso, o BC reconheceu que as pressões inflacionárias, principalmente sobre os bens industriais, têm se mostrado mais persistentes do que o esperado, mas essa alta pode ser revertida à frente. O BC também ressaltou que acompanha a evolução do setor de serviços e as possíveis pressões inflacionárias provenientes da reabertura da economia com a vacinação. 


o Diante dessa avaliação, o colegiado classificou como apropriada a normalização da política monetária até o patamar neutro, sinalizando elevações subsequentes de juros até este nível. Foi explicitada a discussão de adotar uma redução mais tempestiva dos estímulos já nessa última reunião, mas o Comitê optou pela manutenção do ritmo de alta de juros. Contudo, para a reunião seguinte, existe a possibilidade de aceleração do grau de ajuste monetário, condicionado ao comportamento das expectativas de inflação (acompanhando a pesquisa Focus e o implícito nos preços de mercado) e da evolução dos preços mais inerciais. Em nossa avaliação, por ora, o fluxo de dados quanto à atividade econômica, à taxa de câmbio e às expectativas determinarão o ritmo de elevação em agosto. Por ora, nossa expectativa de juros chegando a 6,50% a.a. no final de 2022 deve ser antecipada para este ano.


30 ANOS DE CONCESSÃO RODOVIÁRIA

 30 ANOS DE CONCESSÃO RODOVIÁRIA 

Marcus Vinicius Gravina 

advogado


Acompanhei o Programa Estadual de Concessão Rodoviária - PECR que foi extinto depois de intermináveis conflitos entre o Governo, Concessionárias e entidades de usuários das vias. O Relatório da CPI dos Pedágios da Assembleia Legislativa deveria ser lido antes da elaboração do próximo processo licitatório.

A ruptura, naquela ocasião, aconteceu sob ameaças de pedidos indenizatórios de grande monta das Concessionárias. Ninguém mais falou de tais ações judiciais. Convém saber se foram propostas, julgadas ou pagas pelo Estado.  

Não sou contrário à delegação pretendida pelo atual Governo do Estado. Mas, considero uma temeridade celebrar um contrato por 30 anos mediante cobrança de pedágio dos usuários. Não deve haver ilusão de que agora será diferente. Que teremos harmonia entre tarifa módica e o equilíbrio econômico e financeiro na relação contratada, em época de crise aguda e inflacionária, que forçará reajustes ou revisões de tarifas, em períodos inferiores a um ano. A sociedade não suportará tal ritmo de aumento das tarifas.  

Caso o Poder Concedente não autorize a cobrança dos valores calculados pelos “órgãos técnicos”, as concessionárias irão cobrar em juízo os valores calculados, ou rescindirem o contrato, levando-se em conta, para efeito indenizatório, as suas remunerações previstas pelos 30 anos. 

Os reajustes das tarifas dos pedágios serão reclamados com insistência pelas empresas por meio de repactuações dos contratos, aditivos ou “readequação de quantitativos para reequilíbrio econômico e financeiro do contrato” prática conhecida e usual do DAER. 

Isto é importante, porque se está falando em contrato de 30 anos. O prazo do programa rodoviário anterior foi de 15 anos e sem prorrogação.  Este poderia ser de 15 anos com prorrogação por até 15 anos, depois de avaliação do período inicial.  

Entenda-se o que pretendo dizer sobre a precaução com o prazo de concessão.  A tarifa inicial partirá de um patamar elevado.  Fala-se em 7 reais para veículos leves e certamente, será mais que o dobro para os caminhões. 

A inflação dos preços dos insumos empregados nas obras de duplicações e conservações de rodovias estarão em alta continua e provocarão o reajuste da tarifa do pedágio durante todo o prazo contratual, desde o primeiro dia.   

Caso os pleitos das concessionárias, por alegação de desequilíbrio financeiro não sejam atendidos, as obras e os serviços serão reduzidos, repactuados para menos. O contrato original não será cumprido e, mesmo assim, se continuará pagando o pedágio. 

Outro fator preocupante a ser previamente considerado.  Trata-se da participação da Agência Reguladora ou do Conselho Rodoviário do DAER.  São, facilmente, influenciados pelos interesses das empresas concessionárias e em segundo lugar, o adequado monitoramento fiscalizador das obras e serviços contratados. A comunidade não tem quem, efetivamente, a represente na execução e acompanhamento do programa e do projeto.  Se existente, deve ser reformulada em defesa do controle social, tendo por parâmetro o Art. 2º, II da Lei 10.257/2001.