Internet grátis

 O ministro das Comunicações, Fábio Faria, e o diretor presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Glen Valente, participaram, ontem, da inauguração de pontos digitais de internet de alta velocidade do programa Wi-Fi Brasil na cidade de Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte.A cidade, que é localizada na região Nordeste do estado, receberá 10 pontos de internet para conectar escolas e postos de saúde, além de centros de formação técnica voltados para jovens e adultos. O sinal é aberto e gratuito, e também pode ser usado pela população em geral. Dos mais de 400 pontos disponíveis na região, cerca de 80% estão em regiões rurais. "Enquanto não chega a internet 5G, queremos conectar todas as escolas rurais e postos de saúde até o ano que vem. Mas escolas sem internet não podemos mais deixar acontecer”, disse o ministro.Durante a cerimônia também foram doados 500 computadores que serão destinados à inclusão digital de jovens por meio de cursos e oficinas digitais do programa Computadores para Inclusão - criado pelo Ministério das Comunicações para destinar estações de trabalho que estavam em desuso na administração pública para jovens carentes.


Orçamento secreto ganha transparência

O Senado Federal aprovou, ontem, por 34 a 32, substitutivo do senador Marcelo Castro (MDB-PI) ao Projeto de Resolução do Congresso Nacional (PRN) 4/21 que tem como objetivo dar mais transparência das emendas de relator-geral do Orçamento – conhecidas como orçamento secreto.

A resolução é uma resposta ao Supremo Tribunal Federal (STF), que, no último dia 10, suspendeu as emendas do relator-geral ao Orçamento da União. “Nós estamos fazendo uma modificação pontual, específica para atender uma determinação do Supremo Tribunal Federal”, disse. Segundo ele, há R$ 7 bilhões que ainda não foram usados e muitas prefeituras estão com obras paradas devido à suspensão. “Evidentemente que isso é um prejuízo para a sociedade brasileira.”, disse.

De acordo com o relator, as novas regras poderão ser aplicadas no Orçamento de 2022. “Nós precisamos aprovar essa resolução para que o Orçamento de 2022 já seja feito nas novas nas regras.

A sessão no Senado começou no início da noite de hoje, após a deliberação da Câmara. Como se trata de resolução do Congresso Nacional, o texto precisa ser aprovado pelas duas casas.

Pelo substitutivo, as emendas de relator terão um teto no valor aproximado de R$ 16,2 bilhões e serão divulgadas na internet.

LGTBI+ pode ganhar um "A", de Abrossexual, depois do "I", virando LGTBIA+.

Nesta segunda-feira, o Ministério Público Estadual notificou o editor, para que se explique sobre nota que publicou sobre o movimento LGTBI+, atendendo reclamação a respeito dos comentários que fez sobre a sopa de letrinhas, considerados homofóbicos.

“Oi, você sabe o que é abrossexualidade ?”, pergunta a garota que aparece num vídeo que voltou a circular nas redes sociais, segundo informa a Revista Oeste. Leia a nota: Vestida com uma fantasia que parece a da personagem Sininho, das histórias de Peter Pan, ela mesmo responde: “Abrossexual é a pessoa cuja atração sexual flui entre várias sexualidades”, explica. “Essa fluidez vai variar de pessoa para pessoa, assim como os gêneros pelos quais ela vai fluir. Vou te dar um exemplo simples: neste mês, Natália se identifica como bissexual. Mas, talvez, no mês que vêm, ela se identifique somente como hétero”.O movimento já tem até bandeira.

João Doria desmente Eduardo Leite: "Nunca convidei-o para ser coordenador da minha campanha !". E ?

O governador João Doria disse esta tarde que não convidou Eduardo Leite para coordenar sua campanha ao Planalto.

Leite disse que foi convidado, sim, mas que não aceitou.

Um dos dois mente.

Mesmo que o convite tenha sido feito, o governador gaúcho não foi ético e nem prudente ao informar que foi convidado e não aceitou o convite.

A conferir.

Eduardo Leite saiu muito desgastado e humilhado das prévias, está magoado e não consegue parar de falar.

O governador gaúcho fala demais e fala pelos cotovelos.

PIB deve crescer 2,5% em 2022, afirma especialista

Economista Alessandro Azzoni traça cenário desafiador, porém com algum traço de otimismo 

Para o economista e advogado Alessandro Azzoni, traçar um cenário para 2022 não é uma tarefa fácil, porém é possível levar em conta algumas variantes. Por exemplo: as empresas, especialmente as grandes do varejo, estão capitalizadas. "Devem investir em expansão, independente do cenário econômico, o que gera emprego e ajuda a aquecer a economia", afirma. Mas pondera: "Se a taxa de câmbio ficasse em um nível abaixo de 5, seria muito mais favorável". 


Levando em conta o retrospecto de 2021, Azzoni ainda prevê que o crescimento econômico, embora não seja muito significativo, deve registrar um aumento de 2,5% do PIB. "Já é um cenário positivo", avalia. 


Em 2021, a inflação foi de fato um dos principais fatores a impactar o orçamento das famílias e a reduzir o consumo de produtos não-essenciais. "Em primeiro lugar, porque houve o encarecimento dos alimentos. Em segundo, houve um grande aumento da energia elétrica: antes, essa conta representava de 10% a 15% do orçamento doméstico; hoje, corrói até 30-35%", diz. 


O nível de endividamento das famílias é outro dado preocupante, e que deve impactar os resultados de 2022, já que mesmo com o fim das restrições sanitárias, a população agora está mais endividada e com menos renda para gastar. "O último relatório do Banco Central revela que mais de 70% da população está endividada", aponta Azzoni. "Durante a pandemia, as famílias buscaram manter suas contas em dia por meio do endividamento, através de crédito pré-aprovado, limite de cheque especial e cartão de crédito", concluiu. 


Fonte: 

Alessandro Azzoni, advogado e economista, especialista em Direito Ambiental, com atuação nas áreas Civil, Trabalhista e Tributária. É mestre em Direito pela Universidade Nove de Julho, especializado em Direito Ambiental Empresarial pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Graduado em direito pela FMU. Bacharel em Ciências Econômicas pela FMU. Professor de Direito na Universidade Nove de Julho (Uninove). Conselheiro Deliberativo da Associação Comercial de São Paulo (ACSP); coordenador do Núcleo de Estudos Socioambientais da ACSP; conselheiro-membro do Conselho de Política Urbana da ACSP; Membro da Comissão de Direito Ambiental OAB/SP 


Monjuá inaugura primeira loja em Porto Alegre e lança coleção em parceria com aldeias do povo Mbyá-Guarani

 Monjuá inaugura primeira loja em Porto Alegre e lança coleção em parceria com aldeias do povo Mbyá-Guarani

Antiga rede 3Passos estreia na capital gaúcha no dia 2 de dezembro com loja na Azenha.

Uma das mais conhecidas redes de varejo do Rio Grande do Sul, com quase 60 anos de história, inaugura sua primeira loja na capital gaúcha na quinta-feira, dia 2 de dezembro, a partir das 9h. É a Monjuá, antiga 3Passos, que abre as portas de seu ponto de venda na Avenida da Azenha, 1008. A inauguração também marca o pré-lançamento da coleção Vy’apa (Felicidade), co-criada em parceria com as aldeias Mbyá Guarani, da Barra do Ribeiro, no interior do Estado, que estará disponível para os consumidores a partir do dia 8 de dezembro.

Com 78 lojas e 800 funcionários, a Monjuá é também uma das maiores redes do Estado. Fundada na cidade de Três Passos, até 2017 a empresa recebia o nome da cidade. A mudança de nome, que deve ser concluída em todas as lojas da rede nos próximos anos, também representou um novo posicionamento, com confecção de marca própria e peças femininas e masculinas direcionadas a um público com espírito mais jovem. Apenas os calçados e acessórios são de marcas parceiras.

“O nome ‘Monjuá’ vem do tupi-guarani e significa ‘ficar de boca aberta’, uma expressão de surpresa como ‘queixo caído’, que fala um pouco do nosso propósito de inspirar felicidade. E, assim, a marca representa as origens e, ao mesmo tempo, um valor universal que nos move, a alegria, a felicidade”, explica o diretor comercial, Felipe Bender.

Em Porto Alegre, a loja de 160 metros quadrados é um importante marco para a empresa por vários fatores. É a primeira na capital gaúcha e consolida o reposicionamento da marca com o lançamento da coleção Vy’apa (felicidade). Na inauguração, representantes dos indígenas responsáveis pela criação das estampas da nova linha estarão presentes como convidados de honra. Eles são originários de três aldeias: Tekoá Guapoy (aldeia Figueira), Tekoá Yvy Poty (aldeia Flor da Terra) e Tekoá Mirim (aldeia Pequena), que reúnem cerca de 60 famílias do povo Mbyá-Guarani, na região da Barra do Ribeiro.

Protagonismo indígena: da criação à campanha

Os indígenas participaram de todo processo de criação. “Levamos papel, tinta, tecido etc. para que eles pudessem desenhar aquilo que a cultura deles representa. São mais de 14 mil anos de histórias, transmitidas de geração em geração, construindo no coletivo Mbyá sua cosmovisão e fundamentos de sua rica cultura. É algo muito profundo, capaz apenas de ser sentido e não explicado. Os desenhos evocam toda essa herança, que reflete a luta e a perseverança dessa etnia em manter suas histórias no consciente coletivo. Os desenhos, posteriormente, foram convertidos em arquivos para serem reproduzidos nas roupas, mantendo a originalidade dos traços, pois cada linha tem uma intenção e traduz o ser humano que a fez”, relata Felipe Bender. Eles também foram os primeiros a conhecer os pilotos da coleção e as roupas prontas. Além disso, as próprias aldeias serviram de cenário e alguns de seus integrantes são os protagonistas da campanha de divulgação que apresentam a Vy’apa nas lojas, nas redes sociais e para a imprensa.

Para a condução desse importante projeto, a Monjuá buscou no diálogo e na observação da legislação os fundamentos para a formalização da parceria com as aldeias, com a construção participativa das ideias, do projeto, das ilustrações e dos tipos de produtos. “Tudo foi pensado em conjunto com os representantes das aldeias envolvidas. Foi um processo emocionante que marcou para sempre nossas vidas. Os Guarani foram consultados nos moldes da OIT-169, a partir de diálogos prévios, informados e de boa fé. As negociações foram transparentes com a garantia da devida participação nos lucros da venda da coleção”, detalha Cleber Oliveira, consultor indigenista que acompanhou todo processo. Também os modelos que figuram nas peças de divulgação. “É uma construção muito importante para nós, conseguimos pensar junto e esperamos que seja um sucesso para todos e para o povo Guarani”, destaca Gerônimo Franco, representante da aldeia Guapoy (Figueira).      

O propósito de desenvolver uma moda mais sustentável também norteou a Monjuá nessa coleção. A maioria das peças são feitas em algodão e o processo de fabricação privilegia a sustentabilidade em todas as etapas. “A coleção é composta por t-shirts em algodão sustentável, sendo três modelos femininos e dois masculinos, todas com estampas localizadas, além de um modelo de calça Wide Leg e três vestidos, com estampas rotativas”, detalha o diretor comercial Felipe Bender.  A grade de tamanhos é ampla e inclui peças que vão do PP ao G1.

A trilha da Natureza

O reposicionamento da Monjuá contempla ainda a criação de uma trilha sonora exclusiva. O sound branding foi desenvolvido pelo músico gaúcho radicado em São Paulo Cris Romagna, um apaixonado pelas coisas simples e naturais da vida, que acompanhou parte do processo de criação da coleção, e se inspirou na natureza e nos povos indígenas para criar a música que representa a marca Monjuá. O single já está sendo reproduzido nas lojas da rede e está conquistando ouvintes no Spotify https://spoti.fi/31VmI6a e nas rádios.

"É um processo que vem se desenvolvendo há bastante tempo: uma busca pessoal através de imersões em culturas ancestrais e em contato direto com os Guarani. A música aconteceu como uma consequência desse movimento, muito natural. A ideia do refrão surgiu da palavra Ha'evete (gratidão), que a gente usava no dia a dia, nas aldeias. Precisávamos trazer para a música o espírito da Monjuá. Além disso, o programa contempla que todos os royalties da música gerados para a empresa serão destinados para a Associação Indígena Poty Guarani da Barra do Ribeiro", explica o cantor Cris Romagna.

“Todos esses passos que envolvem a trilha, a coleção e a própria marca Monjuá representam uma visão de longo prazo da empresa. Não são uma ação pontual, mas apontam para uma continuidade de um projeto que deve se desenvolver com novas coleções em parceria com povos indígenas, que representam nossa ancestralidade, nossas origens, nosso olhar para o futuro e nosso propósito de felicidade”, revela o diretor comercial Felipe Bender.

Inauguração da loja Monjuá e pré-lançamento da coleção Vy’apa em Porto Alegre

Data: 2 de dezembro

Horário: a partir das 9 horas

Endereço: Avenida da Azenha, 1008 

Para saber mais: www.monjua.com.br