Moro quer que KPMG diga se audsitoria flagrou roubos de Lula na Petrobrás

O juiz federal Sérgio Moro mandou a empresa de auditoria KPMG informar "se, durante a realização de auditoria na Petrobras, foi identificado algum ato de corrupção ou ato ilícito com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva". O magistrado estabeleceu o prazo de 30 dias.

 "Solicito a Vossa Senhoria que informe a este Juízo, o prazo de 30 dias, se, durante a realização de auditoria na Petrobras, foi identificado algum ato de corrupção ou ato ilícito com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com, se positivo, o envio de cópia", determinou Moro.

A solicitação foi feita em 13 de março e anexada no dia 31 aos autos da ação penal na qual o petista é réu por corrupção e lavagem de dinheiro. Lula responde ao processo que o liga a contratos firmados entre a Petrobras e a Construtora Norberto Odebrecht S/A.

Nesta denúncia, a propina, equivalente a porcentuais de 2% a 3% dos oito contratos celebrados entre a Petrobras e a Odebrecht, seria de R$ 75.434.399,44.

Segundo o Ministério Público Federal, o valor teria sido repassado a partidos e políticos que davam sustentação ao Governo Lula — PT, PP e PMDB —, a agentes públicos da Petrobras e aos responsáveis pela distribuição das vantagens ilícitas, "em operações de lavagem de dinheiro que tinham como objetivo dissimular a origem criminosa do dinheiro".

A acusação aponta que parte do valor das propinas pagas pela construtora foi lavada mediante a aquisição, em benefício do ex-presidente, de um imóvel, em São Paulo, em setembro de 2010, que seria usado para a instalação do Instituto Lula.

O acerto do pagamento da propina destinada ao ex-presidente, afirma a força-tarefa da Lava-Jato, foi intermediado pelo ex-ministro Antonio Palocci, com o auxílio de seu assessor parlamentar Branislav Kontic. Ambos, segundo a Procuradoria da República, mantinham contato direto com Marcelo Odebrecht, a respeito da instalação do espaço institucional pretendido pelo ex-presidente.

O valor total de vantagens ilícitas empregadas na compra e manutenção do imóvel, até setembro de 2012, chegou a R$ 12,422 milhões, de acordo com a força-tarefa da Lava-Jato. Os procuradores afirmam que os valores constam de anotações de Odebrecht, planilhas apreendidas na sede da DAG Construtora Ltda. e dados obtidos em quebra de sigilo bancário.

Além disso, o Ministério Público Federal afirma que parte das propinas que teriam sido destinadas a Glaucos da Costamarques, parente de José Carlos Costa Marques Bumlai — pecuarista amigo de Lula —, por sua atuação na compra do terreno para o Instituto Lula foi repassada para o ex-presidente na forma da aquisição da cobertura contígua à sua residência em São Bernardo de Campo, na Grande São Paulo.

A denúncia aponta que a nova cobertura, que foi utilizada pelo ex-presidente, foi adquirida em nome de Costamarques, "que atuou como testa de ferro de Luiz Inácio Lula da Silva".

Segundo a Procuradoria, para "dissimular" a propriedade do imóvel, foi assinado "um contrato fictício de locação" com Glaucos da Costamarques, datado de fevereiro de 2011. As investigações indicaram, afirmam os procuradores, "que nunca houve o pagamento do aluguel até pelo menos novembro de 2015".

Defesa

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, se manifestou à reportagem por meio de nota. "A Petrobras mantinha e mantém um sofisticado sistema de controle interno e externo de suas atividades. O controle externo era — e é — realizado por renomadas empresas de auditoria, como Ernest&Young, KPMG e Pricewaterhousecoopers, que jamais indicaram em seus relatórios de auditoria qualquer ato ilícito, muito menos envolvendo o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva", escreveu. "Em 2010, a Petrobras fez a segunda maior emissão de ações da história, no valor de R$ 115,041 bilhões, precedida de minuciosa auditoria coordenada por renomados bancos, auditores e escritórios de advocacia, que, igualmente, jamais indicaram a prática de qualquer ilícito, muito menos envolvendo o ex-Presidente. Em documento denominado 'Prospecto Definitivo da Oferta Pública de Distribuição Primária de Ações Preferenciais de Emissão da Petrobras', realizado com elevado padrão de diligência conforme exigido por atos normativos específicos, existe a afirmação textual que a Petrobras 'não está envolvida em corrupção'", continua o advogado.
"Todos esses documentos, emitidos por conceituadas instituições nacionais e internacionais, demonstram que não havia possibilidade de Lula ter conhecimento da prática de eventuais atos ilícitos na Petrobras e muito menos que deles tenha participado." "Por isso, fomos nós, advogados de Lula, que requeremos a juntada desses documentos à ação penal nº 506313017.2016.4.04.7000/PR, na certeza de que tornam evidente o caráter frívolo das acusações impostas a Lula, reforçando sua inocência", finaliza Zanin.

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*Estadão Conteúdo

Produção industrial apresentou sinais de estabilização em fevereiro

Produção industrial apresentou sinais de estabilização em fevereiro


Em linha com a expectativa e abaixo do esperado pelo mercado, a produção industrial apresentou ligeira alta em fevereiro. A continuidade da melhora da confiança e os indicadores coincidentes conhecidos até agora sugerem que a atividade industrial já apresenta sinais de estabilização, bastante influenciada pela recuperação da produção extrativa. A produção industrial subiu 0,1% entre janeiro e fevereiro, em termos dessazonalizados, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgada ontem pelo IBGE. Na comparação interanual, houve queda de 0,8%, acumulando retração de 4,8% nos últimos doze meses. Apesar do desempenho negativo em relação ao mesmo período do ano passado, o resultado não reverteu completamente a elevação interanual observada em janeiro, fazendo com que a atividade industrial acumule expansão de 0,3% nos dois primeiros meses deste ano. Treze dos vinte e quatro segmentos pesquisados contribuíram de forma positiva para a ligeira alta da produção industrial no período. Em relação às categorias de uso, apenas os bens de consumo semiduráveis e não duráveis (-1,6%) decresceram na margem, sendo que se destacam as elevações de bens de consumo duráveis (7,1%) e de capital (6,5%). Apesar disso, ressaltamos que a expansão dos bens de capital em fevereiro compensou apenas parcialmente o recuo acumulado desde meados do ano passado. No mesmo sentido, os bens intermediários subiram 0,5% na margem. Na comparação interanual, com exceção dos bens intermediários, todas as categorias de uso apresentaram variações positivas, sinalizando alguma estabilização e posterior retomada da produção industrial. Assim, para 2017 projetamos crescimento de 1,0% da produção industrial, contribuindo positivamente para a recuperação gradual da atividade econômica. De todo modo, é importante ressaltar que a forte expansão do setor agropecuário será o principal determinante para o resultado do PIB deste ano, especialmente para o do primeiro trimestre, para o qual esperamos alta de 0,3%.

Formas e Reformas - Astor Wartchow

Formas e Reformas
Astor Wartchow
Advogado
 Gostaria de ver esta mesma mobilização e  entusiasmo dos contrários às reformas da previdência e trabalhista (aliás,  atitude que assegurará sobrevida eleitoral a muitos sindicalistas e políticos  moribundos) aplicado a outras questões de extrema relevância nacional.
 Imagina: poderiam ter impedido o saque e quebradeira da Petrobrás, do BNDES e as fraudes nos fundos estatais de pensões.
 Que falta fazem os protestos contra os altíssimos e  constrangedores salários e mordomias de algumas ilhas do serviço público nacional.
 Por exemplo, por quase dois anos os bem remunerados auditores fiscais da Receita Federal fizeram "operação tartaruga" nos aeroportos, comprometendo o sistema de armazenamento e liberação de cargas e negocios internacionais do Brasil. Ou seja, desempregando pessoas e comprometendo empresas. Tudo impunemente e sem alarde sindical e popular.
 Quem sabe os hoje atuantes contestadores das reformas venham a protestar contra os auxílios financeiros pornográficos do poder judiciário, de vários legislativos e tribunais de contas.
 No nosso estado, os sindicatos dos servidores públicos querem a manutenção do pagamento de salários aos seus dirigentes sindicais (o governador Sartori quer eliminar este privilégio). Mas se estão a serviço do seu sindicato (são dezenas de servidores) não seria o caso do proprio sindicato pagar seus líderes?
 Isto não é nada. Tem até defensores de uma gráfica estatal. Uma gráfica estatal em pleno século 21 e no auge dos jornais, panfletos e documentos digitais?
  Mais: tem defensores também de uma emissora pública de rádio FM. Aliás, emissora de rádio que qualquer adolescente monta e remonta na internet. Mais de uma e com diferentes conteúdos.
 Nunca vi estes mesmos líderes sindicais e populares protestarem contra os fundos de pensão complementar de estatais e órgãos públicos, cujos valores tem expressiva parcela paga pelos cidadaos brasileiros.  Por que não defendem simplesmente que todos(!) os brasileiros tenham como limite o teto do INSS?
 Enfim, não faltam temas relevantes que demandariam uma participação autêntica dos líderes políticos e sindicais na defesa do povo brasileiro.
 Se aqui estamos, às vésperas de medidas duras e onerosas ao povo brasileiro e gaucho (sim, sei que tem muita proposta governamental que precisa ser discutida e revista), se deve muito, muito a omissão deliberada de sindicalistas, comprometidos com bandeiras ideológicas mofadas e interesses pessoais.
 Atitudes que explicam a perpetuação de grupos sindicais. A maioria dos sindicatos são verdadeiras "panelinhas". A defesa dos interesses do trabalhador brasileiro é um objetivo secundário.        


Tito Guarniere - Terceirização

Não é a terceirização que causa “precarização” do trabalho, mas a informalidade e o desemprego. O que é mais precário, o desemprego, a informalidade ou um emprego modesto? Perguntem a um trabalhador e ele responderá. Um emprego terceirizado pode ser modesto, mas sendo de carteira assinada, terá os mesmos direitos dos demais trabalhadores.
Não é verdadeiro que o trabalhador que constitui uma empresa individual (pejotização) ganhe menos. Com enorme frequência ele ganha até mais do que ganharia, se fosse empregado com carteira assinada. O trabalhador-pessoa jurídica com grande frequência ganha mais e o empregador gasta menos, nos encargos trabalhistas: bom para as duas partes da relação de trabalho. O que faz o valor do salário para cima ou para baixo, é o mercado, o mérito, a qualificação e o empenho do trabalhador, tanto faz se ele trabalha com carteira assinada ou como pessoa jurídica.
De outro lado, a terceirização não é nenhuma novidade, vem de longe, perfeitamente inserida na tendência de especialização, da redução de custos e do aumento da produtividade das empresas.
Para ficar em exemplos banais, até bem pouco tempo lojas de eletrodomésticos e indústrias tinham suas próprias frotas de veículos para a entrega de mercadorias e produtos. Hoje o serviço é feito por terceiros, o mercado do setor cresceu e todos saíram lucrando.
Imaginem o serviço público sem terceirização. Ascensoristas, serventes, empregados de limpeza e segurança teriam de ser concursados. União, estados e municípios teriam talvez dois milhões de servidores a mais, com estabilidade no emprego, vantagens que só existem no setor estatal, salários fora da realidade do mercado, espalhados por escolas, ministérios, secretarias, prefeituras, autarquias, Banco do Brasil, Caixa, tribunais, Congresso, assembleias legislativas, repartições públicas em geral. O Estado brasileiro, que já está mal das pernas, se dobraria ao peso insuportável.
Então porque os sindicatos e centrais sindicais são contrários à terceirização? Por que eles têm medo de perder o imposto sindical. Trabalhador terceirizado pode migrar para outro sindicato, ou “pejotizado”, não descontará o dia de trabalho em favor das entidades sindicais. De olho no imposto sindical, estão pouco ligando para a geração de mais empregos.
Já a maioria dos juízes e membros do Ministério Público do Trabalho é contrária à terceirização porque tem uma compreensão limitada do mundo externo às suas salas e gabinetes. Os 13 milhões de desempregados, os 20 milhões que vivem de trabalhos ocasionais e na informalidade não são de sua conta, não são vistos no seu radar. Querem o mundo do trabalho duramente enquadrado no modelo único da embolorada CLT, documento de uma conjuntura histórica, social e econômica de 70 anos atrás. Ignoram que está em marcha batida uma mudança profunda nas relações de trabalho, na esteira do novo conhecimento e da revolução da informática.
Está mais do que na hora de perceber que é preciso ir além, muito além, de apenas proteger os trabalhadores de carteira assinada. São também trabalhadores os desempregados, os que vivem de bico e na informalidade. Para estes a terceirização é boa.
titoguarniere@terra.com.br

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Inflação do IPCA será de 0,23%, próxima da meta de 4,5% no acumulado de doze meses

Inflação do IPCA será de 0,23%, próxima da meta de 4,5% no acumulado de doze meses

O resultado do IPCA de março, a ser conhecido na sexta-feira, será o destaque da agenda de divulgação de indicadores domésticos. Projetamos alta de 0,23%, favorecida pela elevação dos preços de alimentação ainda abaixo da sazonalidade do período. Com isso, a inflação acumulada em doze meses desacelerará entre fevereiro e março, ao passar de uma elevação de 4,76% para outra de 4,55%, bastante próxima do centro da meta do Banco Central. Além disso, o IGP-DI de março, que será divulgado na quinta-feira, deverá registrar estabilidade em relação ao mês anterior, com desaceleração dos preços de produtos industriais e continuidade de deflação dos preços de alimentação no atacado. Em relação à atividade, após as surpresas baixistas com os resultados das vendas do varejo e das receitas de serviços em janeiro, a produção industrial de fevereiro também deverá mostrar desempenho negativo. Espera-se contração de 0,3% na margem, informação a ser conhecida na terça-feira. Ademais, também teremos os primeiros indicadores coincidentes de março, como (i) emplacamento de veículos da Fenabrave, na segunda-feira; (ii) produção de veículos da Anfavea e (iii) indicador de comércio do Serasa Experian, ambos na quinta-feira. Por fim, diante bons resultados obtidos ao longo do mês, os economistas do Bradesco, por exemplo,m projetam superávit comercial de US$ 6,9 bilhões em março, dado a ser divulgado na segunda-feira, com destaque para a elevação das exportações.

Chapa Dilma-Temer teve valor ilegal de R$ 112 milhões, afirma parecer

Chapa Dilma-Temer teve valor ilegal de R$ 112 milhões, afirma parecer

O subprocurador-geral da República, Nicolao Dino, dá entrevista exclusiva para Folha sobre a eleição municipal. 

CAMILA MATTOSO
BELA MEGALE
O vice-procurador Geral Eleitoral, Nicolao Dino, que atuou na ação de cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), afirmou em seu parecer final que a campanha vitoriosa em 2014 recebeu ao menos R$ 112 milhões em recursos irregulares.

A Folha teve acesso ao documento. O julgamento do caso no TSE começa na terça (4).

O procurador destacou que o elevado montante encontrado após as investigações configurou o crime de abuso de poder econômico.

"Todo esse formidável volume de dinheiro empregado na campanha evidencia abuso de poder econômico que comprometeu a legitimidade e a normalidade do pleito eleitoral presidencial", afirmou.

Ele pede a cassação da chapa, que implicaria na saída do presidente Michel Temer do cargo, e uma punição à ex-presidente, para que fique oito anos inelegível.

Segundo o procurador, os R$ 112 milhões chegaram à campanha irregularmente da seguinte forma: R$ 45 milhões de caixa 2; R$ 17 milhões de "caixa 3"; e R$ 50 milhões de propina. Todos os recursos saíram da Odebrecht, destaca o documento.

De acordo com o parecer, R$ 45 milhões são a soma de R$ 20 milhões pagos por fora ao marqueteiro João Santana, que trabalhou na campanha, e R$ 25 milhões usados para a compra de apoio de quatro partidos que integraram a coligação em 2014, para que o tempo de propaganda gratuita na TV fosse maior.

Os R$ 17 milhões apareceram nas contas de Dilma-Temer por meio de uma operação terceirizada, apelidada de "caixa 3" pelo Ministério Público. Segundo a investigação, o grupo Petrópolis injetou legalmente o recurso a mando da Odebrecht e recebeu o reembolso no exterior.

Os R$ 50 milhões, por sua vez, referem-se a um acerto feito entre o governo e a empreiteira, em 2009, referente à edição da Medida Provisória 470, chamada de Refis da Crise. Segundo Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo, o dinheiro era para ter sido usado na campanha de 2010, mas acabou virando crédito para 2014.

O procurador cita ainda um valor de US$ 4,5 milhões pagos pelo operador Zwi Skornicki, hoje delator da Lava Jato, a João Santana e Mônica Moura. Em depoimento, porém, Mônica disse que esse recurso se referia aos trabalhos de 2010, também para a chapa Dilma-Temer.

ABUSO DE PODER

A defesa de Michel Temer nega que tenha havido qualquer irregularidade. Argumenta que ainda que fosse provado o abuso de poder, ele teria de ser analisado do ponto de vista quantitativo. Ou seja, se o valor ilícito foi determinante para que a chapa ganhasse a eleição.

Para o vice-procurador, porém, o que tem de ser levado em conta em casos assim é a gravidade das circunstâncias que caracterizam o abuso.

Em curso desde dezembro de 2014, a ação ouviu mais de 50 testemunhas de empresas.


A defesa de Dilma Rousseff tem afirmado que a ex-presidente não praticou irregularidades na campanha e que as doações foram todas declaradas.

Artigo, Marcelo Aiquel - Ciro Gomes, Temer e 31 de Março

      O país foi surpreendido pela atitude típica de um ultrapassado “coronelismo nordestino” (algo que a civilidade e a decência já deveriam ter sepultado definitivamente) por parte do senhor Ciro Gomes.
      Esta figura, que ficou conhecida nacionalmente mais pelos seus rompantes ridículos (tenta vender uma imagem que não resiste a um simples exame da sua vida pregressa) e por um romance com uma atriz global, esteve sempre envolvido em escândalos políticos, patrocinados por ele e também por seus parentes próximos, e surge agora como a vestalda salvação do Brasil, desta vez a bordo do PDT, depois de pulular em outras bandeiras de cores e propostas diversas.
      Com um discurso contundente e ameaças que o Código Penal capitula expressamente, resolveu mostrar um lado que representa o CANGAÇO como poder supremo (“eu recebo a tiros”, disse ele ao referir-se à Justiça Federal e a Operação Lava a Jato).
      Casualmente hoje se comemora 53 anos da data que marcou o início da “revolução de 64”, aquela que veio salvar o Brasil de uma DITADURA DO PROLETARIADO, conforme dezenas de depoimentos de pessoas que buscavam este fim para o nosso país.
      E, tal qual ocorreu naquela ocasião, só tinha medo de ser preso ou perseguido quem fazia algo errado.
      Pois não é que o cidadão Ciro Gomes demonstra receio de ser alvo da Justiça Federal. Por que será que ele pensa assim? Você, que me lê agora, tem a mesma preocupação? Eu não tenho, assim como milhões de brasileiros também não tem...
      E falando em milhões de brasileiros, lembrei-me da quantidade de votos (54.501.118) que a chapa Dilma/Temer recebeu na eleição em 2014.
      EU DISSE A CHAPA DILMA/TEMER!
      Então, que balela é esta de falar que o atual presidente não recebeu nenhum voto?
      Só uma besta, ou um ignorante, pode acreditar nesta mentira, dita e repetida a rodo nas propagandas dos partidos de esquerda.
      Ou seja, na hora do bônus o TEMER servia para os interesses – normalmente escusos – do PT, mas na hora do ônus ele não presta?
      Por favor, expliquem novamente que o “macaco” aqui só quer entender.
      Quanta incoerência desta gente...