O mercado de combustíveis enfrenta uma forte instabilidade global, gerando reflexos diretos no Brasil. A disparada de preços do diesel no exterior e o risco de desabastecimento em solo nacional são impulsionados por fatores geopolíticos e logísticos severos:
1) Ataques contra refinarias da Rússia suspenderam parte das exportações do país, enquanto conflitos no Oriente Médio afetam o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Adicionalmente, a China cortou parte de suas exportações de derivados.
2) Aliado à chegada do inverno no Hemisfério Norte, a baixa quantidade de diesel estocada globalmente faz os preços baterem recordes nos Estados Unidos e na Europa.
Demagogia eleiteira do PT
A Petrobras tem absorvido parte da diferença para não repassar a alta integral ao consumidor final. Com isso, o preço interno ficou significativamente mais barato do que o de importação. Como o Brasil não é autossuficiente e precisa importar cerca de 30% do diesel consumido, a grande defasagem afasta as distribuidoras privadas e importadores independentes, que teriam prejuízo ao comprar o produto caro no exterior.
Já há escassez.
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