Dica do editor - Entenda como foi a baixaria do bate-boca entre Messias e Andrei, tudo na frente de Lula

O constrangedor, inédito e corrosivo bate-boca entre o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ocorrido em setembro de 2026 no Palácio do Planalto, na presença do presidente nomeado Lula da Silva, mas só divulgado agora, foi motivado por suspeitas de monitoramento ilegal e espionagem em meio às investigações do chamado Caso Master. 

Saib ao que vazou:

O presidente Lula está sentado à mesa, pensativo, balançando a cabeça enquanto toma um café frio. De um lado, Jorge Messias (AGU) gesticula com um calhamaço de papéis. Do outro, Andrei Rodrigues (PF) cruza os braços com expressão fechada.

Jorge Messias: (Voz elevada, apontando o dedo) - Você acha que eu não sei, Andrei ? Tá lá no relatório! "Baixa confiança", "coleta dirigida"... Você está me monitorando! A Polícia Federal virou a Abin paralela da intriga! Está me espionando, é ?!

Andrei Rodrigues: (Rindo de nervoso, com tom cortante) - Ah, por favor, Jorge! Mania de perseguição agora? A PF tem mais o que fazer do que cuidar da sua vida! O relatório é de inteligência padrão, e quem está criando narrativa política para agradar ministro do STF é você!

Jorge Messias -  Respeito, hein! Eu sou da Advocacia-Geral da União! Não venha desmerecer a minha função nem plantar suspeita sobre a minha fé ou minhas relações!

Andrei Rodrigues - Se quisesse respeito, não vinha com teorias da conspiração chorar na frente do chefe sem prova nenhuma!

Lula: (Suspira, ajeita os óculos e interrompe calmamente) -  Ó, rapaz... Se continuar essa gritaria, eu vou botar os dois para mediar briga de torcida organizada no estádio. Pelo amor de Deus, a gente já tem problema demais com o Banco Master e o Supremo para vocês criarem um circo aqui na minha sala! Senta todo mundo e vai tomar um chá de camomila.

Entenda o caso

 O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o cancelamento de R$ 4,7 bilhões em precatórios do setor sucroalcooleiro negociados pelo Banco Master.

O Esquema dos Precatórios
Aquisição com deságio: O Banco Master comprava créditos judiciais de usinas por valores abaixo do mercado
Inflação patrimonial: Os títulos eram registrados na contabilidade do banco por valores irreais ou inflados.
Origem dos processos: Envolve disputas de usinas contra a União por prejuízos do extinto Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA).

A Decisão do CNJ
Bloqueio e devolução: O montante retido em contas judiciais desde 2023 voltará para a Conta Única do Tesouro Nacional.
Atendimento à AGU: A liminar atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União, anulando 16 precatórios ligados ao banco.
Investigação em curso: O caso veio a público após a Polícia Federal encontrar contratos milionários de êxito e indícios de fraude no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Sistema São João

  A ampliação do Sistema São João tem investimento de R$ 87 milhões.

O prefeito Sebastião Melo dará o start, hoje,  para o prosseguimento das obras de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) São João, que abastece mais de 600 mil pessoas nas zonas Norte e Leste de Porto Alegre. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) fará a ligação da nova adutora de recalque da Estação de Bombeamento de Água Tratada (Ebat) Ouro Preto à rede preexistente. O serviço será realizado, concomitantemente, em quatro pontos da Capital, sendo dois na avenida Sertório, um na avenida Dante Angelo Pilla e um na rua Ouro Preto.

A obra terá início à meia-noite, com o desligamento da Estação de Bombeamento de Água Tratada (Ebat) Ouro Preto. Às 5h, a Estação de Tratamento de Água (ETA) São João também deixará de operar. A retomada está prevista para a meia-noite da sexta-feira, 25. Durante o período, moradores dos 34 bairros atendidos pelo sistema poderão ter o fornecimento temporariamente interrompido.

A normalização ocorrerá gradualmente ao longo da sexta, podendo se estender ao longo do sábado, 26, nas áreas mais distantes.

Leia material preparado pelo jornalista Aristoteles Júnior, da PMPA:

Entre as obras já concluídas está a implantação de uma nova adutora de sucção, também na área da Ebat Ouro Preto. Estão em andamento, ainda, intervenções semelhantes na região atendida pela Ebat Sarandi. Também está prevista a construção de uma nova estação de bombeamento e de um reservatório.

Outros serviços - O Dmae aproveitará o período de inatividade da ETA São João para executar três serviços que visam à melhoria operacional do sistema. Equipes atuarão, simultaneamente, na manutenção da tubulação de água filtrada da Estação de Tratamento; na manutenção do Reservatório Costa e Silva, que tem capacidade de armazenar 10 milhões de litros de água; e na substituição de um registro localizado no bairro Jardim Leopoldina.

Bairros abastecidos, total ou parcialmente, pelo Sistema São João - Anchieta, Auxiliadora, Boa Vista, Chácara das Pedras, Costa e Silva, Cristo Redentor, Farrapos, Floresta, Higienópolis, Humaitá, Jardim Carvalho, Jardim Europa, Jardim Floresta, Jardim Lindóia, Jardim Itu, Jardim Sabará, Jardim Leopoldina, Jardim São Pedro, Mário Quintana, Morro Santana, Navegantes, Parque Santa Fé, Passo da Areia, Passo das Pedras, Rubem Berta, Santa Maria Goretti, Santa Rosa de Lima, São Geraldo, São João, São Sebastião, Sarandi, Três Figueiras, Vila Ipiranga e Vila Jardim.

Caminhões-pipa - Durante o período de manutenção, o abastecimento por meio de caminhões-pipa será destinado a estabelecimentos essenciais, como hospitais, postos de saúde e escolas. Enquanto o sistema estiver em recuperação, as demais solicitações serão atendidas conforme disponibilidade das equipes. Os pedidos poderão ser encaminhados às subprefeituras.

Operação Carbono Oculto vai para cima de executivo do Banco Genial

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de São Paulo, em parceria com a Receita Federal, deflagraram na manhã desta quinta-feira (24) a terceira fase da Operação Carbono Oculto. O GAECO aponta que o grupo investigado teria montado uma estrutura financeira e societária complexa para assumir o controle da distribuidora Terrana, e ocultar patrimônio por meio de fundos de investimento, empresas de fachada e operações financeiras consideradas atípicas pelo Ministério Público.

Entre os alvos das buscas estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, seus irmãos, André e Bruno Tupinambá, além do empresário Antonio Carlos Freixo Junior, dono da Entre Investimentos. 

A investigação do GAECO sustenta que a aquisição da Terrana ocorreu por intermédio de fundos e empresas criados especificamente para a transação. 

Segundo o Ministério Público, mais de R$ 120 milhões teriam circulado por diferentes empresas.

CLIQUE AQUI para ler nota do Ministério Público de SP.