RIC Charge cria primeiro hub de recarga para carros de aplicativos do Brasil

 A RIC Charge cria primeiro hub de recarga do Brasil voltado à experiência dos motoristas de aplicativos. A empresa gaúcha, originada no setor de energia solar, aposta em um novo modelo de hubs de recarga rápida, conveniência e segurança para motoristas de aplicativos. Já são cerca de 1 mil motoristas cadastrados, com 98% da base formada por apps. 

Cada unidade recebe investimento médio de R$ 1 milhão e contará com carregadores desenvolvidos em parceria com fabricantes na China, com potência de até 300 kW, capacidade para 8 veículos simultaneamente, além de subestação, estrutura de conveniência, inteligência artificial e reconhecimento facial.

A RIC Charge planeja chegar a seis unidades em Porto Alegre/RS até o fim de 2026 e iniciar, em 2027, a expansão pela Região Metropolitana, começando por Novo Hamburgo/RS.

A expansão dos veículos eletrificados no Brasil começa a criar uma nova demanda além da própria infraestrutura de recarga: espaços adequados para que o motorista possa permanecer durante o período em que o veículo está conectado. É nesse mercado que a RIC Charge, empresa gaúcha especializada em eletromobilidade, está concentrando sua estratégia.Segundo a ABVE, o Brasil deve alcançar neste mês de setembro a marca de 1 milhão de veículos eletrificados em circulação. O avanço também é expressivo no Rio Grande do Sul: em agosto de 2026, o Estado já contabilizava aproximadamente 47.976 veículos elétricos, alta de mais de 280% em relação aos 12.554 registrados no fim de 2025. Em Porto Alegre, a frota de veículos eletrificados já chegava a 6.004 unidades em janeiro de 2025, evidenciando o avanço da mobilidade elétrica no mercado gaúcho. Na Região Metropolitana de Porto Alegre, em junho de 2026, aproximadamente 50 mil motoristas de aplicativo trabalham diariamente nas vias da Região Metropolitana de Porto Alegre.  

Com unidades estruturadas como hubs de recarga e apoio, a empresa busca combinar carregamento rápido com uma estrutura de conveniência voltada principalmente aos motoristas de aplicativos. O conceito foi desenvolvido a partir da experiência prática dos usuários e da percepção de que ainda existem poucas opções que ofereçam, em um mesmo local, recarga, segurança, conforto e serviços de apoio. “Existe uma dor muito grande: o pessoal que roda não tem serviço de apoio. Não tem um lugar onde esquentar uma comida, passar uma água no carro, aspirar o carro, descansar ou assistir televisão”, explica Ionathan Cunha, CEO da RIC Charge. Segundo o executivo, aproximadamente 98% dos clientes atuais da empresa são motoristas de aplicativos. Em oito meses de operação, a RIC Charge já cadastrou cerca de mil motoristas, sem realizar investimentos em publicidade patrocinada. A aquisição de usuários tem ocorrido principalmente por redes sociais, indicação e boca a boca entre os próprios motoristas.

A empresa já conta com 6 endereços em Porto Alegre , sendo: 01 Avenida Cairú, 1420 – Porto Alegre; 02 Avenida José de Alencar, 1607 – Porto Alegre; Em fase final, perto da inauguração: 03 Avenida Icaraí, 1440 – Porto Alegre; Inauguração em Outubro; 04 Avenida Assis Brasil, 3611 – Porto Alegre Inauguração final do mês de Setembro; Em aprovação de projeto/ construção: 05 Avenida Manoel Elias, 205 – Porto Alegre; 06 Dr. João Inácio, 1618, esquina com a Souza Reis - Porto Alegre. A partir de janeiro, a expansão deve avançar para a Região Metropolitana, começando por Novo Hamburgo.

De empresa de energia solar à eletromobilidade

A RIC Charge faz parte de uma trajetória empresarial iniciada há cerca de oito anos no segmento de energia. A empresa surgiu a partir da aquisição de uma companhia de energia solar e, ao longo dos anos, ampliou sua atuação para diferentes negócios relacionados ao setor energético.

Com as mudanças regulatórias e as dificuldades enfrentadas pelo mercado de geração solar a partir de 2022/2023, a companhia passou a buscar novas oportunidades dentro do setor. Entre elas, surgiram negócios de gestão de usinas, gestão de créditos de energia e, mais recentemente, a RIC Charge, dedicada aos eletropostos.

Cunha conta que passou cerca de dois anos e meio estudando o mercado de eletromobilidade e chegou a viajar à China para conhecer fabricantes e desenvolver a solução que seria utilizada nos hubs da empresa. “Fui para a China dois anos e pouco atrás para conhecer o fabricante, desenvolvemos o equipamento. Hoje o produto começa a vir para cá e já vem com a nossa marca”, afirma. A partir da quarta unidade, os equipamentos passam a chegar à operação já com a identidade visual da RIC Charge, em um modelo de fabricação white label.

Hub como base de apoio

O primeiro modelo foi colocado em operação na unidade da Av. Cairú, em Porto Alegre, aberta em novembro do ano passado. Durante aproximadamente seis meses, o próprio executivo acompanhou diretamente a operação, realizando desde tarefas de manutenção e reposição até o contato com os usuários.

A experiência serviu como laboratório para definir o formato que será replicado nas próximas unidades. “Eu parei tudo que eu estava fazendo e fiquei lá dentro da operação. Então eu, desde reposição do mercadinho, limpeza, os problemas que dá, escutando o usuário, entendendo”, relata Cunha.

A proposta é que os hubs funcionem como uma espécie de base de apoio para quem trabalha diariamente com veículos eletrificados. Os espaços contam com estrutura de conveniência e foram projetados para que o motorista possa utilizar o período de carregamento para fazer uma pausa, comer, descansar ou realizar pequenas atividades. O projeto também prevê a criação de um clube para motoristas de aplicativos, com benefícios dentro da própria rede da RIC Charge.

Carregamento rápido e capacidade de até 240 atendimentos por dia

Segundo Cunha, motoristas de aplicativos normalmente recebem entre 60 kW e 70 kW durante a recarga. Em uma situação típica, o tempo médio de permanência fica em torno de 40 minutos. Em veículos com baterias menores, uma recarga entre aproximadamente 15% e 80% pode ser realizada em cerca de 30 minutos, enquanto uma bateria praticamente descarregada pode exigir aproximadamente uma hora.

Cada unidade tem capacidade operacional estimada em até 240 atendimentos por dia. Atualmente, a utilização está em aproximadamente 100 atendimentos diários por unidade, segundo a empresa.

Investimento de aproximadamente R$ 1 milhão por unidade

A implantação de cada hub exige investimento médio de aproximadamente R$ 1 milhão, considerando infraestrutura elétrica, equipamentos, pavimentação, cobertura, conveniência, instalação e projetos.

A infraestrutura elétrica representa uma parcela significativa do investimento. Uma subestação de aproximadamente 300 kW, por exemplo, pode custar na faixa de R$ 120 mil a R$ 130 mil, enquanto equipamentos de carregamento de maior capacidade podem representar cerca de R$ 350 mil a R$ 380 mil. O modelo de implantação combina capital da própria RIC Charge com recursos de um fundo profissional em determinadas unidades. 

Porto Alegre como primeira etapa da expansão

A estratégia inicial da RIC Charge é concentrar a expansão em Porto Alegre para formar uma rede capaz de atender o motorista em diferentes regiões da cidade. A companhia já possui sete terrenos alugados e planeja encerrar 2026 com seis unidades em Porto Alegre. A partir de janeiro, a expansão deve avançar para a Região Metropolitana, começando por Novo Hamburgo.

O planejamento contempla ainda cidades como Gravataí, Cachoeirinha, Canoas, Viamão e Alvorada. A empresa trabalha com a perspectiva de inaugurar aproximadamente uma unidade a cada 45 dias durante a próxima etapa de expansão. “A gente quer cercar Porto Alegre. Em qualquer lugar que o motorista estiver, ele consegue ter uma unidade nossa, uma base para que ele possa parar”, explica o CEO da RIC Charge. A escolha das próximas cidades também considera a própria demanda gerada pelos usuários da rede. Motoristas cadastrados na RIC Charge já estão distribuídos por municípios da Região Metropolitana, como Novo Hamburgo e Canoas.

Automação e segurança

A operação dos hubs também foi desenvolvida com alto grau de automação. As unidades contam com câmeras dotadas de inteligência artificial, controle de acesso por reconhecimento facial e sistemas capazes de identificar movimentações e gerar alertas. O acesso fora dos horários convencionais é realizado mediante cadastro, com reconhecimento facial para entrada nas unidades. O modelo busca permitir que os hubs operem 24 horas por dia com uma estrutura enxuta, mantendo mecanismos de controle e segurança.

“Todos os nossos hubs vão oferecer os mesmos serviços. Se o cliente entrar na unidade 01, 02, ou 03, vai ser tudo padrão”, afirma Cunha. Com a expansão planejada, a RIC Charge pretende consolidar em Porto Alegre e na Região Metropolitana um modelo de infraestrutura de recarga que combine energia, mobilidade e conveniência, acompanhando o crescimento da frota eletrificada e, principalmente, a transformação do veículo elétrico em ferramenta de trabalho para milhares de motoristas.



 


Opinião do editor

 No meu blog de ontem, sexta-feira, publico uma declaração e um vídeo que não parecem ter nada a ver com a campanha eleitoral propriamente dita, porque são abordados aspectos ligados à questões cognitivas do candidato e até de sua expressão vocal.

Nem sempre casos como estes, altamente pessoais, influenciam os eleitores, mas acontece.

Vamos aos fatos:

Capacidade cognitiva

Nesta sexta-feira, ao responder à acusação de Lula de que é aliado a milicianos, o senador Flávio Bolsonaro foi curto e grosso:

- Lula está gagá.

Vocês sabem que o ex-presidente americano Joe Biden desistiu da corrida presidencial porque foi constatado que ele estava visivelmente gagá.

Lula não desistirá de nada, a menos que o desistam no dia 4.

Expressão vocal

O vídeo da CNN Brasil que apanhou uma conversa entre uma jornalista e William Waak, mostra a jornalista apresentando uma pesquisa de opinião pública que resume o seguinte sobre as falas de Lula:

- Ninguém mais aguenta a voz do Lula.

De fato.

Não se trata do que ele diz, mas da própria voz de Lula.

Não é questão de cuspir enquanto fala, mas do tom da fala, porque o tom da fala é que trai o caráter de quem a utiliza.

Eu até nem pretendia falar sobre isto com vocês, porque meu assunto central é discutir a seguinte questão:

- Flávio Bolsonaro pode vencer a eleição ? Se vencer a eleição, Flávio Bolsonaro será empossado ? E se por empossado, Flávio Bolsonaro poderá governar ?

Hoje, sexta-feira, ao meio dia, almocei com os advogados João Darzone, que vem aser o advogado que me defende pro bono em quase uma dezena de processos, e também com o advogado criminalista Ricardo Breier, ex-presidente da OAB do RS.

Coloquei a questão na mesa.

Não chegamos consenso algum.

Mas eu tenho opinião formada, porque de acordo com o exame das pesquisas de intenções de votos desta semana mostram Flávio Bolsonro com vantagem nos casos das pesquisas da 
Gerp, Nexus, Futura, PoderData e Atlas/Intel, mas mais importante é que o exame do desempenho dos candidatos nas últimas semanas, fica claro que o viés de Flávio é de alta e o de Lula é de queda. Lula desidrata a olhos vistos.

O DataFolha de hoje, sexta-feira, apresenta pequena vantagem para Lula.

Pela linha de desempenho, fica claro que Flávio Bolsonaro liderará no 1o turno e vencerá no 2o turno.

É isto.

E as questões que valem US$ 1 milhão cada uma ?

Flávio Bolsonaro sairá na liderança do 1o turno, dentro de duas semanas, sem intercorrências prejudiciais neste período, mas os desafios estarão nas ocorrências do 2o turno, na posse e no desempenho como governante, porque o perigo andará por aí.

Para concluir, o que quero assegurar é que as condições objetivas e subjetivas internas e externas garantem o retorno à legalidade com Flávio Bolsonaro.

É minha opinião.


STF – sem balança e sem espada

Marcus Vinicius Gravina é escritor e advogado, RS.
OAB-RS 4.949

Tenho respeito pelo STF, pela competência constitucional que lhe foi conferida por legítimos representantes do povo.  

Por este motivo e como cidadão brasileiro quero prestar-lhe um serviço ao criticar um servidor público, que na minha opinião, está fazendo mal ao país e a imagem da Suprema Corte. 

Quando a ministra Cármen Lúcia declarou sua profunda tristeza diante dos acontecimentos daquela sessão plenária, ao mesmo tempo, milhões de brasileiros ficaram revoltados, ao ponto de pedirem a demissão de ministros da esquerda e de um declarado comunista, Flávio Dino,  dito por ele: “com muito orgulho”.

Durante os trabalhos o ministro Gilmar Mendes monopolizou a palavra e por vezes de forma prolixa e exibicionista,  para ser adulado por alguns puxa sacos da Corte, que o tratam como “decano”, frente às Câmeras  de TV.

O ministro Gilmar levantou suspeitas sobre seu colega ministro Nunes Marques, que regimentalmente  havia se dado por impedido de participar do julgamento por motivos de foro íntimo, coisa que o ministro A. Moraes não teve a decência de fazer.  

O povo deve ir, pacificamente para a frente do Supremo, preparado para protestar se o A. Moraes pretender repetir o fato de querer votar no processo a que deu causa e é parte interessada, em flagrante violação ao Princípio de Imparcialidade Processual.

Questionou haveres suspeitos ou ilícitos do filho advogado do ministro N. Marques, no que foi rechaçado. 

Em sessão transmitida para o Brasil  e Tvs do exterior, quase em transe, o Gilmar reptou o ministro Cássio a mostrar suas contas ou declarações financeiras e de bens de ambos, pai e filho. 

Pois, sugiro ao ministro N. Marques e aos Senadores, que façam o mesmo.  Que o ministro Gilmar Mendes demonstre estar cumprindo a Lei  8.730/1993, no tocante à declaração de seus bens com a indicação das suas fontes de renda. 

Esta obrigação não é somente para o momento da posse no STF. Ela se estende por todo o período do mandato de ministro, através de declaração atualizada, financeira e de bens adquiridos durante o mandato, sob pena de crime de responsabilidade. 

As declarações de que fala a lei é encaminhada ao TCU, anualmente, para a avaliação da evolução patrimonial de ministros e lá ficam arquivadas. Não há sigilo. O Senado pode requisitar as declarações dos ministros. 

No histórico do ministro Gilmar Mendes encontramos uma passagem que o deslustra.  Uma equipe especial de combate às  fraudes da Receita Federal,  havia listado  o Gilmar Mendes e a sua Esposa.  Ele não admitiu ser fiscalizado e recorreu aos seus colegas do STF.  Alegou que estava sendo vítima “de uma forma esdruxula e criminosa para realização de devassas físicas e perseguições políticas sem autorização judicial”.  Houve suspeitas que não puderam ser esclarecidas. 

 Surgiu em cena o indefectível ministro A.Moraes, relator do inquérito e determinou a suspensão imediata das apurações fiscais e o afastamento temporário de dois auditores federais.

Citei este fato para compará-lo ao ministro Nunes Marques.  O N.Marques não foi apontado por nenhuma equipe da Receita Federal.  De outra parte, o ministro Gilmar precisou da ajuda do ministro A. Moraes que determinou o arquivamento do processo contra o ministro “decano” do STF.  Vai haver troca de figurinhas. 

O que se pode esperar para a próxima sessão do STF,  em que o ministro A.Moraes  estará no alvo de pedido de investigação, é que o ministro Gilmar irá retribuir o voto salvador  do seu colega para não ser investigado pelos incidentes de que é apontado, em fatos nebulosos envolvendo a Policia Federal, até chegar nos contratos com Banco Master e suas falas com o Vorcaro.

Outra estratégia diversionista do Gilmar foi a de acusar o relator A. Mendonça de presidir o inquérito com interesse político nas eleições de outubro. 

Tudo o que ministros do STF e TSE fizeram em 2022/23 foi confirmado pelo ministro Gilmar em entrevistas à imprensa: “Se tivemos a eleição do Lula, foi graças ao STF. (JP/nov. 2023) 

Ministro do STF interferiram, decisivamente, a favor da  eleição do Lula. Foi o que o ministro Gilmar Mendes declarou à imprensa. 

Esta gente mesquinha, falsa e maldosa não merece respeito do povo brasileiro.

Caxias, 17.09.2026

 


Safra

 A safra do ano passado somou 345,4 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, segundo levntamento feito pelo IBGE.Segundo o levantamento, a soja representou mais de um terço (34%) do valor da produção agrícola brasileira (R$ 315,2 bilhões), desempenho que mantém o Brasil como o maior produtor e exportador do mundo. A safra de soja cresceu 14,4% em um ano, alcançando 165,2 milhões de toneladas, isto é, 20,8 milhões a mais que 2024.

O volume supera em 18,2% o registrado no ano anterior, quando a produção foi prejudicada por efeitos do fenômeno El Niño.

O valor da produção, que combina o volume físico produzido com os preços praticados na venda, foi de R$ 927,2 bilhões, um salto de 18,4% na comparação com 2024.

Confira os dez estados com maior valor da produção agrícola:

Mato Grosso: R$ 165,6 bilhões
São Paulo: R$ 124 bilhões

Minas Gerais: R$ 109,4 bilhões

Paraná: R$ 87,7 bilhões

Goiás: R$ 72,7 bilhões

Rio Grande do Sul: R$ 71,3 bilhões

Bahia: R$ 55,5 bilhões

Mato Grosso do Sul: R$ 47,8 bilhões

Pará: R$ 38,4 bilhões

Espírito Santo: R$ 33,7 bilhões

Centro-Oeste supera Sudeste

POR REGIÕES

Centro-Oeste: R$ 288 bilhões

Sudeste: R$ 271 bilhões

Sul: R$ 181,1 bilhões

Nordeste: R$ 113,7 bilhões

Norte: R$ 73,4 bilhões

Um gaúcho se suicida a cada 6 horas

 Este Setembro Amarelo é mês dedicado à conscientização sobre suicídio. Embora frequentemente associado apenas ao óbito, o comportamento suicida pode se manifestar de diferentes formas. Entre elas estão a ideação suicida, com ou sem plano de morte, os comportamentos autolesivos e as tentativas de realizá-lo. Por isso, a identificação precoce dos sinais de sofrimento e o acesso oportuno ao cuidado são fundamentais para a prevenção. 

No RS, um gaúcho se suicida a cada 6 horas, todos os dias do ano. Foram 1.557 óbitos em 2025, segundo o governo estadual, hoje. É uma taxa de 14,6 por 100 mil habitantes. A análise por faixa etária mostra diferenças importantes entre homens e mulheres. Entre os homens, as taxas aumentam progressivamente com o avanço da idade, alcançando o maior índice entre pessoas com mais de 80 anos, com 52 óbitos por 100 mil habitantes.No caso das mulheres, os maiores índices foram observados nas faixas de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos, com taxas de 9,4 e 8,8 óbitos por 100 mil habitantes, respectivamente. 

PROCURAR AJUDA

Unidade de saúde mais próxima da residência; 

Centros de Atenção Psicossocial (Caps), que funcionam como serviços de portas abertas e podem ser acessados diretamente, sem necessidade de encaminhamento; 

Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo telefone 188, com atendimento 24 horas ao dia, gratuito e sigiloso.