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Indiciados alvos de pedido de prisão preventiva
João Baptista Lima Filho
Carlos Alberto Costa
Maria Rita Fratezi
Almir Martins Ferreira

Artigos da Unisinos contra Bolsonaro

As máquinas de campanha de Bolsonaro pelo WhatsApp


Principal arma da campanha de Jair Bolsonaro (PSL), o WhatsApp tem municiado uma bem-sucedida máquina online que sustenta a candidatura do militar reformado no mundo offline. Com apenas nove segundos de TV, o líder nas pesquisas conseguiu arrematar 49,2 milhões de votos no primeiro turno, inverter a lógica tradicional das disputas eleitorais e criar a sua própria narrativa política a partir de um aplicativo de celular.

Militante digital bem antes de entrar na corrida ao Palácio do Planalto, Bolsonaro conta com uma rede virtual tão poderosa quanto barata. Liderada pelos seus filhos, pensada por uma empresa especializada e disseminada pelos apoiadores, a estratégia alimenta a internet com informações sobre a campanha e, claro, muito antipetismo. Além da propaganda, pelo baixo controle ainda característico do meio digital, as redes acabam recebendo de tudo – de dados fidedignos e críticas à imprensa até dúvidas infundadas sobre as urnas eletrônicas e mentiras camufladas de notícias.

Vereador do Rio, o filho Carlos Bolsonaro (PSC) sempre foi o principal responsável pelos vídeos de edição simples e linguagem coloquial do pai. Durante a campanha, ganhou reforço: uma empresa de inteligência digital com sede em seis cidades do país que distribui conteúdo para cerca de 1,5 mil grupos de WhatsApp. A partir do primeiro envio, os materiais são compartilhados de maneira espontânea entre os apoiadores, estimulados a compartilhá-los.

Apesar do plano coordenado, o sucesso está relacionado ao voluntarismo de simpatizantes do deputado federal espalhados pelo país. Para o professor da Universidade de São Paulo (USP) Márcio Ribeiro, um dos responsáveis pelo projeto “Monitor do debate político no meio digital”, as regras do aplicativo sinalizam o componente orgânico da campanha online – por limitar em 256 o número de participantes por “fórum”, o WhatsApp depende do engajamento de seus usuários para que as mensagens circulem.

– É uma dinâmica muito diferente da TV, na qual, em uma tacada só, quem conseguiu apoio dos partidos de centro ficou com a maior parte do tempo. Nas redes sociais, esse movimento é orgânico. Não está claro o quanto há de coordenação. Aparentemente, estamos vendo um processo de baixo para cima: as pessoas se convenceram de defender Bolsonaro e estão voluntariamente fazendo propaganda para ele – analisa Ribeiro.

De início, a estratégia “oficial” do time digital consistiu na criação de grupos de WhatsApp por Estado. Dali, passaram a distribuir conteúdos diários aos apoiadores, vorazes compartilhadores de imagens, vídeos e memes de Bolsonaro. Ao que tudo indica, o limite de integrantes imposto pela ferramenta fez multiplicarem-se os grupos de WhatsApp.

Nem mesmo a campanha do capitão pode precisar quantos existem: pela criptografia, o aplicativo tem monitoramento complexo e controle dificultado. Uma integrante da campanha da candidata a senadora Carmen Flores (PSL), palanque de primeira hora de Bolsonaro no Rio Grande do Sul, por exemplo, calcula que existam 50 grupos ativos somente na Região Metropolitana. Mas a própria apoiadora considera a estimativa acanhada.

Revolução no marketing político e espaço de disseminação de mentiras
Segundo estudo do pesquisador Maurício Moura, da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, o conteúdo pró-Bolsonaro espraiou-se para 40 mil grupos de WhatsApp nos dias mais movimentados da campanha, sobretudo, nas duas semanas pré-votação. Em um dia “normal”, chegou a 15 mil.

Moura é um dos brasileiros que busca mapear o impacto do dispositivo no debate eleitoral do país. Fundador da Ideia Big Data, empresa de pesquisas de opinião pelo celular, acompanha 800 mil brasileiros que disponibilizam voluntariamente os seus dados. Resultados parciais mostram simbiose entre a estratégia em rede e o compartilhamento de notícias falsas:

— O WhatsApp funciona de maneira espontânea, sem impulsionamentos e algoritmos. Antes do início da campanha, a única que tinha uma estrutura orgânica, ativa e contundente era a equipe de Bolsonaro. Os seus seguidores criaram um hábito de compartilhamento que multiplicou o conteúdo. O lado bom é que conseguiram derrubar todos os clichês eleitorais em relação ao marketing político. O ruim é que perdeu-se o controle do conteúdo. Aí, as fake news ganharam uma dimensão nunca antes vista.

Fóruns informais alavancam alcance
Distantes do núcleo da estratégia digital oficial de Jair Bolsonaro (PSL), há brasileiros responsáveis pelos próprios grupos de simpatizantes do capitão reformado do Exército. O empreiteiro Vitor Souza, 48 anos, entrou no início do ano passado em um desses fóruns, batizado de “Mito”, quando um conhecido de Brasília o incluiu.

Depois de um aborrecimento com amigos por causa das repetidas discussões sobre política, criou os seus próprios grupos: “Eleitores de Bolsonaro” (256 participantes), “Bolsonaro 17” (240) e “Bolsonaro RS” (190). Ele ainda figura como administrador em outros cinco.

Dado seu protagonismo, Souza foi incluído no grupo “Central de Informações”, do qual participam somente administradores de fóruns numerosos, em uma espécie de comando informal. Por ali, unificam os assuntos a serem divulgados e definem as estratégias de campanha — passado o primeiro turno, por exemplo, a ordem era que parassem de difamar nordestinos.

— Criamos uma rede para desmistificar as fake news a respeito do Bolsonaro – argumenta Souza.

Para pesquisadores do tema, o efeito WhatsApp também respingou na eleição para o Legislativo. Sem acesso ao fundo partidário, campanhas econômicas conseguiram divulgação espontânea pelo aplicativo. Eleito para a Assembleia com 102 mil votos, o estreante Ruy Irigaray (PSL) contou com o apoio voluntário de 30 pessoas. Segundo o produtor de eventos Márcio Ferreira, 39 anos, os “marqueteiros” informais criaram entre 280 e 300 grupos:

— Antigamente, tinha dinheiro para ir à TV, ao rádio. Hoje, não. A maioria da galera que está entrando na política não tem dinheiro. Aí, aproveita a ferramenta do WhatsApp, que, como é gratuita, acaba dando um “up” na divulgação do trabalho deles.

Monitoramento para excluir simpatizantes do adversário
Entre as tarefas de Ferreira, está o monitoramento de eventuais “infiltrados” – quem declara voto em Fernando Haddad (PT) ou digita “Lula Livre” acaba removido de imediato. Devido à dinâmica que chega a ultrapassar mil mensagens por dia, precisou selecionar conhecidos “de confiança” e promovê-los a administradores para controlar as discussões.

Muitos grupos são públicos. Para participar, basta entrar por meio de links divulgados na internet. Um site reúne os endereços de 150 fóruns de WhatsApp — o clique garante o recebimento diário de vídeos, imagens e memes prontos para viralizar, assim como um tanto de notícias falsas de origem desconhecida.

— A capacidade de encaminhar mensagens e criar grupos relativamente grandes coloca o WhatsApp em um lugar ambíguo: um espaço de comunicação privada onde é muito fácil e barato transmitir desinformação — pontua Márcio Ribeiro, pesquisador da USP.

Desenvolvido pelo professor Fabrício Benevenuto, do departamento de Ciência da Computação daUniversidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o “Monitor de WhatsApp” vem acompanhando 350 grupos de discussão política no aplicativo – a maioria, pró-Bolsonaro. Pela ferramenta, os pesquisadores coletam imagens, vídeos, áudios e mensagens para analisar o ainda incompreendido fenômeno das fake news.

– Esses grupos públicos são uma forma de espiar, por uma fresta, o que está acontecendo no WhatsApp. São a porta de entrada para as notícias falsas: neles, estão pessoas engajadas em ajudar seus candidatos e que participam para espalhar o que realmente acreditam – diz Benevenuto.

Artigo - Petismo, anti-petismo e pacificação


No Brasil em que eu vivo com os olhos bem abertos, o antipetismo acabou se tornando a maior força política, suplantando o petismo. Não houvesse um petismo a suscitar antagonismo, não surgiria a reação contrária.
 Desde que foi criado, o petismo se dedica à criação de antagonismos, fornecendo instrumentos institucionais, organização, recursos humanos e financeiros para o lado que ocupa nos conflitos que cria e estimula. Enorme esforço tem sido despendido pelo PT para que os brasileiros sejam identificados e antagonizados pela cor da pele, pela etnia, pela cultura, pela região do país, pelo tal de gênero, pela faixa etária, pelo extrato de renda, pela relação de autoridade (pais/filhos, professor/aluno, policial/cidadão, criminoso/vítima), pela posição política e ideológica, e por tudo mais que a inventividade possa suscitar. Assim é o petismo.
Mas não é daí que vem o antagonismo. Ele surge do empenho em transformar essas realidades em conflitos nos quais a parte supostamente protegida pelo petismo é ensinada a ver a outra como inimiga. E o que é pior: sendo a ela imputadas as intenções mais vis. É o que acontece quando repetido incessantemente, por exemplo, que o PT é malvisto pela classe média porque esta não quer pobre viajando em avião ou comendo filé mignon. Ou quando se diz que o brasileiro é racista, machista e homofóbico. Ou quando se pretende, em sala de aula, contra a vigorosa reação nacional, confundir a sexualidade das crianças com ideologia de gênero como “conteúdo transversal”, vale dizer, em todas as disciplinas... Ou quando se insulta a direita liberal e/ou conservadora chamando-a de fascista. Ou quando se tenta impedir a projeção de um filme do Olavo ou uma palestra de Yoani Sanchez. Ou quando se afirma que o pobre é pobre porque o rico é rico. Ou quando, aos olhos e ouvidos da população indignada com a roubalheira promovida no país, é dito que os condenados são heróis do povo brasileiro, ou que o preso é um santo julgado por magistrados patifes. Não se diz essas coisas para um povo que foi roubado nas proporções em que os brasileiros foram! Mas o petismo diz.
Tenta-se hoje, por todos os meios, impingir à opinião pública a ideia de que liberais e conservadores “odeiam” todos aqueles cujas posições são fomentadas pelo discurso petista. No entanto, essa é mais uma vilania! A exasperação tem como causa o petismo dizendo o que diz e fazendo o que faz. É o petismo que suscita rejeição; não é o pobre, nem o negro, nem o índio, nem o homossexual, nem o esquerdista, nem sei lá mais quem.
A impressionante renovação promovida pelos eleitores em sete de outubro nada teve a ver com qualquer “efeito manada”. Bem ao contrário, significou a tomada de decisão, livre e soberana, de uma sociedade cuja opinião vinha sendo desprezada por supostos tutores confortvelmente acomodados nos espaços de poder institucional, nos grandes meios de comunicação e no ambiente cultural. A necessária pacificação nacional será difícil, porque todos sabem como se conduz o petismo quando na oposição.

Comunicação de Bolsonaro usa tática militar de ponta, diz especialista


Os recursos escassos, a estética do material de divulgação e as constantes contradições de Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados podem levar à impressão de que a estratégia de comunicação do candidato é amadora.

Contudo, segundo o antropólogo Piero Leirner, professor da Universidade Federal de São Carlos que estuda instituições militares há quase 30 anos, a comunicação de Bolsonaro tem se valido de métodos e procedimentos bastante avançados de estratégias militares, manejados de maneira “ muito inteligente, precisa, pensada”.

“Não se trata exatamente de uma campanha de propaganda; é muito mais uma estratégia de criptografia e controle de categorias, através de um conjunto de informações dissonantes”, explica Leirner.

“É parte do que tem sido chamado de ‘guerra híbrida’: um conjunto de ataques informacionais que usa instrumentos não convencionais, como as redes sociais, para fabricar operações psicológicas com grande poder ofensivo, capazes de ‘dobrar a partir de baixo’ a assimetria existente em relação ao poder constituído”.

Nesse novo paradigma político descrito por Leirner, gestado em guerras “assimétricas” como a do Vietnã —nas quais os poderes e táticas militares são muito discrepantes entre os adversários— e colocado em prática nas “primaveras” do Oriente Médio, as redes sociais têm papel central, pois “descentralizam e multiplicam as bombas semióticas”.

A cúpula bolsonarista conta com a participação de diversos membros das Forças Armadas, que tiveram contato com essas doutrinas. Reportagem da Folha mostrou que Bolsonaro é o candidato preferido da maioria dos 17 generais de quatro estrelas da corporação --o topo da hierarquia. Uma dos protagonistas do grupo de Bolsonaro é o general quatro estrelas da reserva Augusto Heleno, que chegou a ser cotado como seu vice.

Há diversos recursos de “guerra híbrida” identificáveis na campanha bolsonarista com a participação de seus eleitores: a disseminação de “fake news” e as contradições (chamadas por Bolsonaro de “caneladas”) entre as figuras de proa da campanha são alguns deles.

As divergências entre o presidenciável e o vice, general Hamilton Mourão (PRTB), sobre o 13º salário, e também entre ele e o economista Paulo Guedes sobre a criação de imposto aos moldes da CPMF, são ilustrativas desse vaivém que, ao fim, gera dividendos políticos para Bolsonaro.

“Esses movimentos criam um ambiente de dissonância cognitiva: as pessoas, as instituições e a imprensa ficam completamente desnorteados. Mas, no fim das contas, Bolsonaro reaparece como elemento de restauração da ordem, com discurso que apela a valores universais e etéreos: força, religião, família, hierarquia”, analisa Leirner.

Nesse ambiente de dissonância, a troca de informações passa a ser filtrada pelo critério da confiança. As pessoas confiam naqueles que elas conhecem. Nesse universo, então, as pessoas funcionam como “estações de repetição”: fazem circular as informações em diversas redes de pessoas conhecidas, liberando, assim, o próprio Bolsonaro de produzir conteúdo.

“Ele aparece só no momento seguinte, transportando seu carisma diretamente para as pessoas que realizaram o trabalho de repetição. As pessoas ficam com uma sensação de empoderamento, quebra-se a hierarquia. O resultado é a construção da ideia de um candidato humilde, que enfrenta os poderosos, que é ‘antissistema’”, diz o antropólogo.

Esses poderosos contra os quais se voltam Bolsonaro e seus seguidores são justamente os agentes que tradicionalmente transmitem as informações de maneira vertical, como políticos, imprensa, instituições, que são lançados ao descrédito.

Concorrentes como o tucano Geraldo Alckmin e o petista Fernando Haddad, então, sofrem para atingir o eleitorado com ferramentas clássicas de propaganda. Torna-se difícil estabelecer um laço com os eleitores, especialmente com aqueles que já participam da rede bolsonarista.

“O trabalho dos marqueteiros dos outros partidos ficou a anos luz de distância. A tática de Alckmin foi um incrível laboratório: quanto mais atacou, mas aumentou a resistência de Bolsonaro. E isso com ele lá no hospital.  Os ataques ao Bolsonaro foram então encarados como ataques a essas ‘estações de repetição’, e sua mobilidade tornou eles inócuos”, afirma Leirner.

Se está claro que essas “fake news” geram desinformação e desorientação, o antropólogo acredita que ainda não se sabe exatamente o que se pode fazer para combatê-las. Nestas eleições, o Tribunal Superior Eleitoral tem sido pressionado para tomar alguma providência em relação a elas, mas tem tido dificuldades em fornecer respostas.

“Se uma fake news é punida, outras são geradas e estações novas entram na artilharia. No fim o que vai se fazer? Punir todas as redes? Prender milhões de pessoas? O que a gente vai ver é se as instituições vão continuar assistindo sua própria implosão.”

Para Leirner, por fim, a proliferação de notícias falsas colabora para o deslocamento de poder dentro de instituições centrais à democracia, como a Justiça e as Forças Armadas.

“Hoje vemos  setores do Estado, especialmente do judiciário, entrando em modo invasivo, cada um se autorizando a tentar estabelecer uma espécie de hegemonia própria”, diz.

Para ele, a especificidade da instituição militar, aquela que tem um poder que no limite só ela mesmo controla, deveria motivar reflexões sobre o perigo de misturá-la à política.

“O que me pergunto é se o pessoal da ativa está preparado para perceber que um pedaço desse ‘caos’ está saindo de uma força política que se juntou com alguns dos seus ex-quadros (...) A instituição militar diz: ‘obedecemos a Constituição e nos autocontemos’. Invadir esse poder com a ‘política’ não é boa ideia”, diz Leirner, concluindo com reflexão sobre a conjuntura.

“Parece-me que estamos vivendo um Estado bipolar: resta saber como, depois da fase eufórica, vamos encarar a fase maníaco-depressiva”.

Denis Rosenfield explica por que votará em Jair Bolsonaro


 “A sociedade brasileira decidiu dizer não. Não a ser governada por PT, Lula e assemelhados. O antipetismo é uma resposta aos desmandos do partido. Não a ser governada da prisão, num modelo oriundo do PCC. Não à corrupção. Não a uma classe política que buscou seus próprios privilégios em lugar de trabalhar para o bem comum. Não à criminalidade e à insegurança que tomaram conta das cidades e do campo. Não aos tucanos que se resignaram ao muro e a um ‘diálogo’ com os petistas, cessando de ser uma alternativa eleitoral.

O voto pró-Bolsonaro encontra forte enraizamento na sociedade brasileira. Ele encarnou o não em suas distintas significações, vindo a representar um forte anseio social pela mudança. A esta altura, querer desconstruir a sua imagem é um empreendimento hercúleo, pois significaria poder oferecer uma alternativa palatável ao ‘não’, algo que os petistas não podem apresentar, precisamente por serem o símbolo daquilo que não é querido nem almejado pelos cidadãos.”

Artigo, Marcelo Aiquel - A estratégia do PT


                   É muito óbvia a única e desesperada estratégia do PT neste segundo turno das eleições: permitir que a fraude aconteça sem maiores dúvidas.
                   Assim como fizeram com a Dilma em 2014, querem novamente galgar a chave do cofre para completar o “assalto ao dinheiro público” iniciado quando chegaram ao poder (e não “tomar o poder” como deseja agora o inescrupuloso José Dirceu).
                   Com o apoio da grande mídia, e a participação sempre efetiva dos parceiros Ibope e Datafolha para criarem pesquisas que passam longe da realidade, o PT paga para inflar enganosamente os percentuais do candidato Haddad, a fim de dar-lhe índices muito maiores do que tem, com o fito de favorecer a fraude nas “confiáveis” urnas eletrônicas.
                   O problema reside no altíssimo nível de apoio popular (votos) do seu concorrente. Como “meter a mão” em tamanha diferença?
                   O PT gastou uma parte significativa do dinheiro que “roubou” dos brasileiros para fazer vingar esta estratégia. Mudou o discurso e até sua cor para conseguir eleger outro poste.
                   Conseguirá? Eu creio que não, porque o antipetismo é maior do que uma repulsa ao Bolsonaro. Como o movimento #ELENÃO, aliás, estrelado por artistas dependentes dos incentivos da Lei Rouanet, além de alguns “defenestrados” no primeiro turno, estes, sedentos por um cargo. Afinal, vale tudo para não perder a “boquinha”.