Vamos tirar o sossego da escória!

Por Renato Sant'Ana

          Os exterminadores do futuro querem impedir o combate à corrupção e preservar privilégios. Mas é preciso lembrar o que diz Edmund Burke: "Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados".
          O Congresso, por exemplo, além de criar leis para atrapalhar quem investiga os graúdos, ameaça detonar a Lei da Ficha Limpa e acabar com a "delação premiada". E o STF reforma sua própria jurisprudência para manter fora da cadeia certos bandidos de estimação. Mas tudo seria diferente, se não houvesse uma epidemia de comodismo no país.
          Sim, o Brasil real, com virtudes e muitos defeitos, é produto da ação de todos: egoísmo de uns, omissão de muitos e esforço generoso de outros (que salvam a Pátria).
          A maioria dos brasileiros tem boa inclinação moral. Mas, apesar da boa índole, ainda há muita gente omissa. E o Brasil precisa de todos!
          A pergunta que cada brasileiro precisa fazer é "com quem estou: com os egoístas, com os omissos ou com quem tenta ajudar o Brasil?"
          Manifestando-se nas ruas (dia 15) ou usando redes sociais, todo mundo pode fazer alguma coisa! E é mais decente do que só se queixar!
          A escória que sequestrou nosso futuro vai perder o sossego se as ruas se encherem de gente com a energia boa que se viu em 2013.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail: sentinela.rs@uol.com.br

Artigo, Milton Pires - Um pojco de história do "bicho" ara quem continua chamando Covid-19 de "mais uma gripe"

- O autor é médico intensivista, Porto Alegre.

Poucos médicos no mundo, pelo menos os que tem alguma vergonha na cara e ainda estudam, não ouviram falar em “The Lancet”, “British Medical Journal”, “Journal of American Medical Association”...ou no mais famoso de todos...o “Jornal Nacional da Medicina”...o “New England”…

Hoje eu descobri um jornal que duvido que que muita gente conheça. Eu não conhecia...Nunca tinha ouvido falar nele.

Esse se chama “Jornal de Saúde do Mediterrâneo Oriental”...Coisa tão desconhecida quanto eu
mesmo na Medicina do Brasil.

Descobri nesse tal jornal um artigo escrito por 3 caras - Ala Alwan, Jaouad Mahjour e Ziad A. Memish e até achei que, com esse tipo de nome, fosse gente do ISIS ou do Hezbollah ou algo assim…A referência, para quem quiser conferir, é: EMHJ - Eastern Mediterranean Health Journal, 19 (‎supp.1)‎, S3 - S4, 2013

Estes caras, no tal Jornal Oriental, em 2013, escreveram um artigo que me chamou a atenção.. “Novas Infecções por Coronavírus: Hora de ficar na Frente da Curva”

Coronavírus, como todo mundo já deve saber, é um grupo de vírus (que eu chamo aqui de “bicho”) que infecta aves e mamíferos. O grupo foi descoberto na década de 60 e teve gente da veterinária que, na época, chamou a doença que ele provocava de “Bronquite de Galinha”...Nome engraçado…

Acontece que a coisa, em 2003, perdeu a graça quando, lá na China, o “bicho” começou a pular das aves vendidas em mercado para as pessoas provocando uma doença que depois foi chamada de “Síndrome Respiratória Aguda Grave” (SARS) e matou, até o fim da epidemia, 774 pacientes. Lembrem: o “bicho” de 2003 morava em aves e conseguiu pular para as pessoas e matá-las, mas ele não pulava de pessoa para pessoa (pelo menos com uma frequência capaz de fechar as bolsas de valores de SP e NY como aconteceu hoje)

Por volta de 2012, o bicho apareceu outra vez lá perto da Arábia Saudita. Dessa vez ele aparentemente gostava de “morar” em camelos, pulava para as pessoas e matava elas de forma igual a da China. A coisa então ganhou o nome de “Síndrome Respiratória do Oriente Médio” mas também não “pegava de uma pessoa pra outra” de forma preocupante.

Pois bem, isso dito, voltemos ao artigo do tal Jornal Oriental..dizem os caras com nomes de terroristas em 2013 (lembrem: 2013! A gente está em 2020):

“A prioridade atual é monitorar infecções por coronavírus buscando evidência de transmissão de pessoa para pessoa. Esperar o inesperado vai ser o PILAR da visão da Organização Mundial de Saúde para segurança MUNDIAL em termos de Saúde Pública. Também vai ser um teste para toda comunidade de saúde pública mundial em termos de resposta a essa Nova Doença Infecciosa. A comunidade precisa entender o risco para saúde pública associado com esse vírus”.

Agora o bicho “aprendeu” a pular com grande eficiência de pessoa para pessoa e provocar a tal COVID-19.

Mesmo com nome de terrorista, os caras do Jornal Oriental avisaram, em 2013, que a coisa podia acontecer. Agora ela aconteceu. Só isso..Ah! Eu já estava esquecendo: Não! Não tem remédio que "controla" o vírus...não é como HIV, não! Não tem tratamento!

Porto Alegre, 9 de março de 2020.

Slaviero, Ribeiro e Pepe lideram corrida eleitoral em Caxias, diz enquete da StrawPoll

Conforme enquete feita no site StrawPoll, que não serve como pesquisa eleitoral, haveria segundo turno entre o empresário Marcelo Slaviero filiado ao NOVO e o ex-deputado estadual Vinícius Ribeiro do DEM.

A enquete de cinco dias terminou com os seguintes dados:

Cenário 01: Todos os pré-candidatos

1° - Marcelo Slaviero (NOVO) - 18,55%
2° - Vinicius Ribeiro (DEM) - 15,91%
3° - Pepe Vargas (PT) - 9,50%
4° - Nelson D'Arrigo (PATRI) - 8,91%
5° - Alberto Meneguzzi (PSB) - 8,80%
6° - Adiló Didomenico (PTB) - 8,03%
7° - Édson Néspolo (PDT) - 7,74%
8° - Antônio Feldmann (PODE) - 5,53%
9° - Carlos Búrigo (MDB) - 5,17%
10° - Maria Helena Sartori (MDB) - 3,41%
11° - Neri, O Carteiro (SDD) - 3,03%
12° - Júlio César Freitas da Rosa (PRB) - 2,99%
13° - Vanius Corte (PCdoB) - 1,34%
14° - Renato Nunes (PL) - 0,63%
15° - Marcos Daneluz (PT) - 0,46%

Considerando as somas dos votos de Daneluz para Pepe e de Maria Helena para Búrigo, seguiria para este cenário:

Cenário 02 - Unindo os votos dos dois candidatos do PT e dos dois do MDB:

1° - Marcelo Slaviero (NOVO) - 18,55%
2° - Vinicius Ribeiro (DEM) - 15,91%
3° - Pepe Vargas (PT) - 9,96%
4° - Nelson D'Arrigo (PATRI) - 8,91%
5° - Alberto Meneguzzi (PSB) - 8,80%
6° - Carlos Búrigo (MDB) - 8,58%
7° - Adiló Didomenico (PTB) - 8,03%
8° - Édson Néspolo (PDT) - 7,74%
9° - Antônio Feldmann (PODE) - 5,53%
10° - Neri, O Carteiro (SDD) - 3,03%
11° - Júlio César Freitas da Rosa (PRB) - 2,99%
12° - Vanius Corte (PCdoB) - 1,34%
13° - Renato Nunes (PL) - 0,63%

Lembrando que é apenas uma enquete e não há valor de pesquisa eleitoral.

Alon Feuerwerker - A noiva embelezou-se, mas o noivo está demorando a entrar pela porta

A política econômica de Jair Bolsonaro não mostra resultados brilhantes e suas premissas estão sendo questionadas. A saída de recursos externos da Bolsa bate recordes e o investimento privado continua muito abaixo do necessário para impulsionar a atividade, e portanto o emprego. E este é uma variável que pode fazer andar ou desandar o humor da galera. Diante do problema, o governo foge para adiante. Chama a rua.

Na teoria as reformas já realizadas e a queda dos juros da dívida pública deveriam atrair investimentos e estimular o consumo. Na prática ou não está acontecendo ou vai indo muito devagar.

Responsabilizar o Congresso pela pasmaceira econômica é moleza, no país em que o senso comum foi envenenado pela mistificação de que tudo é culpa “dos políticos”. Será? Desde o impeachment de Dilma Rousseff o Legislativo entregou aos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro os três pilares mais pedidos: o teto de gastos, a mudança nas leis trabalhistas e, principalmente, a reforma da previdência com o exigido 1 trilhão de economia em dez anos.

Aparentemente a noiva (o governo) embelezou-se para o casamento mas o noivo (o capital) está demorando para aparecer na porta. E o público começa a desconfiar. A orquestra e os cantores precisam caprichar para não deixar a peteca cair. Claro que se for dado tempo suficiente é provável que a noiva chegue. Mas na política o tempo é uma variável fora do controle dos economistas, está mais na alçada dos políticos.

E há o imprevisível, sempre muito difícil de prever. O novo coronavírus não parece ser ainda uma gripe espanhola, mas tampouco é um surtozinho de gripe comum. E traz com ele a desaceleração dos negócios pelo mundo. A China pelo jeito conseguiu estancar a expansão interna do contágio, mas o vírus e junto o breque nos negócios vão firmes para cobrir o planeta. Fingir que não é grave ajuda no discurso, mas os fatos, sempre eles, são teimosos.

O horizonte econômico não parece bom. E o governo dá sinais de enveredar para justificativas exóticas, como o “PIB privado”, e o apelo à mobilização da base. É sempre uma saída, mas talvez a correlação de forças atual não ajude. O dia 15 será puramente bolsonarista, e mesmo se mostrar alguma força exibirá junto algum isolamento. E já foi notado semana passada: uma vez desencadeada a dinâmica de rua é bobagem achar que tudo estará 100% sob controle.

O governo Jair Bolsonaro nunca teve obstáculos políticos reais. Como previsto, eles começam a aparecer na economia. Em vez de tentar resolver o governo cria problemas também na política. Se der certo será o caso de reescrever todos os manuais.
*
A pouca paciência para a negociação política tem seu charme, mas também tem custo. O rompimento do presidente da República com o PSL está se mostrando algo assim não tão brilhante.

A Aliança pelo Brasil vai num ritmo muito abaixo do que previam seus inspiradores, articuladores e operadores. A eleição de 2020 já era. Talvez seja algo precipitado dizer, mas na velocidade que vai é bom o pessoal acender a luz amarela para 2022.

Alon Feuerwerker (+55 61 9 8161-9394)

Artigo, Fábio Jacques - A Fake News da CPMI.

Manter-se-á viva por aparelhos por mais 90 dias a ridícula, inútil, dispendiosa e eminentemente tendenciosa CPMI das Fake News. Foi a decisão do Davi Alcolumbre em resposta a um pedido do pornodeputado Alexandre Frota.
Esta CPMI tem um só propósito: provar que Bolsonaro, a partir de um suposto “Gabinete do Ódio”, disparou mensagens que fizeram com que Fernando Haddad fosse derrotado nas urnas. Até agora só foi descoberto que quem fez grandes disparos foram Fernando Haddad, Rui Falcão e Henrique Meirelles. Da parte de Bolsonaro apenas o envio de algumas centenas de mensagem a endereços de colaboradores comunicando a mudança do telefone.
A esquerda raivosa já não tem o que dizer ou perguntar. Rui Falcão que ficou espantado quando Hans River afirmou que tinha feito disparos para ele, - “para mim?” – chamando-o de mentiroso, hoje justifica que fez os disparos porque era legal e anda sempre munido de documentos que provam que Hans River disse a verdade e que por isso deve ser condenado.
Nem vou falar da Patrícia Campos Mello, pseudo jornalista que inventou a maior Fake News contra Bolsonaro e alguns empresários que teriam investido 12 milhões de Reais em disparos que não existiram, ou da Petra Costa que criou em sua mente conturbada, a notícia de que Haddad e Manuela d’Ávila tinham selado um pacto com o diabo. Deve ter confundido os personagens diabo e Lula, o que no fim dá praticamente no mesmo.
Agora a grande questão:
Como é que se pode fazer uma grande investigação como é o caso da CPMI sem um objeto de investigação?
Até agora a ciranda toda girou em torno do “Gabinete do Ódio”, agora também do site “Bolsofeios”, mas a Fake News não apareceu em momento algum.
Onde está a Fake News? Onde está a mensagem falsa? Qual é esta terrível mensagem?
Não vi, em nenhuma das reuniões a que assisti, ser apresentada, por exemplo, uma mensagem como a conclamada pela Petra Costa:
“De repente, o PT começou a receber mensagens do tipo: ‘Isso é verdade?’ E as perguntas eram é verdade que a vice-presidente do Haddad está fazendo rituais satânicos? É verdade que ela tem um bebê demônio? Coisas desse nível de surrealismo e que muitos brasileiros acreditaram”.
A coisa toda se torna fácil, extremamente fácil, se for apresentada a postagem deste descalabro. Basta rastrear o endereço do emissor e pegá-lo com a boca na botija. Mas onde está a postagem? Alguém recebeu?
É impossível que as milhões de mensagens disseminadas pelo “Gabinete do Ódio”, pelos “Bolsofeios” ou pelos 12 milhões de Reais descobertos pela Patrícia Campos Mello não tenham chegado ao endereço de nenhum petista fiel ou nenhum dos membros de seus puxadinhos?
Seria simplesmente fantástica a operação cirúrgica que disseminou milhões de mensagens via internet somente para aquelas pessoas que poderiam se impressionar com esta balela demoníaca e mudar seu voto nas vésperas das eleições e que tenha convencido absolutamente todas a ponto de nenhuma se revoltar e enviar pelo menos uma cópia para a CPMI. Todas guardaram silêncio sepulcral? Incrível!
A CPMI esquerdopata quer condenar o mensageiro sem nem ao menos saber qual é a mensagem ou se ela realmente existiu.
Mas, afinal, o que importa a mensagem se o objetivo é derrubar o governo eleito democraticamente? Para isto qualquer iniciativa é válida.
Fabio Jacques.

Renato Sant'Ana - Mulheres derrubando preconceitos

        Num único dia deste março de 2020, ocorreram dois casos em Porto Alegre que derrubam ideias consagradas e desafiam a compreensão.
          No primeiro, um homem, que não aceita a separação de uma mulher por vontade dela, mandou espancar a ex-companheira e sua filha de 17 anos. E quem fez o trabalho sujo? Aí está o mais chocante: o espancamento foi realizado por um grupo de mulheres.
          No segundo, uma mulher de 21 anos estabeleceu um relacionamento com um homem de 27, assumindo as duas filhas dele, que foram abandonadas pela mãe, que sumiu no mundo. Transcorridos dois anos, a desaparecida voltou e quis levar as crianças, que estão sob a guarda formal do pai. E, junto com outras duas mulheres, espancou a "madrasta".
          Nos dois casos, os agentes da violência são mulheres, vitimando outras mulheres. Pior, isso nada tem de extraordinário, mas ocorre todos os dias. E derruba um preconceito maniqueísta: o de que homens são agressivos e maus e mulheres são frágeis e boas.
          Vale um silogismo: o ser humano propende ao abuso; a mulher é um ser humano; logo, a mulher propende ao abuso.
          Para quem tem honestidade intelectual parece óbvio. Num ato abusivo, há duas partes em condições que podem ser meramente circunstanciais ou permanentes. Uma é a que está em posição de vantagem e abusa. A outra é a que está em posição de inferioridade e sofre o abuso.
          Figurar em qualquer dos polos da relação abusiva não depende de sexo, idade, religião, condição econômica, opção política ou grau de instrução. Assim, uma mulher, que é o tema aqui, pode ser abusiva com um homem, uma criança, um idoso e até com outra mulher.
          Mas, dá para negar que há mais mulheres vitimadas por homens que homens vitimados por mulheres? É inegável! E a diferença radica na vantagem física, basicamente, o que deu causa, no curso da história, a uma condição de subalternidade de direitos e de funções sociais da mulher.
          Mas é fato que, para o bem de todos, houve profundas mudanças sobretudo nos últimos 70 anos. Há mulheres, hoje, brilhando no mundo empresarial e atuando com destaque no ambiente jurídico, acadêmico e político. E não foi usando uma carteirinha de vítima para receber tutela estatal que elas chegaram lá, mas tendo coragem, iniciativa e dedicação.
          Claro, subsistem ainda aquelas que, sem perceber como se apequenam as suas vidas, buscam "ganho secundário" no vitimismo, deixando-se seduzir por um discurso que só valoriza a vítima e lhe promete um estatuto e, no mesmo pacote, promete uma tutela especial.
          E quem articula esse discurso? Ora, quem conhece os ditos "movimentos sociais" ou famigerados "coletivos" compreende-o muito bem. A agenda social da mulher foi roubada para fins ideológicos que não atendem os seus genuínos interesses, mas estão a serviço de um projeto de poder.
          Como tática de manipulação, esse direcionamento ideológico explora o egoísmo próprio da condição humana, isentando de responsabilidade pessoas do sexo feminino, outorgando-lhes certo "direito de abuso": é o que chamam de "empoderamento da mulher".
          E um caos planejado não se deu só porque são muitas as mulheres que, nada tendo de tontas, não se deixaram arrebanhar por pastores ideológicos. Aliás, é delas que se espera uma reação ativa em defesa do feminino e de repúdio ao referido discurso, entre cujos efeitos está a crescente participação de mulheres em atos violentos.
          Que elas digam aquilo que "feminazis" e degenerados em geral querem ignorar, ou seja, que é pela convivência harmônica entre o masculino e o feminino que a sociedade pode alcançar o desejável bem-estar, somente possível com liberdade, abundância, disciplina e respeito.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail: sentinela.rs@uol.com.br

Não foi acordão

A jornalista Kendra Chihaya, que é especialista em Gestão da Comunicação Pública e Empresarial, tudo com ênfase em Comunicação Integrada de Marketing, produziu o texto a seguir, que busca explicar que não houve acordão no envio dos três projetos-de-lei que tratam da execução orçamentária, recebido pelo Congresso como contraprtida à decisão dos parlamentares de aceitarem o chamado veto 52, aquele que impediu a entrega de R$ 30 bilhões da administração federal para deputados e senadores.

Leia (o material está no Facebook de Kendra Chiaya):

⚠NÃO FOI ACORDÃO‼
⚡ Compreenda o q significa os 3 projetos de leis enviados pelo Governo ao Congresso Nacional, p/garantir o VETO 52. Foi uma jogada de Mestre, possível apenas com nossa pressão.Caso contrário, os 30 BI ficariam c/Maia.
#EuApoioBolsonaro

2) Um dos textos (PLN 3/20) altera o identificador de resultado primário de R$ 9,599 bilhões em emendas apresentadas pelo relator-geral, para apenas 2 Bilhões c/necessidade determinado pelo executivo e outros 6 BI passaram diretamente em crédito para o MINISTÉRIO DA SAÚDE.

3) Os outros dois textos encaminhados pelo governo Bolsonaro modificam a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 vinculando a liberação das emendas impositivas constitucionais à redução dos déficits fiscais primários e previdenciários de acordo com a política fiscal do Gov.

⚡ 4) Se os déficits fiscais não forem reduzidos, ñ serão liberadas verbas para as emendas. E o valor liberado para as emendas será realizado de acordo com as prioridades definidas pelo Executivo, vinculado ao percentual da meta que forem atingidas.
#EuApoioBolsonaro

⚡5) A outra proposta (PLN 2/20) altera a LDO com objetivo de estabelecer regras p/o Cumprimento da Emenda Constitucional 100 e 102 q tratam das emendas parlamentares impositivas e a divisão com estados e municípios dos recursos do leilão do pré-sal.
#EuApoioBolsonaro

⚡6) Assim, os deputados ficarão com 15 Bi de emendas, não 30 Bi, porém, aí está o pulo do gato. Estes 15 Bi não sairão diretamente da LDO, mas, estão vinculados ao sucesso do Leilão das Cotas do pré-sal e da obtenção da meta de déficit primário de acordo com a política fiscal.

⚡7) Esta vinculação faz com que o Congresso pare de jogar contr o governo e comece a ajudar que as políticas fiscais e econômicas do governo sejam alcançados, pois, se o GOVERNO não  tiver sucesso, eles não terão NADA para dividir de verba de emendas.
#EuApoioBolsonaro

⚡8) Assim, diferentemente do q está sendo divulgado, o GOVERNO  não abriu mão simplesmente de 15 BI, num acordão para a manutenção do veto 52. Pelo contrário, ele recuperou os 15 BI e está vinculando a liberação de 15 BI de emendas ao legislativo, à obtenção de objetivos do GOV.

⚡ 9) Nós Obtivemos uma IMENSA VITÓRIA. Fizemos com que Maia e Alcolumbre recuassem em suas pretensões e se comprometam a ajudar no sucesso das políticas econômicas e fiscais do Governo. Além disso, mantendo o VETO 52.
Parabéns a TODOS!!!
#EUAPOIOBOLSONARO

⚡ 10) De sobra, @jairbolsonaro conseguiu MINAR o projeto de impor o PARLAMENRARISMO BRANCO de Maia e Alcolumbre. Pois, será de interesse dos parlamentares que o Governo tenha êxito em seu plano econômico. Por isso, a ESQUERDA espuma agora no plenário exigindo a derrubada do veto