Análise dos economistas do Bradesco, hoje.

  Copom reconhece que cenário continua apresentando incertezas, o que prescreve, “neste momento”, estímulo extraordinariamente elevado. Conforme esperado, o BC manteve a taxa Selic inalterada em 2,00% a.a., por unanimidade. A novidade ficou por conta da comunicação do colegiado, inclusive com a menção ao “neste momento”. No cenário global, o BC reconhece os desafios de curto prazo impostos pelo avanço da pandemia, mas acredita que a recuperação da economia global será “sólida” no médio prazo, favorecida pelo início da vacinação e novos estímulos fiscais em vários países. No que tange à economia doméstica, o Comitê aponta as surpresas positivas com os dados de atividade econômica, mas aponta que tal perspectiva não contempla “os possíveis efeitos” do recente número de casos de Covid-19. Ao mesmo tempo, o BC reconhece a pressão inflacionária recente, mas mantém o diagnóstico de choques temporários, ainda que estejam sendo “mais persistentes do que o esperado” e que os núcleos de inflação estão acima dos níveis compatíveis com a meta. Houve nova atualização no cenário de inflação: as projeções para 2021, 2022 estão, no cenário base do Copom, em 3,6% e 3,4%, respectivamente, considerando Selic de 3,25% e de 4,75% nos dois anos. As metas para esses dois anos são de 3,75% e 3,50%. É importante destacar que o comunicado enfatizou o horizonte de 2022, já nesta reunião. 


o Ao voltar para a análise usual do balanço de riscos para a inflação, retirada do forward guidance na comunicação do Copom não implica uma alta iminente da Selic. O BC retirou a sinalização de manutenção do juro estável por bastante tempo, argumentando que duas das três condições para essa sinalização não mais estão válidas: aumento das expectativas de inflação e projeções de inflação “suficientemente próximas da meta de inflação para o horizonte relevante”.  Contudo, como mencionado em discursos recentes de membros do Copom, o comunicado enfatiza que a condução da política monetária seguirá, doravante, a análise usual do balanço de riscos e que a retirada do forward guidance não implica “mecanicamente uma elevação da taxa de juros”. Continuamos avaliando que o BC manterá a Selic estável na próxima reunião, iniciando um ciclo de normalização nos próximos meses, levando a Selic a 4,0% no final deste ano. 


Carta integral

 Um grupo de 25 cientistas que defende o uso da hidroxicloroquina nas fases iniciais da Covid-19 escreveu uma segunda carta em defesa do uso da substância contra o que eles chamam de "pseudocientistas", pesquisadores que estariam deturpando a ciência por motivos pessoais e políticos - no caso, para atingir o governo federal. No documento, eles lembram que não existem pesquisas definitivas sobre nenhum medicamento que está sendo usado contra a doença; que não há provas de que hidroxicloroquina funciona, mas que ela tem se mostrado em todo o mundo tão ou mais eficaz do que outros remédios, e que os efeitos colaterais são mínimos se usada na dose correta. A carta foi escrita por Marcos Eberlin, doutor em Química e professor da Universidade Mackenzie, com 25 mil citações em pesquisas. Os outros signatários da carta são citados 44 mil vezes em artigos científicos.


"Nessa pandemia, o termo “ciência” tem sido utilizado 'ad nauseam'. Repetem a exaustão: 'Ciência, ciência, ciência', eu sou 'pró-ciência', e 'por ela, nela e para ela' me guio e atuo. 'Eu, portanto, estou certo, coberto de razão'. É nítida aqui a intenção de conduzir-nos todos à ideia de decisões alicerçadas em algo inquestionável e infalível, tão científico com uma lei, como a lei da gravidade".


Depois de citar que países como EUA, Espanha, França, Itália, Índia, Israel, Rússia e Senegal estão usando a hidroxicloroquina no combate à Covid-19, em conjunto com outras substâncias, estudando livremente qual seria a melhor solução para tratar da doença, os cientistas citam docentes e pesquisadores que, ao criticar o uso da hidroxicloroquina, estariam usando "a ciência para defender sua opinião, seu bolso, ou sua paixão".


"Indignado, ouço todos os dias prefeitos e governadores afirmando, a plenos pulmões, que 'seguem a ciência'. Presidentes de conselhos e alguns de seus conselheiros, e de academias, e reitores em seus gabinetes escrevem cartas em nome de toda a sua comunidade, como se fosse uma posição de todos, consensual. Nada mais falso. Seguem a ciência? Seguem nada! Seguem a ala da ciência que gostam, e os cientistas que do seu lado eles escolheram colocar. Desprezam a outra ala da ciência, pois há também centenas de cientistas e artigos que se opõe às suas posições e medidas".


Na carta, eles fazem uma crítica dura a um estudo de Manaus, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA).


"Nesse estudo, cientistas usaram, o manuscrito revela, doses letais em pacientes debilitados, muitos em estados grave e com comorbidades. O perfil do grupo parece não ter sido 'randomizado', pois nota-se uma nítida 'preferência' no grupo da ALTA DOSE por fatores de risco. Usou-se cloroquina, mais tóxica, e parece que cometeram 'erros infantis' até em cálculos simples de estequiometria, dobrando com o erro a dosagem. Não sei julgar intenções, a justiça julgará. O ex-ministro Mandetta citava esse estudo, o apoiou, e com base nele declarava categoricamente: 'Não aprovo a cloroquina pois me baseio em ciência, ciência, ciência!'".



No final, os cientistas reiteram que não há estudos definitivos sobre o uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, mas, como no caso de outros remédios, reforçam que experiências bem-sucedidas que devem ser levadas em conta. Citando ainda, que nas doses usadas há 40 anos pelos usuários desse medicamento, os efeitos colaterais são mínimos.


"Se há então dúvida, pela 'ciência', e uma possibilidade plausível é a cura, com a HCQ, e se a droga é barata, quase de graça, disponível e distribuída por vários laboratórios no Brasil (Cristália, Apsen, EMS, Forças Armadas, Sanofi-Aventis), e se ela apresenta efeitos colaterais mínimos em dosagem agudas de só 5 dias (muitos tomam a droga diariamente por anos), como todo o fármaco (vide a aspirina e o paracetamol), e se o réu corre ou pode correr maior risco de vida, se não medicado, então PRÓ-VIDA!"


Nessa pandemia, o termo “ciência” tem sido utilizado “ad nauseam”. Repetem a exaustão: “Ciência, ciência, ciência”, eu sou “pró-ciência”, e “por ela, nela e para ela” me guio e atuo. “Eu, portanto, estou certo, coberto de razão”. É nítida aqui a intenção de conduzir-nos todos à ideia de decisões alicerçadas em algo inquestionável e infalível, tão científico com uma lei, como a lei da gravidade.


Grupos de “experts da ciência” ou famosos cientistas do YouTube, muito deles “mirins”, alguns com mínima ou nenhuma experiência em combates de pandemias, são selecionados pelo establishment e pela mídia para dar um “verniz científico” para o isolamento social e a condenação da hidroxicloroquina (HCQ) como uma droga ineficaz; pior, mortal.


Simulações desastrosas apocalípticas do “Imperial College” – esse nome pomposo que nos remete à ideia de um centro de excelência e saber infalível, onipotente e inquestionável, um “Colégio Imperial” – são usadas para colocar todo mundo em casa, e para então comparar dados como sendo a referência absoluta da verdade. “Algo fizemos e por isso, esse tanto de óbitos reduzimos. Salve a “ciência”!


Mas que “ciência” seria essa para qual apelam? E quem, em nome dessa “ciência”, estaria autorizado a falar? Ciência (sei que há controvérsias, pois cientistas divergem até sobre o seu significado) é “a busca desapaixonada pela verdade sobre o Universo e a vida”. Mas por ironia, buscamos verdades que nem sequer sabemos como essas verdades seriam, ou onde estariam. Por isso, às vezes, por ironia, mesmo quando cientistas acham uma verdade de fato verdadeira, duvidam até de tê-la achado. Ziguezagamos literalmente no escuro em busca de soluções para os nossos problemas. Por isso, falamos às vezes que: “comer ovos é ruim, aumenta o colesterol; às vezes que é bom, coma à vontade”.


Richard Feymann assim a classificou: “A ciência é a cultura da dúvida”. E eu acrescento, “ciência é a cultura do embate, da divergência de opiniões”.



Raras são as situações em que alcançamos consenso em ciência, mesmo que provisório. Uns defendem o “Big Bang” e a evolução, outros os questionam, entre eles, eu. Uns com dados defendem o papel central do homem no aquecimento global, outros afirmam com os mesmos dados que é irrelevante. Cientistas são seres, portanto, céticos e questionadores que podem e devem sim falar por si, como cientistas que são, mas NUNCA UM CIENTISTA OU UM GRUPO DELES PODE SE DECLARAR AUTORIZADO A FALAR EM “NOME DA CIÊNCIA!”


Ninguém, absolutamente ninguém está autorizado a falar pela ciência ou declarar que por ela é “guiado”! Em tempos de pandemia, essa impossibilidade é maior ainda, pois enfrentamos um inimigo ainda pouco conhecido. Dados ainda estão sendo coletados, e as pesquisas são feitas por cientistas divididos por suas cosmovisões e preferências políticas e partidárias.


Quem disse que agiu em nome da ciência, desonestamente usurpou o prestígio dela. Pois que tipo de “ciência” foi essa, unânime e consensual, que dela ninguém nunca ouviu falar? Poderiam me passar seu endereço para com ela seu consentimento eu confirmar? Telefone, e-mail, WhatsApp?


Quanto à hidroxicloroquina (HCQ), o embate científico inevitável entre teses fica nítido quando cientistas renomados por todo o mundo e no Brasil, como o virologista Paolo Zanotto (com 7,4 mil citações científicas) e os médicos Didier Raoult (com 148 mil citações), Philip M. Carlucci e Vladimir Zelenko, defendem seu uso baseados em estudos e artigos, enquanto outros, também renomados e baseados nos mesmos e em outros estudos e artigos, a condenam. Inúmeros países como EUA, Espanha, França, Itália, Índia, Israel, Rússia e Senegal usam o fármaco no combate à covid-19, enquanto outros eximem-se em utilizá-lo como uma das estratégias para contenção da pandemia, apostando em táticas também controversas.


Quem fala então aqui em nome da “ciência”? Qual grupo tem o monopólio da razão e a autorização exclusiva de ser da “ciência” seu porta-voz? Cadê a autorização?



Escolha uma opinião, e baseie nela sua estratégia, tudo bem, mas não cometa o sacrilégio de proteger sua decisão e correr o risco de manchar com ela o “manto sagrado da ciência”.


Indignado, ouço todos os dias prefeitos e governadores afirmando, a plenos pulmões, que “seguem a ciência”. Presidentes de conselhos e alguns de seus conselheiros, e de academias, e reitores em seus gabinetes escrevem cartas em nome de toda a sua comunidade, como se fosse uma posição de todos, consensual. Nada mais falso.


Seguem a ciência? Seguem nada! Seguem a ala da ciência que gostam, e os cientistas que do seu lado eles escolheram colocar. Desprezam a outra ala da ciência, pois há também centenas de cientistas e artigos que se opõe às suas posições e medidas.


Pior, cientistas não são anjos. Cientista é gente, e gente tem gostos e desgostos, paixões e opiniões político-partidárias. Ou não teriam? Há muitos cientistas, portanto, que fazem o bem sem olhar para quem, conheço e admiro muitos. Mas há pseudocientistas que usam a ciência para defender sua opinião, seu bolso, ou sua paixão. Cientistas trabalharam e ainda trabalham com afinco e desprendimento para contribuir para o bem da humanidade, muitos dos quais estão hoje em laboratórios, arriscando suas vidas para desenvolver novos métodos de detecção do coronavírus, drogas e vacinas, quando poderiam ficar em casa. Mas, para ilustrar, conheço cientistas que publicaram artigos, uns até na “Science” ou na “Nature”, com dados fabricados de madrugada, outros que retiraram pontos de suas curvas, e outras estratégias afins. Muitos cientistas estavam ao lado de Hitler, ou não estavam? Agiram eles em nome da “ciência”? Outros desenvolveram bombas atômicas. Outros desenvolvem ainda hoje armas químicas e biológicas e drogas ilícitas, de design.


O trabalho de Manaus com a cloroquina (CQ) publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) (1) é emblemático nessa discussão de “ciência”. Cientistas lá usaram, o manuscrito revela, doses letais em pacientes debilitados, muitos em estados grave e com comorbidades. O perfil do grupo parece não ter sido “randomizado”, pois nota-se uma nítida “preferência” no grupo da ALTA DOSE por fatores de risco. Usou-se cloroquina, mais tóxica, e parece que cometeram “erros infantis” até em cálculos simples de estequiometria, dobrando com o erro a dosagem. Não sei julgar intenções, a justiça julgará. O ex-ministro Mandetta citava esse estudo, o apoiou, e com base nele declarava categoricamente: “Não aprovo a cloroquina pois me baseio em “ciência, ciência, ciência”!



Outro estudo publicado por pesquisadores chineses no British Medical Journal (BMJ) e que ainda é insistentemente usado contra a HCQ foi também no mínimo revoltante (2). Nele os autores declaram: “administramos 1.200 mg por 3 dias, seguido de 800 mg por 12 a 21 dias, em pacientes com sintomas de moderado a severo”. Ou seja, administraram um “caminhão” da droga que poderia chegar no final ao absurdo de 20 gramas, e deram tarde demais (deve-se administrar a HCQ nos primeiros sintomas ou até antes). E pior, superdosagem de HCQ ou qualquer outra droga para casos severos é venenoso. O que você achou, foi boa ciência? A dosagem recomendada desde ontem (20/05/2020), pelo Ministério da Saúde, para sintomas leves é de 2 vezes 400 mg no primeiro dia (de 12h em 12h) e 400 mg por 5 dias num total de 2,8 gramas.


Em outros estudos publicados, também nessas revistas de renome internacional como The New England Journal of Medicine, JAMA e BMJ (3-5), mais uma vez nota-se claramente “problemas”, pois ou os pacientes foram randomizados de maneira irregular, colocando-se nos grupos pacientes mais graves e hipoxêmicos, ou mais homens (quase 3 vezes mais mortais por covid que mulheres), ou mais negros (nos USA negros apresentam maior mortalidade) e mais fumantes, e onde a maioria das mortes ocorreu nos primeiros dias dos estudos (sinais que foram de pacientes graves, que nessa fase seriam mais “intoxicados” do que “tratados” com a HCQ), ou administraram a HCQ sozinha, quando se sabe que é preciso associá-la pelo menos à azitromicina. Um desses estudos (5) administrou a HCQ apenas no décimo sexto dia de sintomas (para tratamento realmente precoce, deve-se iniciar administração da HCQ até o quinto dia), ou seja, já no fim da doença, quando o remédio pouco ou nada pode fazer.


Esses trabalhos indicam que ou esqueceram como se faz “ciência” ou que há um enorme esforço para provar que a HCQ não funciona, custe o que custar. Como alguém ou até Conselhos e Academias de Medicina podem citar tais trabalhos como a “ciência” de suas decisões? Como?


Na contramão, o estudo publicado e hoje já com mais de 3 mil pacientes testados, e realizado pelo Dr. Didier Raoult na França (6), usando a dosagem correta e na hora certa, com uma baixíssima taxa de mortalidade (0.4%), e a experiência clínica da Prevent Senior no Brasil, também bastante alentadora, são desqualificados com argumentos deveras “fúteis” como: “Didier Raoult é um pesquisador polêmico e indigno de crédito”, “Na Prevent não tinham certeza do diagnóstico” (mas quase nenhum internado com sintomas claros de COVID morreu), “efeito placebo” (que poder sobrenatural da indução de nossa mente que reduz de 40% para zero a mortalidade, eu quero este placebo!), “estudo feito por plano de saúde” (esses eu não duvido que queiram salvar vidas, pois sobretudo são seus clientes, que pagam suas contas), e efemeridades afins.


Posto em meu Facebook, quase que diariamente, trabalhos, estudos e relatos incríveis a favor da HCQ. Muitos comigo se solidarizam, mas alguns são veemente contrários, e me confrontam com argumentos tipo: “como pode um cientista de seu gabarito perder seu prestígio para defender esse presidente?”. Alguns eu conheço pessoalmente, outros pesquiso em seus perfis. Pode existir, eu sei, mas não encontrei sequer um desses amigos até agora que não seja de esquerda, combata o atual presidente do Brasil e, via de regra, não seja favorável ao desastrado #FiqueEmCasa.



Mas a pergunta mais importante creio que seria esta: estamos absolutamente certos pela “ciência” que a HCQ é eficiente e salva vidas? Creio que não. A chance é alta, mas certo nenhum cientista está. Daqui há alguns anos, talvez. Estamos absolutamente certos hoje que a HCQ não salva? Claro que não, ninguém honestamente está. Quero, portanto, deixar a “ciência da dúvida” de lado, pois cientistas divergem, e apelar para outra área: o direito. Inclusive, remeteram a questão até para lá, para que juízes julguem com base na “ciência”. Basta saber quem por ela falará. Mas há, em Direito, um princípio, esse inquestionável e consensual, que deveria ser usado para definir o dilema:


“In dubio pro reo”. Ou seja, na dúvida, favorecimento ou absolvição do réu (no caso a HCQ).


Se há então dúvida, pela “ciência”, e uma possibilidade plausível é a cura, com a HCQ, e se a droga é barata, quase de graça, disponível e distribuída por vários laboratórios no Brasil (Cristália, Apsen, EMS, Forças Armadas, Sanofi-Aventis), e se ela apresenta efeitos colaterais mínimos em dosagem agudas de só 5 dias (muitos tomam a droga diariamente por anos), como todo o fármaco (vide a aspirina e o paracetamol), e se o réu corre ou pode correr maior risco de vida, se não medicado, então PRÓ-VIDA!


QUE TODOS, ABSOLUTAMENTE TODOS OS BRASILEIROS QUE ASSIM DESEJEM, TENHAM O DIREITO DE SER TRATADOS COM A HCQ.


Decisão jurídica justa. E ponto final.


Isso sim é ciência, não a “ciência” que eu gosto ou a que usurpam por aí, mas a “ciência” que temos aqui e agora, baseada nos fatos de hoje, na razão.


Por fim, lembremos todos que diante da uma doença nova e da sua progressão extremamente veloz nos mais debilitados com complicações gravíssimas, e de tantas incertezas no diagnóstico, e por tratarmos não papéis nem exames, mas PESSOAS, faz-se imperativo ao médico decidir no olho a olho com seus pacientes, invocando não a “ciência” de alguns, mas a bússola valorosa da medicina que salva vidas desde os primórdios da medicina: “A CLÍNICA É SOBERANA!”


Prof. Marcos N. Eberlin

Email: mneberlin@gmail.com


Amilcar Baiardi, Universidade Católica de Salvador – UCSAL, 2,5 mil citações

Bento João da Graça Azevedo Abreu, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 77 citações

Carlos Adriano Ferraz, Universidade Federal de Pelotas – UFPel, 8,7 mil citações

Donato Alexandre Gomes Aranda, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 3,6 mil citações

Elvis S. Böes, Instituto Federal de Brasília, 686 citações

Esteban Lopez Moreno, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 302 citações

Heloísa Candia Hollnagel, Universidade Federal de São Paulo

Jaime Henrique Amorim, Universidade Federal do Oeste da Bahia, 407 citações

José Roberto Gomes Rodrigues, Universidade do Estado da Bahia

Kin Shung Hwang, sem afiliação

Laércio Fidelis Dias, Universidade Estadual Paulista 288 – UNESP, 125 citações

Leonardo Vizeu Figueiredo, Universidade Federal Fluminense – UFF, 280 citações

Luciano Dias Azevedo, médico anestesiologista, CRM 104.119 SP

Marcelo Henrique Napimoga, sem afiliação, 3,8 mil citações

Marcelo Hermes Lima, Universidade de Brasília, 6,3 mil citações

Marcos N. Eberlin, Universidade Presbiteriana Mackenzie, 25,2 mil citações

Ney Rômulo de Oliveira Paula, Universidade Federal do Piauí, 150 citações

Pablo Christiano Barboza Lollo, Universidade Federal da Grande Dourados, 1,1 mil citações

Pedro Jorge Zany P. M. Caldeira, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, 65 citações

Paulo Roberto Ferreira Louzada Junior, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 3,1 mil citações

Peterson Dayan Machado Goncalves, Instituto de Educação Superior de Brasília

Rafael Jose de Menezes, Universidade Católica de Pernambuco

Rodrigo Caiado de Lamare, PUC-RJ e University of York, 11,5 mil citações

Rosivaldo dos Santos Borges, Universidade Federal do Pará, 761 citações

Rui Seabra Ferreira Junior, Universidade Estadual Paulista – UNESP, 1,3 mil citações


(Os pesquisadores que assinam a carta somam mais de 69 mil citações.)

Meu carro foi recolhido por não ter pago R$ 5,23 de resíduo de Dpvat que nem existia

Não tem explicação uma coisa dessas: em plena sexta-feira saindo em férias rumo ao litoral, já entrando na estrada do mar, um policial da Brigada Militar pede pra eu parar e solicita meus documentos. Prontamente entreguei. Pediu que eu esperasse e voltou dizendo que meu IPVA de 2020 não estava completamente pago, embora o de 2021 já estivesse quitado. Argumentei dizendo que pago antecipado em dezembro e tinha pago o valor total. Aí ele disse que estava pago, mas tinha um imposto(DPVAT) que estava em discussão e foi cobrado depois da data do pagamento. Em razão disso teria que recolher meu carro. Eu disse que pagaria ali e pedi o valor. Pasmem, devia: 5 reais e 23 centavos. Me explicou que a lei desse pagamento(5,23 reais) não tinha sido divulgada e infelizmente ele estava fazendo o serviço dele e eu tinha que entregar o carro. Expliquei que estava com a minha filha adolescente no carro, com comida de geladeira, que pagaria os 5,23 reais pelo aplicativo do Banrisul. Mostrei o comprovante e ele disse que a baixa só entraria a meia noite e não podia fazer nada, que o guincho já estava esperando e que o carro ficaria apreendido até segunda-feira. Conclusão: pra retirar o carro, tenho que pagar o guincho e mais três diárias do depósito. Fora meu deslocamento de vinda e ida para buscar o veículo. Nesse meio tempo ele me diz que todos os carros que estavam ali(mais ou menos 6) eram pelo mesmo motivo. Aí vi que tinha uma moça no carro da frente, lendo a lei no inciso 9° que diz: “NÃO CABERÁ REMOÇÃO NOS CASOS EM QUE A IRREGULARIDADE PUDER SER SANADA NO LOCAL DA INFRAÇÃO(Incluído pela lei nº 13.160. de 2015). Mostramos a lei para o pessoal do DETRAN e eles disseram que só se estivessem com a máquina pra receber o pagamento. Conclusão: precisei liberar o carro e só vou poder pegar segunda-feira. Estou aqui alertando vocês para que revisem esse imposto de 2020, na pendência de 5,23 reais, pois assim como eu, outras pessoas desavisadas podem cair nessa “armação”. Só pode ter sido estratégico fazerem isso em plena sexta-feira e o depósito do DETRAN só abrir na segunda-feira. Me expliquem, se o transtorno compensa, se a indignação de todos perante um absurdo desses pode atribuir algum benefício além de arrecadação forçada. Me senti sem ação perante tanta incoerência de propósitos e ver em que rumo desarrumado estamos. Em plena pandemia, com tantas necessidades de saúde e fluxo, me senti invadida e bloqueada no meu direito de ir e vir e transitar com o carro que pago impostos e estou em dia com minhas obrigações de cidadã

Baleia Rossi

 O irmão do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), um dos candidatos da oposição à presidência da Câmara dos Deputados, é acusado de receber ilegalmente R$ 1 milhão em dinheiro vivo da Odebrecht.

O pagamento a Paulo Luciano Tenuto Rossi teria ocorrido durante a campanha eleitoral de 2014 por trabalhos realizados pela produtora Ilha Produção Ltda., que também pertencia a Vanessa da Cunha Rossi, mulher de Baleia. Conhecido como Palu, o irmão do candidato à chefia da Câmara é réu em ação penal eleitoral em São Paulo que investiga o caso desde o ano passado. A informação foi publicada nesta 3ª feira (19.jan.2021) pelo jornal Folha de S.Paulo.

Ele é acusado por corrupção, lavagem de dinheiro e caixa 2 em processo aberto pelo juiz eleitoral Marco Antonio Marins Vargas. Segundo a denúncia apresentada pela Promotoria Eleitoral de São Paulo, a Odebrecht se comprometeu a destinar R$ 6 milhões à campanha de Skaf naquele ano por meio do Departamento de Operações Estruturadas, divisão responsável pelo pagamento de propinas. Do total da quantia oferecida pela empreiteira, R$ 1 milhão teria sigo entregue a Paulo Luciano. A denúncia considera que, por trás do pagamento em espécie, havia a intenção da empreiteira de ter ganhos irregulares com o poder público caso Skaf fosse eleito. O emedebista, no entanto, foi derrotado por Geraldo Alckmin (PSDB) naquele ano. 



Exército responde aos insultos da revista Época, Rede Globo

 Brasília-DF, 18 de janeiro de 2021.

Senhora Ana Clara Costa, Editora-Chefe da Revista Época,

Incumbiu-me o Senhor Comandante do Exército Brasileiro de expressar indignação e o mais veemente

repúdio ao texto de autoria de Luiz Fernando Vianna, publicado nesse veículo de imprensa em 17 de janeiro

de 2021.

A argumentação apresentada pelo articulista revela ignorância histórica e irresponsabilidade, não compatíveis

com o exercício da atividade jornalística. Atribuir a morte de brasileiros a uma Instituição de Estado, cuja

história se confunde com a da própria Nação, nas lutas pela manutenção de sua integridade, caracteriza

comportamento leviano e possivelmente criminoso.

Afirmações dessa natureza, motivadas por sentimento de ódio e pelo desprezo pelos fatos, além de

temerárias, atentam contra a própria liberdade de imprensa, um dos esteios da democracia, pela qual o

Exército combateu nos campos de batalha da II Guerra Mundial e por cuja preservação tem se notabilizado

em missões de paz em todos os continentes.

Cabe ressaltar que, durante a pandemia, o Exército, junto às demais Forças Armadas e a diversas agências,

tem-se empenhado exatamente em preservar vidas.

Para isso, vem empregando seus homens e mulheres por todo o território nacional, particularmente em áreas

inóspitas, onde se constitui na única presença do Estado, realizando atendimentos médicos, aumentando

estoques de sangue por meio de milhares de doações, transportando e entregando medicamentos e

equipamentos, montando instalações, desinfetando áreas públicas, enfim, estendendo a Mão Amiga a uma

sociedade que lhe atribui os mais altos índices de credibilidade.

Por fim, o Exército Brasileiro exige imediata e explícita retratação dessa publicação, de modo a que a Revista

Época afaste qualquer desconfiança de cumplicidade com a conduta repugnante do autor e de haver-se

transformado em mero panfleto tendencioso e inconsequente.

General de Divisão Richard Fernandez Nunes

Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército

Farsa de Mônica Calazans

 https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2021/01/18/covid-19-coronavirus-enfermeira-monica-calazans-vacinacao-coronavac.htm

Varejo ampliado cresceu 5,3% em dezembro sobre novembro, diz o IGet do Santander

Seguindo a previsão do Departamento Econômico do Santander, o IGet (Índice Getnet de Vendas do Comércio Varejista Brasileiro) de dezembro confirma um cenário de acomodação do consumo das famílias brasileiras no quarto trimestre de 2020. No último mês do ano, após dois meses de desaceleração nas vendas, o Varejo Restrito e o Ampliado apresentaram alta de 6,6% e 5,3%, respectivamente, sobre novembro, descontados valores sazonais. No comparativo anual, o indicador aponta crescimento de 2,6% para o Restrito e 0,6% para o Ampliado.

“Avaliando o comportamento do varejo ao longo do ano, vemos que após expressivos ganhos de maio a agosto, o varejo desacelerou com os efeitos da redução do auxílio emergencial de setembro a novembro, caminhando na direção de um padrão de consumo pré-pandemia a partir de dezembro”, aponta Gustavo Bahia, diretor financeiro da Getnet.

Lucas Maynard, economista do Santander, explica: “o quadro macroeconômico brasileiro no quarto trimestre de 2020 foi se desenhando conforme nossas previsões, ou seja, produção industrial com ganhos sequenciais, serviços em recuperação gradual na sequência da reabertura econômica e acomodação no varejo”.

O setor que apresentou maior crescimento foi Vestuário (8%), seguido de Móveis e Eletrodomésticos (2,3%) e Supermercados (0,9%). Na contramão, estão Livros (-6,1%) e Materiais para Escritório (-5,6%).

No conceito Ampliado, a categoria Materiais e Construção registrou queda de 4,2%, enquanto Partes e Peças Automotivas teve alta de 3,9%, após novembro ter sido negativo (-2,3%). Veja quadro completo das categorias nas imagens.

Pará apresenta maior índice de vendas

O estado que registrou maior crescimento nas vendas no varejo foi o Pará, com 27,46%. Vale destacar também Roraima (9,36%), Paraíba (7,70%) e Ceará (5,45%). Já os estados que tiveram maior queda foram Mato Grosso do Sul (11,08%), Rondônia (7,06%) e Rio Grande do Norte (6,99%), conforme tabela comparativa abaixo.

Na região Sul, Santa Catarina teve o melhor desempenho com crescimento de 1,93% e Rio Grande do Sul com 0,15%. Já o Paraná teve queda de 4,35%. Veja quadro completo do desempenho de todos estados nas imagens.

Metodologia

O indicador utiliza informações de transações no mercado de adquirência nacional e tem o intuito de ampliar o conjunto informacional para análise da trajetória da atividade econômica no Brasil. O método é o same store sales (vendas de uma mesma loja) a cada dois meses. A amostra é composta por 150 mil estabelecimentos de diferentes tamanhos, segmentos e regiões.

Sobre a Getnet

A Getnet é uma empresa de tecnologia do grupo Santander.