Dica do editor - Saiba o que são cuidados paliativos e quem mais sofre pela falta deles no Brasil

Cuidados paliativos são abordagens de saúde integral que visam aliviar o sofrimento físico, psíquico, social e espiritual de pacientes com doenças graves e seus familiares, focando na qualidade de vida desde o diagnóstico, sem antecipar nem prolongar a morte. No Brasil, o acesso é desigual devido a: 

Falta de formação e cultura: Muitos médicos ainda associam o cuidado paliativo apenas à fase terminal, encaminhando pacientes tardiamente.

Dica do editor - Saiba o que são cuidados paliativos e quem mais sofre pela falta deles no Brasil

Distribuição geográfica desigual: A maioria dos serviços está concentrada no Sudeste e em grandes centros urbanos, escassos no sistema público (SUS) em regiões remotas.

Falta de recursos: Escassez de medicamentos essenciais para dor e falta de equipes multidisciplinares treinadas.

Racismo e desigualdade social: A população negra e de baixa renda, dependente do SUS, enfrenta diagnóstico mais tardio e menor acesso a cuidados paliativos, refletindo desigualdades estruturais. 

Principais características dos cuidados paliativos:

Controle de sintomas: Atuação direta contra dor, falta de ar, náuseas e insônia.

Apoio integral: Suporte psicológico, familiar e espiritual.

Atuação precoce: Começa junto com o tratamento curativo, não como "desistência".

Foco na autonomia: Respeito à vontade e aos valores do paciente. 


Evite perguntas desagradáveis

 Para evitar surpresas desagradáveis e alinhar expectativas logo no início, especialistas em relacionamentos sugerem perguntas estratégicas. Uma das mais decisivas é:

"Você pensa em construir família?" 

Por que esta pergunta é fundamental?

Revela intenções reais: Ela vai direto ao ponto sobre namoro, casamento e filhos, permitindo que você saiba se a pessoa busca algo sério ou apenas casual, evitando perda de tempo.

Alinha propósitos de vida: Ajuda a descobrir se os objetivos de longo prazo da pessoa são compatíveis com os seus.

Evita surpresas: Muitas pessoas omitem ou adiam essa conversa, resultando em decepções futuras quando os objetivos se mostram opostos. 

Outras perguntas cruciais para o primeiro encontro:

"Quem você realmente é, sem dizer o que você tem ou o que você faz?" — Desafia a pessoa a mostrar sua essência, gostos e valores.

"Por curiosidade, o que te atraiu ou despertou o seu interesse para você vir aqui e me encontrar?" — Quebra o gelo e revela o que a pessoa valoriza em você.

"Você já traiu? Já foi traído?" — Embora delicada, a resposta (e a forma como lidam com ela) mostra o caráter e os valores éticos da pessoa sobre fidelidade e erros passados. 1

Dica de ouro: O importante é a intenção da conversa, buscando diálogo sobre assuntos densos para conhecer o caráter, em vez de se limitar a conversas superficiais. 

Soraia Hanna reúne lideranças em palestra sobre gestão de crises e construção de reputação na ADCE

A jornalista e empresária Soraia Hanna, sócia-diretora da Critério – Resultado em Opinião Pública, reuniu cerca de 100 líderes empresariais e políticos na reunião-almoço promovida nesta quinta-feira (26) pela Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE), em Porto Alegre.


A convite da entidade, presidida por Daniel Andrade, Soraia palestrou sobre o tema “Gerindo Crises, Construindo Reputação”, inspirado em seu livro. O encontro contou com a presença da ex-governadora Yeda Crusius, além de empresários e vereadores. 


Durante o evento, Soraia compartilhou aprendizados de sua trajetória na gestão de crises, abordando desde a importância da prevenção no dia a dia das organizações até a condução estratégica em cenários de alta exposição. A jornalista citou a ética e a transparência como pilares fundamentais na construção e na preservação da reputação. “As empresas não atravessam uma crise sem uma reputação sólida. Ela é resultado de escolhas feitas ao longo do tempo e é isso que garante sustentação quando o cenário se torna adverso”, afirmou a jornalista. 


O presidente da ADCE ressaltou a relevância do tema para o contexto atual e o papel da entidade na formação de lideranças. “Iniciamos o ano com um debate qualificado na ADCE, reafirmando que, em tempos de comunicação acelerada, a gestão de crises exige prudência, responsabilidade e compromisso com a verdade, valores centrais da Doutrina Social da Igreja. A contribuição da Soraia fortalece esse caminho de formação de lideranças empresariais orientadas pela técnica e por princípios”, enfatizou Daniel An

Feliz aniversário, Rogério Mendelski !!

Por Felipe Vieira


Celebrar o aniversário de Rogério Mendelski não é apenas reconhecer uma trajetória. É falar de memória. É falar de influência. É falar de alguém que ajudou a formar quem veio depois.


Hoje, ao comemorar mais um aniversário, Rogério Mendelski festeja muito mais do que o tempo. Celebra impacto.


Celebra uma história que atravessou gerações. Celebra uma presença que moldou o rádio gaúcho. Celebra uma trajetória que continua viva, relevante e necessária.


E eu digo isso sem nenhuma dúvida, como jornalista e como fã.


Nascido em Canoas, com início ainda jovem no jornalismo, passando por Viamão, Mendelski construiu uma carreira que atravessa décadas e veículos. Passou por todas as grandes emissoras do Rio Grande do Sul, Guaíba, Gaúcha, Pampa e Bandeirantes. Hoje, está de volta à Rádio Guaíba, onde é um dos líderes de audiência da emissora. 


Mas nada disso explica completamente o que ele representa.Porque Mendelski não é só currículo. Mendelski é presença.


É a voz que chega cedo. É o comentário que pauta o dia. É o jeito direto, sem maquiagem, sem firula, sem tentar agradar. É o jornalista que nunca aceitou ser figurante. E ele próprio já disse isso de forma cristalina: “O jornalista precisa estar na oposição, mostrando sua indignação como força de combate e não se tornar, simplesmente, um ‘chapa branca’, que jogou a toalha.”


Essa frase não é só uma opinião. É um modo de vida.


E eu falo isso com uma mistura de admiração e memória.


Tive o privilégio de trabalhar com Mendelski. E quem viveu isso sabe que não era simples. Porque trabalhar com ele exigia mais. Exigia atenção. Exigia entrega. Exigia respeito pelo ouvinte.


Na época da Rádio Gaúcha, havia o boletim de um minuto no horário de maior audiência. Um minuto. Sessenta segundos que valiam ouro.


E eu queria estar ali.


Eu gravava, regravava, cortava, ajustava, mexia no texto. Tirava palavra, mudava frase, reorganizava informação. Tudo para caber naquele minuto. Tudo para ter a chance de ser o repórter escolhido.


Porque entrar naquele espaço não era rotina. Era conquista.


E Mendelski estava ali. Ouvindo. Escolhendo. Definindo o padrão.


Aquilo não era só rádio. Era formação.


Era entender, na prática, que comunicar é respeitar o tempo de quem está ouvindo. É ser claro. É ser direto. É ser relevante.


E isso ele sempre foi.


Mendelski nunca escondeu o que pensa. Nunca diluiu opinião para caber em expectativa. Nunca abriu mão da própria identidade. E talvez por isso tenha construído algo que hoje é raro.


Ele não tem apenas audiência. Ele tem lealdade.


Quando muda de rádio, o ouvinte vai junto. Não porque segue a emissora. Porque segue a voz. Porque confia.


Isso não se compra. Isso não se transfere. Isso se constrói ao longo de uma vida inteira.


Mendelski é um apaixonado pelo que faz. É no jornalismo que encontra sua inspiração. E talvez por isso tenha desenvolvido uma filosofia de vida tão própria. Ele acredita em encarar as coisas com bom humor, em rir até das situações mais mesquinhas, em não se levar mais a sério do que o necessário para manter a lucidez.


Já disse, com ironia e personalidade, que não quer ser alguém sisudo, preso a uma identidade engessada. Critica a perda da individualidade e deixa claro que não aceita abrir mão das próprias ideias para caber em rótulos ou grupos. Isso, no fundo, explica muito da sua trajetória. Ele sempre foi ele mesmo. E isso, no jornalismo, é coragem.


Para Mendelski, manter audiência não é uma questão de estratégia fria. É consequência. Ele costuma definir seu trabalho como uma “crônica eletrônica”. E talvez seja exatamente isso. Um olhar pessoal sobre o mundo, transmitido com autenticidade. Para ele, o segredo é simples e difícil ao mesmo tempo. Nunca esconder o que pensa.


Intenso, corajoso, independente, direto, criativo, pioneiro. Um líder natural. Inteligente, ativo, original, muitas vezes incompreendido, mas sempre movido por uma energia que o empurra para frente. Apaixonado, caloroso, às vezes impulsivo, sempre franco. Alguém que não guarda mágoas, mas também não guarda silêncio quando precisa falar.


Essas características não apenas definem sua personalidade. Explicam por que sua presença no ar sempre foi tão marcante.


Em diferentes momentos da carreira, transitou entre o rádio, TV e o jornal impresso, levando sua leitura política e ampliando sua influência para além do microfone. Essa capacidade de circular entre plataformas antes mesmo da era digital reforça o tamanho da sua trajetória.


Em um cenário de mudanças rápidas, em que plataformas surgem e desaparecem, trajetórias como a dele lembram que o essencial permanece. Credibilidade não se reinventa a cada dia. Se constrói ao longo de uma vida inteira.


Tem gente que passa pelo microfone.

Tem gente que ocupa o microfone.

Tem gente que domina o microfone.


E tem gente que vira referência.


Rogério Mendelski é referência.


Vida longa a quem ensinou tanta gente a fazer rádio de verdade. Parabéns e obrigado!! 


@felipevieirajornalista

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Extrateto de juízes

Com base em dados de um levantamento das organizações Transparência Brasil e República.org divulgados em março de 2026, 98% dos juízes e desembargadores dos Tribunais de Justiça estaduais e do DF receberam remunerações acima do teto constitucional em 2025. Destes, 13.215 (cerca de 9 em cada 10) receberam mais de R$ 46.366,19) em ao menos um mês do ano. 

Detalhes importantes do levantamento (2025):

Super salários: A média mensal foi de R$1 milhão no acumulado do ano para 3.819 magistrados.

Penduricalhos: O montante excedente (R$ 10,7 bilhões) foi impulsionado por verbas indenizatórias e retroativos, que não entram no cálculo do teto.

Pontos críticos: São Paulo e Piauí tiveram as maiores médias salariais mensais, ultrapassando R$ 140 mil.

Tendência: O pagamento acima do teto cresceu, com o volume extrateto mais do que dobrando em relação a 2023. 

Nota: Esta informação refere-se a levantamentos sobre o ano de 2025.

Começou vacinação contra a gripe

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (gripe) 2026 começa neste sábado, 28 de março, em todo o Brasil, com o "Dia D" de mobilização. A vacina é gratuita, oferecida pelo SUS em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e visa proteger grupos prioritários antes do inverno, estendendo-se até o final de maio. 

Detalhes importantes sobre a campanha:

Público-alvo: A meta é vacinar idosos (60+), crianças (6 meses a menores de 6 anos), gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, entre outros.

Vacina 2026: O imunizante deste ano é trivalente, atualizado conforme orientações da OMS, protegendo contra as cepas mais recentes do vírus.

Dia D (28/03): UBSs em diversas cidades, como São Paulo, estarão abertas, com funcionamento reforçado das 8h às 17h.

Duração: A campanha vai de 28 de março a 30 de maio.

Doses: Para crianças de 6 meses a 8 anos que receberão a vacina pela primeira vez, são recomendadas duas doses (intervalo de 30 dias). Para os demais, dose única anual. 

A vacinação é a principal forma de evitar complicações, hospitalizações e mortes decorrentes da gripe. Procure a unidade de saúde mais próxima. 

Este resumão é do site G1, Rede Globo

 Filho do presidente

Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) — empresário, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O relator argumenta que ele teria recebido repasses do "Careca do INSS" — apontado pela Polícia Federal como figura central no esquema de descontos indevidos — através da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.


Ex‑ministros, integrantes e ex-integrantes de governos

José Carlos Oliveira, que mudou o nome para Mohamad Oliveira Andrade — ex‑ministro do Trabalho e Previdência no governo Jair Bolsonaro. O relator o classifica como facilitador e beneficiário de uma rede criminosa instalada no topo da administração previdenciária;

Carlos Lupi — ex‑ministro da Previdência no atual governo Lula; segundo o relatório, o indiciamento se fundamenta em um padrão de omissão deliberada, prevaricação e blindagem política de agentes instalados na cúpula do INSS;

José Sarney Filho (Zequinha Sarney) — ex‑deputado federal e ex‑ministro do Meio Ambiente nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer, identificado como beneficiário de repasses milionários de origem investigada, vinculando seu patrimônio pessoal ao principal operador financeiro das entidades associativas fraudulentas;

Pedro Alves Corrêa Neto — ex‑secretário de Inovação do Ministério da Agricultura. Segundo o relatório, atuou como agente público facilitador ao patrocinar interesses das entidades investigadas, especialmente a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) e o Instituto Terra e Trabalho (ITT);

Vanessa Barramacher Tocantins — ex‑chefe de gabinete do Ministério da Previdência Social; segundo o relator da CPMI, atuou no núcleo político‑administrativo da organização criminosa.


Parlamentares

Euclydes Pettersen (Republicanos‑MG) — deputado federal; o relatório aponta sua posição de liderança política e condição de principal beneficiário de vantagens indevidas dentro da organização criminosa ligada à Conafer;

Gorete Pereira (MDB‑CE) — deputada federal, citada como procuradora estratégica, articuladora política e integrante do núcleo de comando da organização criminosa responsável por fraudes;

Weverton Rocha (PDT‑MA) — senador citado pelo relator da comissão com atuação estratégica como liderança política e suporte institucional da organização criminosa.

CPMI do INSS nesta sexta-feira (27). — Foto: Vinícius Cassela/g1

CPMI do INSS nesta sexta-feira (27). — Foto: Vinícius Cassela/g1


Representantes de instituições financeiras

Daniel Vorcaro — sócio e controlador do banco Master. Segundo o relator, houve, entre outras coisas, falha dele no dever de supervisão, negligência na governança e conivência com o modus fraudulento de negócio;

Artur Ildefonso Brotto Azevedo — executivo do Banco C6 Consignado S.A.; citado como um dos diretores executivos responsáveis por falhas de supervisão, negligência na governança e conivência com o modelo de negócio fraudulento identificado pela CPMI;

Augusto Ferreira Lima — executivo do Banco Master S.A.; o relatório aponta domínio do fato e responsabilidade pela integridade operacional da instituição no contexto das fraudes apuradas;

Eduardo Chedid — executivo do PicPay Bank – Banco Múltiplo S.A.; citado entre os gestores das instituições financeiras investigadas por atuação no ecossistema de consignados e descontos indevidos.

Dirigentes e ex‑dirigentes do INSS, da Dataprev e outros órgãos

Alan do Nascimento Santos — diretor de Relacionamento e Negócios da Dataprev, é apontado pelo relator como parte de uma rede de proteção institucional que garantia a fluidez dos descontos indevidos operados por associações de fachada;

Alessandro Antônio Stefanutto — ex‑presidente do INSS nessa gestão do governo Lula, citado no relatório como peça central no núcleo de dirigentes que estruturou, viabilizou e protegeu o esquema de descontos indevidos de aposentados, utilizando-se a estrutura do INSS;

Leonardo Rolim — ex‑presidente do INSS na gestão de Jair Bolsonaro. Apontado pelo relator por ser responsável por decisões administrativas que fragilizaram a fiscalização e permitiram a expansão do esquema de descontos indevidos;

Glauco André Fonseca Wamburg — ex‑presidente do INSS no início da atual gestão Lula; segundo o relatório, teria atuado como facilitador administrativo ao flexibilizar controles e permitir a expansão do esquema;

André Paulo Félix Fidélis — ex‑diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão (Dirben) do INSS, apontado como um dos principais servidores públicos envolvidos no esquema criminoso, que permitiu a continuidade da fraude milionária ligada à Conafer;

Rogério Soares de Souza — servidor de carreira do INSS; citado como agente público facilitador no núcleo administrativo da organização criminosa;

Ina Maria Lima da Silva — servidora ativa do INSS e integrante do conselho fiscal da Unaspub; o relatório aponta conflito de interesses na viabilização de acordos fraudulentos;

Jucimar Fonseca da Silva — servidor do INSS e ex‑vereador; ocupou posições estratégicas na Diretoria de Benefícios (Dirben), como coordenador‑geral de Pagamento de Benefícios (CGPAG) e chefe da Divisão de Administração de Benefícios (DCBEN);

Rodrigo Ortiz D’Avila Assumpção — ex‑diretor‑presidente da Dataprev; o relatório aponta execução de comandos sistêmicos irregulares, falhas graves de segurança tecnológica e prestação de informações falsas que dificultaram a fiscalização do esquema de descontos indevido;

Sebastião Faustino de Paula — ex‑diretor de Benefícios do INSS; segundo a CPMI, teve participação direta em atos administrativos que viabilizaram a expansão e continuidade do esquema, com chancela institucional a entidades fraudulentas, em especial à Conafer.

Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho — ex‑procurador‑geral da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS (PFE‑INSS); apontado como elo estratégico entre a alta cúpula do instituto e a organização criminosa;

Thaísa Hoffmann Jonasson — esposa do ex‑procurador‑geral do INSS Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho; apontada como gestora operacional e financeira do núcleo de lavagem de capitais da organização criminosa;

Wilson de Morais Gaby — ex‑servidor do INSS; conforme o relatório, atuou como agente facilitador e garantidor técnico da organização criminosa enquanto ocupava cargos de confiança na autarquia.

Heitor Souza Cunha — funcionário da Caixa Econômica Federal, apontado como peça central do núcleo administrativo da organização criminosa, com atuação na expansão das fraudes.


Operadores, familiares de operadores e dirigentes de entidades

Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” — apontado como operador do esquema de descontos indevidos;

Carlos Roberto Ferreira Lopes — presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer);

Aristides Veras dos Santos — ex‑dirigente da Contag; o relatório fundamenta o pedido de indiciamento em sua atuação à frente da entidade;

Marcos dos Santos Monte — apontado pela CPMI como braço tecnológico e operacional da organização criminosa, com atuação integrada ao núcleo do operador Antonio Carlos Camilo Antunes;

Maurício Camisotti — empresário; segundo o relatório, é sócio oculto e beneficiário das fraudes

Carlos Roberto Ferreira Lopes — presidente da Conafer, citado como dirigente de uma das entidades centrais no esquema investigado;

Nelson Wilians Fratoni Rodrigues — advogado; a CPMI aponta sua atuação como peça relevante no núcleo de lavagem de dinheiro e no suporte financeiro e jurídico à organização criminosa;

Philipe Roters Coutinho — ex‑agente da Polícia Federal; segundo a CPMI, atuou como suporte logístico e de segurança interna da organização criminosa, utilizando a função pública para proteger líderes do esquema, facilitar deslocamentos e integrar a estrutura financeira do grupo;

Rodrigo Moraes — empresário, apontado como parceiro empresarial e operador financeiro central do núcleo liderado por Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”;

Romeu Carvalho Antunes — filho do “Careca do INSS”; descrito como sucessor operacional e preposto do pai no esquema;

Tânia Carvalho dos Santos — esposa de Antonio Carlos Camilo Antunes; o relatório aponta atuação no núcleo de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial;

Roberta Moreira Luchsinger — segundo a CPMI, atuou de forma estratégica no núcleo político da organização criminosa liderada por Antonio Carlos Camilo Antunes, com papel relevante na ocultação de patrimônio e circulação de recursos ilícitos