Artigo, Marcelo Aiquel - A "fuga" do deputado gay

         Juro que não fiquei nem um pouco surpreso com a atitude do “colorido” Jean Wyllys.
         Este senhor (vou me referir á ele assim, pela aparência do sujeito; pois não sei qual o gênero sexual escolhido oficialmente pelo deputado) que ficou nacionalmente conhecido por dois atos deploráveis, a saber: 1. Participou (inclusive tendo vencido) do patético e desabrido reality show BBB (da Rede Globo, só podia). 2.  Atacou o então deputado, hoje Presidente da República, Jair Bolsonaro com “cuspidas” (sim, a “arma” utilizada foi igual à usada pelas lhamas para defender-se), por ocasião do “impeachment” da ex-presidente Dilma Roussef, no Congresso Nacional.
         Pois, este valente senhor declarou ter ficado amedrontado com algumas ameaças que “disse” ter sofrido. Decisão que não fugiu ao estilo “másculo” e “corajoso” do parlamentar.
         Frustrando os quase 23.300 eleitores que votaram nele, abandonou o país, refugiando-se no exterior, antes mesmo de assumir seu cargo no parlamento.
         Dos países onde poderia ter buscado guarida, de governos ideologicamente semelhantes á sua posição política, há um que o nosso valente deputado deve ter evitado: Cuba, conhecido como um regime duro contra os homossexuais.
         Se bem que, após a morte do maior inimigo dos gays, Che Guevara, ao que se sabe, aparentemente cessaram as perseguições preconceituosas.
         Mas, existem outros “paraísos” socialistas neste mundo. Num deles, o “coerente” político homossexual deve ter se evadido.
         Só pedimos que fique bem escondido, á salvo da “sanha assassina” dos bolsonarianos, que costumam tentar matar os inimigos a facadas...

TRF4 nega novo interrogatório de Lula


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou ontem (23/1) seguimento a um Habeas Corpus (HC) impetrado pela defesa de Luiz Inácio Lula da Silva que buscava reverter a decisão do juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba de não ouvi-lo novamente na ação penal da Operação Lava Jato referente a um terreno destinado para o Instituto Lula em São Paulo (SP) e um apartamento em São Bernardo do Campo (SP). A decisão foi tomada pela 8ª Turma, de maneira unânime, ao negar provimento ao recurso de agravo regimental no processo.
No dia 7 de novembro do ano passado, a defesa do ex-presidente da República peticionou no primeiro grau que fosse realizado um novo depoimento dele no processo em que é denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por suposto favorecimento à construtora Odebrecht em esquema de corrupção de contratos com a Petrobras. Segundo a acusação, em contrapartida pelos benefícios obtidos, a empresa teria pago propina ao político por meio de um terreno para abrigar o Instituto Lula na capital paulista e um apartamento na cidade de São Bernardo do Campo.
A defesa sustentou que, com o afastamento do então juiz federal titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sergio Fernando Moro, que conduziu a instrução da ação, haveria uma afronta ao princípio da identidade física do juiz se o processo fosse sentenciado por outro magistrado. A petição apontou para o parágrafo 2º do artigo 399 do Código de Processo Penal (CPP), que determina que o juiz que preside a instrução deve proferir a sentença.
A juíza federal substituta Gabriela Hardt, que assumiu a condução do processo após a saída de Moro, negou o pedido. Para a magistrada, o princípio da identidade física do juiz não é absoluto e pode ser excepcionado no caso concreto.  
Contra esse indeferimento, Lula impetrou o HC junto ao TRF4, buscando reverter a decisão. A defesa dele alegou que é imprescindível a realização de novo interrogatório pela autoridade judiciária que irá sentenciar o processo.
Em 20 de novembro, de forma liminar, o relator dos processos relacionados à Lava Jato no tribunal, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, negou provimento ao HC.
Sobre a negativa de novo interrogatório ao político, o desembargador disse que “os processos são instruídos com o registro audiovisual dos atos de oitiva de testemunha e interrogatório. Em tal contexto, é bem possível ao magistrado que assume a causa ter ciência do conteúdo integral do interrogatório, sendo-lhe facultado, se entender conveniente, nova oitiva do réu”. Ele também acrescentou que, de acordo com o disposto no CPP, o juiz é o destinatário da prova e pode recusar a realização das que se mostrarem irrelevantes, impertinentes ou protelatórias.
Da decisão monocrática de Gebran, a defesa de Lula recorreu à 8ª Turma da corte. Os advogados dele argumentaram a ilegalidade da decisão de primeiro grau, que violaria o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal. Reafirmaram também o cabimento do HC no caso, sob pena de gerar nulidade da sentença caso o pedido de novo interrogatório fosse rejeitado.
O órgão colegiado, em sessão de julgamento desta última quarta-feira (23/1), negou provimento ao agravo regimental, impedindo o seguimento ao HC. Para o relator do recurso, juiz federal convocado Danilo Pereira Júnior, que substitui Gebran, em férias, não existem razões para modificar o “entendimento registrado pelo desembargador, sobretudo porque em consonância com a melhor interpretação da norma e com a dominante jurisprudência deste tribunal”.
Pereira ainda acrescentou que os temas sustentados pela defesa foram devidamente enfrentados e que não existe flagrante ilegalidade que justifique a concessão da ordem do HC. “Ademais, sendo o juiz o destinatário da prova, o critério de apreciação do que seria útil ou não ao seu conhecimento, afasta-se do escrutínio do tribunal que, neste momento, deve apenas interferir se houver ilegalidade na condução do processo, não é este, porém, o caso dos autos”, ressaltou.
Em seu voto, o magistrado reforçou que “ao réu não é assegurado o interrogatório por sua própria conveniência, sem que existam razões que o próprio magistrado entender pertinentes. Não se olvide que os depoimentos estão todos gravados em audiovisual e, portanto, acessíveis ao novo juiz que, se entender conveniente e necessário, poderá determinar a renovação do ato”.

Artigo, Fábio Jacques - Delenda est Bolsonaro.

Editorial do Estadão: “Num vexame sem precedente, o presidente Jair Bolsonaro evitou a imprensa em Davos, cancelando uma entrevista e deixando jornalistas e cinegrafistas brasileiros e estrangeiros à sua espera numa sala do Fórum Econômico Mundial”.
O assunto Venezuela caiu para segundo plano. A derrubada de Maduro com apoio das maiores democracias do mundo deixou de ser assunto importante para os destinos daquele povo e até mesmo para a democracia mundial. No Brasil o assunto é o “Vexame do Bolsonaro”.
Anteontem Bolsonaro falou 6 minutos em Davos, a bolsa caiu e o dólar subiu, movimento financeiro atribuído ao fracasso de seu discurso. Ontem o dólar caiu e a bolsa bateu novo recorde. Qual a explicação? Bolsonaro desdisse o que disse na véspera?
Para a mídia brasileira, assuntos como as tensões internacionais entre EEUU e China, a polêmica do muro americano na fronteira com o México e até mesmo o trauma do Brexit foram eclipsados pela notícia de que Flávio Bolsonaro obteve maioria dos votos em 74 das 76 seções eleitorais da favela Rio das Pedras, o que me leva a crer que estão insinuando que todos os habitantes desta favela sejam bandidos.
Na Espanha o jornal El País publica a manchete “Bolsonaro anima a los ejecutivos de Davos a invertir em el nuevo Brasil” e a mesma reportagem vertida para o Brasil proclama: “O breve discurso de Bolsonaro decepciona em Davos” Interessante que se trata da mesma reportagem feita pela mesma Alicia Gonzáles. Terá havido um problema com o control c control v ou com corretor automático?
A verdade é que no Brasil qualquer notícia vai ser contra o governo Bolsonaro.
Leio, ainda, o site O Antagonista e constato que 90% dos comentários estão sendo contra o posicionamento claramente contra o governo Bolsonaro de seus editores.
A mídia que já perdeu o trem da história continua pensando que tem qualquer força como formadora de opinião enquanto o povo deixou de ser tolo e busca sua informação nas ondas da internet. Já não acredita mais nos velhos dinossauros da notícia que vão definhar e desaparecer por se tornarem cada vez mais publicações de fofocas com viés de esquerda. A Carta Capital já avisou que está parando de circular e no seu encalço virão muitos outros meios de comunicação privados do dinheiro fácil das burras estatais.
Como diria o Guri de Uruguaiana, no mundo “só se fala de outra coisa”.
O mundo olha o Brasil como um país de infinitas oportunidades e aqui o governo de 20 dias é considerado um completo fracasso. Um vexame.
Catão, o Velho, repetia persistentemente no final de todos os seus discursos "Ceterum autem censeo Carthaginem delendam esse" ou, simplificadamente, "Delenda est Carthago". Cartago tem que ser destruída.
No Brasil, muito distante das guerras púnicas dos anos 200 AC, o grito da mídia é “Bolsonaro tem que ser destruído”. Os romanos destruíram Cartago e dominaram o Mediterrâneo. Conseguirá a esquerda brasileira com sua mídia amestradas destruir Bolsonaro? Só o tempo dirá.
Duvido muito que isto venha a acontecer principalmente porque grande parte dos jornalistas dos grandes meios de comunicação já foram desmascarados como especialistas em control c control v. Não conseguem formar um raciocínio próprio e muito menos interpretar um texto ou uma tendência.  Seus notebooks têm apenas uma tecla e a eterna repetição já está saturando nossa paciência.
Se nem mais conhecem a língua portuguesa, como esperar que entendessem o que significa “Delenda est Bolsonaro”! Seria muita pretensão de minha parte.


- O autor é diretor da FJacques - Gestão através de Ideias Atratoras, Porto Alegre, e autor do livro “Quando a empresa se torna Azul – O poder das grandes Ideias”.
www.fjacques.com.br -  fabio@fjacques.com.br

Editor diz na CIC, Caxias do Sul, que começou um novo ciclo virtuoso de 20 anos na economia do Brasil


O evento de abertura do calendário de reuniões-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), nesta quarta-feira, debateu os possíveis cenários na economia e na política a partir da posse de Jair Bolsonaro na Presidência da República. O tema foi exposto a um público de aproximadamente 170 pessoas pelo jornalista político Políbio Braga, que atualmente mantém um blog na internet com conteúdo jornalístico independente. “Tenho a convicção de que estamos iniciando um ciclo virtuoso de pelo menos 20 anos no Brasil. Este país não é mais aquele que foi até 31 de dezembro. Será o país dos nossos sonhos”, afirmou Políbio.

A reportagem é do site da própria CIC, desta tarde. Leia tudo:

O jornalista mostrou-se confiante em um crescimento do PIB em torno de 2,5% e inflação de no máximo 4,1% para 2019, conforme apontam as projeções dos principais organismos econômicos mundiais. “Pode parecer que estes números não sejam muito expressivos, mas não dá para esquecer que emergimos de uma severa recessão econômica nos últimos anos”, completou.
Depois de afirmar que a vitória não se deu por causa de Bolsonaro, mas pelas causas, Políbio Braga também avaliou a derrota do candidato Fernando Haddad. Segundo ele, os motivos foram a herança deixada pelos lula-petistas, a má gestão do governo de Dilma Rousseff e o que chamou de corrupção oceânica. “Acabou o ciclo da velha República e da velha política. Agora é a nossa vez, a vez dos que estão comprometidos com a economia de mercado e com o Estado de direito. A velha política está sendo varrida, investigada, denunciada, processada, condenada e na cadeia, ou em vias de ir para a cadeia”, pontuou o jornalista, que tem filiação no MDB, embora não apresente atividade ou fidelidade partidária, e fez campanha aberta para Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais e para a reeleição de José Ivo Sartori no governo gaúcho. Segundo ele, não se trata de defender Bolsonaro, mas de defender as teses do novo governo e as reformas que são necessárias para acelerar o desenvolvimento.
Em relação ao governo de Eduardo Leite no Rio Grande do Sul, Políbio Braga afirmou que será uma continuidade do governo Sartori, pois as propostas são as mesmas. “Leite é mais jovem, mais impetuoso, mais habilidoso e tem outro time”, disse, ao avaliar a vitória do candidato tucano.
Os debates da reunião-almoço também passaram por críticas à cobertura que parte da imprensa tem feito sobre o governo de Jair Bolsonaro.
A próxima reunião-almoço da CIC vai ocorrer no dia 20 de fevereiro, e o palestrante deverá ser o governador Eduardo Leite, caso confirme presença ao convite feito pelo presidente da entidade, Ivanir Gasparin, durante audiência no Palácio Piratini nessa terça-feira (22).

Discurso de Bolsonaro


Muito obrigado, professor Schwab!
Agradeço, antes de mais nada, o convite para participar deste fórum e a oportunidade de falar a um público tão distinto.
Agradeço também a honra de me dirigir aos senhores já na abertura desta sessão plenária.
Esta é a primeira viagem internacional que realizo após minha eleição, prova da importância que atribuo às pautas que este fórum tem promovido e priorizado.
Esta viagem também é para mim uma grande oportunidade de mostrar para o mundo o momento único em que vivemos em meu país e para apresentar a todos o novo Brasil que estamos construindo.
Nas eleições, gastando menos de 1 milhão de dólares e com 8 segundos de tempo de televisão, sendo injustamente atacado a todo tempo, conseguimos a vitória.
Assumi o Brasil em uma profunda crise ética, moral e econômica.
Temos o compromisso de mudar nossa história.
Pela primeira vez no Brasil um presidente montou uma equipe de ministros qualificados. Honrando o compromisso de campanha, não aceitando ingerências político-partidárias que, no passado, apenas geraram ineficiência do Estado e corrupção.
Gozamos de credibilidade para fazer as reformas de que precisamos e que o mundo espera de nós.
Aqui entre nós, meu ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, o homem certo para o combate à corrupção e o combate à lavagem de dinheiro.
Vamos investir pesado na segurança para que vocês nos visitem com suas famílias, pois somos um dos primeiros países em belezas naturais, mas não estamos entre os 40 destinos turísticos mais visitados do mundo. Conheçam a nossa Amazônia, nossas praias, nossas cidades e nosso Pantanal. O Brasil é um paraíso, mas ainda é pouco conhecido!
Somos o país que mais preserva o meio ambiente. Nenhum outro país do mundo tem tantas florestas como nós. A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território e cresce graças a sua tecnologia e à competência do produtor rural. Menos de 20% do nosso solo é dedicado à pecuária. Essas commodities, em grande parte, garantem superávit em nossa balança comercial e alimentam boa parte do mundo.
Nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis.
Os setores que nos criticam têm, na verdade, muito o que aprender conosco.
Queremos governar pelo exemplo e que o mundo restabeleça a confiança que sempre teve em nós.
Vamos diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender, investir e gerar empregos.
Trabalharemos pela estabilidade macroeconômica, respeitando os contratos, privatizando e equilibrando as contas públicas.
O Brasil ainda é uma economia relativamente fechada ao comércio internacional, e mudar essa condição é um dos maiores compromissos deste Governo.
Tenham certeza de que, até o final do meu mandato, nossa equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, nos colocará no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios.
Nossas relações internacionais serão dinamizadas pelo ministro Ernesto Araújo, implementando uma política na qual o viés ideológico deixará de existir.
Para isso, buscaremos integrar o Brasil ao mundo, por meio da incorporação das melhores práticas internacionais, como aquelas que são adotadas e promovidas pela OCDE.
Buscaremos integrar o Brasil ao mundo também por meio de uma defesa ativa da reforma da OMC, com a finalidade de eliminar práticas desleais de comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais.
Vamos resgatar nossos valores e abrir nossa economia.
Vamos defender a família e os verdadeiros direitos humanos; proteger o direito à vida e à propriedade privada e promover uma educação que prepare nossa juventude para os desafios da quarta revolução industrial, buscando, pelo conhecimento, reduzir a pobreza e a miséria.
Estamos aqui porque queremos, além de aprofundar nossos laços de amizade, aprofundar nossas relações comerciais.
Temos a maior biodiversidade do mundo e nossas riquezas minerais são abundantes. Queremos parceiros com tecnologia para que esse casamento se traduza em progresso e desenvolvimento para todos.
Nossas ações, tenham certeza, os atrairão para grandes negócios, não só para o bem do Brasil, mas também para o de todo o mundo.
Estamos de braços abertos. Quero mais que um Brasil grande, quero um mundo de paz, liberdade e democracia.
Tendo como lema ‘Deus acima de tudo’, acredito que nossas relações trarão infindáveis progressos para todos.
Muito obriga

Artigo, Túlio Milman, Zero Hora - Por que Lula vem perdendo importância

O ex-presidente se tornou menos relevante, mas não pela idade nem por estar preso

Ex-presidente Lula está preso em Curitiba.

O PT erra todos os dias. Um tipo de erro estranho, porque não diz respeito a algo que o partido faça, mas sim ao silêncio. Apesar de todas as condenações, delações, provas e evidências, a sigla insiste em não fazer qualquer autocrítica séria em relação aos erros que cometeu no exercício do poder.
Em vez disso, se protege em uma bolha com paredes finas e impermeáveis, formadas por um discurso esquizofrênico. Ainda é predominante a tese de que tudo não passa de injustiça e golpe. Há sim componentes ideológicos e muita má vontade em relação ao PT, mas a prisão de Lula e a crise da esquerda são muito, muito mais do que isso.
Assim, imerso na sua própria fantasia, o partido que já representou a esperança da esquerda no mundo perde força e poder, muito além do que seria natural nessa cíclica oscilação do pêndulo da História. Ao agir assim, o PT contamina inclusive seus acertos nos 13 anos em que ficou no poder.
A tal ponto que Lula, ex-presidente encarcerado desde o ano passado, vem se afastando gradualmente do centro do debate nacional.  Há líderes que, presos, ganham força. Lula perde, porque ele e o seu partido investem no discurso errado. Jair Bolsonaro corre sozinho. Não há quem aponte em outra direção com o mínimo de credibilidade e coerência.
Enquanto isso, Lula assiste, da cadeia, ao seu próprio ocaso, que não tem relação com a sua idade ou com o fato de estar preso. São as decisões erradas, as de antes e as de agora, que vão reduzindo a intensidade de uma luz que, de tão forte, acabou cegando.

O discurso de Davos, na visão da FSB Inteligência


As mensagens e o tom adotados hoje em Davos pelo presidente Jair Bolsonaro vão apontar mais do que caminhos e tendências.

Independentemente da duração e do quanto pretende detalhar o que pensa, a defesa do chamado ‘novo Brasil’ dará pistas do nível de comprometimento do governo com ações práticas.

Logo na chegada, Bolsonaro calibrou a maior parte das expectativas e especulações. Já alertado de que ambas estão estacionadas em níveis elevadíssimos tanto na Suíça como no Brasil. 

Essa estratégia será adotada também por seu staff, que terá agendas paralelas no Fórum Econômico. Os ministros que viajaram vão reforçar recados complementares aos do presidente.

Ao se dirigir ao mundo, Bolsonaro quer refinar e, ao mesmo tempo, testar em tempo real parte da estratégia de convencimento e de mobilização que será colocada em prática na volta a Brasília.