Marcus Vinicius Gravina
OAB-RS 4.949
Tivemos um presidente da República eleito, que foi impedido de tomar posse por causas naturais.
Uma enfermidade repentina o levou à morte.
Assumiu o seu vice-presidente, José Sarney, pacificamente, o governo.
O sonho do vice do Lula, Geraldo Alckimin talvez deseje que aconteça o mesmo e não será surpresa a causa: cirrose hepática, aguda e fatal.
Quem estará na mira do golpe, desta vez, será o Lula, por rebelião interna do seu partido, o PT ou pelo Centrão fingido de aliado.
Para que isso aconteça o Lula precisar ganhar a eleição neste mês de outubro de 2026.
Os urubus do Centrão contam com isto, prontos para negociar a aposentadoria trilhonaria do Lula.
Ele está velho e não será difícil convencê-lo a ceder o posto de presidente em troca de um paraíso em que poderá andar de mãos dadas com a primeira dama, sem serem importunados. E, fodam-se os jumentos do partido.
Não terá sido só o Lula o bafejado pela "sorte lotérica" formadora da sua imaginária fortuna. Os anões do orçamento ensinaram o caminho.
Agora, as emendas partidárias e parlamentares arregalam os olhos dos políticos inescrupulosos para o enriquecimento indevido ou criminoso.
Deixaram de ganhar na loteria.
A coisa mudou de tal maneira que o "capo de Tutti capi" resolveu extinguir as chamadas Bets, casas de apostas online.
Quanto aos urubus de plantão do Centrão, não acredito que irão utilizar os mesmos métodos conhecidos do PT, de suspeitas de eliminar o prefeito Celso Daniel do mesmo partido, e o atentado de uma facada no Jair Bolsonaro, por um cicaro de nome Adélio Bispo, relacionado a muitos politicos do PT, com quem apareceu em fotos da imprensa da época brasileira e do exterior.
A ideia ou sugestão que se der ao Lula para entregar a presidência ao Alckimin terá o apoio integral da Primeira Dama.
Ela, certamente, escolherá um pais de primeiro mundo, onde poderá andar pelas ruas e cafés renomados sem ser importunada e assistir os desfiles de modas dos melhores estilistas do mundo, sem ter que se deslocar a Paris em um Uber da FAB em suas viagens
Para que isto aconteça, como cortina de fumaça, o Lula simulará uma hospitalização para construir a narrativa de que não poderá continuar, em razão da saúde comprometida atestada por médico insuspeito.
Diferente do presidente Jânio Quadros, que justificou a sua renúncia por estar sofrendo forças ocultas e poderosas que o impediram de governar.
Talvez, sejam as mesmas forças que estão dando sustentação a um presidente que foi preso por decisões de três instâncias judiciais e solto por injunções políticas de alguns feiticeiros do STF.
Caxias, 3.10.2026
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