Rede imobiliária RE/MAX abre duas novas franquias no RS. Já são 16 no total.


A importância que o Rio Grande do Sul tem na estratégia de negócios da RE/MAX, que integra a rede imobiliária que mais vende imóveis no mundo, levou a empresa a abrir duas novas franquias na região, atingindo o total de 16 unidades no Estado, mais do que o dobro do que a empresa mantinha há um ano. A primeira fica no bairro Petrópolis, em Porto Alegre, e a segunda está instalada no bairro Parada 49, em Cachoeirinha, na região metropolitana. A abertura das novas agências será no dia 31 de outubro.
A ação integra um roadshow pelo Estado do Rio Grande do Sul capitaneado pelo presidente da RE/MAX no Brasil, Peixoto Accyoli, e que terá início no dia 29. Nesta rodada de visitas a cidades gaúchas, ele também fará uma série de palestras e lançará o seu livro "Excelência para Obstinados". "Os parceiros gaúchos são fundamentais para a rede. Queremos também estreitar o nosso relacionamento com os franqueados e mostrar as possibilidades de negócios para investidores", diz.
Publicado pela Editora Gente, a obra "Excelência para Obstinados" conta um pouco do aprendizado de Accyoli em sua trajetória de vida, com erros, acertos, angústias e, sobretudo, escolhas e muita persistência. Um livro que convida à reflexão e à busca do autoconhecimento para ajustar o foco, crescer na carreira e concretizar objetivos. Tudo isso sem abrir mão de pensar grande.
O roadshow pelo Rio Grande do Sul começa no dia 29 deste mês, com a palestra a ser ministrada por Accyoli para integrantes do mercado imobiliário no Passo Fundo Shopping. Em seguida ele lança o seu livro na livraria Delta. No dia 30 é a vez de Caxias do Sul receber Accyoli e executivos da RE/MAX. A palestra será realizada no Sebrae, e, em seguida, ele autografa a sua obra no mesmo local. À noite, o executivo parte para Capão da Canoa, em uma palestra no evento Imobi Day, seguida também de lançamento de seu livro.
O ponto alto do roadshow será a abertura das novas franquias, que acontece no dia 31. A primeira, RE/MAX LK Imóveis, em Cachoeirinha, abre as portas às 14h. Em seguida Accyoli ministra palestra e lança seu livro nas dependências do Creci-RS. Fechando o roadshow, será feita a inauguração da RE/MAX Trend, no bairro de Petrópolis, na capital gaúcha. "Nossa cultura é a de enfocar ao máximo o melhor atendimento e capacitação para os nossos parceiros de negócios. E nada melhor do que palestras para podermos passar a visão de máxima rentabilidade e um serviço ao nosso cliente final que não deve em nada ao que ele poderá encontrar no exterior."
Relevância no Sul
O Estado do Rio Grande do Sul conta com 16 das 273 agências instaladas em todo o País. A abertura de novas unidades no Sul não foi por coincidência. O desempenho da RE/MAX no Estado chama a atenção quando se comparam os números da empresa nos primeiros nove meses deste ano com o mesmo período de 2018. Um dos indicadores pode ser medido pelo aumento no número de corretores, que evoluiu 130% no período, o que demonstra a confiança dos profissionais do setor na marca e o avanço da RE/MAX no mercado imobiliário da região.
Estimativas dão conta de que o Estado do Rio Grande do Sul conta com cerca de 300 mil imóveis disponíveis, entre locação e venda. "A curva de aceleração na economia no Estado acompanhou o País inteiro. Estamos vivendo um 2019 de redução de estoque disponível. Para 2020 a tendência é de redução de estoque e também de lançamentos. Esse cenário abre um leque de oportunidades para os franqueados e aqueles que estão pensando em integrar o time da RE/MAX", diz Accyoli.
Serviço
29 de outubro
18h -- Palestra e lançamento do livro “Excelência para Obstinados” no Passo Fundo Shopping
19h30 -- lançamento do livro “Excelência para Obstinados” na livraria Delta

30 de outubro
9h -- Palestra no Sebrae de Caxias do Sul
10h30 -- lançamento do livro “Excelência para Obstinados” no Sebrae de Caxias do Sul
16h45 -- palestra e lançamento do livro “Excelência para Obstinados” no Imobi Day, em Capão Canoa

31 de outubro
14h -- inauguração RE/MAX LK Imóveis em Cachoeirinha
15h -- palestra e lançamento do livro “Excelência para Obstinados” no CRECI-RS
20h30 -- inauguração RE/MAX Trend em Petrópolis, Porto Alegre

Sobre a RE/MAX Brasil
Líder do franchising imobiliário, a empresa americana RE/MAX integra a maior rede de franquias imobiliárias do mundo, vendendo um imóvel a cada 30 segundos, tendo mais de 8 mil agências e 125 mil corretores. Em 2013, foi listada na Bolsa de Nova York com uma captação de US$ 220 milhões no primeiro dia. O modelo de negócios foi erguido sob três fundamentos: máximo serviço para o cliente, máxima comissão para o corretor e máxima rentabilidade para o franqueado.

A RE/MAX atua no Brasil desde 2009, estando presente em 20 Estados e no Distrito Federal com 273 unidades, 43 máster franquias regionais e mais de dois mil corretores associados. Oferece capacitação presencial e a distância por meio da Universidade RE/MAX e atua com a bandeira de alto luxo The RE/MAX Collection. Já recebeu seis Selos de Excelência ABF, é a única franchise imobiliária do país a conquistar cinco estrelas no Guia de Franquias 2017/2018 e 2018/2019 de Pequenas Empresas & Grandes Negócios, tendo sido reconhecida também como membro do Top 25 do Franchising Brasileiro pelo Grupo Bittencourt e como uma das melhores franquias do mundo pelo Top 500 da revista Entrepreneur, mais abrangente ranking do setor. Mais informações: www.remax.com.br

Artigo, Fábio Jaques - Vamos auditar o IOR.

Sua Santidade, o Papa Francisco anunciou na tarde deste sábado (26), no encerramento do Sínodo da Amazônia, que vai criar um órgão no Vaticano dedicado exclusivamente à Amazônia que, segundo ele, “sofre todo tipo de injustiça”.
“Na Amazônia há todo tipo de injustiça, destruição de pessoas, exploração de pessoas, em todos os níveis e destruição da identidade cultural”, disse.
Depois das pajelanças realizadas nos jardins do Vaticano com a participação do próprio pontífice, e da procissão com a Pachamama no lugar da Virgem Maria, o Papa resolve eleger a Amazônia como a prioridade número um da Igreja (ou ex Igreja) Católica, ficando alguns assuntos “ultrapassados” como a salvação da alma ou a evangelização em plano secundário.
Como não sou seguidor deste Papa, que para muitos dentro da própria Igreja é a encarnação do Anticristo, pouco me importo com o que faça ou deixe de fazer.
Mas tenho uma sugestão ao governo brasileiro que está sendo tachado de injusto com os povos silvícolas, explorador e destruidor da sua identidade cultural.
Vamos assumir uma postura mais proativa na purificação da depravação, da lavagem de dinheiro e da fantástica acumulação da riqueza desta santa instituição. Estou falando do IOR, conhecido como Banco do Vaticano.
Que leu o livro de David Yallop, “Em nome de Deus”, ou assistiu ao filme “O poderoso chefão – parte III”, deve ter uma ideia do que é a podridão dentro do Vaticano e, principalmente, do Banco do Vaticano. É simplesmente estarrecedor. Vai de aplicações em falsos bônus do tesouro americano, em investimentos imobiliários em volumes equivalentes ao PIB brasileiro, em fábricas de preservativos entre muitas outras, até as suspeitas de assassinato papal como no caso do Albino Luciani, João Paulo I. É um mundo de suspeitas que envolve a famosa loja maçônica P2 do Licio Gelli e alguns dos maiores banqueiros internacionais.
Se a Amazônia pertence ao mundo, acho que muito mais a Igreja Católica.
O Brasil como o país com mais católicos do mundo (grande parte não praticante ou seguidora de várias religiões concomitantemente, o que já está oficialmente acontecendo na própria doutrina da Igreja Católica com a Teologia da Libertação e a Teologia Indigenista), tem o direito de exigir que a Igreja franqueie as portas do IOR – Instituto para as Obras da Religião, o Banco do Vaticano, para que possamos fazer auditorias nas suas contas, formadas em grande parte por contribuição de brasileiros.
O Vaticano não pode ficar se escondendo. Tem que abrir ao mundo as falcatruas perpetradas nos escaninhos desta santa instituição, assim como já começou a ser feito nas recônditas alcovas onde foram praticados, sob o olhar benevolente de suas autoridades maiores, incontáveis crimes de estupro e pedofilia.
Vamos lá. Vamos trocar a intromissão da Igreja na Amazônia pela investigação oficial pelo nosso governo das finanças do Banco do Vaticano.
Querem apostar quanto que o Papa recua e desiste de se meter nas nossas florestas?
O autor é diretor da FJacques - Gestão através de Ideias Atratoras, empresa coirmã da Selcon Consultores Associados – MS Francisco Lumertz (Professor Chicão), Porto Alegre, e autor do livro “Quando a empresa se torna Azul – O poder das grandes Ideias”.
http://www.fjacques.com.br -  fabio@fjacques.com.br

MPF denuncia cartel que roubou Petrobrás


As empresas que funcionaram como cúmplices dos governos do PT são Odebrecht, UTC, OAS, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Mendes Junior, Andrade Gutierez, Galvão Engenharia, Iesa, Engevix, Toyo Setal, Techint, Promon, MPE, Skanska e GDK S.A.


“Outras seis também participavam das fraudes, Alusa, Fidens, Jaraguá Equipamentos, Tomé Engenharia, Construcap e Carioca Engenharia”, informou a Procuradoria.


A 13.ª Vara Federal de Curitiba recebeu denúncia da Operação Lava Jato, por meio do Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR), contra 11 executivos das empreiteiras OAS, Mendes Júnior, Engevix, Alusa e Galvão Engenharia pelo crime de formação de cartel para saquear os cofres da Petrobrás, tudo durante os governos Lula e Dilma.

De acordo com a Lava Jato, elas roubaram R$ 19 bilhões da Petrobrás, tudo com a complacência e participação dos governos do PT. Segundo as investigações, por mais de uma década e pelo menos até 2014, ‘as principais obras da estatal foram loteadas entre as maiores empreiteiras do País que se organizaram num gigantesco ‘Clube’ formado por 16 empresas'.

A denúncia apontou que, 'com abuso do poder econômico e mediante prévio ajuste com a fixação artificial de preços, o ‘clube de empreiteiras’, em detrimento da concorrência, promoveu, entre 1998 e 2014, o controle do mercado de montagens e construção civil da Petrobrás em diversos procedimentos licitatórios de obras realizadas em várias localidades, entres elas, Araucária (PR), São Paulo, Rio de Janeiro, Betim (MG), Santos e Suape (PE)'.








Artigo, Rodrigo Constantino, Zero Hora - Greenpiche


Chesterton dizia que não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem. Sempre penso nisso quando vejo essas "religiões seculares" que tomaram conta do mundo pós-moderno. O socialismo como ideologia; o ambientalismo como seita fanática; a turma dos direitos dos animais dando mais importância para um ovo de tartaruga do que para um feto humano; etc.

Quando o sujeito adere a uma dessas "religiões" de forma cega, isso lhe fornece uma sensação de superioridade moral. Basta ele usar sacola não-reciclável para ir ao mercado, ser vegano ou condenar o canudinho plástico que já se sente a alma mais pura e bondosa que já pisou na Terra. E passa a olhar para os demais com certo desprezo, como um ungido iluminado olharia para um bárbaro.

Nesse monopólio das virtudes, sem precisar gastar muita caloria, os meios passam a não importar tanto. Se é a sobrevivência da democracia em jogo, então parece um pequeno preço combater com violência esses "fascistas", certo? E eis que os membros da Antifa, com esse nobre propósito, são os primeiros a adotar métodos fascistas e, mascarados, agridem ou intimidam senhorinhas conservadoras nas ruas.

Se a meta é nada menos do que salvar o planeta, vale a mesma lógica. O que são alguns projetos stalinistas de controle total da economia e de nossas vidas em troca da continuidade de Gaia? E que tal jogar óleo em frente ao Palácio do Planalto para "protestar" contra o governo de direita? Os fins justificam quaisquer meios. Só que o alvo é sempre seletivo: quase nunca é de esquerda!

Ou alguém acha mesmo que a cena patética promovida pelo Greenpeace teria ocorrido se o presidente fosse Lula? A politização dessas crenças é evidente. E se não quer acreditar em mim, ao menos acredite em Patrick Moore, um dos fundadores do Greenpeace: "o movimento ecologista tornou-se a mais intensa corrente a impedir o desenvolvimento nos países subdesenvolvidos".

O que une essas seitas todas é o ódio comum que sentem pelo capitalismo liberal e o progresso. Além de um toque de misantropia com niilismo, claro.

Artigo, Alon Feuerwerker, FSB - Por que de repente a coisa desanda, como agora no Chile


A explicação difundida sobre as ditas jornadas de junho de 2013 no Brasil era a profunda insatisfação com os serviços públicos. Havia inclusive uma tese de a vida ter melhorado dentro de casa mas continuado ruim fora. Obviamente uma explicação errada. Ou pelo menos gravemente parcial. Pois os serviços públicos continuam do jeitinho que eram e nunca mais se viu nada remotamente parecido com 2013. Teve as mobilizações pelo impeachment, mas já era outra coisa.

Há um esforço intelectual disseminado para encontrar um fio condutor que ligue as rebeliões populares ao redor do planeta, e naturalmente cada um puxa a brasa para sua sardinha particular. Uns culpam o que chamam de neoliberalismo ali, outros a falta de liberdade acolá, outros o déficit de soberania nacional mais adiante. É provável que todas essas explicações estejam algo certas. E também por isso elas têm pouca utilidade para localizar o tal fio condutor.

A erupção de rebeliões populares, como agora no Chile, exige duas premissas: as pessoas comuns não estarem mais dispostas a aceitar as condições materiais e espirituais em que vivem e o sistema não mais deter força suficiente para obrigar as pessoas a continuar aceitando tais condições. E o segundo fator está associado diretamente à queda nas taxas de coesão entre os grupos que detêm o monopólio weberiano da "violência legítima”.

A ubiquidade da transmissão de informações e da conectividade, algo traduzido na expressão genérica “redes sociais”, afetou diretamente a possibilidade de aplicar essa violência. Ela persiste firme em situações, como na Síria, onde o poder consegue bloquear a informação. No Chile não dá. Sebastián Piñera chamar as Forças Armadas teve pouco efeito prático porque a tropa não pode atirar nos manifestantes para matar. O remédio pinochetista está vencido.

Qual seria então o tal fio condutor? Uma boa hipótese é o sentimento de a injustiça ter ultrapassado o limite do aceitável. Verdade que a régua para medir esse “aceitável" é bastante subjetiva, mas paciência. A subjetividade explica por que a rebelião popular pode perfeitamente acontecer, e acontece, mesmo quando as condições materiais objetivas não estão piorando, ou até quando estão melhorando. Um paradoxo que neutraliza as explicações mecanicistas e economicistas.

Esse viés subjetivo explica também a certa imprevisibilidade de acontecimentos como do Chile. Não existe um método quantitativo 100% confiável para medir quando os de baixo não mais estarão dispostos a viver como antes e os de cima não mais poderão obrigá-los a isso. Daí que duas atitudes sejam essenciais no exercício do poder: 1) ficar esperto e 2) não dar sopa pro azar. O primeiro depende de empatia. Já para o segundo contribui bastante a paranoia.

Um dia alguém disse que apenas os paranóicos sobreviverão. Mesmo se for verdade, não é suficiente constatar. É preciso dar consequência à paranoia. Por isso governos investem tanto em sistemas de informação, espionagem e repressão, mas também difundem platitudes do tipo “governarei para todos”, “precisamos unir o país”, “basta de polarização”. São platitudes, mas ajudam a atenuar o sentimento de estar excluído do jogo, e portanto de ser alvo de injustiça.

Outro detalhe: os mesmos atores colocarem o gênio de volta na garrafa pode exigir um nível da tal “violência legítima” acima do disponível em determinada correlação de forças. Também por isso governos caem. Aliás, as chamadas transições pacíficas costumam resultar não tanto de um caráter pacífico inerente aos atores, mas de correlações de força esmagadoras e que levam à situação ideal de vencer sem precisar guerrear. Só que nem sempre é possível.

Para o poder, bom mesmo é não deixar o gênio escapar.

Dica do editor - Neste domingo tem 5a. Corrida contra o AVC em Porto Alegre


Porto Alegre sedia, neste domingo, 27, a 5ª Corrida Contra o AVC, em alusão ao dia mundial de combate à doença, celebrado em 29 de outubro. A corrida terá um percurso de cinco quilômetros por dentro do Parque Farroupilha (Redenção), com largada às 9h, e a caminhada, 2,5 quilômetros e largada às 9h15. A iniciativa é da Rede Brasil AVC, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), para promover a prevenção a partir da prática sadia da atividade física.

A programação inclui verificação de pressão arterial, peso, altura e avaliação do risco de AVC, com orientações de como reconhecer os sinais do agravo, o que fazer e como diminuir a possibilidade de ter a doença. Os atendimentos terão a participação de médicos, residentes, estudantes de Medicina e Enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, psicólogos e nutricionistas, além de equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quem estiver no parque poderá também conhecer o Riscômetro de AVC e o Aplicativo AVC Brasil.

O AVC é a segunda causa de morte no mundo e a primeira causa de incapacidade, podendo acometer qualquer pessoa, em qualquer idade. Reconhecer os sinais de alerta e acessar rapidamente um serviço de urgência em centro de AVC diminui a chance de sequelas. A prevenção pode evitar até 90% dos casos.

Programação

9h - Corrida e caminhada contra o AVC

10h30 - Abertura da Campanha Mundial de AVC em Porto Alegre

10h45 - Início dos atendimentos

11h - Educando as crianças: lançamento da Campanha Fast Heroes no Brasil (crianças entre 5 e 8 anos serão os heróis do AVC, aprendendo a reconhecer os sinais, chamar o Samu e ensinar os familiares)

11h30 - Aula de dança (o exercício diminui o risco de AVC)

12h - Sessão de autógrafos e distribuição do livro “Tinha um AVC no meu caminho”, de Rafael Silveira

13h - Palestra “O que é o AVC e como prevenir?”

13h30 - Como reconhecer os sinais de alerta do AVC e o que fazer?

14h - Aula de dança

14h30 - Reabilitação e cuidados pós AVC: o papel da equipe multidisciplinar

15h - Encerramento


Marchezan Júnior protocola projeto que regulariza transporte escolar


A prefeitura protocolou na Câmara Municipal, nesta sexta-feira, 25, dois projetos de lei para regularizar e atualizar o transporte de passageiros por frete e escolar em Porto Alegre. No caso de transporte fretado, nunca houve uma regulamentação na Capital. Para o transporte escolar, o objetivo é atualizar a legislação. Os projetos foram encaminhados em regime de urgência, ou seja, devem ser votados em até 45 dias. “São medidas para desburocratizar e dar mais segurança na prestação de serviço e para os passageiros”, explica o prefeito Nelson Marchezan Júnior.

O transporte fretado ou por fretamento de passageiros é previsto desde 1998 pela lei 8.133, mas nunca foi regulamentado. Agora, o projeto de lei propõe uma legislação e regras para a atividade. Entre elas, está a dispensa de licitação no processo de solicitação para prestação dos serviços. A autorização seria expedida pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). 

O projeto divide o serviço em três categorias:

Fretamento periódico ou continuo –  É o transporte remunerado de passageiros, executado em favor de pessoas jurídicas tomadoras do serviço ou de grupo de pessoas físicas usuárias pré-identificadas, por período predeterminado, com preço preestabelecido, com emissão de nota fiscal ou fatura semanal, ou mensal, em circuito fechado, com quantidade de viagens, frequência e horários preestabelecidos e formalização mediante contrato escrito. Exemplo: funcionário de shoppings ou empresas. 

Turístico – É aquele executado exclusivamente por pessoas jurídicas autorizatárias, prestado em favor de agrupamento de usuários individuais ou de grupo de usuários assim organizados, por uma agência de turismo ou transportadora turística, em caráter ocasional, em circuito fechado, com origem, destino, itinerário básico e horário predeterminados, sem paradas intermediárias para embarque ou desembarque de passageiros, com relação de passageiros transportados, emissão de nota fiscal por viagem com preço certo, conforme contrato entre as partes, destinado exclusivamente a atividades de turismo.

Fretamento assistencial – Consiste no transporte executado pelos entes públicos federais, estaduais ou municipais, por meio de veículos próprios ou locados, gratuitamente aos cidadãos assistidos, como meio para alcançar as finalidades públicas em programas sociais e assistenciais diversos. 

A minuta do projeto de lei atende a uma solicitação da categoria e foi integralmente alinhada com o sindicato e representantes das oito bacias escolares da Capital. O objetivo é desburocratizar o processo de autorização do serviço e modernizar as regras operacionais para facilitar a regularização de novos transportadores. 

O projeto torna o serviço efetivamente de utilidade pública e de autorização. Também estende o transporte escolar para qualquer atividade de ensino regular, como cursos de línguas e pré-vestibular, entre outros. A proposta amplia o limite de prefixos para pessoas jurídicas de seis para até dez veículos. Já o número de veículos em circulação na cidade não tem limitação.

“As vans escolares seguem com obrigatoriedade de vistoria na EPTC, conforme idade do veículo, e autorização para a prestação do serviço. No site, é possível consultar a situação do veículo escolar pelo prefixo, o que dá segurança para os passageiros, que em sua maioria são crianças”, diz o diretor-presidente da EPTC, Fabio Berwanger Juliano.