A empresa Super Star


A Empresa Super Star.
Super Star é aquela empresa que tem legiões de fãs que falam bem dela, fazem propaganda gratuita, querem seus produtos e adoram trabalhar nela.
Harley Davidson, Ferrari, Apple ou Disney são alguns exemplos de Empresas Super Stars.
Quem não admira estas empresas, quem não gostaria de possuir seus produtos ou de trabalhar em uma delas?
Há um mundo de empresas Super Star nos mais diferentes ramos de atividade. Alimentos, bebidas, sistemas, tecnologia ou comercio, muitas das quais não são tão aclamadas porque operam nos bastidores da vida real, mas cuja falta seria intensamente sentida. Microsoft, a Intel, a Boeing entre muitas outras que facilitam em muito nossas vidas, não são cantadas em prosa e verso como as anteriores. Mas são todas Super Stars.
E a sua empresa, é uma Super Star?
Se não é Super Star não significa que não possa vir a ser.
A Super Star sempre opera dentro do tripé do Marcus Lemonis: Produto, Processo e Pessoas.
Sem um produto campeão não haverá possibilidade de ser uma Super Star. Não conquistará fãs.
Sem um processo campeão, não conseguirá manter campeão um produto por melhor que seja.
Sem uma equipe campeã, nem mesmo um produto ou um processo potencialmente campeões conseguirão torná-la uma Super Star.
O grande segredo da Super Star está nas pessoas. São elas que farão com que tudo aconteça, o que torna imprescindível que sejam elas as primeiras fãs da empresa. Somente com fãs “indoor” é que se tornará possível conquistar fãs no universo “outdoor”.
Tudo tem que ser feito com carinho e dedicação. As pessoas têm que dar o melhor de si pela Super Star e, para isto, têm que ser conquistadas por ela.
A conquista das pessoas só se consolida quando elas passam a confundir seus propósitos pessoais com os da empresa, ou seja, quando o sucesso dela passa a ser seu próprio sucesso. Aí, como acontece com um Super Star do Rock, os fãs o aclamarão, pagarão para vê-lo e ouvi-lo e farão propaganda gratuita dele. Vão desejar que ele tenha grande sucesso, que ganhe muito dinheiro e se sentirão gratificadas em ajudá-lo a ganhar mais e mais.
E porque, então, nem toda empresa é Super Star?
Simplesmente porque não basta pagar bons salários e proporcionar excelentes benefícios para que uma pessoa se torne sua fã. É preciso muito mais.
Empresa e pessoas são dois universos distintos, tão diferentes como água e óleo os quais só formarão uma emulsão se forem altamente energizados. As pessoas carregam um inimaginável potencial energético que cabe à empresa transformar em trabalho. E isto só ocorre quando o estímulo é tal que as pessoas descarreguem toda a sua energia em seu favor.
Como as pessoas trabalham visando seus objetivos pessoais e não os da empresa (ninguém procura um emprego para ajudar uma empresa, e sim, para resolver seus próprios problemas), a magia está em amalgamar ambos os objetivos fazendo com que, em buscando os seus, as pessoas busquem obrigatoriamente os da empresa.
A empresa precisa saber o que as pessoas, e aqui todos nós estamos incluídos, querem, e dizer-lhes o que ela própria quer. Tem que firmar um pacto ganha – ganha permitindo que as pessoas encontrem condições de se auto realizar trabalhando nela. Tem que dar liberdade para que as pessoas busquem seu desenvolvimento e progresso pessoal mantendo atenção plena em jamais permitir que injustiças sejam perpetradas. As pessoas são extremamente sensíveis a qualquer tipo de injustiça, seja real ou imaginária. Tem que escancarar as portas para o diálogo, o questionamento, às críticas e as sugestões. Tem que dar respostas e cobrar a entrega. Tem que balizar e dar feedback. Tem que compartilhar, dividir, comemorar, abraçar.
Este é o modelo das Super Stars. Todos unidos em torno de um só propósito, de uma só Ideia.
As pessoas no mundo externo sempre vão se aperceber deste tsunami de produtividade e qualidade que extravasará através dos portais da empresa. Vão ver, experimentar e, quem sabe, se apaixonar. E, então, levantarão suas bandeirinhas e formarão uma nova legião de fãs.
Você quer um Ifone 11 ou uma Harley Sportster XL 883? Pois saiba que por trás destes produtos existem empresas Super Stars com seu exército de fãs dando o melhor de si para que você também se torne um deles, ou quem sabe, até mesmo um novo Super Star.
O autor é diretor da FJacques - Gestão através de Ideias Atratoras, empresa alavancadora de Super Stars e coirmã da Selcon Consultores Associados – MS Francisco Lumertz (Professor Chicão), Porto Alegre, e autor do livro “Quando a empresa se torna Azul – O poder das grandes Ideias”.
www.fjacques.com.br -  fabio@fjacques.com.br
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Câncer de Pulmão: Imunoterapia, radioterapia e cirurgia são focos de debate em simpósio internacional


RS lidera o ranking dos estados brasileiros com maior incidência da doença
      Os diferentes aspectos do câncer de pulmão e a aplicação das novas tecnologias para o tratamento da doença foram as pautas principais do II Simpósio Internacional de Câncer de Pulmão. Promovido pelo Hospital Moinhos de Vento (HMV), o encontro ocorreu nessa sexta-feira (1) e sábado (2), no Hotel Sheraton, e trouxe três palestrantes internacionais, além de 30 nomes conhecidos no cenário nacional, para discutir os avanços na área.
      O simpósio foi moldado em cima de casos clínicos do cotidiano. “O nosso grande objetivo era dar essa característica ao encontro: trazer assuntos aplicáveis ao dia a dia dos profissionais, de acordo com os recursos que cada um tem nos locais onde trabalham”, explicou o chefe do Serviço de Pneumologia do Moinhos de Vento, Marcelo Gazzana. O evento contou com a presença de cerca de 150 participantes ao longo dos dois dias.
      O ponto alto da programação ficou por conta da sessão plenária, no final da tarde de sexta, com as palestras de oncologistas internacionais. O francês Elie Fadel, a canadense Natasha Leighl e o brasileiro radicado no Canadá, Sergio Faria, discutiram temas relativos ao limite da cirurgia na doença, à imunoterapia do câncer de pulmão e aos aspectos relacionados à radioterapia estereotáxica.
      Fadel abriu a plenária com a palestra “Qual o limite da cirurgia na doença localmente avançada?”. Para responder à provocação, o francês apresentou dados referentes a procedimentos clínicos e cirúrgicos. O tratamento da doença, de acordo com o palestrante, deve ser envolvido em uma discussão multidisciplinar entre cirurgião, oncologista, radioterapeuta e equipes de apoio nas áreas da pneumologia, radiologia e patologia.
      Leighl trouxe um tema atual e que vem se desenvolvendo muito nos últimos anos: a imunoterapia. Há mais de mil estudos abertos na área, de diferentes tipos de câncer – o de pulmão conta com o maior número de pesquisas. A oncologista canadense projetou um cenário de avanços para os próximos anos. “Olhamos para o horizonte e enxergamos resultados muito promissores pela frente, a partir desses estudos”, frisou.
      Faria, por sua vez, abordou o papel da radioterapia em pacientes selecionados. O brasileiro radicado no Canadá ressaltou o uso da tecnologia nos mais diversos tratamentos dos pacientes em estágio avançado da doença.
      Atento às palestras, o coordenador da Unidade de Oncologia Torácica da instituição, Guilherme Geib, enalteceu a importância de discutir, de forma multidisciplinar, os diferentes aspectos da neoplasia. “A conexão das três aulas ressalta como temos de estar muito bem integrados enquanto equipe na hora de tomar as decisões nos tratamentos de nossos pacientes, resumiu o oncologista.
      Dados alarmantes
      O Rio Grande do Sul lidera o ranking dos estados com maior incidência de câncer de pulmão. O índice de mortes pela doença no Estado chega a 33%. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a neoplasia maligna de traqueia, brônquios e pulmões registra 49,5 casos para cada 100 mil homens. O número reduz entre as mulheres, mas ainda se mantêm no topo – são 27,6 casos para cada 100 mil.
      Entre as capitais não é diferente. Porto Alegre desponta na estatística negativa entre os municípios brasileiros, com 50,49 casos para 100 mil homens e 37,64 para cada 100 mil mulheres. “Previnir é o melhor caminho. Mas, os casos existem. E o que aumenta realmente as chances de cura da doença é a identificação precoce e o tratamento com os métodos mais adequados, de forma multidisciplinar”, comentou Gazzana.

Moove disputará de novo o prêmio de Agência do Ano no Salão de propaganda

Pelo terceiro ano consecutivo, a Moove vai disputar o prêmio de Agência de Comunicação do Ano no Salão da Propaganda 2019, premiação promovida pela Associação Riograndense de Propaganda (ARP).

Neste ano, a Moove recebeu cinco indicações. Além de ser finalista como Agência de Comunicação, ainda concorre nas categorias Profissional de Criação do Ano, Profissional de Atendimento e Negócios do Ano e Profissional de Produção de Agência do Ano.

Os profissionais da Moove indicados ao prêmio são: a diretora de Criação, Laura de Azevedo; a diretora de Atendimento, Rosângela Lopes; o diretor de Produção, Robson Albuquerque; e a produtora Carla Bildhauer.

Para o sócio-diretor da Moove, José Luiz Fuscaldo, a agência teve mais um grande ano e o mercado percebe essa evolução. “Ampliar a plataforma de varejo e aperfeiçoar a institucional foram objetivos alcançados. Além disso, implantamos o Núcleo de Dados e Performance, que amplia a capacidade de lidar com informações mais precisas, conhecer melhor o consumidor e antecipar tendências”, destacou.

Os finalistas foram definidos a partir de indicações feitas por sócios, conselheiros e diretores da ARP, grupos do mercado, colunistas do trade e entidades. A votação ocorreu entre 14 e 31 de outubro.

A entrega dos prêmios acontece durante o Salão ARP, no dia 4 de dezembro.

Moove já é bi
A Moove já conquistou duas vezes consecutivas o título de Agência de Comunicação do Ano no Salão ARP 2017 e 2018.
Em 2018, a diretora de Atendimento, Rosângela Lopes, foi premiada pela segunda vez na categoria Profissional de Atendimento do Ano.
Em 2017, foram premiadas Rosângela Lopes, como Profissional de Atendimento, e Irenita Boff, como Profissional de Mídia.

Novembro Azul alerta para cuidados com a saúde do homem

Homem que se cuida não perde o melhor da vida. Este é o tema da Secretaria da Saúde (SES/RS) para marcar o Novembro Azul, mês dedicado a alertar sobre a importância da prevenção e diagnóstico do câncer de próstata. A novidade este ano é a expansão do foco: despertar os homens para a necessidade de cuidar de sua saúde como um todo.
“Existem hábitos arraigados, uma cultura mesmo de que homens não cuidam da própria saúde e é preciso mudar isto”, aponta Carlos Antônio da Silva, coordenador da Saúde do Homem, da SES/RS. Estes hábitos arraigados levam a adoecimentos que poderiam ser evitados ou amenizados. “Depressão, por exemplo, é comum, mas geralmente não falada, não tratada. Tudo é velado”. Além da próstata, outros tipos de câncer acometem a população masculina, entre eles pulmão, garganta e esôfago, principalmente em função do fumo. Também as doenças cardiovasculares são muito comuns. “As tensões do cotidiano, o modo de vida, a falta de atividade física contribuem para os adoecimentos”, observa Carlos. A população masculina, acrescenta, não está habituada sequer a verificar seus marcadores metabólicos como pressão, batimentos cardíacos, colesterol.
Ele manifesta ser fundamental esta mudança cultural, ao mesmo tempo em que é necessária a adoção de novos hábitos, como mais ingestão de água. “Tomar menos sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas”, diz. Também desenvolver atividades físicas, como caminhadas, ingerir menos açúcares e gorduras, bem como fazer atividades de lazer. “Estes são fatores importantes para alguém durar mais e com qualidade”.
O Novembro Azul, mês de atenção à saúde do homem, será marcado pela divulgação de um vídeo nas redes sociais, a partir desta sexta-feira, dia 1º. Também será exposto um “varal” sobre os cuidados com a saúde do homem, durante o mês, no andar térreo do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Avenida Borges de Medeiros, 1501, Porto Alegre). E, dia 12, será exibido o documentário “Silêncio dos Homens”, um filme que discute a masculinidade tóxica e aborda as dores, qualidades, omissões e processos de mudanças dos homens. Será apresentado em dois horários: das 9h às 11h e das 15h às 17h, no auditório do Centro Administrativo, com debate a seguir. É aberto ao público.

Entrevista, Leandro Ruschel, Leandro & Stormer - Está tudo para a decolagem da economia brasileira


O Brasil está preparado para crescer, depois das reformas e ajustes já promovidos e em andamento ?
Eu creio que o Brasil criou as condições para gerar a partir de agora o crescimento sustentável, claro que há limitações em termos de eficiência ainda. Reformas estruturais demoram muito tempo para darem resultados, apesar de esses resultados serem muito mais duradouros. Está tudo pronto para a decolagem da economia brasileira.

Coisas como os juros ainda são problemas. 
A gente já criou alguns mecanismos que permitem, já estão permitindo a queda dos juros. 

Juros em queda significam o que, exatamente ?
Já temos os juros mais baixos da história e isso vai trazer ai mais investimentos, seja em artigo de risco, seja em bolsa, seja em economia real. Já que para se ter um retorno os investidores precisam tomar mais riscos. Tomar mais riscos significa investimento, investimento gera obviamente o crescimento.

Quais foram as medidas mais importantes no caso do ajuste das contas públicas ?
Então, acho que a grande vitória que nós tivemos foi a PEC do teto dos gastos ainda no governo Temer, e agora, a reforma da Previdência, esta porque diminuirá o déficit público e permitirá, então, que as autoridades monetárias façam política contra sílica, cortem juros e empurrem os investidores para o mundo dos investimentos.

Os empresários acostumados a mamara nas tetas do governo estão tendo problemas ?
A gente está vendo que há uma diminuição grande da dependência de ex-subsidiados.
Por exemplo, o BNDES chegou a prover mais da metade do financiamento para empresas no passado, e hoje esse número representa um quinto.

O que vem pela frente no quesito ajuste das contas e melhoria da gestão pública ?
Obviamente que ainda tem essa pauta das privatizações, a gente vai ter reforma administrativa, a gente vai ter reforma tributária provavelmente e há um desejo ou até uma necessidade do Congresso aprovar essas pautas.

E a tensão política ?
O país precisa voltar a crescer até para diminuir a pressão sobre o mundo político. Este é um aspecto que pouca gente fala.

2020 em diante ?
Então do ponto de vista interno há um cenário bastante positivo para retomada do crescimento e para melhores resultados no ano que vem e nos próximos anos.

O mundo pode não ajudar, porque o ciclo virtuoso de crescimento parece estar se esgotando.
Tem um ponto ai que nos preocupa bastante que é a questão externa já que o mundo está entrando no 11º ano de crescimento. É um ciclo longo. Os Estados Unidos experimentam o ciclo mais longo da sua história, e em algum momento vai haver alguma correção, vai haver uma correção nos mercados, uma correção na economia global. Já houve uma desaceleração, mas é possível que tenhamos alguma correção em algum momento.

2020, globalmente, como será, por exemplo nos Estados Unidos ?
Ano que vem vai ser um ano complicado aqui nos Estados Unidos por conta das eleições. Temos um cenário de maior volatilidade, principalmente no segundo semestre ano que vem. Temos ai a questão da China, temos uma série de problemas no mundo. Por enquanto está tudo sob controle, mas em algum momento nós teremos alguma desaceleração, talvez uma correção mais aguda e isso deve impactar o Brasil. 

Estamos preparados para tensões globais ?
Então a gente tem que aproveitar ai para fazer o máximo de reforma o mais rápido possível, acha que a reforma da Previdência demorou muito.

Renda fixa ou renda variável, aguardar ou investir ?
Mas enfim, o cenário interno é um cenário que se abre bastante positivo. Há uma massa de investimento em renda fixa que vai ter que migrar para renda variável ou economia real. São investimentos em negócios. 

O que pode atrapalhar ?
Isto tudo deve melhorar a situação, mas a gente tem a instabilidade externa que prejudicaria esse crescimento e paira no ar a possibilidade de uma crise política mais séria, em algum momento.

Você enxerga alguma crise política aguda mais adiante ?
A gente viu ai a Globo tentando criar a situação de crise política, por exemplo. Há uma guerra fria contra o Bolsonaro e a tentativa a todo o momento de puxar o tapete do presidente, criar uma crise institucional ou se criar situações, ou simplificar declarações como essa do filho do presidente né, enfim sempre ronda ai esse fantasma.

Crise política ou crise institucional ?
Ronda o País um fantasma de uma crise institucional, uma crise maior que pode prejudicar essas expectativas que eu acabei de colocar.


Eu creio que o Brasil criou as condições para gerar a partir de agora o crescimento sustentável, claro que há limitações em termos de eficiência ainda. Reformas estruturais demoram muito tempo para darem resultados, apesar de esses resultados serem muito mais duradouros.


A gente já criou alguns mecanismos que permitem, já estão permitindo a queda dos juros. 

Já temos os juros mais baixos da história e isso vai trazer ai mais investimentos, seja em artigo de risco, seja em bolsa, seja em economia real. Já que para se ter um retorno os investidores precisam tomar mais riscos. Tomar mais riscos significa investimento, investimento gera obviamente o crescimento.


Então, acho que a grande vitória que nós tivemos foi a PEC do teto dos gastos ainda no governo Temer, e agora, a reforma da Previdência, esta porque diminuirá o déficit público e permitirá, então,ue as autoridades monetárias façam política contra sílica, cortem juros e empurrem os investidores para o mundo dos investimentos.
A gente tá vendo que há uma diminuição grande da dependência de ex-subsidiados.
Por exemplo, o BNDES chegou a prover mais da metade do financiamento para empresas no passado, e hoje esse número representa um quinto.
Obviamente que ainda tem essa pauta das privatizações, a gente vai ter reforma administrativa, a gente vai ter reforma tributária provavelmente, há um desejo ou até uma necessidade do congresso aprovar essas pautas.
O país precisa voltar a crescer até para diminuir a pressão sobre o mundo político, esse é um aspecto que pouca gente fala.
Então do ponto de vista interno há um cenário bastante positivo para retomada do crescimento e para melhores resultados no ano que vem e nos próximos anos.
Tem um ponto ai que nos preocupa bastante que é a questão externa já que o mundo está entrando no 11º ano de crescimento, é um ciclo longo, os Estados Unidos é o ciclo mais longo da história, e em algum momento vai haver alguma correção, vai haver uma correção nos mercados, uma correção na economia global, já houve uma desaceleração, mas é possível que tenhamos alguma correção em algum momento.
Ano que vem vai ser um ano complicado aqui nos Estados Unidos por conta das eleições né, temos um cenário de maior volatilidade principalmente no segundo semestre ano que vem. Temos ai à questão da China, temos uma série de problemas ai no mundo, por enquanto está sob controle, mas em algum momento nós teremos alguma desaceleração, talvez uma correção mais aguda, isso deve impactar o Brasil, então a gente tem que aproveitar ai para fazer o máximo de reforma o mais rápido possível, acha que a reforma da Previdência demorou muito.
Mas enfim, o cenário interno é um cenário que se abre bastante positivo, há uma massa ai de investimento em renda fixa que vão ter que migrar para renda variável ou economia real né, investimentos em negócios, isso deve melhorar a situação, mas a gente tem a instabilidade externa que prejudicaria esse crescimento que sempre temos ai, paira no ar né a possibilidade de uma crise política mais séria em algum momento.
A gente viu ai a Globo tentando criar a situação, por exemplo, tem né uma guerra ai fria contra o Bolsonaro e a tentativa a todo o momento de puxar o tapete do presidente, criar uma crise institucional ou se criar situações, ou simplificar declarações como essa do filho do presidente né, enfim sempre ronda ai esse fantasma.
O STF pode soltar milhares de presos, sempre ronda ai um fantasma de uma crise institucional, uma crise maior que pode prejudicar essas expectativas que eu acabei de colocar.

Tudo sobre o funcionamento dos hospitais municipais de Porto Alegre nos finados


A Prefeitura de Porto Alegre preparou uma programação especial para facilitar a reverência ao Dia de Finados, neste sábado, 2. Os cemitérios municipais Tristeza (rua Liberal, 19), São João (rua Ari Marinho, 297) e Belém Velho (rua Nossa Senhora do Rosário, 5.205) funcionarão com horários especiais, permanecendo abertos das 8h às 18h, sem fechar ao meio-dia.

No São João, que é também o maior cemitério municipal de Porto Alegre, com cerca de 12,6 mil jazigos, estão programadas três missas na área próxima à caixa d'água: às 8h30, às 10h e às 16h. Além disso, os cemitérios privados oferecerão missas campais, procissões e outras atividades de celebração alusivas ao feriado, sob a coordenação da Associação Sulbrasileira de Cemitérios e Crematórios (Asbrace). http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/cs/usu_doc/finados2019.pdf. 

Com expectativa de receber cerca de 2 mil visitantes, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams) intensificou os trabalhos de manutenção dos locais, com limpeza e pinturas de meio fios de calçadas, muros e túmulos, capina e roçada. Conforme o administrador dos três cemitérios municipais, Alexsandro Silva da Costa, mesmo com o clima chuvoso, os cemitérios estão recebendo maior atenção a fim de melhor receber o público.

Já a fiscalização da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE) estará presente nas imediações dos cemitérios da Capital. A equipe atuará das 8h às 17h com o objetivo de coibir o comércio irregular de flores e lanches, inclusive para evitar que essas atividades bloqueiem as vias de acesso de pedestres em áreas de grande movimentação. A Brigada Militar (BM) também estará de prontidão nesses locais. 

Trânsito e Transporte - A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) preservará os acessos principais aos cemitérios a fim de auxiliar no trânsito de veículos e pedestres, que é de grande circulação neste período. Além disso, duas linhas especiais de transporte coletivo serão ativadas: a 297 – Cemitério/Especial, com saída da avenida Borges de Medeiros em direção à região dos cemitérios; e a 398.9 – Jardim da Paz/Finados, que sai da avenida Salgado Filho até a avenida João de Oliveira Remião. 

Todas as ações contam com o apoio da Comissão Municipal de Serviços Funerários, ligada à SMDE.