O Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou 310 pessoas acusadas de envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. O número foi divulgado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão responsável pela acusações, nesta terça-feira (3).
De acordo com a procuradoria, 2 anos após os atos, 229 foram condenados como executores dos atos e 81 na condição de incitadores.
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As condenações dos executores variam entre 15 anos e 17 anos de prisão, por crimes de associação criminosa armada, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado.
No caso dos acusados de incitação aos atos, as condenações são de 1 ano de prisão, mas foram substituídas por prestação de serviços comunitários e a presença em um curso sobre democracia.
Os condenados também estão com o passaporte retido, porte de arma revogado e deverão pagar, solidariamente, o valor de R$ 5 milhões por danos morais coletivos.
O levantamento da PGR também mostra que 500 acusados assinaram acordo de não persecução penal e seus processos foram encerrados.
Operação Capa Dura
Numa extensa, inquietante, mas inconclusiva reportagem assinada pelo jornalista Gregório Mascarenhas, a publicação Matinal, que é enviada para assinantes, o que inclui o editor deste blog, introduz novidades, inclusive novas personagens, na série de matérias que vem publicando sobre a Operação Capa Dura, que desbaratou tremendos casos de corrupção no âmbito da secretaria da Educação de Porto Alegre.
O pessoal da Matinal faz suítes em cima de reportagens investigativas publicadas pela RBS, inclusive preenchendo omissões que a rede da família Sirotsky praticou deliberadamente.
Matinal diz que conseguiu acesso amplo ao inquérito da Polícia Civil do RS. Nele, surgem áudios nos quais o prefeito Sebastião Melo trata das compras impugnadas no inquérito, cujo valor total chegou a R$ 43 milhões e segundo a Polícia Civil ensejaram propinas a agentes públicos. Em nenhum dos áudios é possível inferir qualquer deslize do prefeito.
O caso, segundo a reportagem, teve início em 2020, quando um novo personagem, no caso Jorge Gerdau, doou para o então prefeito Marchezan Júnior uma plataforma educacional chamada Córtex. Acontece que depois disto, Jorge Gerdau acompanhou a implantação do sistema, inclusive em reuniões fora da agenda, que exigiu contratações, inclusive de softwares, em dinheiro, junto à empresa CRTX, a mesma da plataforma. Em nenhum dos pontos da reportagem é possível inferir qualquer deslize do dono da Gerdau.
CLIQUE AQUI para ler toda a extensa reportagem da Matinal.
Artigo, Marcus Vinicius Gravina - Emenda Parlamentar, carniça para abutres
A porteira aberta à corrupção no país aconteceu com a instituição da chamada “Emenda Parlamentar”. Depois tivemos conhecimento da sua proliferação pela Lava Jato.
Ela esconde o seu verdadeiro significado, a compra de votos. É uma espécie de desafio ao lado caolho da Justiça Eleitoral. Nunca quis enfrentar de maneira ampla esta anomalia, esquivando-se da pressão de abutres, que sofreria se condenasse tamanha discriminação.
Logo mais, justifico esta crítica, direito de opinião em um Estado Democrático de Direito.
Darei primazia ao comentário da hipocrisia que acabou convalidando uma flagrante inconstitucionalidade. Serviu de palco a um controvertido ministro do STF - como xerife da moralidade da verba pública - que ganhou notoriedade e começa a ofuscar o protagonismo do seu colega, ministro Alexandre de Moraes. Haverá vários rounds entre eles
em disputa de mando interno naquela Corte Judicial (vaidades feridas).
O acordo que resultou no afrouxamento da restrição imposta, monocraticamente pelo ministro Flávio Dino para liberação das verbas aos sedentos Congressistas, é inconstitucional.
Presta-se, apesar de uma pílula dourada e de suposta monitoração ou regra de aplicação do dinheiro público, a convalidar tal excrecência, a qualquer tempo, seja em período eleitoral ou fora dele. Privilégio a certos congressistas em exercício de mandatos eletivos, para eles aliciarem ou à compra de votos em seus currais eleitorais.
Nunca se deu a devida importância a este fato antes de se converter em uma funesta discriminação de cunho eleitoral, conduzida por um ministro de um tribunal constitucional.
Desiquilibra a disputa eleitoral, torna desigual a oportunidade de competição com quem nunca foi candidato. Impede a renovação ou a oxigenação dos nossos Parlamentos.
Nisto estou com a ex-ministra Rosa Weber que afirmou em uma de suas decisões sobre a chamada Emenda Parlamentar: “ fere o Princípio da Igualdade porque privilegia certos congressistas em detrimento de outros, põe em risco a sistema democrático”.
Para todas as formas de emendas parlamentares ao orçamento, sejam elas individuais, as coletivas e as de bancadas devem ser entendidas como irregulares, ilegais pela evidente transgressão do Princípio de Igualdade assegurado a todos os cidadãos, candidatos às eleições ao Senado e Câmara dos Deputados.
Trata-se de matéria de direito público. Não cabe discuti-la em conchavos.
O povo não quer mais saber de corrupção e as tais emendas são fontes contaminadas de desrespeito à lei eleitoral.
Meu repúdio a mais este arranjo ou ação entre amigos interesseiros dos Poderes, Judiciário, Executivo e Legislativo.
Onde fica o povo, só lembrado na cobrança dos impostos?
Caxias do Sul, 3.12.2024
CEEE
Porto Alegre, 11h, 30o e tempo bom.
O temporal com vendaval, raios e granizo, desta noite, causou estragos no RS. O alerta da Defesa Civil para o risco da instabilidade segue até a manhã desta segunda-feira, mas o cenário, agora, 11h, é bem diferente, com abertura de sol entre nuvens.
Em Porto Alegre, falta luz desde a madrugada. A CEEE Equatorial não consegue repor energia sequer em franjas importantes de bairros mais organizados, como é o caso de Petrópolis, onde vive e trabalha o editor. Na Capital a chuva começou por volta das 22h. A CEEE admite que 90 mil clientes ficaram sem luz, mas este número não é correto.
A zona Sul foi a mais atingida pela tempestade com muito vento e chuva forte. Mais de 80% da energia no bairro Ipanema retonou mas os locais onde sempre demoram para a volta da luz como casas próximas da Rua Eng. Otacilio Oliveira, próximo ao Clube do Professor Gaúcho, continuam sem energia mesmo que na esquina da rua moradores já tenham o retorno da energia. Paulo Costa, morador da rua Octacílio, reclama do descaso da CEEE com os moradores pois abrem o chamado que horas depois se dá automaticamente por encerrados no sistema, sem o retorno da energia: "Nos sentimos lesados pela CEEE pois pagamos o serviço e ela nos trata com total descaso, quem vai pagar meus prejuízos? eu preciso da internet para trabalhar, faço home office, e os aparelhos queimados e a comida estragada do refrigerador, a CEEE vai pagar meus prejuízos? eu duvido! Toda vez é a mesma coisa, da uma chuvinha ou um vento mais forte e ficamos dias sem luz".
Artigo, Julian Assange - 17 mil médicos exigem proibição das vacinas contra Covid. E julgamento dos responsáveis pela catástrofe.
Mais de 17.000 médicos e cientistas renomados estão expondo a vacina contra COVID como o medicamento mais mortal da história. Eles estão exigindo uma proibição imediata e julgamentos no estilo de Nuremberg para os responsáveis pelo que eles chamam de acobertamento catastrófico da saúde pública.
Essas vacinas, antes elogiadas como um milagre, agora são acusadas de causar milhões de efeitos adversos, incluindo miocardite, distúrbios neurológicos e mortes. Os gigantes farmacêuticos por trás delas, movidos por lucros, são acusados de esconder os perigos enquanto governos e a mídia permaneceram cúmplices.
O acobertamento da vacina
As vacinas de mRNA foram associadas a consequências graves para a saúde. A miocardite — inflamação cardíaca — atingiu indivíduos jovens e saudáveis, enquanto condições neurológicas como a síndrome de Guillain-Barré e paralisia devastaram vidas. No entanto, esses perigos foram silenciados por uma mídia cúmplice mais interessada em proteger patrocinadores corporativos do que o público.
O Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas (VAERS) relata milhões de efeitos adversos e milhares de mortes, mas especialistas acreditam que esses números mal arranham a superfície devido à subnotificação desenfreada.
Crimes contra a humanidade da Big Pharma?
Os médicos estão fazendo comparações com o escândalo da Talidomida, onde um medicamento causou milhares de defeitos congênitos antes de ser proibido. Eles argumentam que a atual crise das vacinas é ainda maior. Desta vez, governos e empresas farmacêuticas são acusados de se envolver em experimentos antiéticos e suprimir a dissidência — uma violação direta dos direitos humanos.
Exigindo Nuremberg 2.0
Esses especialistas estão pedindo:
Uma parada imediata das vacinas: citando danos inegáveis, eles exigem que todas as vacinas de mRNA sejam proibidas.
Investigações independentes: um inquérito completo sobre ferimentos e mortes por vacinas.
Julgamentos por responsabilização: eles insistem em responsabilizar os responsáveis em julgamentos no estilo Nuremberg por crimes contra a humanidade.
Um movimento global pela verdade
Esta não é apenas uma questão de saúde — é uma batalha por justiça, transparência e a alma da medicina. A crescente onda de denunciantes e pesquisadores independentes está provocando um acerto de contas mundial.
A questão permanece: responsabilizaremos esses poderes ou a história se repetirá? O chamado para a ação é claro — exija justiça agora.
Telegram: Contact @JulianAssangeWiki
Chineses impõem regime de escravidão na antiga fábrica da Ford, hoje montadora da BYD
CLIQUE AQUI para ver mais fotos no X de Lara Mesquita.
Fernao Lara Mesquita@fernaolmesquita
UM PEDACINHO DA ESCRAVIDÃO CHINESA NA BAHIA
Justamente sob um governo do PT, claro. As denuncias, acompanhadas de fotos e videos, se referem ao canteiro de obras para a construção da fábrica de automóveis BYD em Camaçari.
Ha pouquíssimos funcionários brasileiros trabalhando na obra. A BYD contratou cerca de 470 operários chineses de três empresas de seu país. O Jinjiang Group faz o serviço de terraplanagem, com 280 funcionários; a Open Steel é responsável pela montagem da estrutura metálica da fábrica e conta com 100 operários importados, e a AE Corp, com. 90 operários chineses, é encarregada da estrutura interna da fábrica.
E o regime é o chinês, que sugere padrões para o futuro do Brasil: agressões físicas com chutes e pontapés, alojamentos sujos, mal iluminados e sem divisão para homens e mulheres, banheiros imundos, sopões servidos dentro de coolers como alimentação, funcionários descalços e bebendo água salobra de poças por falta de alternativa, jornadas de 12 horas sem dia de descanso…
Veja as fotos, os vídeos e os depoimentos que sugerem que os dois pesos e as duas medidas que o Partido dos Trabalhadores usa para tudo o mais - corrupção, definições de manifestações ou golpe de estado e etc - também valem para os direitos dos trabalhadores, dependendo da cor da bandeira dos seus patrões.
CLIQUE AQUI para ler reportagem da Agência Pública.
