Artigo, Lucas Berlanza - Domingo 7: o que está em jogo


- Publicado pelo Instituto Liberal

Em 2014, quando tive a honra de iniciar minhas contribuições para esta tradicional casa chamada Instituto Liberal, redigi, findo o primeiro turno, texto sobre o cenário em que Aécio Neves e Dilma Rousseff se enfrentariam. De lá para cá, parece que se passou uma eternidade, tamanha a convulsão política em que o Brasil mergulhou. Eis, no entanto, o que disse então:

“Sua candidatura (a de Aécio) representa (…) uma conciliação da esperança: a esperança de todos que querem um Brasil democraticamente sadio. Um Brasil que não se submeta às agendas bolivarianas. Um Brasil em que haja uma competição saudável de ideias. Todos os democratas, sejam eles conservadores, liberais, sociais democratas moderados, libertários, ou o que mais se enquadrar, precisam se unir neste momento no projeto de derrotar o petismo. Podemos ser adversários naturais, mas o que existe diante de nós é mais que um adversário. É um inimigo, que teria prazer em nos negar a existência. Vencê-lo é um primeiro passo, importante, em direção a um país diferente e mais desenvolvido.”

Disse, no mesmo artigo, que Aécio, apesar de precisar aglutinar todos os segmentos de opinião sinceramente interessados em derrotar o inimigo maior e verdadeiro, o petismo, precisaria ser combativo e assertivo para obter a vitória que todos desejávamos. Hoje, sabemos muito bem quem é Aécio Neves, sabemos das acusações graves que pesam sobre ele e a real dimensão de sua expressão política. Sabemos que Aécio Neves nunca poderia ser o estadista que se esperava que ele fosse

Arrependo-me do que escrevi? Não, nem um pouco. Escrevi o que precisava ser escrito. Ás vésperas do segundo turno, no artigo sugestivamente intitulado Domingo 26, repeti o recado, em tom de otimismo com os sucessos conquistados pelo crescimento de ideias liberais e conservadoras no Brasil, mas ciente de que a vitória do petismo seria desastrosa. Frisei que “inúmeros partidos e correntes diversificadas, dentro da própria esquerda (sobretudo a moderada), se aglomeram em apoio de sua candidatura. Dizemos francamente: isso não é um problema. O que está em jogo é exatamente lutar pela reconquista do país, pela sua consolidação como uma nação livre. O que está em jogo é retomar diretrizes saudáveis e fazer subir o patamar da civilização brasileira. Nessa direção, todas essas correntes democráticas, para que subsistam e façam seu papel da melhor maneira possível, no ritual da sã política – como adversárias, sim, mais do que natural e nada contraditório -, entendem que devem se unir contra o projeto petista. Lançamos, então, nosso último “manifesto” aos amigos de convicções políticas similares, nesta derradeira coluna antes do segundo turno das eleições: não deixem que suas diferenças com o candidato que nos oferece os ares mais saudáveis os impeça de tomarem a melhor decisão. Entendamos as prioridades, entendamos o que está em jogo. O depois é o depois. Pensemos nele quando pudermos garanti-lo”.

De lá para cá, muita coisa mudou. O PT, infelizmente, venceu. O país mergulhou em dramática recessão, porém, para nossa sorte, parcela significativa de nossos compatriotas percebeu suas imundas intenções e o impeachment de Dilma aconteceu. O vice Michel Temer assumiu a presidência. Seu governo obteve realizações, mas enfrentou ocasiões desafiadoras, como a confusão criada pelo áudio de Joesley Batista, as denúncias e investigações que pesam sobre a cabeça do emedebista e a greve dos caminhoneiros. Conseguiu êxito histórico em conter a recessão, mas não teve capacidade de se comunicar e implementar reformas imprescindíveis. Hoje, a poucos meses de se despedir do cargo, já praticamente não mais governa.

Mesmo com tantas reviravoltas, algumas coisas permanecem as mesmas. Uma delas, o inimigo. O PT continua competitivo, continua lamentavelmente com muitos seguidores, continua provavelmente figurando entre os “classificados” para o segundo turno nas eleições do próximo domingo, dia 7. Podemos ter outras forças políticas de que discordamos e que nos causam problemas, mas nada se compara a essa quadrilha totalitária e corrupta, mancomunada com o que há de pior na humanidade, parceira declarada do bolivarianismo abjeto de Maduro, e que, se retomar o poder que perdeu, implantará o governo indireto de um presidiário, de um criminoso condenado, mergulhando o Brasil no abismo mais profundo de lama moral em que jamais esteve.

O que também não mudou: a minha orientação pessoal, meus motivos, meus valores.

Aprendi muito de 2014 para cá, cometi erros, procurei acertar. Um detalhe nunca me escapou, de um detalhe nunca me desgarrei: a identificação do oponente mortal, aquele que precisa ser derrotado como prioridade número um, condição sine qua non da própria existência, à revelia das nossas preferências e opiniões. Aécio Neves hoje, para mim, representa a mesma coisa que nada; é uma figura sem qualquer importância, que deve acertar suas contas com a Justiça. Àquela época, porém, mesmo carecendo de informações mais precisas sobre sua índole, ele já estava distante do meu ideal; já não era, nem de longe, um defensor das teses e do horizonte político que eu mais desejaria ver representado. No entanto, era ele a esperança de derrotar o PT; defendi a união de forças para obter essa vitória e faria tudo de novo, porque naquele momento era o certo a fazer.

Permanece sendo o certo a fazer. As críticas que você tiver aos candidatos não tornam a omissão a atitude mais correta diante do perigo do PT. A responsabilidade está mais uma vez, como sempre, em nossas mãos.

Porém, a “nova direita”, o movimento liberal e conservador que emerge no país, é ainda algo invertebrado e imaturo. Se considerarmos que em 2014 ainda tínhamos polarização PT x PSDB na eleição presidencial, estamos engatinhando em ter organização, impacto ou presença em campanhas eleitorais. Talvez certas dificuldades advenham disso, em parte, ou talvez também do fato de que, em alguma medida, à esquerda ou à direita, a política seja assim mesmo… Refiro-me a certo tom de “coação”, de “constrangimento”, com que as pessoas estão defendendo seus votos.

Eu prefiro dizer: reflita e decida de acordo com a sua consciência; julgue o que acha melhor. Há apenas uma coisa que, para todos nós, é imperativa: desenvolver a capacidade de discernir o que é um divergente em questões menore

Artigo, Ipojuca Pontes - O povo a favor


Artigo, Ipojuca Pontes - O povo a favor

Exatamente: em meio a uma tempestade de acusações fakes, mentiras sistemáticas, deturpações de toda ordem, enxurradas de meias verdades e interpretações cavilosas, a denunciar uma planejada onda com o objetivo nítido de enterrar a qualquer custo a candidatura de Jair Bolsonaro – só o povo brasileiro, em sua grande maioria, posta-se inexpugnável ao lado da única força política capaz de derrotar hoje as pretensões esquerdistas de continuar controlando miseravelmente o País. Melhor seria dizer de forma avassaladora, mas fica o miserável, mesmo.
Com efeito, Executivo, Legislativo e Judiciário, os três poderes que teriam a obrigação constitucional de garantir a vigência do Estado republicano, foram aparelhados, gradativamente, pela sanha de partidos vermelhos voltados para transformar a precária Nação Democrática em república popular manobrada pela estratégia burlesca do “centralismo democrático”, o modelo leninista de gerir autocraticamente o poder operacionalizado, no Brasil, dentro do esquema petista de manter o arbítrio amparado na instituição do suborno e do aparelhamento do Estado como forma de subjugar os demais poderes. De fato, nunca será demais repetir que o petismo manobra hoje cerca de 300 mil militantes sugando as distintas tetas do úbere da emperrada máquina governamental.
(A propósito, convém lembrar que um tolo assessor do atual presidente, impressionado com o espantoso déficit público, na casa dos cinco trilhões reais, perguntou-lhe: – “Excelência, por que o Sr. não demite boa parte dos petistas pendurados nos cofres do governo ?” – Ao que Temer, encalacrado hóspede do Jaburu, retornou: – “Meu filho, eu não faço caça às bruxas. Não faço!”).
Com essa espécie de comandita política, fincada em Brasília a partir do desgoverno Zé Sarney, o Impostor, sujeito que escancarou os cofres e os cargos públicos da Nação para o usufruto das esquerdas, passando por Itamar Franco (ex-militante da Juventude Comunista) e o FHC, vasilinoso sociólogo marxista, até chegar aos corruptores e corrompidos Lula da Selva e Dilma Terrorista, além do próprio Michel Temer, o Brasil se transformou no maior saco de excrementos do mundo ocidental. Sim, digo e repito: no maior – e pior – saco de excrementos do mundo ocidental! Sem dó nem remissão.
Neste alvorecer do terceiro milênio a “civilização brasileira” está dividida, inapelavelmente, em dois blocos: de um lado, estão “eles”, os mandriões da política preocupados em manter privilégios para “nos salvar”; milhares e milhares de burocratas empedernidos ganhando os tubos sem trabalhar; legiões de acadêmicos e professores universitários repassando os trololós globalistas da diplomacia terceiromundista da ONU financiada pela banca internacional do Clube Bilderberger; coortes de corporações culturais empenhadas em mamar no erário para inocular o vírus do “politicamente correto” no cocuruto das massas – para não falar, de resto, nos contingentes empresariais viciados em arrancar verbas bilionárias dos cofres do BNDES saqueadas, por sua vez, dos fundos de amparo ao trabalhador.
Do outro lado, estão o resto, a imensa legião de trabalhadores espoliados e desnutridos, vivendo na base de um, dois ou três salários mínimos, marginalizados nos guetos, nas periferias urbanas ou nos campos áridos e distantes, humilhados e ofendidos pelas eternas promessas de um “mundo mais justo” mitificado pela mendacidade de ideólogos revolucionários (que vivem a tripa-forra em apartamentos de luxo, saltitantes em viagens internacionais, sorvendo vinhos finos e, visto que ninguém é de ferro, ostentando o “ócio com dignidade”). São os deserdados da brutalidade brasileira que ralam nas filas dos ônibus, acordam as quatro da matina, tomam sopa rala do caldo Knorr e, dia ou noite, são assaltados e mortos por balas que nada têm de perdidas. Mas que, apesar de tudo, acreditam em Deus, acreditam na família e não saberiam ou poderiam viver fora do Brasil.
O candidato do PSDB Geraldo Alckmin, que fala com o queixo duro de Erich Von Stroheim em “Crepúsculo dos Deuses”, condena o clima de radicalismo estabelecido na presente eleição. O “Picolé de Chuchu” queria o quê? Que depois de quatro décadas de mando de gente como Sarney, Itamar, FHC, Lula da Selva, Zé Dirceu, Dilma Rousseff e o próprio Alckmin o Brasil fosse governado mais uma vez por um mandrião (já na zona da psicopatia) agora por trás das grades?
O povo brasileiro amadureceu pelo sofrimento e a classe media há tempos protesta em gigantescas manifestações públicas contra Lula, o Abutre, e seus aliados comunistas do Foro de São Paulo, uma organização criminosa que vem traçando resoluções subversivas para implantação do “socialismo” no Brasil e na América Latina. No mesmo compasso de revolta consciente, uma juventude que vota em massa no Capitão Bolsonaro e que se recusa mergulhar na suja lavagem cerebral do marxismo cultural a rebocar os ditames do multiculturalismo, do gayzismo, do acirramento racial como forma de luta de classes, da liberação das drogas e demais heresias da agenda “progressista”.
Eis o fato: quem não entender a realidade acima apontada simplesmente perdeu o bonde da história.
PS 1 – É possível que Bolsonaro, mesmo esfaqueado, ganhe no primeiro turno, Trata-se de uma percepção política do inelutável. E para provar que não é um sujeito odiento, o Capitão afirmou alto e bom som que se perder o segundo turno cumprimentará o vencedor.
PS 2 – Ao contrário do que se pensa, o bom ator Carlos Vereza, ao apoiar Bolsonaro, não é “uma espiga de milho em meio ao cafezal” (ponto para Euclides da Cunha). Conheço dezenas de atores que raciocinam de modo idêntico.

Artigo, Paulo Vellinho - Herança Maldita

Artigo, Paulo Vellinho - Herança Maldita

A herança maldita que a sociedade brasileira poderá receber é a contra partida do que restou após quase 40 anos de submissão a ideologia comunista aprovada no Fórum SP em 1980 e implementada a partir de Cuba e pouco a pouco em outros países como Nicarágua, Bolívia e Venezuela apenas para exemplificar.
O objetivo era e continua sendo a socialização para não dizer comunização da America Latina.
Sob a bandeira vermelha do comunismo, da foice e do martelo, seus líderes nunca abandonaram seus ideais mesmo fracassados, perseguindo-os pacientemente e acreditando que “os fins justificam os meios”.
Nesse processo de “vale tudo”, desde o genocídio modelo Lênin que recomenda busca do poder a qualquer preço, como o “paredon” praticado em Cuba, ou o modelo Gramsci adotado pelos comunistas da America Latina, a destruição sistemática dos seus valores cujo conteúdo consta no seu decálogo abaixo.
A título de ilustração relembro o decálogo prescrito pelos comunistas: corromper a juventude dando-lhe liberdade sexual; infiltração e controle dos veículos de comunicação em massa; usar e abusar a expressão “democracia e estado de direito” expressão esta que será abandonada com a conquista do poder; apoiar o mau uso do dinheiro público, superfaturando as obras de infraestrutura pela corrupção; contribuir para desmoralização do nosso País aqui dentro e lá fora; promover greves, mesmo ilegais nas atividades industriais privadas ou públicas; promover distúrbios e vandalismo – leia-se os mascarados block buster, que assim escondem sua face; cuidando para que por tais atividades não sejam punidas ou abortadas; estamos chegando no dia D, com a derrocada dos valores éticos, morais e a infiltração desse conteúdo implementando-os no parlamento, na Igreja, nas universidades, escolas e qualquer entidade associativa, além de buscar desmoralizar os não comunistas, constrangendo-os a votar somente naquilo que for interesse da causa socialista; e finalmente o apogeu desse projeto assassino que é destruir as bases da sociedade, o homem brasileiro na sua integridade física mental e educacional a começar pelo ensino fundamental (alicerce do conhecimento).
Ao obedecer a essa sequência de mal feitos contemplamos o que restou deste testamento, a Herança maldita que nos condena a regredir mais de 15 anos para retornarmos a estaca zero... Começar a reconstruir o que foi destruído em termos materiais e principalmente a sociedade brasileira vítima de uma experiência cruel, fracassada e desumana.
Por incrível que pareça quem abraçou esse decálogo está entre nós, executando o planejamento criminoso: não são cidadãos, mas indivíduos apátridas que colocam seus objetivos acima dos seus deveres deixados de cumprir.
Preocupa-me o fato de estarmos à beira de uma tragédia, a comunização do Brasil que espero não acontecer. Lamentavelmente nosso país encontra-se dividido em dois patamares, o andar de cima habitado pela nomenclatura comunista que reservou para si um poder ditatorial que lhe confere uma vida de conforto e bem estar enquanto o andar de baixo integrado por uma maioria da qual foi tirado o direito de pensar. São apenas robôs e só obedecem ao comando das lideranças comunistas.
Para reencontrarmos o Brasil que já havíamos conquistado faz-se necessário começar tudo de novo a partir da priorização no nosso maior valor, tão mal tratado, o homem brasileiro na sua integridade física, mental e educacional.

Artigo, Stephen Kanitz - A esquerda acabou. Saiba por quê ?


Artigo, Stephen Kanitz - A esquerda acabou. Saiba por quê ?

- Publicado originalmente em http://blog.kanitz.com.br

A esquerda sempre precisou de dinheiro, de muito dinheiro para se sustentar. A direita por sua vez, não. Isso porque a direita é composta de adolescentes que estudaram quando estudantes, trabalharam quando jovens, pouparam quando adultos, e portanto se sustentar não é um grande problema.
A direita progride, enquanto a esquerda protesta nas Ongs e nos cafés filosóficos. A esquerda sempre viveu do dinheiro dos outros. Karl Marx é o seu maior exemplo, sempre viveu às custas de amigos, heranças e do companheiro Friedrich Engels.
Não conheço um esquerdista que não viva às custas do Estado, inclusive os empresários esquerdistas que votam no PT e PSDB e vivem às custas do BNDES. Nos tempos áureos a esquerda tomou para si até países inteiros. China, União Soviética, Cuba, por exemplo, onde a esquerda se locupletou anos a fio com Dachas e Caviar.
Essa esquerda gananciosa foi lentamente sugando a totalidade do Capital Inicial usurpado da sua direita, até virar pó. Foi essa a verdadeira razão do fim do muro de Berlim. A esquerda faliu os Governos que eles apoderaram.
No Brasil, a esquerda também aparelhou e tomou Estados e Municípios, e também conseguiu quebrá-los. Socialistas Fabianos como Delfim Netto, FHC, Maria da Conceição Tavares ainda vivem às custas do Estado com duas ou mais aposentadorias totalmente imorais. Só que o dinheiro grátis acabou.
Sem dinheiro, a esquerda brasileira começou a roubar, roubar e roubar com uma volúpia jamais vista numa democracia. Mas graças à Sergio Moro, até esse canal se fechou para a esquerda brasileira. Sem a Petrobras, as Estatais, o BNDES, o Ministério da Previdência, o Ministério da Educação, a esquerda brasileira não tem mais quem a sustente.
O problema da esquerda hoje é outro e muito mais sério. Como esquerdistas irão se sustentar daqui para a frente? Como artistas plásticos e Estudos de Gênero da FFLCH, apadrinhados políticos, vão se sustentar sem saberem como produzir bens e produtos que a população queira comprar?
Que triste fim para todos vocês que se orgulhavam de pertencer à esquerda brasileira!
Verdade!

Artigo, Marcelo Aiquel - A nau dos desesperados

                   Ás vésperas de mais uma eleição, assistimos um festival de atos insanos que só podem ser patrocinados por desesperados.
                   Uns, para escaparem do “xilindró”; outros, pela sobrevivência. Mas há também os que lutam pela indecência de continuação do atual sistema.
                   O barco dos desesperados carrega a Rede Globo e uma parte da mídia que luta para não falir, enquanto fica inventando mentiras para tentar parar o maior fenômeno eleitoral de todos os tempos.
                   Carrega, ainda, milhares de dependentes do PT, ou ainda, legítimos idiotas que querem ver o Brasil ser venezuelado.
                   Olhem, eu acompanho disputas eleitorais há mais de 50 anos, e confesso que nunca vi tanta “baixaria”. E sempre contra o mesmo candidato.
                   Só não o acusaram de veado e ladrão. Do resto, tudo!
                   Não sou fã do capitão, mas ele é a nossa última chance de continuarmos verdes e amarelos.
                   O voto é secreto, e cada um tem o direito de escolher quem quiser. Até aceito aqueles que votam para defender seu emprego, mas não me venham com justificativa ideológica porque meu ouvido não é penico (para quem não sabe, é o mesmo que “urinol”).
                   Assim, defini meu candidato á presidente desde o início.
                   Foi um luta desigual (todos contra um) e eu escolhi o um.
                   Porque do todos, quatro foram ministros (do Lula ou da Dilma) e não fizeram absolutamente nada do que agora prometem.
                   O outro (Alkmim) se juntou ao estrume da política brasileira para ganhar mais espaço. Nem assim decolou...
                   Sobraram então, além do Alvaro Dias e do Amoedo (ambos competentes, porém sem nenhuma chance), alguns caricatos que sequer merecem menção.
                   Por tudo isso também, o meu voto é – sem dúvida – 17 Bolsonaro.
                   O FUTURO DO NOSSO BRASIL, AGRADECE!

TRF4 absolve ex-presidente Dilma por gastos com o cartão corporativo


A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu ontem (3/10) por unanimidade manter a absolvição da ex-presidente Dilma Rousseff em Ação Popular que buscava condenação dela e de mais 14 agentes públicos federais por uso indevido do Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF), também conhecido como cartão corporativo. Dentre eles, 11 foram condenados a ressarcir os pagamentos feitos sem comprovação de nota fiscal e os valores que excederam os limites estabelecidos para o uso do cartão.
A ação foi ajuizada na Justiça Federal do Rio Grande do Sul (JFRS) em agosto de 2005 pelo advogado gaúcho Antônio Pani Beiriz contra a União e um grupo de funcionários públicos ligados ao Poder Executivo Federal.
Entre os acusados pelo autor estavam a então ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff, o ex-ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Paulo Bernardo Silva, o ex-ministro de Estado da Fazenda Antonio Palocci, o ex-presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) Rolf Hackbart, o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) Mauro Marcelo, além de outros 10 funcionários da Presidência da República.
O advogado alegou que os acusados praticaram desvio de finalidade na utilização do cartão, má administração do dinheiro público e enriquecimento ilícito.
O autor argumentou que procedimentos que deveriam ser eventuais passaram a ser regra, afrontando as normas gerias de licitação.
Assim, segundo ele, os gastos exagerados e os altos valores sacados teriam fugido do controle do Governo Federal e configurado ilegalidade e violação do princípio da moralidade administrativa por parte dos acusados.
O advogado requisitou que a JFRS declarasse a irregularidade e nulidade dos pagamentos e saques de dinheiro feitos com os cartões corporativos dos réus.
O autor também requereu a condenação solidária dos responsáveis, usuários e beneficiários dos cartões a indenizar o Tesouro Nacional dos valores sacados e dos pagamentos efetuados sem comprovação de legalidade, incluindo os valores que haviam excedido os limites fixados para o cartão em atos e portarias do Governo Federal.
O juízo da 9ª Vara Federal de Porto Alegre julgou improcedente o pedido em relação a Dilma, a Bernardo Silva e a Palocci, inocentando-os. Em relação a Hackbart, o pedido foi extinto sem exame do mérito, considerando que, antes da sentença, ele restituiu aos cofres da União todas as despesas referentes ao seu cartão corporativo, tendo a ação perdido o seu objeto para ele.
Os demais réus do processo, servidores ligados à Presidência da República, foram condenados a restituirem ao erário os valores das despesas consideradas ilegais e os valores das compras consideradas irregulares feitas com desvio de finalidade. Já a União Federal foi condenada a adotar as providências competentes para evitar a repetição das irregularidades e as providências administrativas necessárias para o cumprimento do ressarcimento pelos réus até a integral reparação do dano que causaram.
Segundo Grau
O processo foi enviado ao TRF4 por força da remessa necessária, já que a lei federal da Ação Popular determina, em seu artigo 19, que a sentença que concluir pela carência ou pela improcedência da ação está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeitos senão depois de confirmada pelo tribunal.
Além disso, o autor recorreu da decisão de primeira instância, reiterando o pedido de condenação de Dilma por entender que ela, como ministra-chefe da Casa Civil na época dos fatos, foi a responsável direta pela má utilização dos cartões corporativos por parte de seus subordinados. A União também interpôs o recurso de apelação pleiteando a nulidade da sentença.
No TRF4, o caso foi julgado de forma unânime pela 4ª Turma, especializada nas matérias Administrativa, Civil e Comercial. O relator do processo na corte, desembargador federal Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle, manteve a absolvição de Dilma, declarando que “a ré não pode ser condenada por suposta omissão do dever de impedir o uso dos cartões, porquanto existia e existe norma legal a autorizá-los, devendo a prestação de contas ser fiscalizada pelo TCU, sendo inexigível da ministra-chefe da Casa Civil, a quem cabe a tarefa de submeter ao presidente da República todas as matérias de importância nacional, que se desincumba também de tal função burocrática, a cada deslocamento de seus subalternos a serviço da Presidência”.
O magistrado decidiu manter a condenação de ressarcimento pelos réus referente a todos os pagamentos feitos sem comprovação de nota fiscal e também os que excederam os valores limites estabelecidos, por considerá-los irregulares.
Para Aurvalle, “o agente público deve agir de acordo com a lei e, tendo recebido os cartões de pagamento do Governo Federal, deve seguir as determinações para que sejam utilizados para o atendimento das despesas excepcionais vinculadas à Presidência da República e desde que guardada a compatibilidade com a finalidade do suprimento”.
No entanto, o relator excluiu da obrigação de reparação os valores gastos pelos servidores públicos com uniformes, por considerar que esses estão vinculados ao fim público, com DVDs, por terem sido devolvidos em expediente próprio, com material de construção usado para indenização de terceiros, além de demais despesas comprovadas com a apresentação de notas fiscais.


Shopping Total abriu hoje o Festival Loucos por Livros


      Em comemoração ao dia das crianças, a Livraria Cameron, em parceria com o Shopping TOTAL, realizará de 4 a 28 de outubro mais uma edição do Festival Loucos Por Livros – uma feira com grandes oportunidades em livros infanto-juvenis, infantis e adultos.  A feira é a maior já realizada pela livraria – esta edição contará com uma estrutura de 600m² e mais de sete mil títulos, equivalente a 190 toneladas de livros.
      Durante os 24 dias de feira, a Livraria Cameron preparou lançamentos exclusivos dos principais livros do mercado infantil com preços que vão de R$3,00 a R$30,00 em todas as categorias. Mais um diferencial da feira é o sorteio de quatro livros por hora, serão aproximadamente mil livros sorteados ao público.
      Entre as atrações confirmadas estão os personagens infantis do My Little Pônei, Transformes, Patrulha Canina, Ladybug e a ilustre Turma da Mônica. Além da presença de Youtubers de renome nacional como Enaldinho com mais 7 milhões de inscritos no canal; Valentina Schulz com mais de 1 milhão e Erick Mafra com mais de 250 mil. Os três Youtubers farão o lançamento de seus livros durante o evento.
      Em comemoração ao mês das crianças, diferentes atividades lúdicas e de recreação serão realizadas durante os dias da feira. As crianças poderão se divertir com painéis para colorir, contação de histórias, pinturas de rosto, show de mágica, esculturas de balão e muito mais.
            De acordo com a organização, a expectativa é receber 100 mil pessoas durante os 24 dias de evento e vender cerca de 50 mil livros.
      O Shopping TOTAL fica na Avenida Cristóvão Colombo, nº 545, Bairro Floresta.
     
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

Dia 6
15h às 16h – Contação de Histórias
Dia 7
5h às 17h – Pintura Facial (especial personagens)
Dia 12
14h às 16h30 – Encontro com os personagens: My Little Pônei e Transformes
17h até às 19h – Concurso e Encontro de Cosplayers 
Dia 13
15h às 16h – Contação de Histórias
Dia 14
Show de Mágica
Dia 15
16h às 18h – Programação Especial Dia do Professor
Palestras e Workshops
Dia 19
19h às 21h – Lançamento Livro Infantil
Dia 20
13h às 14h – Escultura balões
14h às 16h30 – Encontro com os personagens: Turma da Mônica 
17h – Lançamento livro e fotos do youtuber Enaldinho
Dia 21
13h às 15h – Pintura Facial (especial personagens)

Dia 26
19h às 21h – Lançamento de Livro

Dia 27
14h às 16h30 – Encontro com os personagens: Patrulha Canina Ladybug
17h às 18h30 – Lançamento livro e fotos youtuber Erick mafra
Dia 28
14h às 16h30 – Encontro com os personagens: Patrulha Canina LadyBug
17h às 18h30 – Lançamento livro e fotos youtuber Valentina