Qual é a pauta?

Byron Sharp, cabeça brilhante e provocadora, traz uma velha discussão do marketing: o que é rentável, aumentar a base ou fidelizar clientes?


Através da “Lei do Duplo Risco”, afirma que todas as marcas perdem (anualmente) compradores, e essa perda é proporcional à participação de mercado da marca (ou seja, as grandes marcas perdem um número maior de clientes, embora esse número represente uma parcela menor de sua base total de clientes).


Isso é um fato inquestionável. Marca que não busca novos clientes, desaparece com a morte dos que já têm. Philip Kotler, por outro lado, afirma que conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais do que manter um atual. Na minha opinião, devemos escutar ambos — Sharp e Kotler —, alimentando diariamente as marcas com energia e alma.


Final de semana passado, quando andava de carro por uma rua movimentada, me chamou atenção uma situação. Duas lojas do mesmo setor, uma em cada esquina; a da direita estava lotada, a outra, vazia. Ambas tinham os mesmos produtos, serviços, com atendimento muito parecido, por que a diferença?


Lembrei, na hora, quando há muitos anos um cliente me provocou ao dizer que marcas não tinham alma. Porque eram apenas “roupas” de produtos e serviços, não havia coração. À época fiz toda uma defesa, buscando conscientizá-lo de que não nos movemos apenas pela razão, que somos movidos por instintos e sentimentos. Foi uma conversa estéril, mas, com certeza, hoje ele sabe o quanto isso faz a diferença.


A loja que estava sem nenhum comprador, racionalmente, está perfeita, mas faz lembrar o “amor matemático”. A vida, assim como os negócios, tem que ter “pegada”. Quando pensamos demais, planejamos demais, perdemos a naturalidade.


As pessoas desejam mais do que apenas solução, esperam se relacionar com quem tenha “energia”, calor, comungue dos mesmos valores, significados e princípios. Um bom programa de recompensas, bem promovido, ajuda bastante na recorrência. Mas apenas isso não basta.


Quando se fala em “marketing de comunidades”, muitas vezes esquecemos que a vida das pessoas é muito maior do que comprar e ficar nas redes sociais. A meta de todo empresário é conseguir fluxo, tráfego, visando um único objetivo: conversão de vendas com lucro. A pergunta que fica é: como ganhar tração?


A resposta primeira é construir relevância. A partir daí você pode incluir os seguintes pontos na pauta da diretoria:


Qual é a referência de sucesso que você e seus colegas de direção desejam que sua marca alcance?

Qual a importância dos entregáveis da marca (negócio) para o público que vocês desejam conquistar?

Todos na sala concordam com a ordem hierárquica dos entregáveis?

As outras empresas líderes do setor estão preenchendo lacunas (não atendidas) que o consumidor tem?

Quanto vocês estão dispostos a investir em comunicação e relacionamento para mudar a posição da marca (negócio) no mercado?

Se na pauta não estiver a vida, a pauta não tem qualquer importância para o negócio. A resposta é simples: as empresas não atuam para robôs, e sim para pessoas que sentem e buscam solução, conforto, conveniência, praticidade e prazer. Coloque bem grande no topo da pauta: “como vamos aumentar o prazer das relações das pessoas com o nosso negócio”. Ninguém vai duvidar que agora a pauta tem valor.


João Satt

Estrategista e CEO G5

Queda da taxa de desemprego não tem sido acompanhada por pressões salariais.

Conforme divulgado na sexta-feira pelo IBGE, a taxa de desemprego atingiu 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, ligeiramente inferior ao esperado. Esse resultado é o menor patamar para o período desde 2016 e representa uma queda de 3,3 p.p. em relação à taxa de desemprego registrada no mesmo período do ano passado (14,5%). A melhora da ocupação tem sido explicada tanto pelo trabalho formal quanto informal. Descontados os efeitos sazonais, a taxa recuou de 12,0% para 11,8%. Vale destacar que a recuperação do mercado de trabalho ainda não tem sido acompanhada por pressões salariais, com o rendimento habitual, em termos reais, atingindo R$ 2.489 em janeiro deste ano, o que representa um recuo de 9,7% em relação ao registrado no mesmo período de 2021. Para este ano, a taxa de desemprego média deverá chegar a 11,3%.

Boletim Focus

 O mercado financeiro aumentou pela décima vez consecutiva a previsão de inflação para este ano. Segundo projeção do Boletim Focus, divulgada hoje pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar este ano em 6,59%. Há uma semana, a projeção do mercado era de que a inflação este ano ficasse em 6,45%%. Há quatro semanas, a previsão era de 5,56%.

Divulgado semanalmente, o Boletim Focus reúne a projeção de cerca de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Outras projeções macroeconômicas relevantes:

PIB - Na projeção desta semana, o Focus também elevou a previsão do PIB registrada há sete dias. A nova projeção é de PIB de 0,50%, em 2022, ante o 0,49% previsto na semana passada.

Taxa de juros e câmbio - O mercado também projetou alta para a taxa básica de juros, a Selic, para 2022. Na projeção divulgada nesta segunda-feira, a Selic deve ficar em 13%, ante os 12,75% ao ano da semana passada. No que diz respeito ao câmbio, a expectativa do mercado para a cotação do dólar em 2022 ficou em R$ 5,30, a mesma da semana passada.


Revistas

 As revistas, assim como os jornais, não tiveram um bom ano em 2021, escreve hoje a repórter Hanna Yhaya, site Poder360, que informa:

-  De acordo com o IVC (Instituto Verificador de Comunicação), a circulação impressa caiu 28%, a digital retraiu 21% e a total, diminuiu 25%. 

Para o levantamento, o Poder360 escolheu 7 revistas: Veja, Quatro Rodas, Época, Exame, Vogue, Revista Piauí e CartaCapital. No caso de Época, essa publicação foi descontinuada em maio de 2021 e tornou-se seção do jornal O Globo.

Na lista das 3 piores quedas da versão impressa estão: CartaCapital (perdeu 5.804 exemplares impressos –retração de 76% em relação a 2020); Exame, que teve redução de 11.114 cópias (-44%) e Veja, que caiu 36% (-51.290 exemplares).

A pá de cal na dignidade nacional

 Somente em um País com a justiça totalmente comprometida e desmoralizada é possível que um criminoso com duas dezenas de processos e inquéritos, com uma infinidade de provas materiais e circunstanciais confirmadas em três instâncias, condenado por unanimidade por mais de uma dezena de magistrados, seja sucessivamente favorecido pela complacência e lentidão do sistema jurídico.


Torna ainda mais grave o fato de que isso é feito com a participação decisiva da Suprema Corte, a ponto de um dos seus ministros esfregar na cara da sociedade um ato tão escandaloso, como retrata a manchete do Globo da última semana: “Lewandowski suspende última ação penal contra Lula na Justiça”.


Seus argumentos para a vergonhosa decisão foram tão ridiculamente inconsistentes quanto aqueles que utilizou perante a Nação para rasgar a Constituição Federal e manter os direitos políticos de Dilma Rousseff.

Em um deles, valeu-se da credibilidade da Força Aérea Brasileira para tentar isentar Lula e seu filho Luís Cláudio da acusação de tráfico de influência na concorrência que resultou na compra dos caças suecos.

Na liminar concedida, afirmou que a aprovação da proposta da Grippen pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate seria razão suficiente para atestar a lisura da operação.




Essa avaliação da COPAC diz respeito apenas aos aspectos operacionais, tecnológicos e financeiros para a escolha correta da melhor aeronave para a Força Aérea, dentre as concorrentes, não guardando qualquer relação com o suposto recebimento de propina pela negociação de vantagens indevidas para os acusados, em troca da assinatura do contrato.


Na inexplicável decisão, Lewandowski também “vangloriou-se” de mais um ato deplorável, seu e de seus comparsas, ao referir-se à maior operação contra a corrupção que se tem notícia no mundo como “a extinta Lava Jato”.


Se confirmada em plenário, a exemplo de todas as anteriores do mesmo teor, essa decisão estará sepultando a última esperança do povo brasileiro de ver o ex-condenado atrás das grades.


Após a prescrição dos crimes “menores”, ainda vigoravam os referentes aos grandes assaltos aos cofres públicos, com obras faraônicas em países comunistas financiadas a fundo perdido pelo BNDES; formação de quadrilha e tráfico de influência para obter vantagens junto a governos e empresas estrangeiras, cujos processos foram transferidos para a areia movediça dos gavetões de Brasília.


A pá de cal nas pretensões de que algum crime fosse atribuído ao ladravaz foi jogada no lixo por Ricardo Lewandowski na semana passada.


Os militantes e simpatizantes esquerdopatas podem qualificar esta análise como teoria da conspiração. No entanto, as ações do Judiciário em favor do retorno do criminoso, essas sim, configuram uma conspiração, um golpe estruturado e executado para libertar, habilitar e eleger para Presidente da República o chefe da quadrilha que assaltou o Brasil nas últimas três décadas.


É totalmente impensável a aceitação de um indivíduo com essa folha corrida tornar-se mandatário de um País do porte internacional do Brasil e, principalmente, vir a ser o Comandante Supremo da instituição nacional de maior conceito ético e moral junto à sociedade.


A implementação do TSUNAMI AMARELO, com todos os eleitores comparecendo para votar vestindo camisas amarelas, não irá impedir uma eventual fraude, mas irá demonstrá-la, caso ocorra, pela exposição das imagens na mídia.


É fundamental que as camisas não contenham qualquer inscrição, para evitar uma conotação de propaganda eleitoral, que poderia redundar em anulação de votos.

BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.

Major Brigadeiro Jaime Rodrigues Sanchez

Bolsonarismo vence a guerra cultural

 Se você duvida, CLIQUE AQUI para ler o original, mas você precisará desconsiderar os prejuízos ideológicos usados pelo lulopetismo, uma mistura de ideologia comunista com ideologia fisiológica, incapaz de entender que seu líder é um ladrão e sua entidade é a organização criminosa usada por ele para roubar dinheiro público, como ficou provado no Mensalão e na Lava Jato. 

Apresentado pelo lulopetismo como referência brasileira no estudo da "guerra cultural", o professor João Cezar de Castro Rocha, da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), afirmou à TV 247, a TV do site lulopetista Brasil247 de hoje, que a militância bolsonarista não só não se esgotou como eles pensavam, como está voltando com toda a força. Perplexo, o mestre declarou:

- Nenhum de nós foi capaz de antecipar que o Bolsonaro se manteria competitivo para o segundo turno. Como isto é possível ? É a guerra cultural.

E avisou:

- É uma poderosíssima máquina eleitoral. - a maios poderosa do século XXI.