Streck

 O advogado cita uma passagem da peça "Henrique IV", de Shakespeare, para ilustrar sua argumentação sobre o papel institucional do Estado. Para Streck, é essencial compreender que os ataques ao STF não são apenas contra o tribunal, mas contra os princípios democráticos do país.

O editor recomenda que Streck leia por inteiro outra peça de Shakespeare: "Muito barulho por nada".

O advogado gaúcho Lenio Streck, geralmente apontado como jurista e claramente alinhado com o lulopetismo, falou longamente para a agência chapa branca do governo federal, a Agência Brasil, durante a qual defende o ministro Alexandre de Moraes pelas críticas que recebe de todo lado por sua perseguição a Bolsonaro:

- Há uma inversão discursiva, desvinado a atenção das ações do governo anterior, que buscavam minar a democracia.

Da mesma forma que Moraes em suas ações, Streck não mostra prova alguma das suas declarações.

Ele acha que as "críticas a Alexandre pode obscurecer o verdadeiro combate aos golpes e golpistas, relegando ações antidemocráticas a um segundo plano

Trans terrorista comete atentado no Texas, fere dois e é desarmado pela Polícia. O terrorista é pró-Hamas.

A polícia identificou como mulher a matadora que promoveu o atentado terrorista numa igreja em Houston, Texas, ontem, conforme conta em seu Instagram o influencer gaúcho Leandro Rushel, que vive e trabalha em Miami há muitos anos. 

Eis o relato dele:

A "atiradora", no entanto, mais tarde, foi identificada como Genesse Ivonne Moreno. uma mulher trans, e que o rifle que ele usava tinha a inscrição "Palestina Livre".

O terrorista apareceu na Igreja com um menino de 5 anos, que foi atingido no tiroteio e está em estado crítico. Outro homem foi atingido na perna, sem gravidade.

Felizmente, a polícia eliminou o atirador, com a ajuda de guardas armados da Igreja, antes que ele pudesse produzir mais vítimas.

Há uma onda de ataques promovidos por trans nos últimos meses, fruto da radicalização do seu movimento.

É sabido que pessoas que se identificam como trans têm uma tendência maior a desenvolver problemas psicológicos. Ao invés de incentivar tais pessoas a buscar tratamento para esses problemas, a esquerda defende que tudo não passa de uma reação ao "preconceito", normalizando e legitimando qualquer comportamento, além de justificar até mesmo atos de violência "contra a opressão".

Lista de atentados recentes promovidos por trans, ou pessoas que se apresentam como "não binárias":


▫️ Colorado Springs


▫️ Nashville school


▫️ Aberdeen


▫️ Denver school


▫️ Iowa school


▫️ Lakewood Church

Mourão acerta em cheio ao falar em Hitler para criticar a ação da Polícia Federal

Usando com necessária coragem a sua imunidade parlamentar, o senador Hamilton Mourão (Republicanos) foi à tribuna botar o dedo na ferida ao denunciar o Consórcio STF+Lula, que opera com o decidido apoio da velha e carcomida mídia brasileira, com ênfase em jornalões imprestáveis como Zero Hora, Folha e O Globo, mas não só.

 Nesta quinta-feira (8), incomodado com a Operação Tempus Veritatis da Polícia Federal, o que Mourão disse pode ser enquadrado em diferentes categorias de verdades históricas: jurídica, histórica, filosófica, religiosa e até estética. A mais importante delas, foi ddizer que "nem Hitler ousou isso", referindo-se às prisões e aos mandados de busca e apreensão.

Será necessário dizer a Mourão, um homem culto, quem foi Adolf Hitler ? O líder nazista, senador, foi o responsável pela perseguição ilegal aos adversários políticos. Foi o homem dos campos de retenção de prisioneiros em todas as espécies de ginásios policiais, do uso autoritário de medidas judiciais e policiais, do sadismo judicial e político, da imposição do regime de medo e de intimidação no País.

Noves fora a citação de Hitler, nessa necessária comparação com o que acontece no Brasil, Mourão foi além em seu discurso no Senado, porque proclamou o direito inalienável que os cidadãos possuem a viverem dentro do estado democrático de direito.

Deputados do Partido de extrema esquerda PSOL, entre eles a gaúcha Fernanda Melchionna, que apoiam o regime discricionário atual, não toleraram o discurso histórico e patriótico do senador gaúcho. Mourão entrará para a hsitória como herói, mas os lulopetistas, seus alinhados e aliados irão para o lixo da história. 

Confira a íntegra do que disse Mourão:

Bom dia. Bom dia, Senadora Jussara. Bom dia, Sras. e Srs. Senadores e todos aqueles que nos acompanham.


Lamentavelmente, nosso país vive uma situação de não normalidade. E, se as pessoas responsáveis e sérias não se reunirem para avaliar, diagnosticar e denunciar o que está acontecendo, não tenho a mínima dúvida de que nós estamos caminhando para a implantação de um regime autoritário de fato no país. O que se vislumbra nessa onda de prisões e apreensões deflagrada hoje é a intenção de caracterizar as manifestações da população como fruto de uma conspiração golpista, desqualificando, portanto, toda e qualquer forma de protesto contra o estado de coisas que até 2016 tinha se instalado no Brasil sob a tutela da corrupção e hoje, lamentavelmente, sob o arbítrio da nossa Suprema Corte.


Desde os recursos sobre o resultado das eleições, cabíveis na forma da lei, até as manifestações, incluindo propositalmente outras apurações, como cartão de vacina, 8 de janeiro, etc., tudo está sendo misturado para alcançar indistintamente opositores políticos, inclusive o principal partido de oposição. As medidas persecutórias variam conforme as circunstâncias, cassando uns, prendendo outros, mas não escondem o seu objetivo final: a supressão da oposição política no país.


Penso que temos que nos reunir e publicamente - e enfatizo isto - denunciar esse ato para nos afastar claramente de qualquer postura que seja radical, de ruptura, mas temos que repudiar os fatos que estão ocorrendo.


Nenhuma - e aqui eu deixo claro: nenhuma - suposta ameaça ao Estado democrático de direito justifica tal devassa persecutória ao arrepio da lei. Não vivemos na União Soviética, não vivemos na China comunista, não vivemos em regimes totalitários, mas estamos caminhando para isso.


No caso das Forças Armadas, os seus comandantes não podem se omitir perante a condução arbitrária de processos ilegais que atingem seus integrantes ao largo da Justiça Militar. Existem oficiais da ativa sendo atingidos por supostos delitos, inclusive oficiais generais. Não há o que justifique a omissão da Justiça Militar.


Destaco aqui, Sr. Presidente: nem Hitler ousou isso no começo de sua ascensão ao poder, limpando a área naquilo que ficou conhecido como o caso Fritz, que foi a demissão do então Chefe do Estado-Maior do Exército alemão.


Acredito que temos que estar articulados. E aqui conclamo a todos que, por meio de palestras, entrevistas, artigos, postagens na rede sociais, possamos mobilizar a sociedade e que cobremos, de forma pacífica e dentro da lei, esses arbítrios que o STF vem cometendo.


Na verdade, lamentavelmente a Suprema Corte se torna instrumento das oligarquias regionais que querem subjugar o país ao seu jogo de corrupção e no qual o Partido dos Trabalhadores, com todo o seu histrionismo, não passa de uma fachada para que os verdadeiros donos do poder façam o que querem e bem entendem.


Se analisarmos a história do Brasil, é quase uma volta a 1922, uma revanche histórica das oligarquias contra tudo que as desafiou naquele momento. É extremamente preocupante uma vez que a mera observação da precipitação dos acontecimentos, cada vez mais traumáticos, indica a possibilidade lamentável de um confronto de gravíssimas consequências. Perseguem-se homens de honra que dedicaram sua vida ao serviço da pátria, ao mesmo tempo em que corruptos são aquinhoados com o perdão de suas dívidas e a bandidagem, que massacra a nossa população, está livre nas ruas.


Era isso, Sr. Presidente.



Editorial da Folha - TSE precisa conter tentações censórias

Já causa estranheza que um magistrado como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, esteja empenhado numa campanha por uma regulação mais dura da internet, tarefa que cabe a legisladores eleitos. Mais inquietantes ainda são as mostras de que se cogita compensar a suposta lacuna na lei à base de voluntarismo.

Na mais recente delas, Moraes anunciou, na condição de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a criação de um "grupo de execução" para "o rastreamento daqueles que atentam contra democracia, que atentam contra a livre vontade dos eleitores, disseminando discurso de ódio, discursos antidemocráticos".

Trata-se, mais uma vez, do combate declarado a fake news, preconceito, intolerância e golpismo que proliferam nas redes sociais —no qual um problema complexo costuma suscitar soluções não apenas simplórias como temerárias.

Segundo o magistrado, a estratégia neste ano eleitoral unirá esforços do TSE, da Polícia Federal e de tribunais regionais para "avançar no sentido da prevenção e da repressão contra esses criminosos". A seu lado estava o novo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, até outro dia colega de STF e TSE.

As palavras de Moraes indicam escassa confiança na capacidade dos eleitores de escolher e interpretar o conteúdo que acessam na internet —o que reflete velhos cacoetes paternalistas da legislação e das cortes eleitorais brasileiras.

A isso se soma o risco de censura na pretensão de barrar mensagens que seriam produzidas de má-fé para manipular votantes incautos ou conspirar contra as instituições democráticas. Tais postagens circulam ao lado de outras que contêm equívocos não intencionais, teses controversas, crenças infundadas e críticas virulentas.

Não foram poucas as decisões arbitrárias do TSE no afã de tutelar conteúdos nas eleições de 2022. Num dos casos, ordenou-se a retirada de um vídeo que rememorava fatos conhecidos sobre corrupção em administrações petistas.

Na ocasião, o então magistrado Lewandowski argumentou que "o cidadão comum, o eleitor, não está preparado para receber esse tipo de desordem informacional".

Não se ignora que o alcance inaudito das redes sociais trouxe novos desafios à organização de eleições, que apenas começam a ser enfrentados. À Justiça cabe, sim, deliberar à luz da lei sobre o que é aceitável ou não nas campanhas e nas manifestações públicas.

Tal ofício, no entanto, deve ser exercido com autocontenção e atenção ao valor fundamental da liberdade de expressão, imprescindível numa democracia.


Pepita

 É escandaloso o adesistemo da RBS, mas principalmente do jornal Zero Hora, aos (falta de) fundamentos fáticos da decisão de 135 páginas pelas quais o ministro A. de Moraes investiu de novo contra a oposição.

O jornal nem se deu ao trabalho de fazer o contraditório:

1) Preencheu páginas inteiras, neste final de semana, para justificar a repressão e a intimidação.
2) Nao ofereceu contraditório a nenhum dos atacados pela Polícia Federal, sequer aos seus advogados.

É típico da imprensa marrom.

O que mais chama a atenção é a saraivada de sandices enunciadas pela jornalista Marta Sfredo, na sua página +Economia. Ela preferiu ficar com o caso da informação falsa, vazada e comprada pela velha mídia, segundo a qual  a pepita de ouro de R$ 11,5 mil encontratada com Costa Netoi teve origem em garimpo ilegal, caracterizando crime inafiancável. O que chama a atenção, não foi apenas a velocidade na identificação da procedência do  amuleto (em menos de 24h), que só tem valor estimativo, mas foi a informação falsa, tanto que Valdemar Costa Neto foi libertado 48h depois de preso. Além disto, há jurisprudência do STF que descaracteriza crime neste tipo de posse.

A jornalista Sfredo chega ao desatino de insinuar que a pepita de 39,18 gramas pode ter parado nas mãos do presidente do PL, como carinho pela posição de Bolsonaro a favor dos garimpos.

Artigo, Sérgio Paulo Muniz Costa - O alvo são as Forças Armadas

 Artigo, Sérgio Paulo Muniz Costa - O alvo são as Forças Armadas

O autor é doutor em Ciências Militares, diplomado pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (1992), com o Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (2003).

As manchetes de hoje deixam claro qual é o alvo das prisões e buscas realizadas ontem no Brasil: as Forças Armadas. 


Distintamente do noticiado pela imprensa internacional, que está repercutindo o ocorrido, a operação não foi contra os “aliados de Bolsonaro”. Foi contra os militares.


Em primeiro lugar, pela ultrapassagem da Justiça Militar a quem cabe julgar crimes militares, no quê inequivocamente se enquadram os supostos delitos praticados por militares da ativa, no desempenho de funções militares, em áreas militares.


Em segundo lugar, pela seleção dos atingidos pelas medidas coercitivas e restritivas da liberdade: militares em sua maioria. 


E por fim, na sincronização de posicionamentos de autoridades com o noticiário que vaza o teor oficial da investigação, dele tirando o significado que interessa a determinado grupo político no país: a “politização das Forças Armadas”. E claro, a necessidade de “limpá-las”.


Essa ofensiva se dá por outras iniciativas, das quais as prisões e buscas de ontem são as mais contundentes, mas não as únicas. 


A ascensão ao poder de um partido de matiz revolucionária, que logo rompeu com a linha da social democracia, mudou o cenário político brasileiro. A combinação da heterodoxia ideológica com a ganância corrupta de parte da elite política engendrou a crise na qual se encontra o País, cada vez mais dividido em posições inconciliáveis que podem vir a representar um grave óbice à consecução dos objetivos nacionais permanentes.



Constrangimento a operações descabidas, cerceamento de candidatos militares a cargos eletivos e sistemática campanha midiática contra os militares, corroborada por uma crítica de procedência incerta nas redes sociais, são sinais claros de que as Forças Armadas são alvo de uma campanha de desmoralização bem conduzida.


Para quem gosta de modelos, de golpe inclusive, o que ocorre no Brasil não segue a cartilha chavista, aplicável em uma democracia de fachada a forças armadas corruptas e invertebradas. 


O “modelo” é outro, o de desbancar instituições que detêm inegável prestígio social e político, neutralizado-as, para, em um segundo momento, colocá-las a reboque do seu projeto de poder. 


Seria algo como o que Erdogan fez na Turquia, que, mediante a  mobilização do islamismo latente e militante, investiu contra as instituições militares do país, as quais, além de não fazerem a leitura correta e atualizada da conjuntura, caíram na armadilha de intentarem um golpe, real ou não, que oportunizou o verdadeiro golpe.


Politicamente, desde o final do ciclo dos presidentes militares, a V República, as Forças Armadas evoluíram politicamente como nenhuma outra instituição no País pela exata compreensão do seu papel: mantendo-se longe da politica partidária, formando quadros cada vez mais profissionais e lidando habilmente com as elites dirigentes para a obtenção dos meios indispensáveis ao cumprimento de sua missão constitucional.



Inevitavelmente, esse cenário contaminou as Forças Armadas. A habitual cooperação que elas prestam a todos os governos eleitos e a contribuição que os seus integrantes da reserva deram aos quadros do governo eleito em 2018 são hoje apresentadas como seu “envolvimento político”. 


O acirramento de posições, com ilegalidades e extrapolações de parte a parte,  está hoje alimentando investigações persecutórias que em nada contribuem para a pacificação e normalização da vida política do País. Ao contrário, conduzidas de forma parcial, inconstitucional e mesmo imoral, elas trazem intranquilidade e motivam justificadas preocupações em relação à vigência do Estado de Direito.


A saída da presente crise deve acontecer pela conscientização da sociedade brasileira, sujeita a evidentes contradições, mas inerentemente democrática. Será dela que se levantará a saudável rejeição, tanto aos exageros imaturos de uma solução de força para os problemas nacionais, quanto em relação ao arbítrio que se comete hoje a título de defender a democracia à revelia dela mesma.


O Brasil não é uma Venezuela e tampouco uma Turquia. O entrelaçamento de interesses e de relações econômicas e políticas; o tamanho e complexidade da Federação; e a índole do povo brasileiro tornam improvável a implantação duradoura de um 

regime autoritário. 


O que não significa que não haja vontade de fazê-lo, modulado de forma mais ou menos truculenta. Uma vontade ilegítima que transparece nos últimos acontecimentos e que vem sendo denunciada por vozes respeitadas da República.


Nesse quadro, é normal, e esperado até, que os militares se sintam atingidos pelos atos que alcançaram alguns integrantes da instituição militar, não tanto pelo mérito das acusações que devem ser apuradas na forma da lei, como pela ilegalidade, extrapolação e distorção dos fatos, como é dado observar. 


Uma sensação genuína de indignação, inconformismo e mal estar que deve ser, no entanto, cuidadosa e prudentemente gerenciada.


Os militares são, por origem e trajetória, na sua esmagadora maioria, pessoas cumpridoras da lei, conservadoras no pensamento e modo de vida e comprometidas com o País. São pessoas normalmente respeitadas por parentes, amigos e vizinhos, caracterizando-se como idôneas, bons pais e merecedoras de confiança, inclusive nas suas palavras e atitudes.

Não devem, portanto, subestimar sua capacidade de influir na sociedade pelo mero comportamento que exteriorizam e pelas opiniões que emitem, no círculo de seus relacionamentos. 


Pode parecer pouco, mas é muito nesse momento de crise, no qual o principal ativo (que está desaparecendo) é a lucidez.


Ao militar cabe ser neste momento difícil o que foi ao longo de sua vida. 


Não crer nas mentiras bem pagas que se derramam diariamente, querer o bem do Brasil e contribuir para isso com a exação no cumprimento do dever, tanto pelos da ativa como da reserva.


A uns incumbe o fardo da missão em curso, sem esquecer dos que os antecederam no cumprimento da mesma missão, e com os quais têm inalienáveis vínculos. Aos outros, que carregaram exatamente o mesmo fardo, lembrarem-se do seu peso e dificuldades, hoje, sem dúvida, maiores.


A missão é a mesma: defender o Brasil, não importam as dificuldades.

Alzheimer: cientistas descobrem tratamento que pode levar à cura da doença

Um estudo do Instituto Buck, Califórnia, descobriu uma possibilidade de tratamento efetivo, por meio da proteína kibra, encontrada nos rins e no cérebro. Ela tem a capacidade para reconstruir conexões cerebrais que são desfeitas com a evolução da doença.A proteína facilita a reorganização das sinapses, que são as conexões entre os neurônios que permitem a formação e a recuperação de memórias. A pesquisa foi publicada no The Journal of Clinic Investigation no dia 1 de fevereiro. A equipe se desviou do conceito de que os potenciais tratamentos para a doença de Alzheimer se concentram na redução das proteínas tóxicas.

CLIQUE AQUI para ler mais sobre o assunto. É reportagem da Revista Oeste deste domingo.