Começa, hoje a Expo Favela. Abertura será na Fiergs. Entrada é grátis.

A Expo Favela Innovation Rio Grande do Sul 2026 começa hoje, 6 de novembro, e vai até 7 de novembro, no Centro de Eventos da FIERGS (Avenida Assis Brasil, 8787, bairro Sarandi), em Porto Alegre.

Principais Detalhes

• Tema: "A Revolução do Empreendedorismo, Cultura e Inovação das Favelas".

• Expositores: Mais de 150 empreendedores das periferias reunidos para conectar negócios a investidores e grandes empresas.

• Atrações e Destaques:

• Palestras e painéis com nomes como MV Bill, Dexter, Edi Rock, Daiane dos Santos e Fabrício Werdum.

• Batalha de barbeiros e, pela primeira vez, uma batalha de trancistas.

• Palco da campanha BASTA! contra a violência à mulher e o feminicídio (parceria CUFA RS e Banrisul Cultural).

• Seleção de 5 negócios (Top 5) para a etapa nacional no Rio de Janeiro e a indicação de um empreendedor gaúcho para representar o estado em Paris, na França.

• Ingressos: Gratuitos, mas exigem a reserva prévia de bilhetes

Prefeito Melo abre consulta pública para comprar 100 ônibus elétricos e estações de recarga

 Saiu a consulta pública da prefeitura de Porto Alegre para formar o preço de referência para a compra de 100 ônibus elétricos de fabricação nacional e para a implantação da infraestrutura de recarga do Projeto E-BUS POA. 

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Não se trata de uma licitação e nem uma promessa de contratação.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê crédito de até R$ 447,7 milhões do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), tudo para custear ônibus elétricos e equipamentos de recarga novos, de fabricação nacional.

Subvenção econômica - Com a subvenção econômica, a frota é renovada sem que o custo dos veículos entre no cálculo da tarifa paga pelos usuários. As operadoras que aderirem ao projeto fazem a compra dos ônibus e a contratação da recarga, e o Município arca com a parcela subsidiada diretamente aos fornecedores. As obras civis da recarga e os itens que o BNDES não financia ficam por conta das operadoras. Os ônibus continuam vinculados ao poder público por meio de uma cláusula de reversibilidade: ao fim do contrato, voltam para o município e não entram no patrimônio das operadoras. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SMMU) e a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) são as responsáveis pelo projeto.