Opinião do editor - Chegou a hora de intervir na gestão do Hospital das Clínicas de Porto Alegre

 Já parece ter chegado a hora de intervenção do ministério da Saúde na administração do Hospital das Clínicas de Porto Alegre, que passa por surtos continuados de vírus chinês, com números abusivos de internações e mortes, inclusive de funcionários. 

O caso é inédito nos hospitais do RS e parecem indicar má gestão.

A Vigilância Sanitária também está inativa diante dos sucessivos surtos.

Ontem, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) informou à Vigilância Sanitária que foi identificado um novo surto de casos do coronavírus em uma unidade do CTI Covid, que fica situada no Bloco B. Os resultados dos testes, relativos ao período entre os dias 9 e 15 de setembro, evidenciaram oito casos positivos entre os funcionários. De acordo com o HCPA, o início do surto foi verificado na quarta-feira. 

Governo federal anuncia apoio aos atos dos mutirões de cirurgias eletivas em Porto Alegre

Finalizando roteiro em Brasília, o prefeito Sebastião Melo esteve reunido, nesta quinta-feira, com representantes do Ministério da Saúde e como resultado deste contato, o governo federal garantiu que irá auxiliar a prefeitura na realização de um mutirão de cirurgias eletivas que ficaram represadas em função da pandemia. 

Ontem a noite, Melo retornou de Brasília. O prefeito passou a semana em Brasília, mantendo reuniões de trabalho.

A notícia da realização do mutirão foi dada pela médica e secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite, e pela secretária de Atenção Especializada à Saúde, Cleusa Rodrigues da Silveira Bernardo.



96,1% da população de Porto Alegre já receberam pelo menos uma dose das vacinas contra o vírus chinês

 96,1% da população vacinável de Porto Alegre (1,1 milhão) já receberam pelo menos uma dose ou dose única (3,9%) das vacinas contra o vírus chinês.

Totalmente vacinável estão 64,4% da população.

CLIQUE AQUI para examinar a tabela completa.

Amoêdo avisa Marcel Van Hattem: "Quem não defende o impeachment, deve sair do Novo"

O anúncio da saída de Christian Lohbauer, um dos fundadores do Partido Novo e candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por João Amoêdo na eleição de 2018, provocou nova e devastadora crise no Partido.

Nesta quinta-feira, o próprio Amoêdo usou as redes sociais para minimizar a decisão de seu ex-companheiro de chapa de sair da agremiação. Segundo o ex-presidente nacional do Novo, “a saída de filiados que são contra o impeachment [de Jair Bolsonaro] fortalece a unidade partidária, fundamental para o crescimento do partido”.

O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS), um dos principais nomes da legenda no Congresso Nacional, rebateu o comentário de Amoêdo e manifestou “solidariedade” a Lohbauer. “Descartar pessoas e desrespeitar sua história e contribuição, apesar das divergências, nada tem a ver com ser Novo. Ao contrário: é a mais velha política”, escreveu o parlamentar no Twitter.Também em resposta ao tuíte de Amoêdo, outro deputado do partido, Alexis Fonteyne (SP), ironizou o candidato do Novo ao Planalto em 2018. “Fico imaginando você presidente do Brasil: ‘Quem não estiver satisfeito pode pegar um avião e ir embora'”, escreveu.

Artigo, Onyx Lorenzoni, Gazeta do Povo - A arma de Bolsonaro

Atacado 24 horas por dia, sete dias por semana, Jair Bolsonaro nunca teve descanso. Não é de agora. As tentativas de desconstrução da imagem do presidente da República vêm desde que ele era deputado federal. É fácil explicar. Jair Bolsonaro nunca se curvou ao sistema – ao contrário, sempre o combateu. Mas o que é o sistema? É o universo paralelo onde vivem algumas pessoas que sempre detiveram o poder neste país.


Muitas delas seguem seus delírios de que logo “as coisas voltam para o lugar”. Não voltam. E nas últimas semanas isso ficou muito claro: milhões de pessoas nas ruas em apoio ao presidente, e, de outro lado, uma manifestação contrária de pequenos grupos, mesmo sendo largamente divulgada na imprensa. O resultado pífio incomodou muito aos que estavam acostumados a direcionar opiniões, a usar o diversionismo para o inexplicável. Eles fingem não entender que o Brasil mudou porque o povo brasileiro cansou.


O tempo da roubalheira acabou. O tempo das mentiras empilhadas pelos governos esquerdistas e infladas por parte da imprensa brasileira acabou. O tempo do desperdício do que é dos brasileiros acabou. Hoje o que o governo arrecada vai para o que o Brasil precisa, para o que o povo precisa.


Não fosse assim, como iríamos atravessar a pandemia podendo garantir comida na mesa de 70 milhões de famílias brasileiras com o auxílio emergencial? Como o governo poderia ajudar milhões de empresas a não demitirem seus funcionários pagando parte do salário? E mais: como o Brasil teria gerado 1,8 milhão de vagas com carteira assinada?


Como iríamos comprar as 600 milhões de doses de vacinas e nos tornarmos um dos três países do mundo que mais vacinam? Já passamos os Estados Unidos. Como o governo federal teria recursos para enviar aos estados e municípios, não só para reforçar os sistemas de saúde, mas para recompor perda de arrecadação por causa do fecha-tudo que governadores e prefeitos promoveram? Aliás, cabe mais um registro importante: em muitos casos, o recurso enviado para os governos estaduais ultrapassou em muito o que perderam com o fecha-tudo que eles mesmos criaram. Houve governador que não usou esse dinheiro na saúde, mas colocou as “contas em dia” depois de anos, e ainda assim ataca o presidente e o governo.


Enquanto o governo Bolsonaro trabalha, aqueles que não se conformam que o povo escolheu um homem humilde, temente a Deus, que escolheu ficar ao lado do povo, já inventaram até corrupção sem um real de dinheiro público gasto. Agora inventaram manifestação pela democracia que não tem a participação do povo. A diferença está aí. Quem precisa da mentira como método nunca tem razão.


Enquanto é atacado, o governo de Jair Messias Bolsonaro promove a transformação do Brasil munido da melhor arma que um governante que faz as coisas como devem ser feitas tem: a verdade. Para o desespero do sistema, o presidente que o povo escolheu defende o Brasil 24 horas por dia, sete dias por semana.


Onyx Lorenzoni é ministro do Trabalho e Previdência.

Surgem novos indícios de fraude no ingresso do vestibular da UFRGS

 Novamente a comunidade gaúcha é surpreendida por uma segunda denúncia de indícios de fraude no ingresso via vestibular da UFRGS! 


Depois da primeira denúncia de favorecimento pelo Reitor da UFRGS de aluno que perdeu todos os prazos de recurso contra a negativa de matrícula por ele não ter conseguido comprovar ser pessoa de família de baixa renda, caso esse repleto de irregularidades e até exercício ilegal da medicina, vem à tona uma nova e ainda mais grave irregularidade no ingresso via concurso vestibular! 


Nesse segundo caso, o reitor teria não só teria desrespeitado todos os dispositivos legais que regem o concurso vestibular, agindo acima da lei, pois inclusive contrariou a recomendação da procuradoria, para favorecer um candidato deficiente egresso de escola privada mas que utilizou vaga para deficiente egresso de escola pública. Além dessa irregularidade, teria ele criado, ao arrepio da lei, uma vaga extra para essa pessoa favorecida. 


Sendo o vestibular da UFRGS um dos mais concorridos do Brasil, a comunidade gaúcha assiste incrédula a mais essa aberração que acontece na UFRGS! 


Portanto, que esse caso gravíssimo chegue ao conhecimento das autoridades federais para que seja apurado na forma da lei!