Gramado inaugura o Laghetto Chateau, primeiro hotel boutique multipropriedades do Brasil

Foi inaugurado na noite de ontem o Laghetto Chateau, primeiro hotel boutique do país em multipropriedades. Envio sugestão de pauta com texto e fotos anexo. Qualquer dúvida fico à disposição para mais informações e detalhes.

Trata-se do Laghetto Chateu, empreendimento do grupo Laghetto Golden Multipropriedades que reúne grupo que reúne as empresas Laghetto Hotéis, WAM, Athivabrasil, ABL Prime, Construtora PRG e Wert Estada & Co.

O empreendimento chega a um VGV de cerca de 150 milhões de reais, está em um terreno de 10 mil metros quadrados e construído em 7.140 metros quadrados.

As obras iniciaram em janeiro de 2020 em plena pandemia e a entrega ocorre um ano antes do prazo prometido aos clientes.

O hotel conta com 56 suítes modernamente decoradas em dois ambientes. As térreas de 72 metros quadrados com um deck privativo e hidro. As demais com 41 metros quadrados, tendo piscinas com hidro.

Todas as suítes são equipadas com cama king size, enxoval 300 fios, roupões e amenities Trousseau, menu de travesseiros, sala de estar com lareira, cafeteira nespresso, tvs Led 43', frigobar, ar condicionado, cofre e hidromassagem.

O atendimento é exclusivo e personalizado pelo time de concierges, guest relations e agentes de experiências e a hospedagem inclui Welcome Drink, Café da Manhã servido das 07h às 11h, Brunch aos domingos até às 15h, sendo o late check out de acordo com a disponibilidade, serviço de boa noite e estacionamento com manobrista.

O hotel conta ainda com sala de cinema, espaço kids com monitores de entretenimento, playground, sala de jogos com vídeo games e board games, academia, saunas seca e úmida e o Mahalo Aqua SPA com terapias holísticas e produtos veganos.

Na área da gastronomia, o Château possui dois restaurantes comandados pelo selo Cravo & Canela dos empresários Débora e Paulo Leonhardt e com gastronomia assinada pelos chefs Filipe Ehlers, Roberta Reck e Fernanda Schoeler.

O primeiro restaurante mais intimista e com uma proposta slow food, se inspira na gastronomia do norte da Itália, com a presença de risotos, massas frescas, uma variedade de queijos e charcutarias locais para apresentar as especialidades da casa: as Carnes Nobres e o Cheese Fondue. O segundo restaurante possui um menu mediterrâneo, com pratos típicos e autorais dessa culinária, assim como a cozinha funcional, vegana e vegetariana, para atender a todas as necessidades.

Para complementar o cenário, o deck panorâmico e Wine Garden com vista para o Vale do Quilombo é perfeito para degustar os vinhos da Serra Gaúcha e usufruir de um piquenique oferecido pelo hotel. Das piscinas aquecidas ao ar livre, para adultos e crianças, também é possível admirar a vista para o Vale do Quilombo. 

Ao cair da noite o Tour das Estrelas propõe a observação dos astros através de um telescópio Celestron de última geração.

“Este é um hotel único na região e que passa a ser referência nacional quando falamos em hotel boutique e é um marco para o segmento de multipropriedades. É preciso ressaltar que iniciamos as obras em plena pandemia e conseguimos realizar a entrega um ano antes do previsto, o que mostra o comprometimento do grupo com seus clientes. Os serviços que o Chateau passa a ofertar estão entre o que de melhor podemos encontrar no país hoje”, destaca o CEO do grupo, Ênio Almeida.

Mais informações em: www.laghettogolden.com.br.

 

SOBRE O GRUPO LAGHETTO GOLDEN MULTIPROPRIEDADES 

O Laghetto Golden Multipropriedades é uma união das marcas ABL Prime, Athivabrasil, Laghetto Hotéis, Construtora PRG, WAM Group, e Wert Estada & Co. 

Líder no mercado de multipropriedades do Sul do país, o grupo chega, em 2022, a mais de 1,5 bilhões de VGV (Valor Geral de Vendas), 6 empreendimentos, sendo três entregues e três em construção, 80 mil metros quadrados de área construída, cerca de mil apartamentos e mais de 35 mil clientes que já adquiriram frações das unidades comercializadas no formato de multipropriedades.

Entre os empreendimentos estão o Hotel Laghetto Stilo Borges e o Golden Gramado Resort Laghetto e o Laghetto Chateau em Gramado, todos em operação. Em Canela o Golden Villagio Laghetto, primeiro resort da cidade, está em estágio inicial de obras e será erguido junto a histórica Casa da Mamãe Noel, revitalizando a atração turística e colocando mais de 300 unidades em operação. A previsão de inauguração é para 2026. 

Complementa a lista outro empreendimento cinco estrelas na Serra Gaúcha: o Riserva dos Vinhedos Laghetto. Localizado em Bento Gonçalves tem previsão de inauguração para 2023 e colocará em operação mais de 100 unidades entre casas e apartamentos.

O grupo prepara o lançamento, ainda este ano, de seu sexto empreendimento. Com 160 unidades no formato multipropriedades desta vez a localização será o coração de Gramado na Avenida Borges de Medeiros.

Mais informações em: www.laghettogolden.com.br

Créditos da foto: Cássio Brezolla.

Artigo, Renato Sant'Ana - A desinibida militância da escritora Martha Medeiros no jornal (4)

Continuando. Pergunto à escritora Martha Medeiros: fatos são de direita ou de esquerda? Para defender Lula e atacar Bolsonaro, ela afirma com malícia que a "indústria das fake news" foi "a única coisa que progrediu nos últimos quatro anos". Falso! Vejamos alguns precedentes.

O PT foi o primeiro e, até que se prove o contrário, único partido a ter por método formar milicianos de redes sociais para, entre outras coisas, produzir "fake news" em larga escala, inventar boatos, constranger adversários e "assassinar reputações". Prova disso vai aqui.

Em abril de 2014, o PT realizou um "camping digital" em São José dos Campos/SP, reunindo 2000 militantes a serem treinados para "guerrilhas virtuais". Era ano eleitoral e Dilma Rousseff buscaria um 2º mandato; a máscara do PT já havia caído com os escândalos do Mensalão; e a Lava Jato tinha começado a desvendar o maior esquema de corrupção já operado por um governo: a roubalheira da Petrobras.

Naquele concílio de ressentidos, cujo programa (ainda hoje na internet) anunciava esquerdistas como Franklin Martins, Alexandre Padilha, Paulo Henrique Amorim e Fernando Morais (o escritor), foram treinados cerca de dois mil militantes para, além doutras práticas nada santas, "ganhar audiência em blogs", "defender o partido na internet" e, notem isto, "navegar sem deixar rastros que permitam a identificação".

"Navegar sem deixar rastros" era para os milicianos - na maioria, jovens inflados pela inabalável convicção que nasce da ignorância - poderem agir de forma anônima, driblar as autoridades e cometer impunemente nas redes sociais três crimes previstos no Código Penal, isto é, calúnia, injúria e difamação. Mas o programa oficial acalmava as consciências, dizendo que o estratagema era para "dar prejuízo à NSA [National Security Agency/EUA]", acusada de bisbilhotar a internet mundo afora.

Acham que esse foi o começo? Não, o camping digital foi para atiçar a fúria e incitar milicianos: "Desde 2010, o PT tem dado uma atenção especial à atuação da militância virtual", disse Emidio de Souza, presidente do PT paulista. Em 2011, no 4º congresso do PT, foi criada a Militância em Ambientes Virtuais (MAV, na sigla petista) para infestar as redes sociais com ataques a adversários e à imprensa independente.

Como ocultar esses fatos? É claro que há cretinos que apelam burramente nas "redes sociais" querendo responder na mesma moeda ao esquerdismo; a extrema imprensa bate nesses elementos e só neles; na memória de curto prazo da massa, fica o que está pulsando na mídia; e Martha reforça esse efeito, eclipsando a história de abusos do PT em particular e da esquerda em geral. E esse é o primeiro aspecto de sua solerte afirmação.

Outro é insinuar que nada acontece no governo além de disparates. Falso! Dou só um exemplo. Para assombro daqueles que se deixam desinformar pela já referida extrema imprensa, Bolsonaro já fez mais em infraestrutura do que foi feito em oito anos de FHC, em oito de Lula, mais do que nos 13 anos de PT. E impulsar a infraestrutura é investir no futuro do país! Devia ser prioridade de todos os governos!

O terceiro é desviar a atenção de um fato inconteste: como mostra o histórico acima, é a esquerda (com o PT na comissão de frente) que, institucionalmente, fomenta a indústria de "fake news".

Os fatos falam! E não são tendenciosos. Quem tem honestidade intelectual submete as próprias crenças às evidências. Os demais carregam bandeiras.

(A coluna continua.)

 

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail:  sentinela.rs@outlook.com.br

CNI prevê PIB maior em 2022

 A melhoria do mercado de trabalho e o aumento da demanda do setor de serviços fizeram a Confederação Nacional da Indústria (CNI) elevar a projeção de crescimento da economia neste ano. Segundo o Informe Conjuntural do 2º Trimestre, divulgado hoje (8) pela entidade, a estimativa passou de 0,9% em abril para 1,4% em julho.


No fim do ano passado, a CNI tinha projetado crescimento de 1,2%. No entanto, a guerra na Ucrânia e os lockdowns na China levaram a instituição a reduzir a previsão para 0,9% há três meses. As previsões foram baseadas no desempenho da economia no primeiro trimestre. No entanto, o gerente executivo de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, diz que os dados do segundo trimestre, disponíveis até o momento, permitem esperar a continuidade do desempenho.


De acordo com a CNI, a recuperação do mercado de trabalho continua, com o emprego formal em elevação desde 2020, com 97,5 milhões de pessoas ocupadas. Apesar da inflação elevada, o rendimento médio real também está crescendo. Esses dados fizeram a entidade reduzir, de 12,9% para 10,8%, a expectativa da taxa média de desemprego em 2022. A previsão de crescimento da massa salarial real (acima da inflação) subiu de 1,4% para 1,6% neste ano.

Santander Brasil concede financiamento verde de R$ 60 milhões à BSBIOS (RS)

Contrapartida inclui ampliação de projeto que transforma óleo de cozinha usado (UCO) em biocombustível, em Passo Fundo (RS)

O Santander Brasil concedeu R$ 60 milhões com compromisso ESG à BSBIOS, maior produtora de biodiesel do Brasil. O montante terá como contrapartida a ampliação do projeto social de coleta de óleo de cozinha usado (UCO, da sigla em inglês) em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. A iniciativa reduzirá o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado do resíduo no meio ambiente e elevará em 15% a renda de famílias que já fazem parte da cooperativa de reciclagem do município. O resíduo é utilizado como matéria-prima para produção de biodiesel, na unidade da BSBIOS, na própria cidade.

A linha de empréstimos ESG Linked Loan é um modelo no qual o Santander oferece como benefício a redução da taxa de juros vinculada ao cumprimento de metas de indicadores ambientais, sociais e de governança preestabelecidos em contrato. O Banco é pioneiro no mercado de empréstimos atrelados a indicadores de sustentabilidade no Brasil. “Temos investido cada vez mais em produtos e incentivos verdes, como esse destinado à BSBIOS. Acompanhamos de perto as propostas, sempre considerando a realidade de cada negócio, para que haja avanços em seus indicadores socioambientais”, destaca Carolina Learth, líder de Sustentabilidade do Santander Brasil.

O financiamento “verde” foi um caminho natural para a BSBIOS, que já tem em seu DNA o propósito de praticar o desenvolvimento sustentável por meio do agronegócio e das energias renováveis. Uma de suas principais metas é tornar-se uma das três maiores produtoras de biocombustíveis do mundo e carbono neutro até 2030. “Como uma empresa que tem a sustentabilidade como um de seus valores, estamos felizes com o anúncio dessa parceria, que certamente terá muitos impactos positivos para o meio ambiente, para a inclusão social e para a geração de renda para economia local”, destacou Erasmo Carlos Battistella, Presidente da BSBIOS.

A empresa utiliza gorduras animais, óleo de soja e UCO como matérias-primas para a produção de biodiesel. Aproximadamente 40% das matérias-primas utilizadas são provenientes da agricultura familiar, beneficiando cerca de 10 mil famílias de pequenos produtores rurais.

Além de duas unidades produtivas no País, uma em Passo Fundo (RS) e outra em Marialva (PR), a BSBIOS também conta com uma unidade de produção na Suíça e conduz o projeto de construção da biorrefinaria Omega Green, no Paraguai, que irá produzir biocombustíveis avançados a partir de 2025. Recentemente, a companhia também anunciou o projeto de implantação de uma unidade de produção de etanol, no Rio Grande do Sul.

Contrapartida

Como contrapartida para o financiamento ESG, a BSBIOS buscou uma parceria local, na Vila Popular, em Passo Fundo. A Cooperativa Amigos do Meio Ambiente (COAMA) já atua com recicladores e possui licença ambiental para recolhimento de óleo de cozinha usado. A ação irá desenvolver fornecedores para aquisição do UCO, proveniente do sistema de coleta pública, de estabelecimentos comerciais e de residências.

A presidente da COAMA, Eva de Fátima Godois de Chaves e a vice-presidente, Aparecida Oliveira Sodré, salientaram a importância da parceria. “Essa ação é muito importante para todos nós da cooperativa, para a empresa e principalmente para o meio ambiente. É algo que certamente vai impactar positivamente para o nosso trabalho e a nossa renda”, destacaram.

O projeto prevê a instalação de novos pontos de coleta e fornecimento de equipamentos para acondicionamento no transporte do óleo coletado. O apoio também virá na capacitação em temas de gestão do negócio dos cooperados, por meio de um grupo de voluntariado da empresa, que também dará suporte para articulação junto aos setores público e privado para ampliar a rede de coleta de óleo. A ideia é envolver toda a comunidade em uma grande ação de educação ambiental gerando engajamento, trazendo ganhos sociais e o desenvolvimento sustentável do município.

Instruções do governo federal sobre uso das marcas

 18. É vedada a aplicação da marca do Governo Federal nas placas de sinalização de obras

públicas?

Sim, as placas de obras ou de projetos de obras de que participe a União, direta ou

indiretamente, deverão ser alteradas para exposição durante o período eleitoral, em face da

suspensão da divulgação da marca do Governo Federal, que se aplica a qualquer suporte

utilizado como meio de divulgação.

19. O que fazer com as placas de obras públicas que já contém a marca do Governo?

A marca deverá ser retirada da placa de obra ou de projeto de obra, ou ser

adequadamente coberta, com vistas a não suscitar qualquer caracterização como publicidade

institucional.

Link para acesso direto

https://www.gov.br/secom/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/FAQ2022VersoAtualizada.pdf

Escolas de aviação fecham por falta de alunos. O problema são os altos custos do combustível.

 Preço da hora/aula passa de R$ 1 mil em virtude do aumento do combustível e queda no número de matrículas já chega a 60%

As escolas de aviação estão vivendo um dos piores momentos nas últimas décadas. A crise econômica atingiu em cheio o segmento, responsável pela formação dos pilotos brasileiros. O diretor da Escola Biruta de Aviação Civil, Diego Osório, ressalta que o maior problema são os custos elevados para a manutenção das aeronaves, especialmente o querosene e a gasolina utilizados nas aeronaves, que podem variar entre R$ 11 e R$ 20 o litro. “A hora/aula que há dois anos custava em torno de R$ 450 já passa de R$ 1 mil. E sabemos que o poder aquisitivo das famílias baixou muito. Em nossa escola tivemos a redução de 60% no número de matrículas. Desse jeito vamos fechar as portas por falta de alunos”, desabafa Osório, cuja escola fica sediada no município gaúcho de Ijuí, no Rio Grande do Sul.

O vice-presidente da Câmara Temática Aeroportuária da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS), ressalta que o preço do combustível de aviação aumentou 96% nos últimos 18 meses. “Metade do custo de uma escola é combustível. Com essa escalada dos preços, que são atrelados ao dólar, vai ficar inviável manter a atividade já no curto prazo. Sem as escolas de formação ficaremos sem pilotos no médio e longo prazo. Isso é impensável para um país de dimensões continentais que depende da aviação para manter sua economia. Algo precisa ser feito imediatamente”, alertou o deputado, que tratou do assunto com a direção da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).

Em nota, a ABEAR ressaltou que a Petrobras anunciou mais um reajuste no preço médio do querosene de aviação (QAV) em 15 refinarias, de 3,9% no dia 1º de julho, em relação ao valor de 1º de junho. Com isso, o combustível acumula alta de 70,6% de 1º de janeiro a 1º de julho. De acordo com a empresa, os valores são à vista, sem tributos. No ano passado, o aumento do preço do QAV foi de 92%, em comparação com 2020.

“Mais uma vez o reajuste mensal no preço do QAV comprova os desafios que as associadas ABEAR enfrentam diariamente com a escalada dos custos estruturais, principalmente com o QAV. É importante que haja uma política pública para reduzir o preço do combustível, que no Brasil chega a ser até 40% mais caro do que no exterior. E é por isso que a ABEAR tem ampliado sua interlocução com o Poder Público, especialmente com a mesa de diálogo permanente com o governo que já foi iniciada”, afirma o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz.

PEC dos Benefícios Sociais será votada hoje

 A votação na comissão especial está marcada para as 9 horas no plenário 6. Se aprovado no colegiado, o texto ainda precisa ser votado em dois turnos no Plenário da Câmara. Segundo o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), a votação no Plenário deve acontecer ainda nesta quinta.

A comissão especial que analisa a PEC do Estado de Emergência reúne-se desde as 9h para votar o parecer do relator, deputado Danilo Forte (União-CE), tudo no caso da PEC do Estado de Emergência (PEC 1/22), que tramita em conjunto com a proposta de emenda à Constituição que trata de estímulos tributários aos biocombustíveis (PEC 15/22).O texto do relator consolida as redações das duas PECs sem alterar o mérito já aprovado no Senado. Está previsto o estado de emergência no País até 31 de dezembro, justificado pela elevação “extraordinária e imprevisível” dos preços do petróleo, combustíveis e seus impactos sociais. Na prática, a medida permite ao governo ampliar benefícios sociais que não seriam autorizados em ano eleitoral, como o Auxílio Brasil de R$ 600 e auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros. A proposta também prevê recursos extras para o vale-gás de cozinha, o programa Alimenta Brasil, taxistas, o financiamento da gratuidade no transporte coletivo de idosos e para compensar estados que reduzirem a carga tributária dos biocombustíveis. O impacto total dessas medidas é de R$ 41,2 bilhões.

O texto ainda visa estabelecer, na Constituição, o regime fiscal diferenciado para os biocombustíveis, com vantagens em relação aos combustíveis fósseis. A intenção é minimizar o impacto de recentes leis complementares (LCs 192/22 e 194/22) que reduziram a competitividade dos biocombustíveis, como o etanol, diante da gasolina.

Danilo Forte afirmou que a intenção é conter “notório estado de pobreza pelo qual passa grande parte do País”. A oposição, no entanto, criticou as medidas. “É chamada de PEC do desespero e tem interesse meramente eleitoral porque tem um prazo de validade. Essa PEC cria o estado de emergência e encerra o estado de emergência. Ela não está vinculada à realidade”, reclamou o deputado Rubens Pereira Junior (PT-MA).