Artigo, Dagoberto Godoy - A Nova Ordem

Dagoberto Lima Godoy – cidadão brasileiro

Empresários se dizem apreensivos com as perspectivas da economia, a serem sinalizadas pelo anúncio dos nomes a quem Lula pretende entregar a gestão da área. Pois muitos ainda se mostram otimistas, confiantes no “novo” Congresso, recém eleito, para impedir desatinos. 

Ora, a economia de mercado, tanto quanto a democracia, têm como alicerces o estado de direito, quer dizer, uma ordem constitucional estabelecida e respeitada. E é essa ordem, que vem sendo rompida por fatos de todos conhecidos, aquela que deveria ser reconduzida aos mandamentos da Constituição Federal.  

A não acontecer isso – seja por atos do Senado da República, que restabeleçam o equilíbrio entre os poderes, hoje rompido pelos desmandos do Judiciário, seja pela intervenção das Forças Armada, nos termos do artigo 142 – estará consolidada a nova ordem, de escancarado caráter absolutista.

O que impedirá, então, que o governo dito eleito -- de mãos dadas com um STF ativista político partidarizado -- implante no País as medidas revolucionárias amplamente anunciadas pelo próprio Lula ou explicitadas no programa do seu partido, o PT?

A lista é longa, num cerco às liberdades políticas, sociais e econômicas:

• regulamentação do acesso e a utilização dos meios eletrônicos de comunicação; 

• descontrole fiscal com flexibilização do teto de gastos e aumento das despesas públicas; mais ministérios, novas embaixada, quer dizer, mais gastos com funcionários e mordomias;  

• reestatização das empresas privatizadas, incluindo Petrobrás, portos etc.; e criação de novas estatais;

• uso das reservas internacionais para o financiamento dos gastos governamentais;

• revisão da reforma trabalhista, reempoderando os sindicatos, em detrimento dos interesses dos próprios trabalhadores;

• revisão inconsequente da reforma previdenciária; 

• reforma tributária balizada por ônus maiores sobre o setor financeiro, criação de imposto sobre grandes fortunas e confisco de heranças;

• reforma nos currículos formadores das escolas militares.

• etc.

A par das novidades, a esperada retomada das práticas habituais, como 

• a cooptação de congressistas e partidos políticos;

• retorno ao controle da mídia por meio das verbas de publicidade estatal; 

• uso dos recursos dos bancos estatais – BB, CEF, BNDES – para alavancar empresas escolhidas e financiar obras públicas de outros países com governos ditatoriais;

• a politização do ensino fundamental com ideologias socialistas, de gêneros etc.; 

• cofres públicos abertos para atividades artísticas e culturais simpáticas ao governo;

• tolerância licenciosa face a invasões de prédios públicos e propriedades privadas;

• desencarceramento, a começar (ou continuar) pelos réus de colarinho branco, como os que saquearam a Petrobrás.

De certo há quem pense que o "novo " Congresso, recém eleito, vai proceder diferentemente do usual. Vale a esperança, mas é esperar muito de um poder que, ao longo do tempo, vem sendo facilmente capturável por compensações políticas e/ou subornos pecuniários.

Enfim, um cenário pragmático deve ter em mente o exemplo da Rússia, onde a ordem implantada após a queda do regime comunista, mesclando economia de mercado com corrupção, resultou na tomada das antigas estatais e do mercado em geral pelos empresários amigos do regime. Ainda mais que, no Brasil, temos o precedente público e notório do apaniguamento de empresas pelos governos petistas.

Sim, a apreensão quanto ao futuro da economia é mais que válida, mas o que se delineia no horizonte político e social do País é de apavorar os verdadeiros democratas. 

 

 


Moinhos de Vento é o primeiro hospital do Brasil a receber o W[3]BR

Principal evento de Blockchain empresarial do mundo acontece entre os dias 7 de 8 de dezembro

 

Em um cenário onde a troca de informações e dados serão chave no desenvolvimento do futuro da saúde, o blockchain na Saúde deve se tornar uma importante solução por meio de diferentes plataformas, garantindo a segurança dos dados de pacientes e facilitando a interoperabilidade entre sistemas e hospitais. Com o intuito de discutir a inovação e o futuro da saúde por meio da tecnologia, o Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Instituto de Colaboração em Blockchain (iColab) foi escolhido para sediar, entre os dias 7 e 8 de dezembro, o primeiro W[3]BR Healthcare. Temas como saúde digital, dados, continuidade do cuidado e construção de comunidades de saúde colaborativas integram os debates do evento, que acontece no auditório da instituição (Rua Tiradentes, 333 - térreo). 

Segundo o coordenador de Inovação do Hospital Moinhos de Vento, Thomas Troian, a temática deste que é o principal evento de Blockchain empresarial do mundo corrobora com a visão e é aderente ao protagonismo da instituição e do Centro de Inovação Atrion ao escolher Porto Alegre como sede da discussão de futuros possíveis para a saúde. “É importante sermos protagonistas não somente na saúde digital e em tecnologias médicas, mas também nas plataformas habilitadoras que impactarão o futuro da saúde, promovendo a discussão de diferentes temáticas entre órgãos governamentais, hospitais, instituições de ensino e grupos colaborativos em torno desta temática”, constatou.

Troian lembra ainda que o Blockchain é uma plataforma que possibilitará a segurança dos dados do paciente, envolvendo todo o processo, desde antes do diagnóstico até o acompanhamento de cada paciente, permitindo e acelerando as trocas intra e inter hospitais. O evento também poderá ser conferido no ambiente virtual, através do metaverso, e trará palestrantes como Ricardo Cappra, CEO do Cappra Institute for Data Science; Alsones Balestrin, secretário estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia; e Melina Schuch, superintendente de Estratégia e Mercado do Hospital Moinhos de Vento. A programação completa e as inscrições estão disponíveis no site do evento.



 

Diplomação antecipada de Lula é para encerrar o assunto eleição

 O ex-presidente Lula quer, com o pleno apoio dos seus parceiros no sistema STF-TSE, antecipar a sua diplomação para exercer a presidência na República; antes mesmo de assumir, já estão mudando a regra do jogo. Vão querer, depois disso, antecipar também a posse? E nos próximos anos – quantas outras ilegalidades o grande consórcio Lula-Judiciário-Congresso vai transformar em medida legal? A antecipação da diplomação, no fundo, é a evolução natural do processo de degeneração que levou a “justiça eleitoral”, no último 3 de novembro, a declarar Lula como vencedor das eleições presidenciais; não é nenhuma surpresa que continuem mexendo nas regras do jogo à medida em que o jogo está sendo jogado.




A falência múltipla de órgãos do regime democrático no Brasil começou com a anulação da lei que determinava o cumprimento de pena de prisão para réus condenados em segunda instância em processos penais – como acontece em todo o mundo civilizado, e como era o caso de Lula. O STF, sem nenhuma lei que lhe permitisse fazer isso, decidiu que a prisão para condenados em segunda instância não valia mais, e pronto – eis aí Lula solto de novo, a primeira condição para ser levado à presidência. Veio, em seguida, a extraordinária anulação das quatro ações penais contra Lula, incluindo as suas condenações por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por erro de endereço no processo – uma admirável demonstração de zelo no cumprimento milimétrico das regras processuais, as mesmas que são hoje grosseiramente violadas pelo STF em seus inquéritos policiais contra inimigos políticos. Lula, aí, livrou-se da ficha suja que o impediria de se candidatar a qualquer cargo público. Seguiu-se uma campanha eleitoral em que o TSE participou não como juiz, mas como aliado aberto de Lula – e, no fim, uma eleição cuja limpeza é contestada desde o primeiro minuto.




A falência múltipla de órgãos do regime democrático no Brasil começou com a anulação da lei que determinava o cumprimento de pena de prisão para réus condenados em segunda instância




A desordem continua agora, com o “governo de transição” – como se eles estivessem governando num período em que não há governo constituído – e as manobras para antecipar a diplomação. Por que tanta pressa assim? Dá a impressão, inevitável, de que o consorcio Lula-Judiciário-Congresso está inquieto com tudo aquilo que tem feito para retomar o governo – e quer sepultar com o máximo de rapidez essa eleição tão questionada. O TSE não admite absolutamente nenhuma petição quanto a irregularidades; apenas pune quem reclamou, sem investigar fato nenhum. O ministro Alexandre Moraes quer proibir manifestações públicas, e garantidas pela Constituição, para protestar contra o processo eleitoral. O submundo do Congresso faz ruídos para “criminalizar” os protestos; ao que parece, não admitem sequer que as pessoas permaneçam nas calçadas em frente aos quartéis. As redes sociais continuam sob censura.




A obsessão de Lula e dos seus sócios, cada vez mais desenfreada, é impedir a mínima discussão sobre o mecanismo que os levou à presidência. É o quanto está valendo a democracia no Brasil de hoje.




O que é a AME

 A AME é uma doença rara, degenerativa, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover. 

Varia do tipo 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), dependendo do grau de comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas. 

Os principais sinais incluem perda do controle e de forças musculares; incapacidade/dificuldade de movimentos e locomoção; incapacidade/dificuldade de engolir; incapacidade/dificuldade de segurar a cabeça; e incapacidade/dificuldade de respirar.

Teta ou teto de gasto

Marcus Vinicius Gravina

OAB-RS 4.949


Depois das promessas eleitoreiras de uma profusão de tetas sem apontar a fonte de recursos financeiros para sustentar mais 10 ministérios com suas estruturas capilares de alto custo, abertura de novas embaixadas e os chamados programas sociais às pessoas de baixa renda, chega-se a uma conclusão:  é  espantoso que os milhões de eleitores da chapa concorrente serão chamados a pagar a conta, isto é,  o déficit orçamentário de 200 bilhões de reais através de uma PEC que está sendo comprada no mercado negro do Congresso Nacional. 

Parece até vingança a quem votou no candidato a presidente que não quis alimentar a gastança irrefreável e irresponsável dos governos anteriores e se manteve firme no enxugamento da máquina administrativa. 

Tudo como parte do combate à inflação e o propósito de estimular a atual linha ascendente,  do crescimento harmônico de mais vagas de emprego da mão de obra, associado à economia  brasileira fortalecida,  em benefício de toda a sociedade.  

Não se ouviu de nenhum dos representantes do povo no legislativo e do Comitê de Transição, de quem aspira tomar posse em janeiro, nada sobre a extinção das odiosas “emendas de relator ou emendas secretas” do orçamento, foco de corrupção em suas distribuições a amigos e apadrinhados, ou da diminuição do número dos partidos políticos e da consequente redução do fundo partidário, que juntos somam bilhões de reais desviados de necessidades básicas da Nação.

No entanto, da ala extremada da esquerda se ouviu, que a solução virá com a taxação das grandes fortunas. Uma espécie de “derrama “ criada em Minas Gerais nos idos de 1751 -  extração do ouro - quando quem liderou a revolta foi levado à forca por algum ministro da Suprema Corte da época, discípulo da Nova Ordem Mundial do Reino de Portugal.  Como se vê, nada de novo quando se trata de saquear o contribuinte fiscal. 

Sobre este tema das grandes fortunas, pressupõe-se que a arrecadação terá uma destinação, no momento indefinida.  Podemos iniciar esta discussão a partir do número de 15 milhões de funcionários públicos, mais os detentores cargos eletivos. 

Para conhecermos melhor esta gente detentora de mandato eletivo, duas leis em especial fornecem os meios para que a sociedade possa conhecer a situação e os compromissos das pessoas que se apresentam para comandar o país.(L.8.730/1993 e L.9.504/1997)  

Ambas abrem uma janela para o controle social da administração  pública, visando os seus agentes: “é obrigatória a apresentação de declaração de bens com indicação das fontes de renda, no momento da posse ou, inexistindo esta, na entrada em exercício de cargo, emprego ou função, bem como no final de cada exercício financeiro, no término da gestão ou mandato e nas hipóteses de exoneração, renúncia ou afastamento definitivo, por parte das autoridades e servidores públicos”. 

É fundamental a publicização da declaração de bens e dever da Justiça Eleitoral divulgá-la, para conhecimento da sociedade. Resoluções TSE confirmam o entendimento de que este tipo  de  declaração “não configura violação da intimidade, sigilo fiscal ou bancário ou exposição de informações pessoais”.  É condição ou ônus sabido e consentido de quem optou por tais funções públicas.  

Estão sujeitos à declaração de bens, o Presidente e Vice-Presidente da República, Ministros de Estado, membros do Congresso Nacional, membros da Magistratura Federal, membros do Ministério Público da União, todos quantos exerçam cargos eletivos em cargos, empregos ou funções de confiança na administração direta, indireta e fundacional de qualquer dos Poderes da União. 

Como cidadão brasileiro, desde já, manifesto meu interesse em conhecer as declarações de bens do Presidente e do Vice-Presidente a serem apresentadas por eles  - NO MOMENTO DA POSSE - na forma da Lei.  Nada a ver com a declaração apresentada para registro de candidato.  Para a posse é requisito prévio a apresentação atualizada da declaração de bens, devidamente assinada.

Advertência a todos. A incorreta, incompleta ou falsa declaração de bens  é  crime de falsidade ideológica.  

Caxias do Sul, 02,12,2022


  

Simon, Nadal & Jahn reúne tres ex-governadores gaúchos para comemorar seu 5o aniverário

 Três ex-governadores reunidos e não era evento partidário e nem havia assunto político em pauta,  Quem conseguiu essa proeza foi o escritório Simon, Nadal & Jahn Advogados, que celebrou na terça-feira à noite o quinto ano de aniversário e reuniu mais de 120 pessoas, entre clientes, parceiros e familiares. Pedro Simon, Jair Soares e José Ivo Sartori foram prestigiar o evento, e se somaram a outros nomes da política gaúcha, como o deputado Tiago Simon, o vereador e ex-deputado federal Cezar Schirmer e o ex-deputado e diretor do Badesul Kalil Sehbe Neto.


O Escritório é composto pelos sócios Pedro Fülber Simon, Victoria Werner De Nadal e Vitor Kaiser Jahn, e possui atuação nas áreas do Direito dos Negócios, Direito Tributário e Direito do Trabalho.


O escritório tem uma carteira de clientes com mais de 500 processos ativos. Ao todo, já passaram e/ou estão sob a sua gestão cerca de R$ 800 milhões, entre ações judiciais, negócios celebrados e acordos firmados.


Com o marco de 5 anos, o escritório se solidifica no mercado gaúcho e tem como objetivo continuar expandindo a sua atuação, mas sempre mantendo o tratamento dedicado e especializado a cada cliente.




Saiba quem são os mais cotados para os ministérios no caso de um governo Lula

 FAZENDA, Fernando Haddad, Alexandre Padilhga, Henbrique Meirelles, Rui Costa, Pérsio Arida

PLANEJAMENTO, Fernando Haddad, P´rsio Arida, Aloizio Mercadante, Gleisi Hoffmann ou Rui Costa.

INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, Josué Gomes da Silva, presidente da Fiesp, ou Márcio França

JUSTIÇA, Flávio Dino, Ricado Lewandowsky,  Sérgio Renaut,Silvio Almeida, Pierpaolo Bottini ou Marco Aurélio Carvalho

SEGURANÇA PÚBLIC, Marcelo Freixo, Flávio Dino


MINISTÉRIO DOS POVOS ORIGINÁRIOS

Sônia Guajajara

Indígena e política. Foi candidata a vice-presidente na chapa do PSOL em 2018 e eleita deputada federal por São Paulo em 2022.


Célia Xakriabpa

Índigena e política. Foi eleita deputada federal por Minas Gerais em 2022 pelo PSOL.


Beto Marubo

Ativista político e indígena. Foi companheiro de Bruno Pereira, indigenista assassinato no Vale do Javari, em 2022.


MINISTÉRIO DOS DIREITOS HUMANOS

Silvio Almeida

Advogado, filósofo e professor. É escritor do livro Racismo Estrutural.


MINISTÉRIO DA MULHER

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MINISTÉRIO DA IGUALDADE RACIAL

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MINISTÉRIO DA CULTURA

Daniela Mercury

Cantora baiana. Esteve no comício da vitória de Lula ante Bolsonaro, na Avenida Paulista.


Flora Gil

Empresária e diretora. É mulher do cantor ex-ministro da Cultura Gilberto Gil.


Bela Gil

Culinarista e apresentadora de televisão. É filha do cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil.


Gabriel Chalita

Advogado, professor e político. Foi secretário da Educação do Estado de São Paulo no governo Geraldo Alkmin e candidato a vice-prefeito na chapa liderada por Haddad, em 2016, representando o PDT. Então prefeito da capital paulista, Haddad não conseguiu se reeleger.


Marcelo Freixo

Deputado federal pelo Rio de Janeiro. Ex-integrante do PSOL, migrou para o PSB. Presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Milícias no Rio de Janeiro. Foi candidato ao governo do Estado em 2022, derrotado no segundo turno. Também é cotado para a Segurança Pública.


MINISTÉRIO DA PESCA

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MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA

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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Neri Geller

Produtor rural, empresário e político. Foi ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e um dos poucos nomes do setor a apoiar Lula na disputa presidencial de 2022.


Carlos Fávaro

Agropecuarista e político. Tradicionalmente ligado a associações de produtores de soja, foi vice-governador de Mato Grosso e é senador pelo Estado, filiado ao PSD.


Simone Tebet

Senadora do MDB pelo Mato Grosso do Sul. Foi a quarta colocada no primeiro turno da eleição presidencial e manifestou apoio a Lula no segundo turno.


Tebet segura as mãos de Lula e Marina Silva em comício. À direita, a deputada federal eleita Dandara Tonantzin e Célia Xakriabpa, deputada federal eleita por Minas e possível nome para o Ministério dos Povos Originários. Foto: DOUGLAS MAGNO / AFP

Tebet segura as mãos de Lula e Marina Silva em comício. À direita, a deputada federal eleita Dandara Tonantzin e Célia Xakriabpa, deputada federal eleita por Minas e possível nome para o Ministério dos Povos Originários. Foto: DOUGLAS MAGNO / AFP

© Fornecido por Estadão

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO

Jorge Messias

Procurador da Fazenda Nacional. Ficou conhecido em grampo da ex-presidente Dilma. Também atua na transição.


Silvio Almeida

Advogado, filósofo e professor. É escritor do livro Racismo Estrutural.


Cristiano Zanin Martins

Advogado e professor. Ficou conhecido após atuação como advogado do presidente eleito Lula nos processos relacionados à Operação Lava Jato. Martins também é cotado para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF).


SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS/GOVERNO

Alexandre Padilha

Médico, é deputado federal pelo PT de São Paulo. Foi ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff (PT). Atuou na campanha de Lula junto ao empresariado, representando inclusive o então candidato em diversas reuniões.


CASA CIVIL

Rui Costa

Economista, está no segundo mandato como governador da Bahia. Foi vereador de Salvador e deputado federal pela Bahia. É filiado ao PT.


Jaques Wagner

Senador pelo Estado da Bahia. Foi governador do Estado por dois mandatos e ministro-chefe da Casa Civil no governo Dilma. É bastante próximo a Lula.


Fernando Haddad

Ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo. Advogado, é professor e ficou em segundo lugar na disputa pelo governo de São Paulo nas eleições deste ano. É filiado ao PT.


Wellington Dias

Foi governador do Piauí por quatro mandatos, além de vereador em Teresina, deputado estadual deputado federal e acaba de ser eleito senador pelo PT piauiense. Também é cotado para o Ministério da Fazenda.


Gleisi Hoffmann

Presidente nacional do PT. Foi ministra-chefe da Casa Civil no governo Dilma e é deputada federal pelo PT do Paraná. Também é cotada para o Planejamento.


SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA

Marco Aurélio Carvalho

Coordenador geral do Grupo Prerrogativas e fundador da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD). Também é cotado para a Justiça.


GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL

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MINISTÉRIO DA SAÚDE

Arthur Chioro

Político e médico sanitarista. Foi ministro da Saúde no governo Dilma entre os anos de 2014 e 2015.


José Gomes Temporão

Filiado ao PSB, é médico sanitarista e pesquisador da Fiocruz. Foi ministro da Saúde no governo Lula entre os anos de 2007 e 2010.


Ludhmila Hajjar

Cardiologista e professora. Recusou o convite de Bolsonaro para compor o Ministério da Saúde no lugar de Eduardo Pazuello.


Roberto Kalil Filho

Cardiologista e professor. Atende várias celebridades da política, inclusive o próprio Lula.


O médico Roberto Kalil Filho tem relação próxima a Lula e pode fazer parte do próximo governo Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

O médico Roberto Kalil Filho tem relação próxima a Lula e pode fazer parte do próximo governo Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

© Fornecido por Estadão

Alexandre Padilha

Médico, é deputado federal pelo PT de São Paulo. Foi ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff (PT). Atuou na campanha de Lula junto ao empresariado, representando inclusive o então candidato em diversas reuniões. Também é cotado para Fazenda e Relações Institucionais.


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Simone Tebet

Senadora do MDB pelo Mato Grosso do Sul. Foi a quarta colocada no primeiro turno da eleição presidencial e manifestou apoio a Lula no segundo turno. Cotada também para a Agricultura ou outra pasta da área social; será uma das coordenadoras da transição no setor de desenvolvimento social.


Izolda Cela

Professora e política. É governadora do Ceará após a renúncia de Camilo Santana e foi secretária de Educação do Estado do Ceará.


MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

Aloizio Mercadante

Presidente da Fundação Perseu Abramo (FPA), órgão ligado à produção de conhecimento e ao pensamento econômico do PT. Foi senador (2011 a 2013) e ministro da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Casa Civil durante o governo Dilma. Cotado também para o Planejamento.


Maria Luiza Viotti

Professora, economista e diplomata. Foi embaixadora do Brasil na Alemanha durante o governo Dilma.


Marina Silva

Historiadora, ambientalista e política. Foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula. Eleita deputada federal pela Rede em São Paulo no último pleito. Também é cotada para voltar ao Meio Ambiente.


Mauro Vieira

Diplomata. Foi ministro das Relações Exteriores no governo Dilma e é embaixador do Brasil na Croácia.


Fernando Haddad

Ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo. Advogado, é professor e ficou em segundo lugar na disputa pelo governo de São Paulo nas eleições deste ano. É filiado ao PT. Cotado também para Fazenda e Casa Civil.


MINISTÉRIO DA DEFESA

José Múcio Monteiro

Ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) e ex-ministro das Relações Institucionais (2007-2009), José Múcio Monteiro Filho é o principal cotado para ser ministro da Defesa no novo governo Lula. Conhecido de longa data do presidente eleito, Múcio também foi deputado federal por Pernambuco durante cinco mandatos e tem carreira de quase cinquenta anos de vida pública.


Jaques Wagner

Senador pelo Estado da Bahia. Foi governador do Estado por dois mandatos e ministro-chefe da Casa Civil no governo Dilma. É bastante próximo a Lula. Cotado também para a Casa Civil.


MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA

Miriam Belchior

Professora e política. Foi ministra do Planejamento e presidiu a Caixa Econômica Federal no governo Dilma.


MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Guilherme Boulos

Professor, coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e político. Foi o deputado federal mais eleito por São Paulo em 2022, filiado ao PSOL.


Márcio França

Político e advogado, filiado ao PSB. Foi prefeito de Santos e governador do Estado de São Paulo, após renúncia de Geraldo Alckmin em 2018. Cotado também para Desenvolvimento e Comércio.


MINISTÉRIO DA CIDADANIA/ DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Simone Tebet

Senadora do MDB pelo Mato Grosso do Sul. Foi a quarta colocada no primeiro turno da eleição presidencial e manifestou apoio a Lula no segundo turno. Cotada também para a Educação.


Eliziane Gama

Jornalista e política. É senadora pelo Estado do Maranhão pelo Cidadania e teve atuação de destaque compondo a bancada feminina na CPI da Covid. Também auxiliou na interlocução de Lula com evangélicos.


Tereza Campello

Economista. Foi ministra do Desenvolvimento Social durante o governo Dilma.


MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

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MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Márcio França

Político e advogado, filiado ao PSB. Foi prefeito de Santos e governador do Estado de São Paulo, após renúncia de Geraldo Alckmin em 2018. Cotado também para Indústria e Comércio e Desenvolvimento Regional.


MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES

Jader Filho

Presidente do MDB no Pará e filho do ex-senador homônimo. É irmão do governador reeleito do Estado, Helder Barbalho.


MINISTÉRIO DO TURISMO

Marta Suplicy

Psicóloga e política. Foi prefeita de São Paulo e ministra do Turismo no governo Lula, ministra da Cultura no governo Dilma. É secretária de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo e filiada ao MDB.


Ex-prefeita Marta Suplicy deixou o PT, mas ainda mantém contato com a cúpula do partido Foto: Silvana Garzaro

Ex-prefeita Marta Suplicy deixou o PT, mas ainda mantém contato com a cúpula do partido Foto: Silvana Garzaro

© Fornecido por Estadão

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO

Marco Aurélio Carvalho

Coordenador geral do Grupo Prerrogativas e fundador da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD). Faz parte do núcleo-duro de conselheiros de Lula.


Vinícius Marques de Carvalho

Advogado e ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).


MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

Marina Silva

Historiadora, ambientalista e política. Foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula. Eleita deputada federal pela Rede em São Paulo no último pleito. Desconversou sobre ser indicada ao cargo. Também é cotada para as Relações Exteriores.


João Paulo Capobianco

Biólogo e ambientalista. É vice-presidente do Instituto Democracia e Sustentabilidade. Esteve no ministério do Meio Ambiente durante o governo Lula. Defende um avançaço na regulamentação do setor.


Randolfe Rodrigues

Senador da República pelo Estado do Amapá, filiado à Rede, e líder da oposição na Casa. Foi vice-presidente da CPI da Covid e um dos coordenadores da campanha de Lula.