Mais do que a vantagem insofismável diante de um Lula senil, apoplético, perdido no picadeiro, cuspindo o debate todo, demagogo e fatigado, a marca da vitória de Flávio Bolsonaro no debate de ontem da Globo foi seu eufórico abraço na mulher Fernanda, ao final da rinha.
Flávio Bolsonaro dominou a cena com sua compreensão correta do cenário atual brasileiro e da sua visão de futuro.
Lula repetiu o rancoroso discurso do atraso.
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O debate de ontem a noite na Globo, somado à vitória do 1o turno, as vantagens obtidas em 14 das 15 últimas pesquisas pulicadas e as apostas da Polumarkt, garantem vitória de Flávio Bolsonaro neste domingo.
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Vamos por parte
A vitória no 1o turno
Desmentindo praticamente todas previsões das pesquisas, todas dando vitória a Lula, Flávio venceu o 1o turno
Nestas eleições de 2026, Flávio teve 56,1 milhões de votos (47,03%), e Lula, 53,8 milhões (45,16%).
A vitória de Flávio no debate
Após o debate da última sexta-feira (23) na Rede Globo, o CEO do instituto Quaest, cientista político Felipe Nunes, apresentou na GloboNews o resultado do monitoramento de grupos das pesquisas qualitativas – as chamadas qualis – realizadas durante o evento. Essas pesquisas são de grande validade para perceber em profundidade como os eleitores, sobretudo os independentes, reagiram aos estímulos do debate.
6 x t,2
Vitórias em 15 das 14 últimas pesquisas.
Esta manhã, uma das últimas, a do Instituto França disponibilizou, neste sábado, sua última pesquisa de intenções de votos para presidente, mosrando que Flávio tem 51,4% e Lula 48,6% dos votos válidos.
As apostas
A plataforma de mercados de previsão Polymarket indicava, às 13h24 deste sábado (24), a menos de 24 horas antes da abertura do pleito das eleições no Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 83% de chance de vitória na eleição presidencial brasileira.
O mercado, intitulado "Brazil Presidential Election", registrava US$ 194.869.686 em volume de negociações.
E agora
Durante a campanha, o temor de interferências do STF, TSE ou PGR. Patos mancos. Ode a Vorcaro. Ele e Trump garantiram disputa bastante limpa, mas não justa, porque só seria justa se o principal líder da Oposição não estivesse preso incomunicável.
Na undécima hora do processo eleitoral, ontem, sexta-feira, o abominável ministro Alexandre de Moraes, STF, tentou interferir em favor da candidatura de Lula da Silva, mas foi impedido por decisão da cúpula da PGR.
A informação é do jornalista Claudio Dantas, que dá detalhes (CLIQUE AQUI para ler).
Alexandre de Moraes está no topo da lista dos ministros do STF que dificilmente escaparão de sanções pesadas pelos papéis malévolos que desempenham em favor do lulopetismo e de demonização da Oposição.
O caso de quinta-feira tem a ver com a decisão de Moraes de prejudicar Flávio Bolsonaro a três dias do pleito, ordenando a PF realizar uma mega-operação para cumprir 28 mandados de busca e apreensão, inclusive contra o senador, tudo no caso da ordem de bloqueio de até R$ 6 bilhões do advogado Willer Tomaz, apontado como amigo do senador.
O Day After
Não se enganem. Esta eleição é atípica, sob regime discricionário, e a vitória da Oposição obrigará a uma refunda;ção da república, começando pela libertação de Jair Bolsonaro e anistia de todos os perseguidos, ou seja, dos presos e exilados políticos,
MAS TAMBÉM do restabelecimkento do eswtado democrático de direito, da ordem legal, ou seja, do restbelecimento dos valores sociais e culturais que são a base da nossa civilização ocidental - além, é claro, da boa gestão pública.
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