Nas redes sociais, mulheres acompanham mais política do que homens

 A pesquisa "Consumo de Mídias Digitais no Brasil", realizada pela Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV, em parceria com a Atlas Intel, faz parte do projeto Democracia Digital, apoiado pela Embaixada da Alemanha no Brasil. O levantamento fez um mapeamento do consumo de informação dos brasileiros, com acesso a` internet, em 13 mídias digitais diferentes.O Brasil é o terceiro país que mais consome redes sociais no mundo. 

Pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que as mulheres são as mais interessadas pelo tema "política" no ambiente digital: são 50,4% contra 49,6% dos homens.

Apesar disto, as mulheres são 51,1% da população brasileira, mas, na política, os números não refletem essa maioria. Nas últimas eleições, o País consolidou um número recorde de mulheres no Senado, somando 15 parlamentares, mas ainda longe da metade do total de 81 cadeiras. Na Câmara, as deputadas representam apenas 18% das 513 vagas, mesmo com o aumento de 41% nas candidaturas nas eleições de 2018 para 2022.

A pesquisa identificou ainda um predomínio das mulheres no consumo por informações sobre educação (53% x 47%), sendo o principal público diário do assunto na rede social Instagram. Já o acesso a conteu´dos relacionados à economia - que, junto com educação e política, é um dos três temas mais acessados pelos brasileiros - e´ feito majoritariamente por homens (59% a 41%).

Equilíbrio entre direita e esquerda

As eleições mais recentes expuseram a polarização entre os candidatos de direita e de esquerda e a pesquisa da FGV retrata um equilíbrio da população quanto ao interesse pelos grupos ideológicos nas redes sociais. A audie^ncia sobre o tema esta´ equilibrada entre os segmentos. Direita tem 29%, e centro direita 5%, com um total de 34% alinhados a esse campo ideológico. Do outro lado, a esquerda está com 25% e centro esquerda, com 10%, o que totaliza 35% nesse segmento. Apenas 6% se apresentam como integralmente de centro e 24% disseram que na~o te^m ideologia ou na~o sabem dizer.

Nocividade da desinformação
A pesquisa também analisou como os participantes veem a disseminação de fake news. Entre as pessoas que acessam conteúdos de poli´tica nas redes sociais, 57% dizem acreditar que a nocividade da desinformação é "muito grave" para a democracia, outras 11% dizem que é "grave".

Penas para crimes contra criança e adolescente ficam mais rigorosas

 Passam a ser incluídos na lista de crimes hediondos (Lei 8.072 de 1990):

• agenciar, facilitar, recrutar, coagir ou intermediar a participação de criança ou adolescente em imagens pornográficas;

• adquirir, possuir ou armazenar imagem pornográfica com criança ou adolescente;

• sequestrar ou manter em cárcere privado crianças e adolescentes;

• traficar pessoas menores de 18 anos.

Atualmente, o condenado por crime considerado hediondo, além das penas previstas, não pode receber benefícios de anistia, graça e indulto ou fiança. Além disso, deve cumprir a pena inicialmente em regime fechado.

Suicídio

Outro crime a se tornar hediondo é a instigação ou o auxílio ao suicídio ou à automutilação por meio da internet, não sendo necessário que a vítima seja menor de idade. Estão incluídos, entre os agravantes da pena, o fato de a pessoa, que instiga ou auxilia, ser responsável por grupo, comunidade ou rede virtual.  Neste caso,  a pena poderá ser duplicada.

Bullying e cyberbullying

 A lei acrescenta a tipificação das duas práticas no Código Penal. Bullying é definido como “intimidar sistematicamente, individualmente ou em grupo, mediante violência física ou psicológica, uma ou mais pessoas, de modo intencional e repetitivo, sem motivação evidente, por meio de atos de intimidação, de humilhação ou de discriminação, ou de ações verbais, morais, sexuais, sociais, psicológicas, físicas, materiais ou virtuais”. A pena prevista é de multa, se a conduta não constituir crime mais grave.

O cyberbullying é classificado como a intimidação sistemática virtual. Se for realizado por meio da internet, rede social, aplicativos, jogos on-line ou transmitida em tempo real, a pena será de reclusão de 2 a 4 anos, e multa, se a conduta não constituir crime mais grave.

Aumentos de pena


O Diário Oficial da União (DOU) publicou nesta segunda-feira (15/1) a sanção presidencial, sem vetos, da Lei n.º Lei n• 14.811 (projeto de lei 4224/2021), de autoria do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), que endurece as penas para crimes contra crianças e adolescentes. A lei inclui na lista de crimes hediondos diversos crimes praticados contra crianças e adolescentes. Além disso, torna crime a prática de bullying e cyberbullying.. O texto- sancionado na noite de 12 de janeiro -  passou, sempre por unanimidade nas comissões e plenários da Câmara e Senado. 

 

Crimes hediondos

 Passam a ser incluídos na lista de crimes hediondos (Lei 8.072 de 1990):

• agenciar, facilitar, recrutar, coagir ou intermediar a participação de criança ou adolescente em imagens pornográficas;

• adquirir, possuir ou armazenar imagem pornográfica com criança ou adolescente;

• sequestrar ou manter em cárcere privado crianças e adolescentes;

• traficar pessoas menores de 18 anos.

Atualmente, o condenado por crime considerado hediondo, além das penas previstas, não pode receber benefícios de anistia, graça e indulto ou fiança. Além disso, deve cumprir a pena inicialmente em regime fechado.

Suicídio

Outro crime a se tornar hediondo é a instigação ou o auxílio ao suicídio ou à automutilação por meio da internet, não sendo necessário que a vítima seja menor de idade. Estão incluídos, entre os agravantes da pena, o fato de a pessoa, que instiga ou auxilia, ser responsável por grupo, comunidade ou rede virtual.  Neste caso,  a pena poderá ser duplicada.

Bullying e cyberbullying

 A lei acrescenta a tipificação das duas práticas no Código Penal. Bullying é definido como “intimidar sistematicamente, individualmente ou em grupo, mediante violência física ou psicológica, uma ou mais pessoas, de modo intencional e repetitivo, sem motivação evidente, por meio de atos de intimidação, de humilhação ou de discriminação, ou de ações verbais, morais, sexuais, sociais, psicológicas, físicas, materiais ou virtuais”. A pena prevista é de multa, se a conduta não constituir crime mais grave.

O cyberbullying é classificado como a intimidação sistemática virtual. Se for realizado por meio da internet, rede social, aplicativos, jogos on-line ou transmitida em tempo real, a pena será de reclusão de 2 a 4 anos, e multa, se a conduta não constituir crime mais grave.

Aumentos de pena

O texto aumenta a pena de dois crimes já previstos no Código Penal. No caso de homicídio contra menor de 14 anos, a pena atual, de 12 a 30 anos de reclusão, poderá ser aumentada em dois terços se for praticado em escola de educação básica pública ou privada.

Já o crime de indução ou instigação ao suicídio ou à automutilação terá a pena atual, de 2 a 6 anos de reclusão, duplicada se o autor for responsável por grupo, comunidade ou rede virtuais.

Exploração sexual

Além de tornar crime hediondo o agenciamento e o armazenamento de imagens pornográficas de crianças e adolescentes, estão inclusos entre os crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) a exibição, transmissão, facilitação ou auxílio à exibição ou transmissão, em tempo real, pela internet, por aplicativos ou qualquer outro meio digital de pornografia com a participação de criança ou adolescente. A pena prevista é de 4 a 8 anos de reclusão e multa.

     A lei atualiza o ECA para penalizar quem exibir ou transmitir imagem, vídeo ou corrente de vídeo (compartilhamento sucessivo) de criança ou adolescente em ato infracional ou ato ilícito, com multa de 3 a 20 salários mínimos. Atualmente, o estatuto penaliza “quem exibe, total ou parcialmente, fotografia de criança ou adolescente envolvido em ato infracional”.

Desaparecimento e violência

Outra medida inserida no ECA é a penalização de pai, mãe ou responsável que deixar de comunicar, intencionalmente, à polícia o desaparecimento de criança ou adolescente. A pena será de reclusão de 2 a 4 anos, mais multa.

A nova lei estabelece que as medidas de prevenção e combate à violência contra criança e adolescente nas escolas públicas e privadas deverão ser implementadas pelos municípios e pelo Distrito Federal em cooperação com os estados e a União.

Os protocolos de proteção deverão ser desenvolvidos pelos municípios em conjunto com órgãos de segurança pública e de saúde, com a participação da comunidade escolar. O texto acrescenta ainda ao ECA que as instituições sociais públicas ou privadas que trabalhem com crianças e adolescentes e recebam recursos públicos deverão exigir certidões de antecedentes criminais de todos os seus colaboradores, atualizadas a cada seis meses.

As escolas públicas ou privadas também deverão manter fichas cadastrais e certidões de antecedentes criminais atualizadas de todos os seus colaboradores, independentemente de recebimento de recursos públicos.

Política de Prevenção à Exploração Sexual

Conforme o texto, a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente será elaborada por uma conferência nacional a ser organizada e executada pelo Governo Federal.

Entre os objetivos a serem observados pela política, estão o aprimoramento da gestão das ações de prevenção e de combate ao abuso e à exploração sexual da criança e do adolescente e a garantia de atendimento especializado, e em rede, da criança e do adolescente em situação de exploração sexual, bem como de suas famílias.

          TRABALHO SUPRAPARTIDÁRIO

O deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) agradece a participação de seus colegas nas duas Casas:

-  Este foi um trabalho suprapartidário.  Durante a tramitação do texto original, o projeto teve várias alterações, através de sugestões de diversos partidos, com a atuação permanente de assessores legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Trata-se de uma homenagem especial a todas as mães e avós que aguardam ansiosamente pela sanção do referido projeto, para proteção de seus filhos e netos.

Artigo, Diogo Schelp, Estadão - A política externa do desespero

Na presidência rotativa do G-20, o Brasil vai propor que as maiores economias do mundo discutam a regulação conjunta das redes sociais e da inteligência artificial. O tema é importantíssimo, sem dúvida, mas é curioso que a iniciativa parta do Brasil, que não consegue sequer avançar em uma solução interna para a questão. O PL das Fake News está emperrado no Congresso, abrindo espaço para que STF e TSE “legislem” sobre o assunto.

A política externa de Lula é assim: um misto de incoerência e desespero. Ora escancara o duplo padrão em questões como direitos humanos e democracia, ora se lança à caça de novas causas universais para compensar a incapacidade de ter uma liderança verdadeira no seu espaço natural (o entorno sul-americano) e nos temas mais óbvios (como ambiente e segurança alimentar).

Na gestão FHC, cristalizou-se o entendimento de que era preciso consolidar uma liderança regional para, a partir dela, projetar uma maior participação brasileira nas discussões globais.

Lula, em seus dois primeiros governos, que coincidiram com uma onda de governos de esquerda na região, deu continuidade a esse princípio, acrescentando a diversificação de parceiros internacionais à equação.

O contexto agora é outro. A pretensão de Lula de reeditar as alianças de esquerda na América do Sul, sob sua liderança, deu com os burros n’água. Não há alinhamento ideológico com os parceiros do Mercosul.

Os presidentes Gabriel Boric, do Chile, e Gustavo Petro, da Colômbia, são de esquerda, mas tiveram atritos públicos com Lula recentemente.

Nicolás Maduro, na Venezuela, é tudo menos confiável e acaba de criar um problema para o Brasil na fronteira com a Guiana.

O governo de Maduro, para quem Lula estendeu tapete vermelho em Brasília no ano passado, está sendo investigado por crimes contra a humanidade pelo Tribunal Penal Internacional (TPI).

Sobre isso, nenhuma palavra de Lula, que na semana passada apoiou iniciativa da África do Sul de denunciar Israel por genocídio na guerra em Gaza.

Nesse caso, Lula sabe o que é e para que serve o TPI. Em setembro, ele disse que desconhecia o tribunal e que não via motivos para obedecer ao mandado de prisão emitido contra o ditador Vladimir Putin, caso ele resolva comparecer à cúpula do G-20 deste ano, no Rio. Para Lula, a legitimidade do TPI vale para Israel, mas não para a Rússia. Incoerência e desespero. •

A pretensão de Lula, de liderar alianças de esquerda 

Dica do editor - Problema maior do neuroblastoma e comprar os remédios

Estas informações e a ilustração ao lado são de reportagem de hoje da Agência Brasil, reeditada pelo editor deste blog.

O Ministério da Saúde informa que ainda que os medicamentos betadinutuximabe (Qarziba) e naxitamabe (Danyelza) tenham obtido registro da Anvisa, não foram, até o momento, demandados para análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Portanto precisam ser pagos.

O neuroblastoma é o terceiro tipo de câncer mais recorrente entre crianças, depois da leucemia e de tumores cerebrais. É o tumor sólido extracraniano mais comum entre a população pediátrica, representando 8% a 10% de todos os tumores infantis. O tratamento varia de acordo com o risco apresentado para cada paciente. Para aqueles com baixo risco ou intermediário, são necessárias cirurgia e, em alguns casos, quimioterapia. Para quem tem alto risco, pode haver necessidade da cirurgia para retirada do tumor, quimioterapia e até radioterapia. O tratamento envolve também a utilização de transplante de medula óssea, com células provenientes do próprio paciente. Esses procedimentos são oferecidos pelo SUS.  

A maior dificuldade é conseguir os medicamentos.

Pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) e o Hospital Israelita Albert Einstein tenta reduzir para 20% a dose do betadinutuximabe.. 

Artigo, Mário Cardoni - Agora sabemos quem eles são

O massacre em sete de outubro na fronteira de Israel e Gaza é um divisor de águas na compreensão do mundo contemporâneo. 

O apoio declarado ou a simpatia envergonhada de governos, partidos e instituições ao terror e à violência sádica contra civis prenuncia o fim da civilização como conhecemos. 

Mais uma vez na história da humanidade, o povo numericamente insignificante vivendo num país territorialmente minúsculo ou espalhado na diáspora - o povo de Israel - se encontra no centro dos acontecimentos que definem e iniciam uma nova era. 

Freud disse, certa vez, que os judeus, por personificarem a lei, a ética e a justiça desde os primórdios da civilização (Torá e decálogo) são apontados e vistos com ódio e desprezo por todo aquele em quem a vontade de dominar, delinquir e matar habita sua vida instintiva, ainda que de forma reprimida. Os judeus seriam os arquetipos da conciência moral do mundo, o superego vigilante, os que sabem da natureza do mal e por isso representam a interdição do gozo perverso que age ou gostaria de agir sem remorso ou sentimento de culpa. 

Os judeus assumem esta função normativa para o mundo inteiro? 

Eles se consideram portadores da tarefa de modelar a humanidade? 

Claro que a resposta é não! 

Nunca foram proselitistas, catequizadores e conversores à força como no cristianismo e no islamismo

A perseverança no monoteísmo, na proibição de imagens, na obediência aos mandamentos e na teimosa recusa em adotar novas crenças e abandonar os patriarcas para venerar outros profetas (Jesus e Mohamad), foi tudo isto que colocou o "judeu", sem desejar este papel, como aquele ente externo que, incorporando a divindade no imaginário das nações, vigia e inibe os seus atos. 

É desta forma que o imaginário coletivo vê o judeu.

Por tudo isto ele deve ser destruído. Eliminá-lo, ainda que de forma simbólica,  transforma o homem inimputável, senhor absoluto da fruição dos desejos, qualquer desejo.

Sei que se trata de uma forma rebuscada de qualificar e explicar o antissemitismo ou judeofobia. Existem muitas outras, porém reputo o insight freudiano como abrangente. 

Esta conclusão certamente causará no leitor um sentimento de desconforto e contrariedade pela percepção da arrogância e da exagerada importância no texto sobre o papel do ethos judaico nos acontecimentos universais.

Compreende-se que o leitor, principalmente aquele com pensamento concreto e pouco familiarizado com abstrações intelectuais, considere minhas conclusões como total estupidez. 

Para este leitor contrariado, cético e discordante eu pediria que explicasse por que egipcios, depois assírios, depois persas, depois seleucidas, depois  romanos, depois a igreja, papas, cruzados e reis, depois o nazismo, depois o comunismo, entremeados por perseguições, progrons, fogueiras, confinamentos e proibições, enfim, por que os grandes poderes da história procuraram exterminar ou anular o judaísmo se tal cultura ou religião não teve ou não tem quase nenhuma importancia para o destino das nações, ideologias e indivíduos? E não apenas os grandes poderes ou sistemas políticos mas sobretudo a pessoa comum dá ao judeu uma atenção exagerada, desproporcional, muito além da sua significância na história e na contemporaneidade. Além de tudo,  como este descrente explica as brutais perseguições e exílios forçados para um grupo humano tão pequeno e que nunca ofereceu risco bélico, ameaçou, lutou ou devastou qualquer nação ou império? 

Ouso dizer que é porque o judaísmo não é um poder material e sim uma ideia.

Uma ideia moralmente ameaçadora.

Que evidência adicional o incrédulo necessita para se convencer da vontade de extermínio contra judeus? 

Basta comparar o tratamento assimétrico "benevolente" que a Rússia, já com dimensões continentais, recebe do resto do mundo, inclusive do Brasil, mesmo sendo a agressora expansionista brutal, atuando sem provocação contra os ucranianos, observando-se, por outro lado, maciços protestos com ódio e violência em todas as capitais do mundo das multidões contra a auto-defesa de Israel, que foi invadido e seus habitantes massacrados, e quase nenhum protesto contra a poderosíssima Rússia que foi a agressora.

Mas voltemos às razões do porquê a guerra contra a bestialidade terrorista definirá o mundo daqui para frente.

Tudo que até então estava disfarçado como progressista, humanitário, tolerante, justo e solidário ruiu, desmoronou com a contradição, seletividade moral e relativismo da maior parte dos iluministas modernos. O mesmo mecanismo mental que reprimia da mente o antissemitismo latente, substituindo esta má-consciência por auto-enganos como o amor a Cristo, o amor à raça, o amor ao estado-nação ou o amor ao coletivismo marxista, agora


exerce sua função psíquica enganadora para negar a tirania, opressão, homofobia, violência sádica, escravidão de mulheres e promessas genocidas dos terroristas palestinos. E atacam e vilanizam aquele que combate este mal absoluto.

A mudança que está iniciando é a do desnudamento, do desvelamento da hipocrisia dos salvadores do mundo. 

Os progressistas sempre se associaram ao que existiu de mais cruel, tirano e opressor na história, passando pelo terror jacobino, pelo stalinismo e pelas ditaduras anticolonialistas. Ainda que contabilizassem milhões de mortos e legiões de prisioneiros nos gulags, o esquerdismo ideológico se revestiu de santidade pois o objetivo final era a redenção do homem  e a abolição dos grilhões da antiga ordem econômica e social. Eliminar reacionários e cancelar os dissidentes sempre foi visto como virtude pela moral progressista e aceita pelo resto da sociedade.

A verdadeira natureza da esquerda ideológica está sob a luz dos holofotes. Não engana mais ninguém após se associar, aplaudir e apoiar a perversidade absoluta e incontestável dos islamo-fascistas.

Restou evidente que a bondade humanista misericordiosa universal sempre foi uma farsa. O objetivo e o desejo de destruir a cultura e a civilização ocidental por dentro sempre foi maior do que garantir a inviolabilidade de países democráticos como Israel, de proteger as fronteiras de nações como a Ucrânia contra colonialistas russos, de defender civis contra o terror, de sustentar as bandeiras antiracista, anti-homofobia e antimisoginia como princípios invioláveis. Era tudo cortina de fumaça. Artifícios para encobrir o desejo de controle e dominação. Propaganda cultural gramsciana ou goebeliana para enganar e arregimentar ingenuos, ressentidos e fracassados.

A inconsistência histórica da praxis do experimento coletivista em conseguir transformar o mundo, levou seus ideólogos a se agarrar ao último bastião de resistência da luta anti-ocidental - os terroristas islâmicos - os únicos fanáticos e sem apreço à vida para fazer o trabalho sujo que a esquerda ideológica não tem coragem para fazer.

Como escrevi: tudo ruiu. A judeofobia latente associada à certeza que os proxies da esquerda, isto é, os terroristas do hamas e da jihad islâmica, seriam totalmente destruídos (como está acontecendo) pelas forças de defesa de Israel após a barbárie de 07/10, fez com que os intelectuais e políticos progressistas tirassem a máscara e a fantasia da bondade e defendessem e festejassem estupros, decapitações, vazamento de olhos de pais na frente de crianças, fuzilamento de jovens dançarinos, cozimento de bebês em micro-ondas e sequestros de não combatentes.

Portanto, lamentavelmente teve que acontecer a barbárie inominável para que o mundo pudesse conhecer os inimigos, agora declarados e sem pudor, da sociedade aberta e livre. O terrorismo e seus aliados da esquerda mundial estão expostos. A fraqueza, inconsistência moral e covardia, agora não mais encobertas pelo falso manto das boas intenções, fará a luta dos direitos civis contra os totalitários muito mais fácil, pois conhecemos melhor os inimigos da civilização.

Dica do editor - Cigarros eletrônicos

 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu, no último mês de dezembro, uma consulta pública para discutir a regulamentação da comercialização de cigarros eletrônicos no Brasil. O tema interfere diretamente na saúde pública e o debate traz opiniões e ponderações pertinentes, favoráveis e contrárias, à formalização deste mercado que já atinge milhões de consumidores no país. A Anvisa disponibilizou em seu site um formulário online para receber manifestações sobre o texto. O prazo de manifestação vai até o dia 9 de fevereiro e qualquer pessoa interessada pode enviar contribuições e comentários. Após esta etapa, os diretores do órgão colegiado vão aprovar ou não a versão consolidada da resolução sobre o assunto.

Os Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) são também conhecidos como cigarros eletrônicos, vape, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar e heat not burn (tabaco aquecido). A Anvisa proíbe desde 2009 a importação, publicidade e comercialização desses produtos. Em parecer para a consulta pública, a agência reguladora propõe a manutenção da proibição dos dispositivos eletrônicos para fumar, o que inclui todos os tipos de dispositivos, bem como a proibição da publicidade e da divulgação, por meio eletrônico ou por meio impresso desses produtos. Entretanto, há médicos, especialistas e parlamentares que defendem a regulamentação, em razão da necessidade de evitar o consumo por jovens e adolescentes e garantir que adultos fumantes - que desejam diminuir ou parar de fumar -  tenham acesso a produtos controlados, uma vez que este já é um mercado desenvolvido no Brasil, com quase 3 milhões de adultos fumantes regulares e 6,3 milhões de experimentação do produto, segundo levantamento do instituto Ipec.

Em linhas gerais, tanto quem defende a comercialização dos cigarros eletrônicos, quanto quem reivindica a proibição estão de acordo que é preciso tomar alguma decisão sobre o assunto. O comércio de vapes explodiu no Brasil nos últimos anos. Segundo informações da Receita Federal, entre 2019 e 2023, as apreensões de produtos contrabandeados dispararam de 23 mil unidades em 2019 para mais de 1,1 milhão em 2023. Em valor estimado de mercadorias recolhidas, o aumento foi de R$ 1,9 milhão para R$ 53,4 milhões em cinco anos. Os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo representam 84% das apreensões no país entre 2019 e outubro de 2023. O cigarro eletrônico é tratado pela Receita Federal como contrabando, com pena de apreensão dos itens encontrados, bem como de veículos utilizados no transporte.


Opinião do editor

 O apoio do governo Lula da Silva ao Hamas e contra Israel não deve surpreender ninguém, porque essa gente vil e venal apenas confirma seu alinhamento com o que existe de pior no mundo, ou seja, os governos e movimentos de viés comunista, violento, corrupto e imoral.


A chamada velha mídia ou mídia tradicional. envolve não apenas os jornalões do tipo Estadão, Folha, O Globo ou Zero Hora, mas também as mais acessadas redes de rádio e de TV do Brasil, como Globo, Record e Band.

Ela é capitaneada, como se sabe, pela mídia impressa.

É a que pauta o restante.

Esta velha mídia passou os últimos 5 anos lacrando em cima de Bolsonaro e endeusando o lulopetismo, com ênfase para seu líder descondenado, no caso Lula da Silva.

É a ponta de lança do Eixo do Mal.

Acontece que passado um ano de governo lulopetista, a velha mídia dá sinais de dissidência.

O sinal amarelo para o lulopetismo é a série de editoriais que Folha, O Globo, Estadão, publicados ontem, mas acompanhado, hoje, por Zero Hora.

O vetor de todos eles é uma profunda e explícita condenação ao alinhamento do governo Lula da Silva com o que existe de pior no mundo, ao acompanhar a mentirosa ação movida na Corte de Haia contra Israel.

O viés crítico é de alta.