Jairo Jorge inocentado no caso do Teleagendamento

O prefeito de Canoas, Jairo Jorge, foi inocentado da ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre a implantação do Teleagendamento no município em 2011. Como a ação foi julgada improcedente, houve a determinação do desbloqueio integral dos bens de Jairo e da então vice-prefeita, Beth Colombo.


A decisão da juíza da 2ª Vara Federal Ana Paula Martini Wedy afirma que não houve irregularidades na contratação da empresa nem na prestação do serviço. Ressalta, ainda, que não ocorreu prejuízo financeiro ao município nem superfaturamento. Segundo o despacho, “ante a improcedência da ação, revogo a indisponibilidade de bens dos demandados”.


Entenda o caso


Em 2014, o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública acusando o prefeito de improbidade administrativa na contratação da GSH - Gestão e Tecnologia em Saúde, empresa que implantou o Teleagendamento em Canoas. 


Em maio de 2018, o juiz de primeiro grau, Felipe Veit Leal, ao julgar o mesmo processo, indeferiu o pedido de bloqueio de bens e justificou que o MPF e a União já tinham ciência dos fatos desde 2012 e não propuseram arresto ou sequestro de bens. Além disso, sobre o bloqueio de bens proposto pelo MPF, o magistrado afirmou que: “É duvidosa a efetividade da medida ora postulada. Não há prova inequívoca de que a empresa não tenha prestado o serviço público nos moldes contratados".


Apesar disso, em julho de 2018, na véspera da convenção que escolheria Jairo Jorge como candidato a Governador, diante de recurso do MPF ao TRF4, foi concedido de forma liminar o bloqueio.


Canoas foi a primeira cidade do Brasil a criar o sistema de teleagendamento


O Governo do Estado, entre 2010 e 2011, fez uma parceria com as maiores cidades do Rio Grande do Sul para a utilização do Sistema AGHOS. Canoas contratou a empresa indicada pela Secretaria Estadual de Saúde, que cedeu os direitos às prefeituras. A empresa prestou serviços e, a pedido, a Prefeitura de Canoas desenvolveu um novo sistema chamado Teleagendamento. Não havia nada similar no país, e Canoas foi a primeira cidade do Brasil a criar o serviço.


Com o sistema, foram marcadas mais de 2 milhões de consultas entre março de 2012 e dezembro de 2016. Isso garantiu que nenhum canoense tivesse que ficar em filas durante horas ou dias à espera de atendimento.


Com o fim do contrato, cinco anos depois, foi feita uma licitação exitosa, pois já havia várias empresas no mercado.

Novas regras de importação da UE são "uma afronta

 O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse nesta segunda-feira (7) que as novas regras da União Europeia (UE) que proíbem os membros de comprarem produtos provenientes de áreas de desmatamento são uma afronta porque ferem normas da Organização Mundial do Comércio.

A informação é da Agência Brasil de hoje. Leia a reportagem completa da agência:

Aprovada pelo Parlamento Europeu, a lei proíbe que os membros da UE importem produtos provenientes de áreas com qualquer nível de desmatamento identificado até dezembro de 2020 - seja legal ou ilegal. O Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR) incide sobre madeira, soja, carne bovina, cacau, café, óleo de palma, borracha e derivados. O Código Florestal Brasileiro determina para cada bioma percentuais de desmatamento permitido para a agricultura, mas mesmo para produtores que seguem as regras, a exportação para os países do bloco europeu serão proibidas.


“Nós temos que trabalhar aqui no Brasil o avanço da rastreabilidade, da certificação, mostrar o tanto que os nossos produtos têm garantia de qualidade e também de produção sustentável. A própria ministra Marina Silva, que é uma autoridade mundial em meio ambiente, disse no lançamento do primeiro Plano Safra da história ancorado em amplitude de Baixo Carbono, que premia produtores por boas práticas, que menos de 2% dos produtores brasileiros cometem crimes ambientais, portanto mais de 98% têm boas práticas”, afirmou depois de participar da abertura do 22º Congresso Brasileiro do Agronegócio.


Punição

Fávaro defende que os agricultores e pecuaristas que cometem crimes ambientais sejam punidos de acordo com os rigores da lei, mas que "se a UE não quiser compreender isso e quiser elaborar suas próprias regras, [mesmo o Brasil] com certificação, garantia de origem, e nem isso for suficiente, será criado um novo bloco, fortalecendo os BRICS".


O ministro relata que nos últimos sete meses, o ministério abriu 26 novos mercados para o agro brasileiro. "Fora a ampliação de mercado com a China, com o Reino Unido, com o México, com o Egito para o algodão. E o Egito, que tem a fama de ter o melhor algodão do mundo! Se o Brasil passa a vender para o Egito significa que tem o algodão da mesma qualidade”, conclui.


O ministro reforçou que o Brasil está aberto a negociação, mas se o "exagero" da UE permanecer, o país trabalhará na abertura de novos mercados e de um novo cenário mundial competitivo e eficiente que respeita o meio ambiente e tenha bons parceiros.


União Europeia

O bloco regional prevê entre as principais punições aos países que importarem de áreas desmatadas a suspensão do comércio importador, a apreensão ou completa destruição de produtos, além de multas em dinheiro correspondentes a até 4% do valor anual arrecadado pela operadora responsável. Para entrar em território europeu, as commodities precisarão passar por rigorosa verificação para afastar a possibilidade de terem sido produzidas em áreas desmatadas.

A grita bovina contra Romeu Zema tem conteúdo meramente político-eleitoral

Engana-se quem acha que é má vontade explícita ou ignorância oceânica, ler com lentes vermelhas de aumento os protestos que ocorrem diante do anúncio feito pelo governador de Minas, Romeu Zema, a respeito da formação de um bloco de governadores, políticos, empresários e povo em geral do Sul e do Sudeste, visando contrapor-se ao que já existe no Norte, Nordeste e até Centro Oeste.

"Querem separatismo", gritam os fariseus de cabeça feita e de barriga cheia que se aboletaram no novo governo lulopetista.

O impagável ministro da Justiça, Flávio Dino, sempre pronto para disparar disparates e provocações, avisou:

- É crime de lesa pátria.

Ops, cara pálida: como assim !!??

Ora, o governador mineiro Romeu Zema, da mesma forma que a quase totalidade dos governadores do Sul e do Sudeste, foram eleitos em oposição ao lulopetismo, dominante sobretudo no Nordeste. Pelo menos 4 candidatos bem pontuados para disputar a sucessão de Lula da Silva são do Sul e do Sudeste: Bolsonaro, Rio; Zema, Minas; Edurdo Leite, RS, e Tarcísio, São Paulo.

Não é mais apenas Bolsonaro, insultado, caluniado, injuriado, difamado e perseguido diariamente por ameaças concretas nos âmbitos da PGR, do STF e da PF, mas não só.

O governador Romeu Zema apenas colocou um dado do mundo real:

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que o consórcio que reúne os estados do Sul e Sudeste (Consud) está em desvantagem no Senado, mas busca protagonismo político, porque “ninguém pode ignorar o peso expressivo de 256 deputados na Câmara”.

Na Câmara, dá para enfrentar, porque 256 dá  quase 50% sobre os 513 membros, mas no Senado o Sul e o Sudeste sempre estarão em desvantagem: 27 num total de 81.

Por que esta diferença: por que deputados são eleitos proporcionalmente ao número de eleitores, mas no Senado, cada Estado tem direito a 3 Senadores. Assim, Estados de eleitorado muito pequeno, nanico, como Amapá, que tem 550 mil eleitores, algo menor do que o eleitorado de uma cidade como Porto Alegre; e São Paulo tem 35 milhões de eleitores. E cada um tem o mesmo número de senadores: 3.

Ora, se isto não pode ser alterado, a não ser por uma reforma constitucional, impõe-se aquilo que o governador Zema e seus colegas do sul e do sudeste propõem: ação política.

Zema e nem ninguém, defende uma guerra da secessão do tipo que opôs Norte e Sul nos Estados Unidos.

Longe disto.

O discurso de ódio de gente como Flávio Dino e até energúmenos que os seguem bovinamente dentro e fora da imprensa, busca, isto sim, dividir.

E até exterminar, como propôs o próprio Lula da Silva, ao reagir ao suposto ato de agressão dos Mantovani contra A. de Moraes, um episódio que PGR, PF e STF parecem fazer questão de ocultar, porque não conseguem comprovar a narrativa que os levou a agir com sofreguidão, incompetência e evidente má fé.

No fundo, no fundo, o que o lulopetismo tem dificuldade de entender é que no jogo democrático ele só consegue ganhos no tapetão, porque a imensa maioria do povo brasileiro pode até estar manietada, mas sabe quem são eles e o que eles fizeram nas eleições do ano passado.

É isto.



Entrevista com o jornalista Júlio Ribeiro.

1) Como é que foi a tua saída do programa Boa Tarde, Brasil, e portanto da Rádio Guaíba: quando foi isto, se já vinhas percebendo que tua linha editorial seria atropelada, se tuas férias inesperadas tiveram algo a ver com a tentativa de aliviar as pressões, quais foram as explicações oficiais que recebeste e se isto te surpreendeu ou não ?

Eu já vinha ouvindo rumores há cerca de dois meses, de pressões políticas para minha demissão. Tratar de política, hoje no Brasil, é mexer com muitos interesses, alguns desses bem instalados em Brasilia. Quando tirei duas semanas de licença de saúde, é porque a estafa estava muito grande, a pressão aumentando, e no fim serviu para a emissora medir como ficaria o programa sem mim. Apesar da queda brutal na audiência e manifestação de anunciantes, a empresa resolveu me demitir, e o fez na ultima sexta-feira, logo após eu apresentar a edição do dia.

2) Como tem sido o volume e a qualidade das manifestações que tens recebido no day after (qual foi o dia ? Foste avisado um dia antes, ao final do programa e se deu tempo para se despedir do pessoal?

Recebi, mais de mil mensagens nos meus dois whatsapp, milhares de comentários nas minhas redes sociais (Twitter, Instagram e Facebook). Inclusive, conquistei um mil e poucos seguidores a mais, desde sexta-feira. O comunicado foi na sexta, logo após o programa

3) Houve alguma tentativa de te manter apresentando o programa, mas com menos ênfase no conteúdo claramente democrático e, portanto libertário (se houve, como foi isto )?

Sim, a direção conversou comigo algumas vezes para eu diminuir a critica ao governo federal, ser mais parcimonioso, isento. Eu fui claro com eles, por isso não vejo problema de dizê-lo publicamente. A empresa só tinha dois caminhos: ou me dava liberdade para continuar fazendo o programa como sempre fiz, e que o levou a ser o segundo em audiência na grade da emissora; ou ceder às pressões e me demitir. Eles fizeram a segunda opção!

4) Estás anunciando uma nova empreitada para setembro, mês que vem (do que se trata, que tipo de experiência tens neste campo e de que modo  o jornalismo de internet avança  em campos dominados historicamente pelas rádios e TVs analógicas)  ? Quais exemplos de empreendimentos que fazem sucesso nestes campos, no Brasil e no mundo ?

Como sabes, Polibio, eu sempre fui um empreendedor na comunicação. Lancei em 1993, um dos primeiros sites de noticias na área da comunicação, o www.julioribeiro.com.br. Dentro de uns 40 dias, devo lançar um projeto multiplataforma, que possa abrigar um programa no estilo do que eu vinha fazendo na Guaiba, e outros comandados por outros jornalistas. Quero criar um espaço de liberdade de imprensa aqui no RS.

5) Podes adiantar alguma coisa a respeito da programação ?

É prematuro, a concepção está bem adiantada, mas ainda estou conversando com algumas pessoas. A ideia é simples e com grande potencial de audiência, até porque nos falta um espaço desse tipo aqui no Sul.

Eleições no Simers

 As eleições que ocorrem no âmbito do Cremers e da Amrigs, muito mais do que decidirem vencedores, também projetam indicadores do que poderá acontecer na sucessão do atual presidente do Simers, a mais importante entidade de representação médica do RS e a única de caráter sindical. 


As articulações já estão em curso no Sindicato Médico. 


A principal movimentação é do atual presidente, o médico Marcos Rovinski, que adianta ajustes institucionais para eleger seu candidato preferido. Ele e os  diretores mais próximos já escolheram o candidato do ano 2024 e estão privilegiando espaço para torna-lo conhecido no meio médico, ter parceiros em instituições médicas e até mesmo dos prestadores de serviços da entidade.


Eleições no Simers

 As eleições que ocorrem no âmbito do Cremers e da Amrigs, muito mais do que decidirem vencedores, também projetam indicadores do que poderá acontecer na sucessão do atual presidente do Simers, a mais importante entidade de representação médica do RS e a única de caráter sindical. 


As articulações já estão em curso no Sindicato Médico. 


A principal movimentação é do atual presidente, o médico Marcos Rovinski, que adianta ajustes institucionais para eleger seu candidato preferido. Ele e os  diretores mais próximos já escolheram o candidato do ano 2024 e estão privilegiando espaço para torna-lo conhecido no meio médico, ter parceiros em instituições médicas e até mesmo dos prestadores de serviços da entidade.


O que chama a atenção do editor é que o presidente do Simers não se alinha com a candidatura do seu antecessor e que ajudou a elegê-lo.

Ozoniterapia, na versão do deputado Giovani Cherini

Uma das maiores descobertas da história, esta é uma técnica terapêutica que utiliza a aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio.

Estimula e melhora  oxigenação dos tecidos,  fortalece o sistema imunológico e elimina microrganismos que podem causar infecções.

A ozonioterapia apresenta benefícios no tratamento de asma, bronquite, esclerose múltipla, HIV, câncer, hérnia de disco, distúrbio da articulação temporomandibular e complicações da diabetes, entre outras