Inicio este comentário destacando um político do baixo clero, que embalou a campanha final do Lula.
Está sendo exaltado como criador de um exército, certamente mercenário: Exército do Janone.
Ao deputado André Janone. Se o senhor acha que fez um bem ao Brasil, no comando do seu pretensioso exército, faça outro em benefício da paz social.
Volte às ruas, com seus fiéis seguidores, para exigir o cumprimento imediato, da lei 15.402/2026 - Lei da Dosemetria, referente aos atos de 8 de janeiro de 2023.
Esta lei, rigorosa e formalmente está em vigor, mas sem eficácia. Outra vez mais, foi atropelada pela sanha de um tirano-mor, monocraticamente, do STF.
Decretou a sua suspensão. Gravem isto: apesar de promulgada em 8 de maio de 2026, pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, depois de derrubado o veto total do presidente Lula.
O ministro A.Moraes,achando que o STF se encontra acima do Congresso Nacional, impediu a sua aplicação.
Foi além, contrariou o Parecer do Procurador-Geral da PGR, Paulo Gonet, favorável à nova lei e contrário a sua suspensão.
Até aqui nada de novidades.
É ao Comando do Exército que desejo falar, como cidadão, que prestou serviço militar e sempre respeitou a hierarquia.
Cabe ao Exército, diante de um abuso contra lei regular, exortar ou persuadir quem está obstruindo o cumprimento da lei,que tem o propósito de apaziguar os ânimos exaltados do povo, no limite de desencadear uma desobediência civil ou levante de outra natureza e mais grave.
A história nos lembra a Queda da Bastilha em 14 de julho de 1789. Quem assegura que não teremos a nossa Queda da Papuda, presídio em Brasília com as chaves nas mãos mortíferas de um ministro da justiça, plenipotenciari o.
A provocação que vem de alguns ministros através imprensa, diariamente, é responsável única pelo clima de desobediência civil ou outro levante de maior gravidade que venha acontecer.
Senhor Comandante do Exército e os das armas da Marinha e Aeronáutica. Chegou a hora de darem um "grito de guerra" dentro de alguns gabinetes dos três poderes da República.
A razão está no acontecimento protagonizado pelo Exército, de ato de "perfídia", desleal, enganoso ou de quebra da palavra dada aos manifestantes da frente do quartel, para embarcarem nos ônibus que os levaram a um presídio, em que alguns morreram e nele outros lá se encontram adoentados aguardando o cumprimento da Lei da Dosimetria.
Marcus Vinicius Gravina
OAB-RS 4.949
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