A Assembleia do RS votará estas 15 matérias na sessão de hoje


Confira como deve ficar a Ordem do Dia da sessão:

  • PL 190 2018, do Poder Executivo, que introduz modificações na Lei nº 8.820, de 27 de janeiro de 1989, que instituiu o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS. (Projeto em regime de urgência)
  • PL 194 2018, do Poder Executivo, que altera a Lei nº 15.146, de 5 de abril de 2018, que reorganiza o Quadro de Pessoal do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul, instituído pela Lei nº 9.670, de 29 de maio de 1992, e a Lei nº 15.144, de 5 de abril de 2018, que dispõe sobre a criação do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul – IPE Saúde, e dá outras providências. (Projeto em regime de urgência)
  • PL 195 2018, do Poder Executivo, que introduz modificação na Lei nº 14.954, de 30 de novembro de 2016, que cria o Programa de Aproveitamento e Gestão dos Imóveis no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul, autorizando o Poder Executivo a alienar bens imóveis próprios e de suas autarquias por meio de leilão, permuta por outros imóveis públicos ou particulares, bem como por permuta por área construída, e dá outras providências. (Projeto em regime de urgência)
  • RDI 169 2018, da Mesa Diretora, que requer a votação da composição da Comissão Representativa para o recesso de dezembro de 2018 e janeiro de 2019 da 4ª Sessão Legislativa da 54ª Legislatura.
  • PR 19 2018, da Comissão Especial da regularização do bairro Granja Esperança, que aprova seu relatório final.
  • PR 20 2018, da Mesa Diretora, que altera a Resolução nº 3.137, de 17 de julho de 2015, que instituiu o Regulamento Geral da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, e dá outras providências.
  • PL 161 2018, do Poder Executivo, que altera a Lei nº 14.755, de 20 de outubro de 2015, que dispõe sobre o Plano Plurianual 2016-2019 e dá outras providências.
  • PL 171 2018, do Poder Executivo, que estima a receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro de 2019.
  • Projetos de Parlamentares - a serem definidos na reunião extraordinária de líderes às 13h45
  • PEC 270 2018, da deputada Juliana Brizola (PDT) e mais 36 parlamentares, que acrescenta parágrafo ao art. 209 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, incluindo a obrigatoriedade da língua espanhola na escola pública. (Votação em 2º turno - aprovada em 1º turno no dia 11 de setembro de 2018)
  • PEC 254 2016, do deputado Pedro Pereira (PSDB) e mais 33 parlamentares, que altera a redação do inciso XXII do art. 53 e acresce parágrafo único ao art. 72, ambos da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, a fim de determinar competência à Assembleia Legislativa para julgar e apreciar as contas do Tribunal de Contas do Estado. (Votação em 1º turno)
  • PL 218 2017, do Poder Judiciário, que recompõe os vencimentos dos servidores do Poder Judiciário Estadual.
  • PL 317 2017, do Tribunal de Contas do Estado, que recompõe os vencimentos dos servidores do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul.
  • PL 8 2018, da Procuradoria-Geral de Justiça, que recompõe os vencimentos dos servidores do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul.
  • PL 13 2018, da Defensoria Pública, que recompõe os vencimentos dos servidores da Defensoria Pública do Estado.
  • PL 187 2018, da Mesa Diretora, que dispõe sobre a recomposição dos vencimentos dos servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.


Ata do Copom reforçou sinalização de estabilidade da taxa Selic nos próximos meses


A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada hoje, manteve a mensagem contida no comunicado publicado após a reunião da semana passada, quando a Selic foi mantida em 6,5%. A autoridade monetária ressaltou que as medidas de inflação subjacente se encontram em níveis “apropriados ou confortáveis”, indicando convergência da inflação em direção às metas em 2019 e 2020. As projeções de inflação divulgadas no documento estão próximas, porém um pouco abaixo das metas no médio prazo, sugerindo um quadro relativamente benigno. O Banco Central apontou que o grau de assimetria dos riscos diminuiu desde a última reunião, mas que os riscos altistas para a inflação permanecem relevantes e seguem com maior peso no balanço de riscos. Os membros do colegiado reforçaram as condicionalidades sobre os próximos passos da política monetária: a evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das expectativas de inflação. Por fim, ponderaram que a cautela, serenidade e perseverança têm sido úteis na perseguição de seu objetivo de manter a trajetória da inflação em direção às metas. Em suma, à luz do cenário básico com o qual trabalhamos, sem novos choques que alterem o balanço de riscos prospectivo para a inflação, e da sinalização apontada pelo Copom, o mercado avalia que a Selic ficará estável ao longo de todo o primeiro semestre de 2019, com altas em ritmo gradual a partir do segundo semestre, alcançando 7,25% no final do próximo ano.

A volta de Cesare Battisti

Democracias precisam, sobretudo, se pautar pela lei, não por interesses de ocasião de quem está no poder

A decisão do presidente Michel Temer de extraditar o ex-militante de extrema esquerda Cesare Battisti, condenado na Itália à prisão perpétua por quatro assassinatos na década de 1970, corrige um erro que há anos causa constrangimento ao Brasil.
Foi por uma decisão pessoal, com base em brecha deixada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao final do mandato, cedeu às pressões de ativistas, atribuindo ao condenado a condição de refugiado político e impedindo assim que cumprisse pena em sua terra natal.

Atos extremistas, independentemente do matiz ideológico, não devem contar jamais com tamanha solidariedade. Não há como considerar perseguido político alguém condenado num país democrático, como a Itália, e já extraditado pela França, uma nação identificada pela ampla defesa dos direitos humanos.

O próprio STF reconheceu, ao discutir o caso no passado, que os crimes que levaram à condenação do italiano não foram crimes políticos como se alegava para impedir a sua entrega. Era passada a hora de o governo brasileiro encontrar uma saída digna para uma situa-
ção que ainda motiva tamanho embaraço diplomático. Basta lembrar a rapidez com que o governo italiano concedeu a extradição de Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão.
Não se deve confundir o apreço que os brasileiros têm pela democracia e pela liberdade com a proteção irrefletidamente concedida a Battisti. O episódio da prisão do italiano em Corumbá em 2017, na fronteira com a Bolívia, sob suspeita de evasão de divisas e lavagem de dinheiro, mostra a pouca estima que o italiano tem às regras impostas pela lei.

A decisão recente do ministro Luiz Fux recoloca a questão no âmbito legal, de onde nunca deveria ter saído. Democracias precisam, sobretudo, se pautar pela lei, não por emocionalismos nem por interesses de ocasião de quem está no poder.

Conheça todos os nomes que compõem o novo ministério da Economia


Artigo, Marcelo Aiquel - Battisti

         Battisti será extraditado, decidiu tardiamente (e com a intenção clara de angariar um pouco de popularidade) o presidente Temer.
         Battisti evadiu-se e é considerado um fugitivo. Deve estar escondido nos rincões da Bolívia ou da Venezuela. Ambas comandadas por parceiros dos seus antigos “padrinhos”.
         Queriam o quê, deste marginal? Um bandido assassino, protegido por um dissimulado como o Tarso Genro, e por um condenado, o Lula da Silva.
         É o cenário perfeito!
         A fuga nunca saiu dos planos deste “matador de aluguel”. Aliás, ela existe no roteiro do assassino italiano desde sempre.
         Vou perguntar novamente: o que esperar deste trio diabólico? Que o marginal se apresentasse espontaneamente?
         O “perigo” agora está na queima de arquivo, pois só interessa aos dois “padrinhos” o silêncio do vagabundo italiano.
         Porque morto não fala. Também não entrega os esquemas. Nem trai os “amigos”.
         Não se assustem se ele surgir “com a boca cheia de formigas” por aí. E não faltarão fanáticos para acusar a direita do crime. Que, repito, só interessa ao PT. E a mais ninguém!

O pesadelo "kafkiano" de Carlos Ghosn

Reportagem de Fernando Scheller, Estadão deste domingo.

Celebrado como um titã da indústria automotiva, o executivo brasileiro Carlos Ghosn ganhou fama ao unir, há quase 20 anos, a montadora francesa Renault à japonesa Nissan, salvando ambas da bancarrota. Aos 64 anos, exercia cargos importantes nas duas empresas. Sua vida mudou quando ele pousou em Tóquio, há quase um mês, depois de mais um voo intercontinental em seu jato corporativo particular: foi preso pela polícia japonesa no aeroporto e levado ao centro de detenção da promotoria japonesa, em Tóquio. Hoje, seus dias não são determinados pela apertada agenda de reuniões, mas por um toque de recolher. As luzes se apagam, invariavelmente, às 21h.
Assim como tem hora para terminar, o dia começa sempre às 7 horas, conforme as regras do centro de detenção Kouchisho. À exceção dos 30 minutos que todos os presos têm para se exercitarem, o executivo passa todo o tempo em uma cela de dez metros quadrados. Em vez de desempenhar várias funções, Ghosn – brasileiro, mas também cidadão francês e libanês – se divide entre apenas duas tarefas: traçar estratégias para sua defesa e ler livros do inglês Jeffrey Archer, conhecido pelos suspenses com títulos como Cuidado Com o Que Deseja e Só o Tempo Dirá.
Ao longo da última semana, o Estado conversou com fontes próximas ao executivo – uma delas definiu a situação de Ghosn como um “pesadelo kafkiano”. O executivo é acusado de deixar de declarar o equivalente a US$ 44 milhões. Ao chegar a Tóquio, no último dia 18 de novembro, foi interrogado por seis horas antes de desembarcar.
Após dois dias sob custódia policial, foi preso em uma investigação que teve a colaboração de seus colegas na Nissan. Foi destituído da presidência do conselho da companhia a poucos dias de uma reunião em que os termos da união com a Renault seriam rediscutidos. Ghosn defendia uma fusão “irreversível” entre as empresas, segundo o jornal Financial Times (a Renault detém pouco mais de 40% das ações da Nissan, enquanto o grupo japonês tem 15% das ações da francesa). O conselho da Nissan, porém, era contra essa fusão.
Antes saudado como herói no Japão por ter ajudado a salvar dois tesouros nacionais – a Nissan e, mais tarde, a Mitsubishi -, Ghosn foi formalmente acusado pela promotoria japonesa na última segunda-feira, 10. A acusação embutiu a prorrogação de sua detenção até a próxima quinta-feira, 13. Quem entende da legislação japonesa diz que a permanência do ex-todo-poderoso da Nissan atrás das grades promete ser longa. O advogado japonês Kengo Kashiwa, do escritório TMI Associates, que também atua no Brasil, disse ao Estado que é comum procuradores japoneses prenderem suspeitos para fazê-los confessar um crime. “Não é o que diz a lei, mas acontece na prática.”
Pessoas que conhecem o executivo, no entanto, dizem que os promotores terão de enfrentar um parceiro à altura nesse jogo de xadrez: Ghosn tem se mantido firme na posição de se defender sem confessar, já que garante não ter feito nada errado. Uma pessoa que já visitou o ex-presidente do conselho da Nissan diz que, se ele está abatido, não se percebe. Durante as visitas, que são feitas em uma sala envidraçada com alto-falantes – como aquelas dos filmes americanos -, ele manda recados à família e faz pedidos básicos. Para enfrentar o atual inverno japonês, solicitou cobertores extras, além dos livros de Jeffrey Archer, que preferiu às obras de autores brasileiros oferecidas inicialmente.
A família, até agora, não falou com Ghosn diretamente – uma de suas filhas, aliás, deixou o Japão logo após sua prisão. O executivo tem quatro filhos, de dois casamentos, que moram nos Estados Unidos e na Inglaterra. Caso não tivessem receio de sofrer represálias, no entanto, o sistema judiciário japonês permitiria visitas familiares. Os Ghosn tinham intenção de se reunir no Rio, onde vive a mãe de Carlos. O Natal em família, no entanto, foi substituído pela tentativa de tirar o patriarca da prisão.
Diplomacia
Por ser um rosto conhecido e representar interesses de grandes corporações, Ghosn acaba não sendo um preso comum. Seu caso mobilizou funcionários dos ministérios das Relações Exteriores do Brasil, da França e do Líbano. Sua maior chance de resgate deve ser da França. Uma intervenção brasileira por uma espécie de indulto, neste caso, não seria cabível, apurou o Estado, porque seu caso está seguindo os trâmites legais do Japão – o executivo recebe visitas constantes de um advogado japonês que assumiu sua defesa.
No caso da França, a situação é diferente: o Estado francês é sócio da Renault. O grupo francês tem apoiado Ghosn indiretamente, ao mantê-lo nos cargos que ocupava antes da prisão e ao afirmar, na semana passada, não ter encontrado nenhuma irregularidade em suas declarações de renda. Ainda não ficou claro, porém, se a França pretende partir para um confronto direto com o Japão.
Se ficar à mercê da Justiça japonesa, os números jogam contra Ghosn. O advogado Kashiwa diz que, embora a prisão preventiva tenha de ser prorrogada a cada dez dias, crimes relacionados à acusação principal podem servir de justificativa para mantê-lo preso por tempo indeterminado. E a taxa de condenação entre os acusados pela procuradoria no Japão é um desafio à resiliência de qualquer réu: supera a marca de 99%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Sine Municipal abre 524 vagas em Porto Alegre


A partir desta segunda-feira, e até serem preenchidas, estão disponíveis para retirada de carta de encaminhamento pelo Sine Municipal 524 vagas de trabalho.  A maior oferta é para operador de máquinas fixas,  com 20 postos. Os interessados devem comparecer das 8h às 17h, na unidade do Centro Histórico, localizada na esquinas das avenidas Mauá com Sepúlveda, levando carteira de trabalho e comprovante de residência.
Confira as vagas
Açougueiro - 2
Administrador - 1
Agente de portaria - 2
Ajudante de cozinha - 10
Ajudante de eletricista - 1
Ajudante de polimento - 5
Ajudante de serralheiro - 1
Analista de recursos humanos -1
Analista financeiro (instituições financeiras) - 1
Arquiteto de edificações - 1
Atendente de balcão - 7
Atendente de balcão de café - 1
Atendente de telemarketing - 2
Auxiliar de cobrança - 1
Auxiliar de confeiteiro - 1
Auxiliar de cozinha - 9
Auxiliar de desenvolvimento infantil - 1
Auxiliar de escrituração fiscal - 1
Auxiliar de inventário - 200
Auxiliar de limpeza - 1
Auxiliar de linha de produção - 2
Auxiliar de logistica - 3
Auxiliar de manutenção elétrica e hidráulica - 4
Auxiliar de manutenção predial - 1
Auxiliar de marceneiro - 3
Auxiliar de pessoal - 1
Auxiliar técnico de montagem - 8
Balanceador - 1
Balanceiro -1
Bordador, à máquina - 1
Borracheiro - 1
Caldeireiro montador - 5
Camareira de hotel -1
Chefe de serviço de limpeza - 3
Cilindrista de borracha - 1
Cobrador externo -1
Consultor de vendas -19
Controlador de pragas -1
Cozinheiro de restaurante - 2
Cozinheiro geral - 19
Eletricista - 5
Eletricista de instalações comerciais e residenciais - 1
Empregado doméstico nos serviços gerais - 2
Estofador de móveis - 1
Forneiro de padaria - 1
Funileiro soldador -1
Garçom - 4
Gerente de varejo -1
Gesseiro montador -1
Instalador hidráulico -1
Isolador térmico -1
Jardineiro - 4
Manobrista -1
Mantenedor de sistemas eletroeletrônicos de segurança -1
Marceneiro - 2
Marmorista - exclusive empregador  em marmoraria - 1
Mecânico -1
Mecânico de ar-condicionado e refrigeração - 1
Mecânico de manutenção de caminhão a diesel - 3
Mecânico de refrigeração - 2
Mestre de obras - 3
Montador de andaimes (edificações) - 2
Montador de móveis de madeira - 2
Montador de vidros - 2
Motorista de ambulância - 1
Motorista de automóveis - 2
Motorista de caminhão - 1
Motorista de caminhão-basculante - 8
Motorista entregador - 3
Oficial de manutenção predial - 5
Operador de máquinas fixas, em geral - 20
Operador de retro-escavadeira - 1
Operador de telemarketing ativo - 2
Operador de telemarketing receptivo - 15
Operador de trator de esteira - 2
Operador financeiro - 2
Patroleiro - 1
Pedreiro - 4
Polidor de metais - 5
Professor de ensino pré-escolar - 5
Servente de obras - 5
Soldador - 5
Supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) - 1
Técnico de manutenção eletrônica - 1
Técnico em instalação de equipamentos de áudio - 5
Vendedor interno - 1
Vendedor porta a porta - 51
Vendedor pracista - 5
Vigilante - 2
Zelador - 1